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MAPA RODOVIÁRIO DO BRASIL |
UMA VIAGEM PELO BRASIL
I
Eu também ando meio encabulado.
Será que foi olhado ficar tristonho?
Ou seja por viver sempre enjaulado,
apático, sem dinheiro e sem sonho.
II
É uma situação muito periclitante,
não tenho coragem mais pra nada,
as pernas doendo a todo instante,
mas tenho que cumprir a jornada.
III
Vivo macambúzio e carrancudo,
com ansiedade e muita depressão,
a dor aumenta e fico até trombudo,
quando ouço falar no PT e mensalão.
IV
Quando ficamos velhos tudo acontece,
vivemos a chamada idade do condor,
é dor na cabeça e todo corpo amolece,
enfraquecemos e fazemos menos amor.
V
A velhice nos traz muitas complicações,
temos que ser fortes e superar as dores,
sem tristezas, dissabores e altas emoções,
ao perder pessoas que nos tinham amores.
VI
Quando temos muita saúde e força braçal,
trabalhamos para muita gente preguiçosa,
no dia que ficamos doentes e passamos mal,
surgem espinhos, de quem um dia foi rosa.
VII
E a solução para esse mal meu irmão?
Encontrei e agora irei ao amigo revelar.
Irei pegar meus pertences e o caminhão,
Pegar a reta em frente, vou agora viajar!
VIII
Com essa falta constante de dinheiro,
Muitos problemas terei que sanar,
Levarei comida para o ano inteiro,
E muito combustível até retornar.
IX
Iniciar por Caetés, terra do Presidente,
Que mentiu e traiu seus conterrâneos,
Cidadãos ordeiros, honestos e decentes,
Prometeu transposição, rios e oceanos.
X
Irei conhecer o Brasil de ponta a ponta,
Nascente Moa ao Seixas - Caburaí ao Chuí,
Visitarei essa terra linda que nos encanta,
Com Deus, voltarei alegre depois de curtir.
XI
É fato concreto essa viagem minha,
Se nosso Deus amado assim permitir,
Conhecer esse país belo, nossa terrinha,
Aonde nasci, cresci - e vou morrer aqui.
XII
Em face de morar em João Pessoa,
Ficarei alguns dias em Garanhuns,
Para desfrutar daquele clima e garoa,
Terra de SIMOA, dos Guarás e anuns.
XIII
E quando voltar daquela terra,
Que tanta grandeza encerra,
Trarei um punhado de terra,
Com a maior satisfação.
XIV
Farei isso na intenção,
Como fez Pedro II,
De quando deixar o mundo,
Levá-lo no meu caixão.
XV
Estou aqui fazendo um teste,
Com rima, prosa e poesia,
Sou o MORAES DO AGRESTE,
Faço versos com alegria.
XVI
M omentos de incerteza,
O país quer consciência
R ogo a DEUS que nos proteja,
A sairmos da indecência,
E é isso que o povo almeja,
S em nunca pedir clemência.
XVII
Agora irei parar por aqui,
Sou o MORAES para alguns,
Meu nome é JOSEMIR,
E nasci lá em Garanhuns.
Autoria: Josemir Moraes - MORAES DO AGRESTE (modesto escriba, afilhado de poeta e caboclo sonhador).
I
Eu também ando meio encabulado.
Será que foi olhado ficar tristonho?
Ou seja por viver sempre enjaulado,
apático, sem dinheiro e sem sonho.
II
É uma situação muito periclitante,
não tenho coragem mais pra nada,
as pernas doendo a todo instante,
mas tenho que cumprir a jornada.
III
Vivo macambúzio e carrancudo,
com ansiedade e muita depressão,
a dor aumenta e fico até trombudo,
quando ouço falar no PT e mensalão.
IV
Quando ficamos velhos tudo acontece,
vivemos a chamada idade do condor,
é dor na cabeça e todo corpo amolece,
enfraquecemos e fazemos menos amor.
V
A velhice nos traz muitas complicações,
temos que ser fortes e superar as dores,
sem tristezas, dissabores e altas emoções,
ao perder pessoas que nos tinham amores.
VI
Quando temos muita saúde e força braçal,
trabalhamos para muita gente preguiçosa,
no dia que ficamos doentes e passamos mal,
surgem espinhos, de quem um dia foi rosa.
VII
E a solução para esse mal meu irmão?
Encontrei e agora irei ao amigo revelar.
Irei pegar meus pertences e o caminhão,
Pegar a reta em frente, vou agora viajar!
VIII
Com essa falta constante de dinheiro,
Muitos problemas terei que sanar,
Levarei comida para o ano inteiro,
E muito combustível até retornar.
IX
Iniciar por Caetés, terra do Presidente,
Que mentiu e traiu seus conterrâneos,
Cidadãos ordeiros, honestos e decentes,
Prometeu transposição, rios e oceanos.
X
Irei conhecer o Brasil de ponta a ponta,
Nascente Moa ao Seixas - Caburaí ao Chuí,
Visitarei essa terra linda que nos encanta,
Com Deus, voltarei alegre depois de curtir.
XI
É fato concreto essa viagem minha,
Se nosso Deus amado assim permitir,
Conhecer esse país belo, nossa terrinha,
Aonde nasci, cresci - e vou morrer aqui.
XII
Em face de morar em João Pessoa,
Ficarei alguns dias em Garanhuns,
Para desfrutar daquele clima e garoa,
Terra de SIMOA, dos Guarás e anuns.
XIII
E quando voltar daquela terra,
Que tanta grandeza encerra,
Trarei um punhado de terra,
Com a maior satisfação.
XIV
Farei isso na intenção,
Como fez Pedro II,
De quando deixar o mundo,
Levá-lo no meu caixão.
XV
Estou aqui fazendo um teste,
Com rima, prosa e poesia,
Sou o MORAES DO AGRESTE,
Faço versos com alegria.
XVI
M omentos de incerteza,
O país quer consciência
R ogo a DEUS que nos proteja,
A sairmos da indecência,
E é isso que o povo almeja,
S em nunca pedir clemência.
XVII
Agora irei parar por aqui,
Sou o MORAES para alguns,
Meu nome é JOSEMIR,
E nasci lá em Garanhuns.
Autoria: Josemir Moraes - MORAES DO AGRESTE (modesto escriba, afilhado de poeta e caboclo sonhador).
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