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O BOM NÃO É SER IMPORTANTE, MAS O IMPORTANTE É SER BOM. |
SER BOM!
I
A nossa vida é todo esse vaivém,
uns trabalham e outros dormem.
Existem pessoas do mal e do bem,
as que os indolentes se socorrem.
II
A preguiça é um pecado,
um estilo de vida para uns,
um preguiçoso ao seu lado,
atrapalha você e
alguns.
III
Quem precisa de alguém,
fala mansinho e educado,
olhando o que você tem,
e fica sempre ao seu lado.
IV
É um eterno bajulador,
e não gosta de trabalhar,
é bom de garfo e comedor,
e vive só pra lhe enganar.
V
Se você fosse um pobreta,
ninguém jamais aparecia,
para mamar na sua teta,
durante a noite ou de dia
VI
Mas, nunca foi diferente,
desde que o mundo surgiu,
o vadio e o incompetente,
são cobras do mesmo covil.
VII
São pessoas bem farsantes,
sorridentes e calculistas,
que você nunca viu antes,
são espertas e oportunistas.
VIII
Na vida, só vale quem tem,
quem não tem, não tem valor.
Gente que não vale um vintém,
é o amigo falso e aproveitador.
VIII
Você só é bom para as pessoas,
enquanto estiver servindo a elas,
quando acabarem as coisas boas,
não é agradecido, e só sequelas.
IX
Talvez até receba um castigo,
diante de tudo que você já fez.
Se não faz mais, terá um inimigo,
que poderá levá-lo para o xadrez.
X
Parece uma simples brincadeira,
pela maneira que estou rimando.
A minha historinha é verdadeira,
acredite e continue acreditando.
XI
Quem não vive para servir,
também não serve para viver.
O aproveitador vai existir,
ajude só a quem merecer.
XII
Cada um tem a sua
cruz,
Não adianta o desespero,
Estou sempre com JESUS,
Que é o amor verdadeiro.
XIII
Não adianta o desespero,
Estou sempre com JESUS,
Que é o amor verdadeiro.
XIII
Agradeço sempre a
Deus,
O nosso pai do universo,
Felicidades para os seus,
É tudo isso que lhe peço.
O nosso pai do universo,
Felicidades para os seus,
É tudo isso que lhe peço.
XIV
Estou aqui fazendo um teste,
Com rima, prosa e poesia,
Sou o MORAES DO AGRESTE,
Faço versos com alegria.
XV
Momentos de incerteza,
O país quer consciência
Rogo a DEUS que nos proteja,
A sairmos da indecência,
E é isso que o povo almeja,
Sem nunca pedir clemência.
XVI
Irei parar por aqui,
Sou o MORAES para alguns,
Mas meu nome é JOSEMIR,
E nasci em Garanhuns.
Estou aqui fazendo um teste,
Com rima, prosa e poesia,
Sou o MORAES DO AGRESTE,
Faço versos com alegria.
XV
Momentos de incerteza,
O país quer consciência
Rogo a DEUS que nos proteja,
A sairmos da indecência,
E é isso que o povo almeja,
Sem nunca pedir clemência.
XVI
Irei parar por aqui,
Sou o MORAES para alguns,
Mas meu nome é JOSEMIR,
E nasci em Garanhuns.
Autoria: Josemir Moraes - MORAES DO AGRESTE (Oficial do Exército, Bacharel em Direito, outros, investidor - ramo imobiliário, modesto escriba, afilhado de poeta e caboclo sonhador).

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