segunda-feira, 25 de julho de 2011

Agencia Nacional da propina

Por Diego Escosteguy, com Murilo Ramos, na revista Época:
ÉPOCA obteve vídeos, documentos e cheques que revelam como o aparelhamento partidário transformou a Agência Nacional do Petróleo numa central de achaque e extorsão.
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PROVAS DA EXTORSÃO
Com a ajuda do MP, a advogada Vanuza Sampaio gravou um encontro que manteve com dois assessores da ANP, que exigem propina de R$ 40 mil para resolver um problema de um cliente dela. Abaixo, trecho do depoimento prestado pela advogada ao MP, no qual ela detalha o caso, e o cheque que um dos assessores da ANP recebeu de um advogado ligado ao maior adulterador de combustível do país.
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Às 16h23 do dia 5 de maio de 2008, uma segunda-feira, dois assessores da Agência Nacional do Petróleo (ANP) encaminharam-se discretamente ao escritório da advogada Vanuza Sampaio, no
centro do Rio de Janeiro. Os dois, Antonio José Moreira e Daniel Carvalho de Lima, acomodaram-se na sala de reuniões do escritório, tomaram cafezinho e conversaram por alguns minutos sobre amenidades. Ato contínuo, a advogada Vanuza assomou à porta. Vanuza é a advogada com mais volume de processos na ANP; conhece profundamente a agência. Tem como clientes distribuidoras
de combustível, postos e empresários do setor de petróleo e gás – todos dependem da ANP para
tocar seus negócios. Depender da ANP, conforme investigou ÉPOCA nos últimos dois meses, significa sofrer continuamente o assédio de tipos como Moreira e Daniel. Não são os únicos.
 Há muitos como eles. Mas, para a turma que transformou a ANP num cartório de extorsão,
aquela não era uma segunda-feira tão ordinária. Daquela vez, dois deles foram gravados em
vídeo, em pleno expediente subterrâneo. ÉPOCA obteve cópia dessa gravação, que integra
uma investigação sigilosa do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.
A pedido de ÉPOCA, a autenticidade do vídeo foi atestada pelo perito Ricardo Molina.
 “A gravação é autêntica e não sofreu nenhuma manipulação”, disse Molina. O vídeo tem
53 minutos, três personagens e um repertório espantoso de ilegalidades, abusos e escracho
com a coisa pública. São 53 minutos de corrupção exposta em seu sentido mais puro. Não
há nenhum vestígio de decoro. O eventual medo de ser pilhado desaparece e cede lugar ao
deboche. Não há diálogo em código ou fraseado evasivo. É tudo dito na lata. Esse descaso
pode ser explicado pela impunidade com que a longeva máfia dos combustíveis atua no país.
Nos últimos anos, a PF e o MP já produziram provas robustas contra expoentes desse grupo.
Até o Congresso criou uma CPI para investigar os crimes – que engendrou ainda mais corrupção.
Usina de malfeitores
Propina de R$ 40 mil, divisão de dinheiro sujo, achaque a empresas: há de tudo no vídeo
de corrupção da ANP
“Quarenta mil reais é razoável?”Neste trecho, os dois assessores da ANP
(Antonio José Moreira e Daniel Carvalho de Lima) dizem à advogada Vanuza
Sampaio que a Petromarte, cliente dela, terá de pagar R$ 40 mil de propina para
resolver uma pendência na agência – com o aval do então superintendente de
abastecimento da ANP, Edson Silva, dirigente do PCdoB

Moreira: Eu conversei com o Edson (superintendente da ANP) e ele não tinha
muita noção de valores, você entende? Aí ele falou que era possível, que ia
mexer. Mas ele é lento. Advogada: É baiano.
Moreira: Baiano... Aí ele me falou: “Ó, você não quer conversar agora em
torno de 40 mil reais? Você acha razoável? Quanto você acha razoável?”.
Falei “não sei, Edson, não sei quantificar, não sei valor”. E foi a primeira
vez que aconteceu alguma coisa. A gente pode estabelecer um bom relacio-
namento. Aí ele falou isso, que ficaria com 25 (mil reais) e daria 15 (mil reais)
pra vocês. Esse é do Rodomarte. É... É do Petromarte.
"É para arrancar dinheiro mesmo?"
Depois de cobrar a propina, os assessores oferecem uma parceria à advogada Vanuza.
Querem que ela achaque a empresa Rodonave, objeto de um processo na ANP.
Vanuza se espanta:
“Mas é para arrancar dinheiro mesmo?”

Moreira: Tá na minha mão um processo... O interesse é muito grande. (Empresa)
tradicional chamada Rodonave, de Manaus. Advogada: Mas por que querem cance-
lar o registro dela? (...) É para arrancar dinheiro? Moreira: Não sei... não, eu acho
que não é para arrancar dinheiro (...) Eu também não queria me indispor, chegar e
ligar para a Rodonave... Então, se você tiver interesse, te dou uma orientada.


Lógica Petista
Em seguida, os três põem-se a discutir as diferenças entre os corruptos da agência.
Roberto Ardenghy, antecessor de Edson Silva na Superintendência de Abastecimento,
é citado como exemplo de negociante voraz. Diz o assessor Moreira: “Ele tinha uma
lógica muito à petista. Era muito para ele”

Advogada: Ele (Ardenghy) sempre me travou de uma forma muito inteligente.
Só hoje consigo ver o que ele ganhava de um outro lado.
Moreira: (...) Era uma lógica muito à petista. Era muito pra ele e ele avançava
também para todos os lados (...) Uma vez eu trouxe um caso, ele queria cobrar
muito. Falei “Ardenghy, não é o momento de cobrar muito”. Ele falou “não, mas
se a gente não cobrar muito (...) Se a gente cobrar pouco, você vê fantasmas todos
 os dias”.

Tudo em casa.

Miriam Belchior
Redação ÉPOCA, com Agência Estado:
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, foi eleita nesta sexta-feira como nova conselheira de administração da Petrobras. A ministra assumirá a vaga do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, que deixou o cargo após a revelação de que seu patrimônio foi multiplicado por 20 nos últimos quatro anos.
"A Petrobras comunica que o seu Conselho de Administração (CA), em reunião realizada nesta data, elegeu a Ministra do Planejamento, Miriam Belchior, como nova Conselheira de Administração da Companhia. Essa eleição, conforme dispõem a Lei das Sociedades Anônimas e o Estatuto Social da Petrobras, é válida até a próxima Assembleia Geral de Acionistas", informou, em nota, o Conselho de Administração da Petrobras.
A próxima Assembleia Geral acontece no ano que vem. Ao portal de notícias G1, a ministra confirmou ter sido eleita ao cargo. "Ganhei mais trabalho", disse. Miriam Belchior foi indicada pelo governo, e deve receber entre R$ 6 mil e R$ 7 mil por mês.
Miriam Belchior entrou no governo em 2003, como assessora especial do então presidente Luis Inácio Lula da Silva. Em 2010, tornou-se Coordenadora Geral do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e após a eleição da presidente Dilma Rousseff, foi escolhida para assumir o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
COMENTO: Apenas para lembrar, Miriam é viúva do falecido ( assassinado) Celso Daniel. Sobre isso ela nada fala. Aliás, ninguém do PT fala. Comenta-se que se o assassinato não tivesse conotações políticas de interesse do PT, os petistas estariam estrilando, se esgoelando, até hoje. Seria um barulho incessante e ensurdecedor.
Ah, um detalhe importante: Miriam, dizem, faz o que Lula manda...sem reclamar ou perguntar por quê.

Em campanha, Lula nega passagem da Bíblia.

O ex-presidente da República Luiz da Silva, conhecuido pela alcunha de Lula, interpretou, na última quinta-feira, em Salvador, deu uma de interprete da Bíblia e disse que é "bobagem" o que o Novo Testamento apregoa sobre a promessa de que o reino dos céus é para os pobres. Ele discursou de manhã para uma plateia formada em sua maioria por pequenos agricultores.
O falso profeta prossegue a sua campanha para denegrir e/ou omitir a fé, a verdade e a dignidade.

Brasil bola murcha.

Brasil é o oitavo em futebol na América do Sul
Uruguai campeão, Paraguai vice campeão, Venezuela em terceiro e Peru em quarto lugar na Copa América. Depois vem Argentina, Colômbia, Chile e Brasil, em oitavo lugar na competição. A seleção brasleira, em sua bisonha participação só foi menos pior que Costa Rica, Bolívia, Equador e México.

E o Uruguai é o campeão!!!

Com um time que demonstrou um futebol coletivo, com a raça e num dia inspirado de Luis Suárez e Diego Forlán, a Celeste impôs seu favoritismo diante do Paraguai, que chegou à decisão sem ter vencido uma partida sequer.
O Uruguai derrotou o rival por 3 a 0 e assegurou o título da Copa América, no estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.
O ex-são-paulino Lugano ( foto ), levantou a taça num gesto que garantiu a supremacia no continente à Celeste, dona agora de 15 conquistas, e, de quebra, coroou os nomes de Suárez e Forlán.
A dupla de atacantes, que já havia brilhado na ótima campanha do Mundial da África do Sul, foi fundamental no resgate do futebol uruguaio e entrou de vez na lista de ídolos do país ao lado de lendas como Obdulio Varela, Ghiggia e Francescoli.
Foi uma aula de futebol de equipe, de vontade e de garra. A seleção brasileira, com seus medalhões improdutivos, badalados pela imprensa nacional, bem que poderia se inspirar na celeste.
 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

No Reino da CorruPTralha: Mais três no Ministério dos Transportes.

Dilma Rousseff faz limpeza no Ministério dos Transportes.

 O Diário Oficial da União publica nesta terça-feira (19/07)...

... a exoneração de mais três assessores do Ministério dos Transportes: José Osmar Monte Rocha, Estevam Pedrosa e Darcy Michiles. Os três eram ligados ao ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento e ao deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), réu na ação penal que tramita no Supremo Tribunal Federal para apurar denúncias de irregularidades em um esquema de pagamento de propina que ficou conhecido como mensalão.
José Osmar Monte Rocha está envolvido no caso de um atestado que ajudou na contratação de uma empresa de fachada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), segundo reportagem publicada hoje (19) pelo jornal O Estado de S. Paulo. Ele era assessor para assuntos administrativos do ministério.

Dilma Rousseff faz limpeza no Ministério dos Transportes

Darcy Michiles é filiado ao PR e era secretário de Fomento para Ações de Transportes do Ministério dos Transportes e Estevam Pedrosa era um dos principais assessores do ex-ministro Alfredo Nascimento.

O contador Augusto César Carvalho Barbosa de Souza, que seria sabatinado no próximo dia 7 pela Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, teve sua indicação cancelada, em função das denúncias.

Também tiveram a exoneração publicada hoje no Diário Oficial os servidores Maria das Graças de Almeida, do Ministério dos Transportes, e dois coordenadores do Dnit, Luiz Cláudio dos Santos Varejão, do cargo de coordenador-geral de Operações Rodoviárias, e Mauro Sérgio Fatureto, coordenador de Administração Geral.

O BRASIL NAS MÃOS DOS RATOS!!!


Estamos assistindo a mais completa desmoralização e covardia de uma incompetente na Presidencia da Republica! Dilmamarionete a bem da verdade está tentando “moralizar” o caos deixado pelo famigerado ladrão LullaCorleone que implantou o ESTADO DELINQUENTE que agora chega ao EXTREMO da OUSADIA de serem flagrados no crime e se rebelarem e se negarem a obedecer a autoridade suprema que os demitiu, a revista VEJA faz uma denuncia sobre o antro de corrupções do DNIT comandado pelo mafioso frio Pagôtí , DilmaMarionete pela contudencia das denuncias é obrigada a agir, e o faz! Afasta Pagotí e os seus lacraios ladrões e para
ESPANTO da sociedade e do próprio desgoverno da DilMarionete, o GANGSTER PAGÔTÍ se rebela e RECUSA a OBEDECER a PRESIDENTE!
PIOR ainda!!! AMEAÇA FALAR.... o panico se instala no palácio das ratazanas e baratas e logo se inicia a marcha ré na exoneração do chefão e o “DONO” do DNIT... é a débâcle da moral da presidenta... foi ultrajada em publico por ameaças explicitas ,o “poderoso Pagotí calou a boca da DilmaMarionete e falou grosso! È ele quem “manda” de fato! Disse que não saiu de jeito nenhum e não sairá! “Esta de férias!”!! O espião do LullaCorleone Giba Caralho, secretario da Madame Min se coloca como “advogado” do PAGOU-LEVOU, por trás da trama toda e da alta insubordinação do “dono do DNIT” está a sombra sinistra da “MADRE SUPERIORA SARAMINDA DE FOGO” e do seu
CARA DE CORINGA TEMERDA que em silencio vai guiando a dissídia para que a DilmaMarionete e sua gang ptralha se DANE de vez!



Para mostrar que é “forte” a Madame min demitiu ontem 6 lacraios do DNIT, é uma forma enviesada e covarde de “mostrar” que “ela é quem manda” e que na volta das férias o PAGOTÍ vai ser DEMITIDO!!!
D_U_V I_D_O!!!!
Ela se ela fosse o que dizem que é: VALENTE, já teria demitido este ícone da corrupção que a afrontou,desafiou e ameaço-a! e dá entrevista a todo mundo dizendo que não foi demitido e nem pensa em se demitir, e que QUER uma “ conversa longa “ com a presidenta.. ora,ora,ora... desde quando um diretorzinho de um DNIT da vida impõe condições e estipula tempo de audiências a uma presidenta da republica???
È preciso ter muita munição de chumbo-grosso para “peitar” e DESMORALIZAR em publico uma pobre coitada marionete ,gerente da gang de LullaCorleone .
O cara mostra que agora nesse momento é quem manda.. no DNIT e no covil dos ptralhas do Planalto.





Esta evidente o medo e a angustia da Madame Min, ela esta soltando indireta pela boca da Idelilouka que afirmou que o “dono do DNIT” vai ser mesmo demitido a voltar das férias...(KKKKK!!RISOS incontroláveis!!!!!!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK)
Desculpem...Mas é tão hilário ,tão cômico a vexatória e infeliz a declaração da Idelilouka e de outros que falam a mesma bobagem que confirmam o PAVOR ao PAGOTÍ!!!
Ele não vai sair!!e se sair , saí atirando !!! e então dirá;
“ Apré moi le deluge!”
(“Depois de mim , o dilúvio!”- Luiz XV as vésperas da revolução francesa e do terror de Roberspierre.
Mas se ele de repente for “CELSO-DANIELZADO” então servirá de exemplo aos possíveis CALABARES da gang,para não repetir a rebeldia do PAGOTÍ
Os horrores de agosto estão uivando impacientes pedindo para serem soltos...e quando isso acontecer,então os demônios uivarão:
“Papen satan ! Papen Satan! Allepe!”- Dante Aligheri- O Inferno da Divina Comedia, e o horror engolirá a todos!!!
Enquanto isso a merda Brasil segue boiando a deriva...neste mar de imundicies nojentas da lulocrácia delinquente.

TCU aponta superfaturamento de R$ 78 milhões em obras do Dnit.

Um novo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), obtido com exclusividade pelo Jornal Nacional, aponta superfaturamento de mais de R$ 78 milhões em obras do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit).
Ao todo, 73 obras comandadas pelo Dnit em rodovias brasileiras estão sendo fiscalizadas pelo Tribunal de Contas da União. Os técnicos do tribunal já descobriram superfaturamento nos contratos de execução de seis obras. Todas fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Em Alagoas, o problema está na conservação e recuperação da BR-101. No Paraná, foram reprovadas as obras de construção da BR -487 e do contorno rodoviário do município de Maringá, na BR -376. No Pará, o problema foi na pavimentação da BR- 230. Já no Rio Grande do Norte, o problema está nas obras de melhoria da BR-101. Em Rondônia, na construção da BR-429.
A conclusão dos fiscais do TCU é que pelo menos R$ 78.612.226,00 estão sendo pagos de forma indevida Às empreiteiras. A fatia reservada ao Dnit no orçamento geral da União para essas obras dói de quase R$ 486 milhões.
Por causa do prejuízo aos cofres públicos, o Tribunal de Contas da União já recomendou a paralisação imediata das obras. O levantamento do Tribunal ainda precisa ser analisado pelo Congresso Nacional. Só depois disso, e se o Congresso determinar, é que poderá haver a suspensão dos repasses de recursos para as empreiteiras responsáveis pelas obras.

Falência moral da democracia brasileira.

A sociedade brasileira está em crise. Não sabemos, como povo organizado, qual é o nosso padrão de comportamento. Nas últimas décadas estivemos preocupados com outras coisas, que encheram a nossa agenda, ao ensejo da saída do último ciclo autoritário para a construção da Nova República. Não foi resolvida, no entanto, a questão da moral social, que daria embasamento às instituições. Acontece que sem equacionar essa questão tudo o mais fica no ar: Constituição, Códigos de Direito Civil e Penal, funcionamento adequado dos poderes públicos, pacto federativo, respeito às leis, organização e funcionamento dos partidos políticos, fundamento das práticas econômicas em rotinas de transparência que dariam ensejo ao que Alain Peyrefitte denominava "sociedade de confiança", governabilidade, etc.
Definamos o que se entende por moral: como frisa mestre Antônio Paim no seu Tratado de Ética, ela consiste num "conjunto de normas de conduta adotado como absolutamente válido por uma comunidade humana numa época determinada". A moral tem uma dupla dimensão, individual e social. A primeira se identifica com o que Immanuel Kant denominava "imperativo categórico da consciência". A segunda consiste na definição do mínimo comportamental que uma sociedade exige dos seus indivíduos para que se torne possível a vida em comunidade. A moral social pode ser de dois tipos: Vertical, quando um grupo de indivíduos impõe ao restante o padrão de comportamento; social, quando o padrão de comportamento é adotado por consenso da comunidade. A moral social consensual constitui, no mundo contemporâneo, o fundamento axiológico da vida democrática.
No plano da moral social, no entanto, herdamos modelos verticais que não se ajustam aos ideais democráticos. Os arquétipos de moral social sedimentados na História quadrissecular da Nação brasileira ressentem-se do vício do estatismo e da verticalidade que ele implica. É evidentemente vertical o modelo de moral social herdado da Contrarreforma; nele os indivíduos deveriam agir, em sociedade, seguindo à risca os ditames provenientes da Igreja mancomunada com o trono, no esquema de absolutismo católico ensejado pelos Áustrias na Península Ibérica, ao longo dos séculos 16 e 17. De outro lado, o modelo imposto pelo despotismo iluminista de Sebastião José de Carvalho e Melo, o marquês de Pombal, no século 18, não mudou radicalmente as coisas, pois pecava por manter a verticalidade da formulação do código de moral social, ao ensejo da "aritmética política" que passou a vigorar, ao redor dos seguintes princípios: Compete ao Estado empresário, alicerçado na ciência aplicada, garantir a riqueza da Nação. É da alçada do Estado fixar a normas que consolidam a moralidade pública e privada.
O cidadão, em razão de tais princípios, ficava desonerado das incumbências de produzir a riqueza e de se comprometer com a definição da moral social, que nas democracias modernas terminou sendo configurada de forma consensual pelas respectivas sociedades. Tudo se resolveria mediante a tutela do Estado modernizador sobre os cidadãos, considerados como simples peças da engrenagem a ser gerida pelo governo. O ciclo imperial, com a preocupação da elite em prol da constituição e do aperfeiçoamento da representação, mantendo a unidade nacional contra os separatismos caudilhescos, num contexto presidido pelos ideais liberais, foi abruptamente rompido pelo advento da República positivista. Frustraram-se assim, talvez de forma definitiva, a aparição e o amadurecimento de um modelo ético de moral social consensual.
Ora, a partir do arquétipo pombalino firmaram-se os modelos de moral social vertical que têm presidido a nossa caminhada ao longo dos dois últimos séculos, de mãos dadas com a cultura patrimonialista, que sempre entendeu o Estado como bem a ser privatizado por clãs e patotas, desde a República iluminista apregoada por frei Caneca, no início do século 19, à luz da denominada "geometria política", passando pela "ditadura científica" positivista, que se tornou forte ao ensejo do Castilhismo, no Rio Grande do Sul, nas três primeiras décadas do século passado, passando pelo modelo getuliano de "equacionamento técnico dos problemas" (elaborado pela segunda geração castilhista, com Getúlio Vargas e Lindolfo Collor como cérebros dessa empreitada, e cooptando, como estamento privilegiado, as Forças Armadas). A última etapa dessa caminhada estatizante foi o modelo tecnocrático efetivado pelo ciclo militar, à sombra da "engenharia" política do general Golbery do Couto e Silva.
Com o advento da Nova República tentou-se retomar a questão da representação política como meio para configurar, no País, a formulação de uma moral social consensual. No entanto, o fracasso da reforma política que levaria ao amadurecimento da representação terminou dando ensejo, no ciclo lulista e na atual quadra do pós-lulismo, à consolidação de modelo vertical de moral social formulado no contexto do que se denomina "ética totalitária", segundo a qual os fins justificam os meios. A cooptação de aliados pelo Executivo hipertrofiado, no seio de uma consciência despida de freios morais, terminou dando ensejo à atual quadra desconfortável de corrupção generalizada, que ameaça gravemente a estabilidade econômica, duramente conquistada nas gestões social-democratas de Fernando Henrique Cardoso.
O Brasil perde o seu rumo, num mundo agressivo e cada vez mais interdependente, assombrado pela ética totalitária petista, aliada, na síndrome lulista do "herói sem nenhum caráter", a desprezíveis formas de populismo irresponsável, que elevou como ideal o princípio macunaímico de levar vantagem em tudo, num sórdido cenário de desfaçatez e incultura. Tudo presidido pela maré estatizante que se apropria da riqueza da Nação para favorecer a nova casta sindical e burocrática que emerge ameaçadora, excludente e voraz.

domingo, 17 de julho de 2011

E o timinho voltou!

Envergonhado, Andre Santos deixa o campo desolado.
Num recorde absoluto de incompetência, a seleção brasileira conseguiu perder quatro penâltes, numa disputa de cinco, contra o Paraguai, em jogo das quartas de final da Copa América 2011.
Desclassificado, o time volta para casa da forma mais veronhosa possível: Derrotado por incompetência.
O time brasileiro deu uma demonstração inequívoca que Mano Menezes não sabe montar um time competitivo.
Talvez tenha chegado a hora de os homens que fazem o futebol brasileiro terem vergonha e perceberem, em tempo, que Ricardo Teixeira e seu staf já deu demonstrações cabais que destroem, a cada dia, o futebol brasileiro.

Por onde anda Dona Marisa Letícia?

D. Marisa antes de usar o cartão corporativo
Lula,  o imbecil, disparou a seguinte frase, afirmando que existe preconceito contra Dilma porque ela é mulher:
"Todo mundo diz que é favorável à sociedade igualitária desde que quem limpe a casa seja mulher."
Se existe um brasileiro que não pode falar em preconceito contra a mulher, este brasileiro é Luiz Inácio Lula da Silva.
Sua mulher, Marisa Letícia, foi inteiramente abafada em oito anos de governo.
A ela foi reservado um quinto plano, onde deixou como legado apenas as compras com o cartão corporativo e as cirurgias plásticas que mudaram a sua fisionomia.
D. Marisa após o uso do cartão corporativo.
Aquela "cumpanhêra" que vendia camisetas na rua para criar o PT e que plantava canteiros de sálvias em forma de estrela nos jardins do Palácio, nos seus primeiros dias, foi transformada em mera coadjuvante durante dois mandatos.
Nenhuma ação social.
Nenhuma ação benemerente.
Um zero à esquerda.
O marido preconceituoso reservou à ela o fogão, a pia e o tanque.
Nunca na história deste país um presidente mostrou tanto preconceito em relação a uma primeira-dama.
 Ou a primeira inútil, como ficou conhecida.
Aliás, esperava-se que depois que saísse do governo, o Lula andasse por aí de braços dados com a Dona Marisa Letícia, lutando contra a pobreza e a miséria no mundo.
Não é o que se vê.
Aliás, ninguém mais viu a Dona Marisa Letícia.
Lula, ao falar sobre preconceito contra a mulher, deve estar mirando o exemplo da própria casa.
* Texto do Blog Coturno Noturno

Estratégia de enganação.

sábado, 16 de julho de 2011

O 'remédio' para o Bagulhão de Caetés


Do que Lula, o Bagulhão de Caetés, está precisando há muito tempo é de uma 'surra de cipó de boi'! Depois de aplicado esse corretivo ele aprenderá a medir as palavras e a respeitar a liberdade de imprensa. Não conheço um só pilantra que tenha 'recebido' um 'amansa corno' desses que não tenha tomado outro rumo em sua vida. Arabutan e CH sabem do que estou falando. Em sua Alagoas, isso era usado rotineiramente para se evitar a superlotação das cadeias e consequente aumento de gastos com acomodações e comida para ladrões sem vergonha e reincidentes. Depois da surra o 'paciente' se corrigia ou se mudava da localidade. Lula, língua de trapo, já passou da hora de um corretivo duradouro como esse.

Cuspindo no prato que comeu.

O conhecido apedeuta Luiz da Silva, ex-presidente da República, depois de oito anos se beneficiando da mídia que o endeusou e o fez ser recordista em aparições diárias na TVe Jornais, agora "cospe no prato que comeu" ao atacar a imprensa, hoje, no Congresso da UNE, em Goiânia.
Segundo Luiz da Silva a imprensa "cria divergências entre ele e a presidente Dilma Roussef".
“Primeiro disseram que há diferenças entre mim e Dilma, que somos diferentes. Não precisa ser um especialista para saber que ela é diferente de mim”, ironizou.
“Falaram que divergimos. Eu já disse que, se houver divergência, é ela quem estará certa. Não há divergências. Depois, quando fui a Brasília e tirei uma foto com senadores, disseram que ela era fraca. O babaca que escreveu a matéria nunca deve ter sentado com a Dilma para conversar. Ela pode ter todos os defeitos do mundo, menos ser fraca”, declarou o ex-presidente.
Evidentemente que o cidadão quer deixar bem claro sua posição de influente no governo atual.
Aproveitando-se de uma platéia de estudantes e de um Congresso promovido por uma instituição que se tornou áulica em relação ao seu governo, ele apelou até sobre as críticas, não tão contundentes assim, sobre o patrocínio do Congresso da UNE por estatais.
Fazendo uma analogia típica dos despreparados ou demagogos ignorantes, Luiz da Silva afirmou: “Quando ligamos a televisão, tem propaganda de quem? Da Petrobras, da Caixa Econômica Federal. Elas financiam tudo. Para eles [empresas de comunicação] isso é democrático. Para vocês [UNE], é chapa branca”.
O petista disse ainda que meios de comunicação torceram para que a inflação voltasse. “Chegaram a dizer que eu deixei uma herança maldita."
*Com informações de Cristiane Agostine | Valor.

Admirável mundo.

Aldous Huxley, em sua obra O Admirável Mundo Novo, livro da década de 30, narra um futuro no qual a sociedade é regida por castas e os males, os problemas, dúvidas, inseguranças, quem sabe depressão, stress, tristeza, euforia, hiperativismo seria controlado pelo consumo de uma droga sem efeitos colaterais aparentes, chamada de “soma”. Qualquer semelhança é mera coincidência. Profetizando os nossos tempos?
Em meu artigo de hoje, desejo me ater somente numa parte do livro. Refiro-me a parte onde as crianças eram ensinadas a odiar as belezas da natureza porque as árvores, flores e paisagens nos dão prazer gratuito, e isso, o prazer gratuito, é muito ruim para a economia. Em contrapartida a isso, elas eram ensinadas a amar as coisas artificiais.
Um exemplo? Vamos a ele: “É economicamente prejudicial ter prazer em remar num lago tranquilo”, argumentavam os defensores deste novo sistema. “Precisamos amar os parques aquáticos, aqueles no qual pagamos para nos divertir”, acreditavam eles.
No Admirável Mundo Novo de Huxley não há espaço para admirar cavalos pastando, o economicamente correto é amar as motocicletas, o automóvel, o avião. Deleitar-se com o nascer ou o pôr do sol, o desabrochar da borboleta, o som do bambu crescendo, o cheiro adocicado das flores e a maresia que vem do mar, então, nem pensar. Qualquer semelhança é mera coincidência.
No Admirável Mundo Novo de Huxley não é economicamente correto ter um espaço central na cidade com casas inseridas entre as árvores. Era preciso serem destruídas e construídas altas torres, os rios precisavam ser canalizados para dar espaço a construções, ao comércio. A grama é substituída por lajotas, a vegetação por asfalto.
No Admirável Mundo Novo não há tristeza e, se houver, a droga “soma”, sem efeito colateral aparente, resolve. Afinal não é economicamente correto para a indústria produtora da droga que haja outro tipo de cura se não pelas drogas. Qualquer semelhança é mera coincidência. “E vida de gado, povo marcado, povo feliz”.
É assim como o mundo me parece hoje. E você, o que pensa sobre o admirável mundo novo?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A trinca de jovens milionários deveria ser convocada pelo governo para montar o programa Primeira Empresa.



Fábio Luís Lula da Silva era monitor do zoológico de São Paulo quando a chegada do pai à Presidência da República, em janeiro de 2003, animou-o a tentar a sorte como “produtor de conteúdos digitais”. Um ano depois de fundar a Gamecorp, soube que o que parecia um negócio de fundo de quintal era tudo o que a Telemar procurava. Pelo privilégio de tornar-se sócio minoritário do empreendimento, o gigante da telefonia pagou a Lulinha R$ 5 milhões. Aos 35 anos, está rico e é um dos orgulhos de Lula, que credita o sucesso fulminante ao talento empresarial do filho.
Israel Guerra era um medíocre funcionário público quando a crescente influência da mãe na Casa Civil, chefiada pela melhor amiga Dilma Rousseff, animou-o a tentar a sorte como “consultor de negócios”. Fundada em julho de 2009, a Capital Assessoria e Consultoria especializou-se em abrir portas de ministérios e estatais a empresas interessadas em fechar acordos ou resolver pendências com o governo. Os lucros subiram espetacularmente a partir de março de 2010, depois da promoção de Erenice a ministra. Vítimas da gula excessiva, a mãe perdeu o cargo e o filho, hoje com 33 anos, perdeu a clientela. Erenice continua jurando que o garoto fez sucesso, e logo voltará a fazer, por esbanjar talento na formação de parcerias.
Gustavo Morais Pereira era um arquiteto recém-formado quando a chegada do pai ao comando do Ministério dos Transportes o animou a tentar a sorte como “empresário no ramo da construção civil”. Em 2005, aos 21 anos, fundou a Forma Construções. Em 2007, graças a triangulações envolvendo fregueses do ministério a serviço da família, o filho de Alfredo Nascimento havia multiplicado por  86.500% o patrimônio da empresa. A descoberta da quadrilha do PR e a queda do pai sugerem que o arquiteto de 27 anos prosperou usando como gazua a carteira de identidade. Nascimento garante que o garoto nasceu para construir fortunas.
A reportagem publicada na seção O País quer Saber informa que o Ministério Público investiga os três exemplos de enriquecimento súbito. Se ficar provado que subiram na vida pendurados no parentesco, os filhos de Lula, Erenice e Nascimento confirmarão que a incapacidade de enxergar a fronteira entre o público e o privado é uma disfunção hereditária ─ e que a desmedida confiança na impunidade vem junto com o sobrenome. Se não têm culpa no cartório, se não derraparam no tráfico de influência, não podem ficar fora do governo. Casos de polícia aparecem de meia em meia hora. Casos de sucesso são bem menos frequentes. Casos como esses três são raríssimos.
O governo Lula criou o programa Primeiro Emprego. Dilma Rousseff deveria encomendar à trinca o programa Primeira Empresa. Em vez de um emprego com carteira assinada, os inscritos ganhariam uma pequena empresa. E aprenderiam com os jovens mestres como se fica milionário em dois ou três anos.

Dilma sabia de tudo, diz Pagot.




O diretor afastado do Dnit, Luiz Antonio Pagot, afirmou ontem na Câmara ter "convicção absoluta" de que a presidente Dilma Rousseff "sabia de tudo" que acontecia no Ministério dos Transportes, inclusive de eventuais irregularidades. O Planalto não quis comentar as declarações. Segundo Pagot, até 2009, como chefe da Casa Civil, Dilma coordenou reuniões do PAC 1 (Programa de Aceleração do Crescimento) sobre rodovias, muitas sob suspeita de fraude. Depois, continuou a receber relatórios. "Até outubro de 2009, tenho convicção absoluta que ela sabia de tudo o que estava acontecendo", disse. Pagot afirmou que a primeira reunião sobre as rodovias do PAC 2 foi em 24 de junho, quando Dilma "tomou um susto" ao verificar aumento de preços nas obras. A presidente teria dado prazo para a reavaliação dos contratos, mas decidiu demitir a cúpula dos Transportes antes da data marcada.

"Ela tomou um susto. (...) Falou que precisava mudar isso, fazer alterações e nos deu prazo até 15 de julho."No dia 2, Dilma afastou Pagot e outros três dirigentes da pasta depois de a revista "Veja" noticiar a reunião.Ontem, Pagot disse ainda que a ministra Miriam Belchior (Planejamento), secretária-executiva do PAC no governo Lula, acompanhou as obras do Dnit quando Dilma estava afastada. Após o depoimento, Pagot foi questionado se Dilma, por acompanhar tudo até 2009, também saberia se houvesse irregularidades nas obras do Dnit. "É claro", respondeu. Segundo o dirigente, quem faz a "gestão de um programa como este (...), colocando as obras para frente, quer saber quais são as irregularidades". "E o tempo todo as irregularidades vão sendo corrigidas", disse. Em depoimento de oito horas de duração, o diretor do Dnit repetiu estar em férias. e não afastado por ordem de Dilma, como informou a Presidência semana passada. "O Planalto, se quisesse, deveria ter me demitido", afirmou ele, que fez apelo para ficar no cargo. "Sou um leal companheiro." ( Da Folha de São Paulo)

terça-feira, 12 de julho de 2011

O MORFÉTICO ENEADÁCTILO É O GENE ESTRUTURAL DO PT!





AH, SE FOSSEMOS DO PT
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Estaríamos inebriados com tantos sucessos.

É o emprego garantido. Se sindicalista, é juntar a fome com a vontade de comer. Se perder a eleição, não se preocupe, temos uma vaguinha para você. É a gloria, o sucesso, sem qualquer mérito, mas quem está preocupado com isso?

Os idiotas abrem as portas para nós atravancarmos e atravancamos. Pequenos percalços, alguns até incentivados por nós, tonteiam a fajuta oposição e obnubilam a visão dos mais críticos.

O MST prossegue impune como entidade sem registro, mas aquinhoada com recursos governamentais, mais adestrado, mais agressivo, conforme os planos.

Reforçamos as dicotomias sociais e recrudescemos as diferenças. Negros, índios, quilombolas, pervertidos sexuais, estudantes, beneficiados com bolsas, maconheiros e bandidos presos ou ainda livres nos adoram.

Pagamos auxilio - reclusão para quem vai preso, mas não para as vítimas. Os defensores dos direitos humanos entram em orgasmo com esta e outras medidas, que consideram compensadoras de seus esforços do tudo pelo social.

Inventamos as cotas, alimentamos raivas, adubamos ódios e fortalecemos as nossas posições. Sem esforço, acuamos a milicada.

Desarmamos todos os homens honestos. Só falta proibir a cusparada em nós, que breve será enquadrada em crime hediondo.

Somos batutas em criar Seminários, Debates e Referendos, que inundamos de cumpanheiros que sufocam os contrários.

Metemos a mão em tudo, como nada fazem, vamos em frente.

Apadrinhamos o trem – bala contra tudo e contra todos. Soltamos o Battisti, entregamos os exilados cubanos, expulsamos os plantadores de Roraima e abençoamos como família a juntada de dois homens, de duas mulheres, meras amostras de como e de quanto podemos. Decretamos que é proibido beber um copo de cerveja se for dirigir, apesar de já existirem rígidas regras de controle através dos bafômetros, nunca dantes aplicadas. Para os trouxas um tremendo sinal de que o governo está preocupado com a moral e os bons costumes.

Sublimamos o politicamente correto. Mas, matreiramente, decidimos o que é politicamente correto, logo... chamamos de afro - descendentes negros retintos, de incompreendidos sexuais as mais asquerosas bichonas e, carinhosamente, de aloprados a um bando de malfeitores.

Estamos de olho na comunidade maconheira, por isso acenamos a nossa simpatia para a descriminação do produto, é o voto certo da galera.

Na educação o lema é deseducando que se vai ao longe. Nas Escolas, nas Universidades estamos formando novos quadros, jovens cheios de ideias, combativos, dispostos a tudo, inclusive, colher cana em Cuba.


Nos livros, um patrulhamento infame, até Monteiro Lobato foi escrachado. Incentivamos a incerteza sexual das criancinhas. Os desnorteados serão uma presa fácil para cooptação.

Nas artes, viva a sodomia, pois quanto mais promiscuidade melhor.

Nossa gestão de tirar dinheiro de muitos, segurar uma parte para nós e repartir o resto para a comunidade pobre é elogiada mundo a fora. Incentivamos a poupança sabendo que ela rende menos do que a inflação. Patrocinamos com polpudos aportes as ONGs co - irmãs.

O PAC 1 vai de mal a pior, e até criamos o PAC 2, mas o que importa é inaugurar o teleférico das comunidades no Rio de Janeiro. Isto dá IBOPE.

Banalizamos a pratica da negociação malandra, quando nós e os nossos comparsas ganhamos, só a viúva é quem perde, e ninguém reclama.

Aprovamos o Regime Diferenciado de Contratações (viva a Copa), que muito breve deverá ser extensivo às obras do PAC, metemos a mão na Vale do Rio Doce, o BNDES é o nosso caixa dois, elegemos a poste de alta tensão, a Petrobras é do PT e os sindicatos não prestam contas a ninguém.

Enfim, culpamos a sociedade por todas as mazelas, diferenças sociais, atrasos e demais óbices da Nação, por isso, por sua incúria, ela deve pagar com pesados impostos. Daí é só cobrar que a sociedade culpada, paga sem chiar.

Assim, em menos de uma década subvertemos as mente e as consciências. Não há do que reclamar, melhor estraga.

Em cada rincão, temos massas de manobra para com violência sublinhar nossas posições. A Idelli de leão de chácara foi travestida em Miss Simpatia. Mas é disso que povo gosta.

Por tudo, e fácil entender porque nos ufanamos de ser petistas.

Querem mais?


Por excesso de corrupção, governo Dilma está envelhecendo antes do tempo.

Sponholz

Vou Tirar Você Desse Lugar