terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dilma dá calote na base aliada.

 

A fim de acalmar os aliados e evitar uma saiajusta para a presidente Dilma Rousseff na reunião de hoje do Conselho Político, o Palácio do Planalto sinalizou ontem que vai compensar a base governista por não ter conseguido honrar o compromisso de empenhar (autorizar para pagamento futuro) no final do ano passado as emendas parlamentares ao Orçamento da União de 2011. O clima de insatisfação preocupa a articulação política e pode prejudicar votações consideradas importantes e de interesse do governo neste semestre, como o projeto que cria o Fundo de Previdência dos Servidores Públicos (Funpresp), o Código Florestal e a Lei Geral da Copa.

Após os cortes no Orçamento de 2011 terem atingido fortemente as emendas, o governo fechou em dezembro um acordo com os líderes da base prometendo empenhar 50% das emendas individuais, que somavam R$ 2,6 bilhões, mas a promessa não foi cumprida, segundo aliados. Pelos cálculos desses líderes, 34% do valor prometido (R$ 1,3 bilhão) não saíram do papel. E sem o empenho, que equivale a um compromisso de pagamento, as emendas perderam a validade. A execução do Orçamento de 2011, segundo dados apurados no no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), confirma os cálculos dos líderes governistas: se computadas apenas as emendas individuais, o empenho chega a 33,5% do total da dotação do ano. Ou seja, foram empenhados R$ 871 milhões de uma dotação de R$ 2,6 bilhões.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012




O MINISTÉRIO DILMA - Nova ministra da Mulher confessa que já treinou abortos por sucção mesmo não sendo médica. Mais: ela se considera avó de um neto, mas também do aborto

No dia 14 de outubro de 2004, a então apenas professora Eleonora Menicucci, que tomou posse como ministra das Mulheres na semana passada, concedeu uma entrevista a uma interlocutora chamada Joana Maria. O texto está nos arquivos da Universidade Federal de Santa Catarina (a íntegra está aqui). Já fiz uma cópia de segurança porque essas coisas costumam desaparecer quando ganham publicidade. Está certamente entre as coisas mais estarrecedoras que já li. De sorte que encerro assim este primeiro parágrafo: se um torturador vier me dar a mão, eu a recuso, cheio de asco. Se a ministra Eleonora vier me dar a mão, eu me comportarei da mesma maneira, com o estômago igualmente convulso.
Antes que entre propriamente no mérito, algumas considerações. Aqui e ali, tenta-se caracterizar a ministra como uma espécie de defensora apenas intelectual do aborto, apegada à causa no universo conceitual, retórico, de sorte que a sua nomeação não representaria um engajamento da presidente Dilma Rousseff e de governo na causa do aborto. Falso! Falso e na contramão dos fatos. Alguns parlamentares, notadamente da bancada evangélica, fizeram duros discursos contra a ministra e foram caracterizados pela imprensa como uns primitivos ideológicos. Então vamos ver se a ministra está com a civilização…
Abaixo, transcrevo alguns trechos daquela sua entrevista, concedida quando ela já estava com 60 anos. Não se pode dizer que o diabo da imaturidade andava soprando em seus ouvidos. Não! Eleonora confessa na entrevista que não é apenas “abortista” — termo a que os ditos progressistas reagem porque o consideram uma pecha, uma mácula. Ela também é aborteira. Viajou pela sua ONG à Colômbia para aprender a fazer aborto por sucção, o método conhecido como AMIU (Aspiração Manual Intra-Uterina). Deixa claro que o objetivo de seu trabalho é fazer com que as pessoas se “autocapacitem” para o aborto, de sorte que ele possa ser feito por não-médicos. É o caso dela! Atenção! DILMA ROUSSEFF NOMEOU PARA O MINISTÉRIO DAS MULHERES uma senhora que defende que o aborto seja uma prática quase doméstica, sem o concurso dos médicos. Por isso ela própria, uma leiga, foi fazer um “treinamento”. Não! Jamais apertaria a mão de torturadores. E jamais apertaria a mão de dona Eleonora por isto aqui (volto depois)
“ESTIVE TAMBÉM FAZENDO UM TREINAMENTO DE ABORTO NA COLÔMBIA, POR ASPIRAÇÃO”Eleonora -  Dois anos Aí, em São Paulo, eu integrei um grupo do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. ( ). E, nesse período, estive também pelo Coletivo fazendo um treinamento de aborto na Colômbia.Joana - Certo.Eleonora - O Coletivo nós críamos em 95.
Joana - Como é que era esse curso de aborto?Eleonora - Era nas Clínicas de Aborto. A gente aprendia a fazer aborto.Joana - Aprendia a fazer aborto?Eleonora - Com aspiração AMIU.Joana - Com aquele…
Eleonora - Com a sucção.Joana - Com a sucção. Imagino.Eleonora - Que eu chamo de AMIU. Porque a nossa perspectiva no Coletivo, a nossa base…
Joana -  é que as pessoas se auto auto-fizessem!Eleonora - Autocapacitassem! E que pessoas não médicas podiam…
Joana - Claro!Eleonora - Lidar com o aborto.Joana - Claro!.Eleonora - Então vieram duas feministas que eram clientes, usuárias do Coletivo, as quais fizeram o primeiro auto-exame comigo. Então é uma coisa muito linda.Joana - Hum.Eleonora - Muito bonita! Descobrirem o colo do útero e…
Joana - Hum.Eleonora - Ter uma pessoa que segura na mão.Joana - Certo.
“NÓS DECIDIMOS, EU E O PARTIDO, QUE EU DEVERIA FAZER UM ABORTO”Num outro trecho, Eleonora conta como ela e o seu partido, o POC (Partido Operário Comunista), tomaram uma decisão: ela deveria fazer um aborto. Tratava-se apenas de uma questão… política!Eleonora - Porque a minha avaliação era que eu tinha que fazer
Joana - a luta armada aqui.Eleonora - a luta armada aqui. E um detalhe importante nessa trajetória é que, seis meses depois de essa minha filha ter nascido, eu fiquei grávida outra vez. Ai junto com a organização nós decidimos, a organização, nós, que eu deveria fazer aborto porque não era possível
Joana - Certo.
Eleonora - Na situação ter mais de uma criança, né? E eu não segurava também. Aí foi o segundo aborto que eu fiz.
“EU TIVE MINHA PRIMEIRA RELAÇÃO COM MULHER. E TRANSAVA COM HOMEM; ESTAVA COM MEU MARIDO”Falastrona e ególatra, como já apontei aqui, ela faz questão de contar na entrevista que teve a sua primeira relação homossexual quando ainda estava casada. Era o seu mergulho no que ela entende por feminismo.Eleonora - Aí já nessa época eu radicalizei meu feminismo. Eu comecei a militar.Joana - Onde?Eleonora - Em Belo Horizonte, eu comecei a militar neste grupo.Joana - Neste mesmo grupo?Eleonora - ÉJoana - O que se fazia além de discutir?Eleonora - Nós discutíamos o corpo.Joana - Certo.Eleonora - Discutíamos a sexualidade. Eu tive a minha primeira relação com mulher também.Joana - Hum.Eleonora - Quer dizer que foi bastante precoce pra essa E transava com homem.Joana - Certo.Eleonora - Pra minha trajetória
Joana - Mesmo porque tu também estavas com o teu marido eu acho, não estavas?
Eleonora
- Sim, sim.
Joana - Estavas. Ah
Eleonora - Mas nós nunca tivemos esse E ele era um cara muito libertário. Nós nunca tivemos essa questão de relação
Joana: Certo.
“SOU MUITO AMIGA DO FREI BETTO. ELE ME PÔS NO CENTRO DE DIREITOS HUMANOS DA DIOCESE DE JOÃO PESSOA”Ora, qual é o lugar ideal para uma humanista desse quilate trabalhar? Frei Betto — sim, aquele… — deu um jeito de arrumar para ela um emprego na Arquidiocese de João Pessoa:Eleonora - E aí, no início de 78, eu já tinha me separado do meu ex-marido e resolvo sair de Belo Horizonte. Aí quando eu saio de Belo Horizonte eu busco um lugar bem longe porque eu não queria mais ser referência para a esquerda.
( )
Eleonora - E eu não podia. Então eu procurei isso. Sou muito amiga, por incrível que pareça, a vida inteira, do Frei Betto e pedi a ele pra me encontrar um lugar o mais longe possível de Belo Horizonte. Aí ele falou “Eu tenho dois lugares onde a Diocese é muito aberta: em Vitória, com Dom Luís, ou em João Pessoa, com Dom José Maria Pires. Eu falei: “Eu quero João Pessoa”, quanto mais longe melhor.
( )
Eleonora - É Mas, assim, eu cheguei, eu. Eu tive que construir minha vida.
Joana -  Hum. Foste trabalhar?Eleonora - No Centro de Direitos Humanos da Arquidiocese da Paraíba.Joana - Tá legal.Eleonora - E aí eu comecei a trabalhar com as mulheres rurais de Alagamar, que era o que eu queria ( ) Logo depois, retomei um grupo, a minha atividade de grupo de reflexão feminista com algumas mulheres em João Pessoa. A maioria de fora de João Pessoa e duas de dentro Então nós criamos o primeiro grupo feminista lá em João Pessoa. Chamado Maria Mulher.( )
Eleonora - É. “Quem ama não mata” e “O silêncio é cúmplice da violência”, e aí começamos a nos articular dentro do Nordeste.
Joana - Tá.
Eleonora - Era o SOS Mulher. O SOS Corpo e um grupo de reflexão que tinha em Natal

Joana
: Hum.
Eleonora - De auto-reflexão. E no Maria Mulher, o que é que nós fazíamos? Nós fazíamos auto-exame de colo de útero, auto-exame de mama.( )
Eleonora - Depois, em 84, eu venho pra São Paulo fazer doutorado em Ciência Política, já articuladíssima…

Joana-  Imagino…Eleonora - com o feminismo e com linhas de pesquisa bem definidas do ponto de vista feminista.Joana - Quem é que te orientou em São Paulo?Eleonora - Em São Paulo, foi a Maria Lúcia Montes, uma antropóloga. Embora, na época, ela fosse da Ciência Política. E, em 84, eu entro para o doutorado com uma tese que era sobre Direitos Reprodutivos e Direitos Sexuais a partir É a construção da cidadania a partir do conhecimento sobre o próprio corpo.Joana -  Isso por conta do teu trabalho com as mulheres?Eleonora - Por conta do meu trabalho com as mulheres em uma favela chamada Favela Beira-Rio.Joana - Certo.Eleonora - Lá em João Pessoa.Joana - Hum.Eleonora -  Que hoje é um bairro. Então nesta época eu fiquei quatro anos em São Paulo fazendo a tese e voltando a João Pessoa. ( ) E aí fui coordenadora do grupo de Mulher e Política da ANPOCS, do GT.
Joana: Hum.
“EU TINHA ATITUDES MASCULINAS ( ) ERA DECIDIDA, DETERMINADA, FORTE, SABIA ATIRAR”Neste trecho, ela revela como enxergava — enxergará ainda? — os papéis masculino e feminino. Ah, sim: ela sabia “atirar”. Afinal, não se tenta impor uma ditadura comunista no país só com bons sentimentos, não é?Joana - Já. E com relação às organizações das quais tu participavas?
Eleonora - Ah, primeiro que as mulheres dificilmente chegavam a um cargo de poder

Joana -
Mas tu eras a chefe?
Eleonora - Eu era. Fui uma das poucas. Por quê? Eu me travesti de masculino
Joana - É? Como era?
Eleonora - Eu tinha atitudes masculinas ( ) Era decidida, determinada, forte, sabia atirar

Joana -
Huuunnnn.
Eleonora - Entendeu?Joana - Entendi.Eleonora - Sendo que muitas mulheres sabiam isso tudo.Joana - Certo.Eleonora - Transava com vários homens.Joana - Certo.Eleonora - Essa questão do desejo e do prazer sempre foi uma coisa muito libertária pra mim, e por isso eu fui muito questionada dentro da esquerda.Joana - É?Eleonora - É.Joana - Dentro do mesmo grupo do qual tu eras a líder?Eleonora - Sim. Porque o próprio Por questões de segurança, eu só poderia ter relação sexual com os companheiros da minha organização.Joana - Certo.
Eleonora - Num determinado momento, sim, mas na história do movimento estudantil, também já existia isso.
“EU TIVE MUITAS REFLEXÕES COM MINHAS AMIGAS NA CADEIA; UMA DELAS, A DILMA”Neste outro trecho, a gente fica sabendo que Dilma Rousseff foi sua companheira também nas reflexões sobre o feminismo.Eleonora - E, depois, imediatamente eu quis ter outro filho
Joana - Hum.
Eleonora - E muito no sentido de pra provar para os torturadores, mesmo que fosse simbolicamente, que o que eles tinham feito comigo não tinha me tirado a possibilidade de reproduzir e de ter uma escolha sobre meu próprio corpo
Joana - Hum.Eleonora - Então eu tive mais um filho e logo que ele nasceu também de cesária eu me laqueei.Joana - Certo.Eleonora - Então Eu tinha , Eu fui presa com 24 para 25 mais ou menos.
Joana - Nossa Senhora!.Eleonora -.E sai com 30.Joana - Certo.Eleonora - Assim, da história toda e com 30 para 31, tive o meu segundo filho e fiz a laqueadura de trompas
( )
Joana -  E então, tu saíste da cadeia em 74.
Eleonora - Certo.Joana - Tu tiveste algum contato com o feminismo dentro da cadeia, com leituras feministas.
Eleonora - Não.Joana - Ou depois?Eleonora - Não, não. Ao longo da cadeia eu tive Durante a cadeia? Eu tive muitas reflexões com as minhas companheiras de cadeia
Joana - Tá.Eleonora - Uma delas é a Dilma Roussef.( )
Joana - Fizeram uma espécie de grupo de consciência?
Eleonora - Grupo de reflexão lá dentro.Joana - Grupo de reflexão.
( )
Eleonora - Porque eu já saí É.. Eu já saí em 74, eu saí em outubro.
Joana - Certo.Eleonora - No dia 12, Dia da Criança, eu saí já bem claro que eu era feminista.Joana - Certo.Eleonora - E, logo que eu saí da cadeia, eu em Belo Horizonte, fui procurar um grupo de mulheres.Joana - Esses grupos de consciência?Eleonora - É, só que era um grupo de lésbicas.Joana - Certo.Eleonora - E eu não sabia. Era um grupo de pessoas amigas minhas.( )
Eleonora - Porque eu voltei a estudar!
Joana - Ah, legal!Eleonora - Eu parei de estudar em 68.Joana - Huuummm.Eleonora - Eu parei no quarto ano de Medicina e no quarto de Ciências Sociais.Joana - Foste concluir?Eleonora - Fui, aí eu voltei pra concluir.
Joana - Certo.
Eleonora -  Na UFMG, e optei por acabar Sociologia.
“SOU AVÓ DE UMA CRIANÇA NASCIDA POR INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL NA MÃE LÉSBICA; E TAMBÉM SOU AVÓ DO ABORTO”Finalmente, destaco outro momento de grande indignidade na fala desta senhora. Ao se dizer avó de um neto gerado por inseminação numa filha lésbica e também “avó do aborto”, não só expõe a sua vida privada e a de seus familiares como, é inescapável constatar, demonstra não saber a exata diferença entre a vida e a morte. Leiam. Volto para encerrar.Eleonora - E eu digo que a questão feminista é tão dentro de mim, e a questão dos Direitos Reprodutivos também, que eu sou avó de uma criança que foi gerada por inseminação artificial na mãe lésbica.Joana - Hum, hum.
Eleonora - Então eu digo que sou avó da inseminação artificial.Joana: (risos)Eleonora - Alta tecnologia reprodutiva. E aí eu queria colocar a importância dessa discussão que o feminismo coloca no sentido do acesso às tecnologias reprodutivas.Joana - Certo.Eleonora - Entendeu? E eu diria: “Eu fiz dois abortos e também digo que sou avó do aborto também porque por mim já passou.Joana - Sim.
Eleonora - Também já passou nesse sentido. E diria que eu sou uma mulher muito feliz e muito realizada. E eu pauto em duas questões: na minha militância política e no feminismo.
EncerroÉ isso aí. Ao nomeá-la ministra, Dilma escolheu sua trajetória, suas idéias, suas práticas. Peço a vocês que comentem com a fleuma necessária. É preciso que se evidencie, com a devida serenidade, que uma aborteira informal e confessa não pode ter lugar na Esplanada dos Ministérios. A sua entrevista como um todo evidencia um pensamento torto. É inconcebível que esta senhora seja considerada uma articuladora de políticas públicas depois da confissão que fez. Até porque, se estivesse no Brasil, não na Colômbia, seu lugar seria a cadeia — em pleno regime democrático, sim, senhores!
É o fundo do poço.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Privataria petista

Os petistas comemoraram a privatização dos aeroportos sob a alegação (cínica) de que o PT sabe privatizar muito melhor que os tucanos.
Dou-lhes total razão: o governo vendeu os aeroportos para ele mesmo, visto que a Infraero ficou com 49% do controle e, sem pedir permissão ou aprovação dos donos de fundos de pensão das estatais, direcionou para estes fundos 74% do porcentual restante. Resta saber se o governo do PT encheu o cofre da União, ou os cofres do Partido, já que é sabido que Infraero e Fundos de Pensão de estatais são campos minados para opositores petistas. Realmente, os petistas sabem privatizar muito melhor que os tucanos, porque só eles ganharam com esta transação, o que só  enfatiza a diferença de atuação entre os dois partidos. 
E de lambuja ainda arrumaram um jeito de tirar a responsabilidade das costas se os serviços continuarem a se mostrar ruins, é mole? Tiro o chapéu para o PT, mas cada vez me convenço, de que nunca votarei num petista! ( Mara Montezuma Assaf )

O BRASIL ADORMECIDO EM BERÇO ESPLÊNDIDO

fevereiro de                                                   
                                         ESTOU FICANDO VELHO

               Não gosto das atitudes dos sem-terra. Dizem que isso é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, parando estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil. Estou ficando velho e não sou adepto da concessão  de cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros.

 Estou velho, sou radical, antiquado, obsoleto e fora de época, por seguir os princípios religiosos, com base nos mandamentos divinos e leis naturais, com relação à união do homem e mulher, para o fim de procriação. Sou estranho ao momento atual que estamos vivendo em relação ao conceito de família e união estável. Entendo que deve existir uma integração e união da família, por ser o esteio,  base e  célula "mater" da sociedade, e que DEUS, o nosso pai, provedor de talentos e sabedoria, presenteou ao homem uma mulher, para que fosse a sua companheira e gerasse filhos, perpetuando a espécie e qualquer divergência do que fala a bíblia, considero anormalidade, carente de tratamento psicossomático.

Não quero ouvir mais notícias de que pessoas morreram de dengue e outras doenças, por descaso dos governantes na aplicação ou desvio de verbas por  atos de corrupção. Estou ficando velho e não aceito o governo atual compartilhar e ser parte ativa da corrupção. Fico mais velho ainda, quando vejo a  proteção  e a impunidade aplicada a todos que apóiam e acatam as traquinagens do poder central. Os meus dias estão contados e jamais irei entender porque não se prende os corruptos existentes na máquina  administrativa governista, que dilapidam  o erário público e empobrecem   mais, a cada dia o nosso povo, subtraindo-lhe os seus direitos essenciais. Enquanto, pretos, putas e pobres são presos a todo instante, por mal feitos menores, com fala Dilma Carabina.  

Não sei mesmo como interpretam a nossa Constituição Federal  e leis penais, haja vista que só são aplicadas com o propósito de encontrar brechas para favorecer e inocentar os comparsas delinqüentes do desgoverno atual e penalizar os seus opositores. Somos sabedores que o Presidente da República nomeia os ministros Supremo Tribunal Federal, ao seu bel-prazer, atendendo aos seus interesses e controla grande parte do judiciário. Estamos dominados e iremos pedir proteção a quem?

Estou no final da ladeira e nunca vi em outros governos passados tanta desigualdade social e falta de isonomia entre os poderes, tornando-se assim, um caos social.  Nas áreas privadas existe um grande desequilíbrio no salário dos seus componentes, mesmo exercendo funções iguais. Aqueles que se dedicaram ao estudo durante a vida, com muito sacrifício dos pais, ao concluírem um curso superior, ficam fora do mercado de trabalho e quando conseguem um emprego, percebem importâncias menores do que empregados de setores privados, com nível escolar menor.

As polícias militares, em especial do Distrito Federal, percebem importâncias maiores do que os militares das Forças Armadas, desmotivando o ingresso de jovens qualificados na força.  Também em termos de vencimentos, não existe isonomia entre polícias militares do país, sendo aguardada a regulamentação pela PEC 300. Mesmo assim, em alguns casos, a remuneração desses policiais militares supera a remuneração percebida por militares das Forças Armadas.

Tampo os ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver que os nossos representantes políticos e seus protegidos, ficam ricos em  um piscar de olhos. Não quero  mais saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos e jogadas pelas janelas pelos pais, em plena flor da idade, ou de meninos esquartejados pelos pais por serem ‘levados’. Sou um animal racional, de idade avançada, bípede, dotado de alma e ocupo o primeiro lugar na escala zoológica e  diante disso, não aceito ninguém maltratar  as crianças, idosos e animais de toda espécie. Gosto, cultivo e cuido diariamente das minhas plantas e tenho admiração por elas e tudo que é verde, não por ser militar do exército, mas por saber que o planeta precisa do verde para sobreviver e é o que pratico no dia-a-dia. Ademais, temos que preservar os nossos mares, rios e florestas, de modo que a natureza viva eternamente em festa, no dizer de Olavo Bilac.  

Meu coração não tem mais força para sentir emoções, não entendo mais nada, acho que estou em outro planeta, em outras eras, ou estou equivocado. Mas talvez eu seja mais um que não avançou, nem acompanhou  a modernidade, e vive sempre fora daquilo que é pregado pelos nossos mentores atuais, que é a falta de ética, de moral, de patriotismo e compostura. Não entendo porque os nossos governantes petralhas adoram e sempre foram admiradores de regimes totalitários e facistas, que exterminaram  milhões de pessoas em toda história da humanidade em guerras, e em tempo de paz continuam ceifando vidas humanas nas prisões.

Continuo sendo velho, mas sempre fui e continuo sendo opositou aos regimes de países que oprimem o homem e não respeitam os direitos de liberdade, igualdade e crença do seu povo. Resta-nos agradecer a Revolução Redentora de 1964, que fez com que não fosse implantado o regime do proletariado em nosso país, aos moldes de Cuba, União Soviética, Albânia, China, etc., na época.

Estou mais velho que o Oscar Niemeyer, Lula, Dilma e a sua turma, que bajulam os tiranos do mundo, tais como, Fidel Castro, Hugo Chaves, Ahmadinejad, Kim Jong e eram companheiros de Kadafi e outras mazelas, e ainda acreditam no comunismo, regime cruel, sanguinário, ateísta, desumano, que caiu de moda há muito tempo. Eu não acredito  mais em nada nesse país, principalmente nas promessas de políticos espertos, que prometem tudo em época de campanha eleitoral e nunca cumprem o prometido, como é o caso atual.

Sou da época dos dinossauros, mas tenho conhecimento que  passamos por um surto de imoralidades que nunca tinha acontecido na história desse país, por conta de um governo que a tornou sua marca registrada, senão vejamos. Temos uma presidenta que falsificou seus diplomas de "mestrado" e "doutorado" e possui uma extensa ficha criminal como terrorista. Os jornais deram destaque no início desta semana a declarações da futura ministra da Secretaria de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci, que diz ser a favor da descriminalização do aborto e considerar normal o sexo de mulher com mulher (diz que passou por essa experiência e gostou). Para reforçar sua convicção, citou como exemplo a relação homo afetiva de sua própria filha com outra mulher.

Oito ministros foram demitidos pela mídia por serem ladrões do dinheiro público e foram  elogiados e aplaudidos de pé pela Dilma Carabina e sua turma, pelos seus malfeitos. Como prêmio pelas espertezas e rapidez nas mãos, subtraindo importâncias do erário, em breve estarão de volta para ocuparem cargos no alto escalão do governo petralha. Foram presos? Devolveram o dinheiro subtraído? O que mais precisa acontecer?  

 Estou ficando cansado pela idade, muito calejado, após muito tempo de trabalho e são poucas coisas que me comove. Já levei minhas cacetadas para aprender a viver, aprendi muito com os meus erros e  consegui  transpor todos os obstáculos e vencer. Não guardo mágoas do passado, mas o sofrimento e as ingratidões sofridas são difíceis de esquecer. Estou bem envelhecido, mesmo assim fiquei muito emocionado diante de um fato acontecido, que mexeu  profundamente com o meu sentimento de patriotismo. Eis a questão:

Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: ‘Dai pão a quem tem fome’. Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional, o mais belo do mundo, para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros precisam cada vez mais,  conhecer e perceber o verdadeiro sentido de patriotismo, pelos nossos símbolos. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é esse sentimento cívico.  Afirmo que o meu coração bateu mais forte e o meu sangue circulou  mais rápido,  ao saber que ainda existem pessoas  que amam o nosso país e demonstram esse amor, pelas  suas atitudes e virtudes. Eis o texto abaixo.

“Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-múndi, o nosso Brasil chorar: ‘O que houve, meu Brasil brasileiro?’ Perguntei-lhe! E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: ‘Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo… Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores. Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante. Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil. Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.’ Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei… ‘Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes?’ Pensei mais… ‘Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?’ Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.” 

Para esquecer os canhões do governo DILMA, veja uma bela mulher. 

A bela atriz Ana Carolina Dias

CORRUPÇÃO E LADROEIRA NO GOVERNO LULO-PETISTA

E a imprensa brasileira não publica...

A ALEGRIA DOS PETRALHAS E SEU GRANDE CHEFE
 
"Tudo dominado: A Casa da Moeda do Brasil está no noticiário internacional com denúncias que o ex-presidente recebeu em dinheiro vivo propina de fornecedores da estatal. Essa estória escabrosa, tem muito a ver com o modelo de apoio montado nestes anos de governos petistas. Denucci comandava a Casa da Moeda desde 2009, até ter sido demitido recentemente. O relatório da operadora financeira de Londres afirma que  Denucci recebeu 6 milhões de dólares em casa"
 

Por onde andava a presidente?

Primeiro como ministra de Minas e Energia, depois como titular da Casa Civil, enfim como presidente da República, faz nove anos que Dilma Rousseff conhece as coxias do poder, o libreto da ópera e o desempenho da companhia. Ou assim seria de esperar, a menos que se considerasse desde sempre uma farsa eleitoral, montada de comum acordo pelas partes, o título de "mãe do PAC" que lhe outorgou o então presidente Lula. A honraria se destinava não só a ressaltar o seu papel de condutora do alardeado programa de obras do governo, mas principalmente a avisar o público pagante de que tinha diante de si uma administradora de talento excepcional - embora ainda insuficientemente conhecido pela maioria dos brasileiros.
Pano rápido para a aridez dos fatos que expõem a embromação das palavras. A "gerentona" - que, segundo o folclore planaltino, examina de lupa em punho todos os projetos de sua equipe, "espanca" a papelada até que ela confesse as suas fraquezas e sabe de cada iniciativa mais do que os próprios responsáveis por elas - não teve como disfarçar a verdade ocultada pela propaganda enganosa. Anteontem, apenas na véspera de uma visita programada a um lugar chamado Missão Velha, na divisa do Ceará com Pernambuco, no trajeto da futura ferrovia Transnordestina, Dilma parece ter se dado conta de que não seria uma boa ideia armar um comício sobre a operosidade do governo justamente em um dos pontos da região onde é mais patente o seu caráter fictício: o abandono do empreendimento arde ao sol do Cariri.
Decerto uma situação atípica, diria o anedótico marciano recém-chegado ao País portando braçadas de inocente boa vontade. Afinal, depois de dois períodos de estiagem financeira, no ano passado o governo liberou R$ 164,6 milhões, ou mais de 3/5 das verbas destinadas à ferrovia no exercício. Mas tanto faz. A Transnordestina está tão largada como a transposição do Rio São Francisco, que recebeu em 2011 apenas 13% do R$ 1,3 bilhão previsto. O descalabro, portanto, não se explica exclusivamente pelo ritmo dos repasses. Diante do vexame, Dilma saiu-se com um tró-ló-ló que só leva água para o moinho de todos quantos têm motivos para afirmar que a proclamada rainha da eficiência vaga erraticamente pelas veredas das decisões, sem ter a menor ideia do rumo a tomar.
"Queremos obras controladas", exigiu a presidente, como se nunca antes uma ideia dessas tivesse passado pela cabeça de um administrador público. "Não queremos saber que não deu certo (somente) no fim do ano." E anunciou, como quem promete uma revolução gerencial na área do Estado: "Pretendo sistematicamente, a partir de agora, olhar detalhadamente os prazos, queremos que (os consórcios incumbidos das obras) cumpram os prazos, teremos uma supervisão praticamente mensal". Nem a delicadeza proíbe perguntar por onde Dilma Rousseff andava desde que assumiu a chefia do governo que já integrava desde 2003.
É também forçoso indagar do que serve a prepotência com que ela trata os subordinados, quando entende que não correspondem às suas severas exigências. Afinal, a peculiar versão dilmista do que se convenciona chamar "administração por atrito" pode humilhar os interlocutores à sua mercê, mas nem por isso assenta um único tijolo no prazo devido e a custo certo. Bem feitas as contas, as limitações da presidente - impossíveis de camuflar, a esta altura - são apenas parte da história. Elas reforçam o efeito de sua decisão política de manter o esquema de arrendamento da máquina pública que, na era Lula, alcançou níveis sem precedentes. Sob o antecessor e a sucessora, o aparelho administrativo é distribuído a interessados em usar as suas engrenagens para fins diversos daqueles para os quais foram criadas.
Os vícios insanáveis dos aparatos burocráticos são velhos como o tempo. No Brasil dos anos recentes, acrescentou-se a eles uma estrutura parasitária que assegura, de partida, que tudo ande aquém e custe além da conta. É o preço que o País é levado a pagar pelo arranjo espúrio que nem sequer se explica pelos imperativos da governança, como alegam os governistas, mas para permitir ao partido no poder o controle do sistema político. O resto é consequência. (Estadão)

Corrupção

Christiane Araujo Oliveira - Foto: Fernando Cavalcante
Nascida em Maceió, em uma família humilde, Christiane Araújo de Oliveira mudou-se para Brasília há pouco mais de dez anos com o objetivo de se formar em Direito.
Em 2007, aceitou o convite para trabalhar no governo do Distrito Federal de um certo Durval Barbosa, delegado aposentado e corrupto contumaz que ficaria famoso, pouco depois, ao dar publicidade às cenas degradantes de recebimento de propina que levaram à cadeia o governador José Roberto Arruda e arrasaram com seu círculo de apoiadores. Sob as ordens de Durval, Christiane se transformou num instrumento de traficâncias políticas.
No ano passado, depois de VEJA mostrar a relação promíscua entre o petismo e o delegado, Christiane foi orientada a sumir da capital federal. Relatos detalhados de suas aventuras com poderosos, no entanto, já estavam em poder do Ministério Público e da Polícia Federal.
Na edição que chega às bancas neste sábado, VEJA revela o teor de dois depoimentos feitos pela jovem advogada no final de 2010.
Em oito horas de gravações em áudio e vídeo, Christiane revelou que mantinha relações íntimas com políticos e figuras-chave da República. Ela participava de festas de embalo, viajava em aviões oficiais, aproveitava-se dos amigos e amantes influentes para obter favores em benefício da quadrilha chefiada por Durval, que desviou mais de 1 bilhão de reais dos cofres públicos. Ela também contou como o governo federal usou de sua proximidade com essa máfia para conseguir material que incriminaria adversários políticos.
Christiane em imagem de vídeo do depoimento colhido pela PF
A advogada relatou que manteve um relacionamento com o hoje ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli, quando ele ocupava cargo de advogado-geral da União no governo Lula.
Os encontros, segundo ela, ocorriam em um apartamento onde Durval armazenava caixas de dinheiro usado para comprar políticos – e onde ele eventualmente registrava imagens dessas (e de outras) transações.
Christiane afirma que em um dos encontros entregou a Toffoli gravações do acervo de Durval Barbosa.
A amostra, que Durval queria fazer chegar ao governo do PT, era uma forma de demonstrar sua capacidade de deflagrar um escândalo capaz de varrer a oposição em Brasília nas eleições de 2010. Ela também teria voado a bordo de um jato oficial do governo, por cortesia do atual ministro do STF, que na época era chefe da Advocacia Geral da União (AGU).
Por escrito, Dias Toffoli negou todas as acusações. “Nunca recebi da Dra. Christiane Araújo fitas gravadas relativas ao escândalo ocorrido no governo do Distrito Federal.”
O ministro disse ainda que nunca frequentou o apartamento citado por ela ou solicitou avião oficial para servi-la.
Como chefe da AGU, só a teria recebido uma única vez em seu gabinete, em audiência formal.
Nas gravações, Christiane relatou ainda que tem uma amizade íntima com Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República. No governo passado, quando Carvalho ocupava o cargo de chefe de gabinete de Lula, ela pediu a interferência do ministro para nomear o procurador Leonardo Bandarra como chefe do Ministério Público do Distrito Federal. O pedido foi atendido. Bandarra, descobriu-se depois, era também um ativo membro da máfia brasiliense – e hoje responde a cinco ações na Justiça, depois de ter sido exonerado.
Gilberto Carvalho também teria tentado obter do grupo de Durval material para alvejar os adversários políticos do PT. Ele nega todas as acusações, e disse a VEJA: “Eu não estava nesse circuito do submundo. Estou impressionado com a criatividade dessa moça.”
Dilma Rousseff na bancada de evangélicos com Christiane Araújo de Oliveira
Há uma terceira ligação de Christiane com o petismo. Ela trabalhou no comitê central da campanha de Dilma Rousseff.
Foi encarregada da relação com as igrejas evangélicas – porque é, ela mesma, evangélica e filha de Elói Freire de Oliveira, fundador da igreja Tabernáculo do Deus Vivo e figura que circula com desenvoltura entre os políticos de Brasília, sendo chamado de “profeta”.
Com Dilma eleita, a advogada foi nomeada para integrar a equipe de transição. Mas foi exonerada quando veio à tona que ela teve participação na Máfia das Sanguessugas.
Segundo o procurador que tomou um dos depoimentos de Christiane, o material que ele coletou foi enviado à Polícia Federal para ser anexado aos autos da Operação Caixa de Pandora.
Um segundo depoimento foi tomado pela própria PF. Mas nenhuma das revelações da advogada faz parte oficial dos autos da investigação.
A reportagem de VEJA, que reproduz imagens das gravações em vídeo, conclui com uma indagação: “Por que será?” (Veja)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Brasil - Liberdade e Democracia: Dilma ameaça Dilma

Brasil - Liberdade e Democracia: Dilma ameaça Dilma

DEUS CRIA O MUNDO E SURGE O PT


Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes. Assim: - Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei. - Aos Ingleses, organizados e pontuais.. - Aos argentinos, chatos e arrogantes. - Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados. - Aos Italianos, alegres e românticos. - Aos Franceses, cultos e finos. - Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas. O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou: - Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra? - Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor. - Isto é verdade! - Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos! - Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente. - O que for petista e inteligente , não pode ser honesto. - E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!! Palavras do Senhor !!!.

Alguém viu essa foto???

O Ogro-de-Nove-Dedos e a Primeira Inútil na visita ao Papa Bento XVI


Olhem como ela beija a mão do papa.

PT: UM PARTIDO DE CANALHAS E MENTIROSOS




"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

E agora petralhada?

Composição acionária da Vale: 49,8% é do governo. E agora os petistas vão argumentar com quê? Leio petistas enchendo a boca para dizer que o governo manteve 49% de participação em cada um dos aeroportos privatizados, ao mesmo tempo que descem a lenha na privatização da Vale. Então vamos ver qual é a composição acionária da empresa:
Governo Federal: 6,8%
BNDESpar: 6,8%
Valepar: 53,5%
A Valepar tem 58,1% de participação da Litel-Previ e 9,5% do BNDESpar, perfazendo um total de 67,6% de participação do governo, Portanto, 36,2% de paticipação na Vale através da Valepar.
Somando tudo (36,2%+6,8%+6,8%) dá 49,8% de participação do governo na Vale.
Para os mais exigentes, que vão chiar ao ver que incluí a Previ como governo, faço outras contas. Como as contribuições pessoais e patronais entraram no regime da paridade em 2001 (antes eram dois do Banco do Brasil para um do funcionário) graças a FHC que, se não acabou com a farra, pelo menos reduziu, vamos considerar que a Previ é 50% do governo. Aí, a participação do governo na Vale cai para 34,2%, mesmo assim bem relevante.
Mas essa consideração é quase absurda, já que a participação dos funcionários do BB na Previ é meramente formal, porque quem nomeia seu presidente e seis diretores é o Ministro da Fazenda com o aval do Presidente da República.

Policiais e bombeiros do Rio decidem parar à 0h desta sexta-feira

Na Cinelândia, cerca de três mil policiais e bombeiros reunidos em assembleia: greve decidida por votação simbólica para início à 0h da sexta-feira 10 de fevereiro (Foto:Marcos Michael)
Líderes dos policiais e bombeiros reunidos na Cinelândia, no centro do Rio, decidiram entrar em greve a partir da 0h desta sexta-feira. A paralisação foi aprovada em uma consulta simbólica aos cerca de 3.000 manifestantes – estimativa do comandante do 5º BPM (Praça da Harmonia), coronel Amauri, que estava no local a trabalho. Os organizadores estimaram o público em 5.000 pessoas. Os policiais rejeitaram a proposta de antecipação de aumento aprovada na Assembleia Legislativa do Rio pela manhã. Além da reivindicação salarial – a principal delas o piso de 3.500 reais para a categoria –, os manifestantes passaram a exigir a libertação do cabo bombeiro Benevoluto Daciolo, preso na noite de quarta-feira.
*Fonte: veja.abril.com.br

A ERA DO OPORTUNISMO


As últimas semanas trazem acontecimentos reveladores de um aspecto peculiar da "luta política" no Brasil, como a entendem o PT e o governo que ele lidera. Poderia ser resumido em dois conceitos: o relativismo como ideologia e a tática de recolher dividendos políticos sem se envolver diretamente, tirando, como se diz, a castanha do fogo com a mão do gato.

A moral da fábula do macaco esperto, que, faminto, mandava o bichano recolher as castanhas das brasas esteve visível nos sucessivos movimentos na USP. A chamada extrema esquerda desencadeou ações violentas e o petismo saiu a criticar a "falta de diálogo" e a "falta de democracia" que supostamente estariam na raiz dos distúrbios.
De olho no voto moderado, o PT não quer para si os ônus do radicalismo ultraminoritário, mas pretende sempre recolher os bônus de se apresentar como a solução ideal para evitar essa modalidade de movimento político. Como se, em algum lugar do mundo ou momento da História, o extremismo, de direita ou de esquerda, tivesse sido contido apenas com diálogo e negociação. É um discurso conveniente, pois se apresenta como alternativa "racional" de poder. Uma vez lá, os tais movimentos serão cooptados na base da fisiologia e, se necessário, da repressão. Os críticos exigirão "coerência" e o partido fará ouvidos moucos.
Mas a vida é mais complicada do que esses esquemas espertos. À medida que vai acumulando força, o PT precisa lidar com desafios concretos e, aí, surge a utilidade do relativismo. Querem um exemplo? Quando um governante adversário cuida de garantir o cumprimento da lei e manter a ordem pública, o aparato de comunicação sustentado com verbas públicas sai a campo para denunciá-lo, atacá-lo, desgastá-lo a qualquer custo. Quando, porém, esse governante é do PT ou aliado próximo, a posição se inverte.
Se o adversário cumpre a lei, é acusado de "criminalizar os movimentos sociais"; quando um deles cumpre a mesma lei, então são eles a criminalizar. Assim, os PMs em greve na Bahia governada pelo PT são chamados de "bandidos". Cadê o exercício do entendimento, a tolerância? Em São Paulo, em 2008, o PT ajudou na organização de uma marcha de policiais civis grevistas rumo ao Palácio dos Bandeirantes - marcha que, felizmente, não atingiu os objetivos sangrentos almejados.
Em Estados governados pelo petismo e aliados, são rotineiras as reintegrações de posse, mas quando precisam ser feitas em São Paulo, por exemplo, a mando da Justiça e sempre sob sua supervisão, o PT - e eis de novo a história das castanhas - cavalga o extremismo alheio para denunciar inexistentes violações sistemáticas dos direitos humanos. Nunca ofereceu uma possível solução ao problema social específico, mas se apresenta incontinenti quando sente a possibilidade de sangue humano ser vertido e transformado em ativo político.
Vivemos uma era em que o oportunismo político do PT acabou ganhando o status de virtude. Perde-se qualquer referência universal ou moral de certo e errado e essa separação é substituída por outra. Se é o partido que faz, tudo será sempre correto - os fins justificam os meios, seja lá quais forem esses fins. Se é o adversário, tudo estará sempre errado, pois suas intenções sempre seriam viciosas. A política torna-se definitivamente amoral.
É uma lógica que acaba derivando para o cômico em algumas situações. No atual governo, os ministros foram divididos em duas classes. Alguns são blindados, podem dar de ombros quando são alvo de acusações; outros são lançados ao mar sem muita cerimônia. Quando é do PT, especialmente se for do grupo próximo, a proteção é altíssima. Mas se tiver a sorte menor de ser apenas um "aliado" - conceito que embute a possibilidade de se tornar futuramente um adversário -, logo aparecem os vazamentos dando conta de que "o Palácio" mandou o infeliz se explicar no Congresso, a senha para informar aos leões que há carne fresca na arena.
Essa amoralidade essencial se estende às políticas públicas. Em 2007, quando governador de São Paulo, aflito com o congestionamento aeroportuário, propus ao presidente Lula e sua equipe a concessão à iniciativa privada de Viracopos, cujo potencial de expansão é imenso. Nada aconteceu. Na campanha eleitoral de 2010, a proposta de concessões foi satanizada. Pois o novo governo petista a adotou em seguida! Perdemos cinco anos! E a adotou privatizando também o capital estatal: o governo torna-se sócio minoritário (49% das ações) e oferece crédito subsidiado (pelos contribuintes, é lógico) do BNDES. Tudo o que era pra lá de execrado passou a ser "pragmatismo", "privatização de esquerda".
O ridículo comparece também à internet, onde a tropa de choque remunerada, direta ou indiretamente, com dinheiro público e treinada para atacar a reputação alheia desperta ou se recolhe em ordem unida, não conforme o tema, mas segundo os atores. São os indignados profissionais e seletivos. Como aquelas antigas claques de auditório, seguindo disciplinadamente as placas que alternam "aplaudir", "silenciar" e "vaiar".
Vivemos tempos complicados, um tanto obscuros, algo assim como "se Deus está morto, tudo é permitido" - e chamam de "pragmatismo" o oportunismo deslavado. A oposição, a despeito de notáveis destaques individuais, confunde-se no jogo, dado o seu modesto tamanho, mas também porque alguns são sensíveis aos eventuais salamaleques e piscadelas dos donos do poder. Um adesismo travestido de "sabedoria". A política real vai se reduzindo a expedientes necessários à manutenção do poder e à mitigação do apetite dos aliados. A conservação do statu quo supõe uma oposição não mais do que administrativa e burocrática. Parece que a nova clivagem da vida pública é esta: estar ou não na base aliada, de sorte que a política se definiria entre os que são governo e os que um dia serão.
Não sou o único que pensa assim, mas sou um deles: política também se faz com princípios, programa e coerência. E disso não se pode abrir mão, no poder ou fora dele.
*Ex-prefeito e ex-governador de São Paulo

Petista terá que estudar antes de se candidatar...

É brincadeira! Vocês podem ficar tranquilos e burros e mentirosos, como sempre foram.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O feitiço virou contra o feiticeiro.

É meus amigos, o feitiço virou contra o feiticeiro.
A Policia Militar da Bahia em greve há 6 dias parece que fez mais estragos dentro do governo do que se poderia imaginar.
O governador baiano que é um conhecido PTralha passou a chamar os grevistas de bandidos e já mandou algum aspone dar um jeito de tentar prender os líderes do movimento.
Já avisou também que não fara anistia militar aos grevistas e os responsáveis serão punidos.
Mas...logo um governador do PT dizendo uma barbaridade dessas?
Quem ainda tem ao menos dois neurônios em funcionamento sabe que o PT foi o articulador de todas as piores greves que aconteceram no Brasil. E hoje são os fomentadores das bandalheiras que acontecem dentro do estado de SP contra o governador principalmente.
O comando da greve já denunciou que tanto o governador, quanto alguns deputados do PT quando ainda eram oposição, foram os que mais contribuiram e instigaram greves contra os governadores não PTralhas. E agora a atitude é essa? Isso é uma puta falta de caráter e muita covardia, além é claro, de ser de uma safadeza sem limites
Agora até o inútil do sinistro da justiça anda dizendo que os grevistas estão cometendo crimes federais. Vê se pode um sinistro PTralha contra os grevistas? Eu vivi para ver esse dia.
E a sinistra dos direitos dus manus...até agora nada. Mas certamente irá aparecer com aquela cara de madre superiora de convento nazista, assim que conseguirem encontrar alguém para colocar a culpa pelas mortes. Talvez no Alkimin...
Bem, na verdade o que está acontecendo é que todo PTralha sabe bagunçar o governo dos outros usando o instrumento da greve como forma "legítima" de reinvindicação, o que os governos do PT não sabem, é o que é realmente democracia.
E os "funças" bobinhos e trouxas que são PTralhas porque são "funças" uma vez que está no DNA da maioria do funcionalismo ser PTralha, prestem atenção, pois se vocês fizerem greves no futuro poderão ser considerados criminosos. Desde que a greve seja contra um governo PTralha, contra os outros pode.
E assim vai a Bahia, onde o povo do carnaval anda muito nervoso por conta da grana que não esta entrando e ainda existe a possibilidade dessa greve se estender por mais alguns dias atrapalhando a alienação coletiva de ir atrás do trio elétrico.
Os "grandes" artistas da Bahia que vivem de ajudar alienar o povaréu estão calados, não tomam partido dos grevistas e nem dos governantes. Estão apenas na esperança que a greve termine bem ou mal para os PMs, pois o que importa na verdade é a grana que pelo que parece este ano vai ser bem menor.
E já vão ai pelo estado 58 mortos, dezenas de feridos, vandalismo, baderna, insegurança, e violência.
EW a culpa agora é da PM, se fosse em um estado governado pela oposição a culpa seria do governador. E essa greve contra o PT só reforça o fato de que PTralha não sabe lidar com o próprio veneno.
Eu sinceramente espero que a PM baiana segure essa greve por mais alguns dias atrapalhando de vez o Carnaval, e assim talvez o povão pare para pensar que a vida é muito mais do que ir atrás do trio elétrico feito bois idiotizados esfumaçados e bêbados.
Infelizmente para o povo baiano espirrou a merda da incomPTência e da truculência comuns a todo governante PTralha.
Ahhh, e a tal força nacional de segurança é paga com o dinheiro de todos os brasileiros. Portanto, o governador da Bahia faz merda e o resto do Brasil enfia a mão no bolso.
Pensem nisso na hora de votar.

Vou Tirar Você Desse Lugar