sexta-feira, 28 de setembro de 2012

MENSALÃO NÃO É VERGONHA - DISSE LULA

 
 
 

Em ato de campanha de Fernando Haddad (PT) com estudantes, na noite de quinta-feira, 27, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacou os tucanos e disse que ninguém deve ter vergonha do julgamento do mensalão. Para Lula, a população deve ter "orgulho" do combate à corrupção nos seus dois mandatos.
Foi a primeira vez que Lula se referiu ao mensalão na atual campanha.
 

Desencanto.


“Não posso defender um regime sob o qual eu não gostaria de viver. Não posso admirar um país do qual eu não possa sair na hora que eu quiser. Não dá para defender um regime em que eu não possa publicar um livro sem pedir permissão ao governo. Apesar disso, há uma porção de intelectuais brasileiros que defendem Cuba, mas, obviamente, não querem viver lá de jeito nenhum. É difícil para as pessoas reconhecer que estavam erradas, que passaram a vida toda pregando uma coisa que nunca deu certo."
*Ferreira Gullar, 82 anos, um dos maiores poetas brasileiros, foi militante do Partido Comunista, desiludiu-se do socialismo em todas as suas formas e hoje acha o capitalismo invencível.

Azares de Lula.



Durante três eleições seguidas houve árduas tentativas da parte do PT para chegar à presidência da República, mas faltava ainda o essencial, um bom marketing capaz da mágica que faz do feio o bonito, do sórdido o honrado, do mentiroso o verdadeiro. Afinal, não é com imagens construídas com perfeição que a política é feita?

Então, apareceu o mago Duda Mendonça e sua arte suprema de propaganda enganosa como o é quase toda propaganda, sobretudo, a política. Foi elaborada a Carta do Povo que apaziguou com êxito os desconfiados. Adesões e coligações inimagináveis para o PT de outrora foram consumadas. E o mais importante: foi cuidadosamente fabricada a imagem falsificada do “Lulinha de paz e amor”.

Estas técnicas e táticas levaram finalmente o PT ao cobiçado cargo na quarta tentativa. Como normalmente acontece com os revolucionários que alcançando o poder se esmeram em fazer com mais precisão o que antes criticavam, ao vencer Lula e companheiros deram alegremente adeus à ética e à ideologia de esquerda que varia conforme as circunstâncias e possui tendência acentuada para o desfrute das delícias da burguesia. Ás favas com escrúpulos e transparência. E, assim, aconteceu entre outros fatos nada edificantes a compra de votos dos congressistas da enorme base aliada de Sua Excelência Lula da Silva. Foi o maior escândalo de corrupção nunca antes havido nesse país e alcunhado por Roberto Jefferson de “mensalão”.

Lula sempre dizendo como qualquer ladrão de galinha que não sabia de nada que se passava sob seu nariz. Quer dizer, ou ele é totalmente idiota ou se locupletava com a corrupção, exercendo seu mandonismo e seus instintos autoritários a todo vapor para alicerçar um poder cada vez maior no qual o Executivo se avantajava e o Legislativo se tornava um bando de marionetes manipulado por seus desejos. Lula não é idiota. Por isso começam pela primeira vez a surgir várias opiniões afirmando que é ele e não José Dirceu o poderoso chefão da engrenagem de compra de votos que teve como “gerente” ou “boy de luxo”, Marcos Valério. Esta suposição que enxovalha o mito não está ainda comprovada juridicamente. Contudo é significativo que Lula tenha feito o possível para evitar o julgamento do “mensalão”, desde implantar a CPI do Cachoeira para distrair as atenções até chantagear o ministro Gilmar Mendes para que este adiasse o processo para depois das eleições.

Dirão alguns que foram exatamente as eleições que preocuparam Lula. Ele quer ganhar todas as prefeituras que puder e, mais do que todas, a de São Paulo. Mas, seria só isso ou intuía que viria à tona a perigosa desconfiança sobre seu envolvimento no escândalo?

Impressiona também a fúria de que foram tomados seus adeptos para defendê-lo e ao seu lugar-tenente, José Dirceu. Partem para ultrajar a instância mais alta da Justiça no sentido de desqualificar o julgamento que tem tido na figura do ministro Joaquim Barbosa o exemplo de como se julga estribado na lei e na justiça. Surge um manifesto sem pé nem cabeça de artistas e o presidente do PT, Rui Falcão, afirma que o julgamento do “mensalão” é golpe das elites sujas e da imprensa. Golpe em quem? Lula não é mais presidente, portanto, não pode sofrer um impeachment. Tudo está sendo julgado com base nos fatos, provas e testemunhas armazenados em enormes calhamaços de milhares de páginas. Oito ministros foram nomeados por Lula e Rousseff e é notório que o ministro Lewandowski procura retardar ao máximo o julgamento enquanto o ministro Toffoli que deveria ter se considerado impedido de participar dadas suas ligações com José Dirceu permanece para votar. Mais ainda, o julgamento ainda levará bom tempo e, apesar da maioria dos ministros estarem seguindo o voto técnico do ministro Barbosa não se sabe o que vai acontecer. Por que, então, o desespero dos defensores de Lula?

Golpe é dos que afrontam o Judiciário. Parecem querer igualar esse Poder independente ao servil Legislativo. Até a presidente Rousseff, de forma prepotente e imprópria, mandou recado para o ministro Joaquim Barbosa por ter este citado uma sua afirmação quando era ministra de Minas e Energia. Ela deve pensar que ele faz parte de seu ministério onde manda e desmanda.
Note-se que quando o PT ajudou a derrubar o presidente Collor, tendo sido o então deputado Lula que propôs o impeachment, ninguém falou em golpe. Muito tempo depois Collor foi inocentado pelo STF.
Em todo caso, muitos têm sido os azares do Lula que sem cargo já não dispõe da imensa sorte que sempre o acompanhou. A doença lhe tira vigor nos palanques. As campanhas não estão favorecendo os candidatos do PT. O pouco comparecimento aos comícios em que ele aparece indica que a estrela do PT está decadente.
O julgamento do “mensalão” e as urnas confirmarão se isso é verdade ou se novos tempos estão por vir. Como se diz, “a esperança é a última que morre”.
*Texto por Maria Lucia Victor Barbosa, socióloga - mlucia@sercomtel.com.br

Russomano e o laranjal da Delta.



 

Russomanno na casa do Abbud, com Adir Assad e o presidente estadual do PRB
Veja como esse mundo é mesmo pequeno. Quem poderia imaginar uma festinha entre os fornecedores de notas fiscais do laranjal da Delta Construções Adir Assad e Marcelo Abbud(leia mais em Se a PF procurar, acha) com o líder das pesquisas em São Paulo, Celso Russomanno?
Pois a imagem aí de cima mostra tudo isso e mais alguns personagens, como o presidente estadual do PRB, Vinicius Carvalho, em uma alegre noite de maio deste ano na casa de Abbud. Qual será a justificativa de Russomanno para conviver tão intimamente com essa dupla que a Delta e outras grandes empreiteiras usam para lavar dinheiro? Será que ano eleitoral é também ano de fazer novas amizades?
Para quem não lembra, Assad e seu sócio Abbud estão por trás de um conjunto de empresas fantasmas identificado pelo Coaf como destinatário de pelo menos 93 milhões de reais em recursos da empreiteira de Fernando Cavendish, entre janeiro de 2010 e julho de 2011. Registradas no nome de laranjas, as empresas foram abertas nos anos eleitorais de 2008 e 2010.
Mas a dinheirama não foi usada para abonar serviços de engenharia. Ela saiu do caixa da Delta principalmente para pagar propina a servidores públicos e abastecer caixa dois de campanhas eleitorais. O esquema de Assad e Abbud está tão enraizado nos partidos que o seu silêncio na CPI mista do Cachoeira é garantido a peso de ouro.

Não passarão!


 


Ayres Britto e Joaquim Barbosa: Tenazes.
Há informações de que desenha-se, nos bastidores do STF, um movimento para evitar que o Ministro Joaquim Barbosa, ora vice presidente do STF, assuma a a Presidência com  aposentadoria de Ayres Britto.
O Ministro Marco Aurélio Mello, indicado por Fernando Collor de Mello, chegou a dar entrevista a CBN e disse que os Ministros até poderiam, neste caso, escolher um novo Presidente por escrutínio. 
E também declarou ( dizem que referindo-se às atitudes firmes de Joaquim Barbosa) que o Presidente do STF "tem que ser algodão entre cristais, e não metal entre cristais"...
Bem, em se tratando de "cristais" não acredito mesmo que Joaquim Barbosa tenha tendência a ser "algodãozinho".
E é aí onde os comentários sobre golpe no STF se tornaram comuns nos corredores do STF nos últimos dias.
No "país dos petralhas" , como diria Reinaldo Azevedo, os esquerdistas no poder estão politizando e tentando aparelhar até a Justiça.
Mas ainda há políticos e Juízes tenazes e sérios que não permitirão tal subordinação da Justiça.
Os sórdidos, não passarão

O VERDADEIRO MASCOTE DA COPA.

Voto de Fux desmoraliza considerações de Levandowski



 




Por Reinaldo Azevedo

Luiz Fux fez uma observação que deveria levar Ricardo Lewandowski a se esconder debaixo da mesa.


Ontem, o revisor sugeriu mais de uma vez que não acreditava na compra de votos e que a dinheirama que circulou era, afinal, caixa dois de campanha. 



Fux lembra que não existe o crime de “caixa dois” — esse dinheiro é sempre fruto de outras transgressões. 



Ao que emendou Ayres Britto: “Nunca se viu caixa dois com dinheiro público!” 

E, sim!, o dinheiro do mensalão, como já admitiu o próprio tribunal, era PÚBLICO.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012


Joaquim Barbosa é criticado por alguns de seus pares.

Por defender seu posicionamento, inteiramente atento aos fatos e aos autos, e rebater os que o contestam ignorando estes mesmos fatos, o Ministro do STF foi criticado por alguns de seus pares. 
Segundo a imprensa, alguns Ministros o criticaram por "excessos". 
Se é excesso ser decente, honesto, correto e dizer a verdade sem temer...
É, pode ser...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O vendedor de indulgências.

Candidato imposto por Lula, em Recife, despenca nas pesquisas.



 

 
Pela atual pesquisa IBOPE Geraldo Júlio (foto) ganharia no 1º turno
 

Após enfrentar a maior crise da História do partido em Pernambuco, o PT corre o risco de naufragar na sucessão em Recife, depois de controlar por 12 anos a prefeitura. A última pesquisa divulgada na noite de domingo pelo Ibope revela que, se a eleição fosse hoje, o senador Humberto Costa não chegaria ao segundo turno. O candidato está em queda acentuada nas pesquisas de intenção de voto e já foi ultrapassado até mesmo pelo deputado estadual Daniel Coelho (PSDB), ficando em terceiro no último levantamento.
 
O candidato do PSB, Geraldo Júlio, é o que apresenta maior ascensão. Com um cabo eleitoral de peso - o governador Eduardo Campos -, ele já subiu 34 pontos, saindo de cinco, no dia 16 de julho, para uma liderança de 39%, no último levantamento. Já Humberto Costa caiu da liderança - pontuou 40 na primeira rodada - para 16%, uma queda de 24 pontos percentuais.
Daniel Coelho - ex-PV, filiado atualmente ao PSDB, mas que ainda adota a cor do antigo partido - tem se revelado a surpresa da campanha. Sem lançar mão do apoio dos caciques tucanos, ele ascendeu 15 pontos, chegou a 24% das intenções de voto e tem hoje a menor rejeição: 12%.
A pesquisa ouviu 1.106 pessoas, entre 20 e 22 de setembro, e foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de Pernambuco". Foi registrada no TRE sob o número PE-00139-2012.
 
Dilma não cita candidato na tv
 
A dança dos números não surpreendeu o cientista político Adriano Oliveira, da Universidade Federal de Pernambuco, que tem várias pesquisas sobre comportamento do eleitor.
- A pergunta que fica é se o petismo realmente existe no eleitorado recifense ou se ele era conjuntural, por conta do ex-presidente Lula e do ex-prefeito João Paulo. Nós tínhamos no partido a presença marcante dos dois, que são duas lideranças carismáticas, com gestões bem avaliadas pela população - disse Oliveira.
 
Sem esconder as mágoas, o prefeito João da Costa, impedido de disputar a reeleição pela Direção Nacional do PT, não participa da campanha do senador e também não é citado nominalmente na propaganda eleitoral. Com o lançamento de candidatura própria, o PSB rompeu com o PT.
Além das visíveis rachaduras no PT - a indicação de Humberto foi traumática -, o partido não contou com o cumprimento de promessa que vinha fazendo desde o início da campanha: trazer o ex-presidente Lula para o palanque. Lula não só não veio, como faz o mesmo discurso do início da programação eleitoral gratuita. E a imagem da presidente Dilma vem sendo utilizada, mas não fala especificamente no nome de Humberto. Sem fatos novos, a campanha do PT começou a esvaziar.
 
*Texto por Letícia Lins

Acabou o mito Lula.

 
 
 
Vai se desfazendo rapidamente a imagem que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva construiu de si mesmo no poder, e que parecia indestrutível. As dificuldades eleitorais que os candidatos por ele impostos ao seu partido enfrentam em várias capitais são uma demonstração de que, menos de dois anos depois de deixar o poder com índice inédito de popularidade, pouca valia tem seu apoio. A isso se soma a substituição gradual, por sua sucessora Dilma Rousseff - também produto de sua escolha pessoal -, de práticas e políticas que marcaram seu governo. Concretamente, o fracasso da gestão Lula está explícito no abandono, paralisia, atraso e dificuldades de execução de seus principais planos, anunciados como a marca de seu governo. Eles vão, de fato, moldando a marca de seu governo - a do fracasso.

Trata-se - como mostrou reportagem do jornal Valor (24/9) - de um fracasso exemplar, articulado, minucioso, que quase nada deixa de positivo dos grandes projetos de Lula na região em que nasceu e onde ele e sua sucessora obtiveram suas mais estrondosas vitórias eleitorais - o Nordeste. As deficiências desses projetos eram conhecidas. O que a reportagem acrescenta é que, frutos do apetite político-eleitoral do ex-presidente e da sistemática incompetência gerencial de seu governo, essas deficiências são comuns aos vários projetos.

Ferrovias, rodovias, obras de infraestrutura em geral, transposição do Rio São Francisco, refinarias, tudo foi anunciado com grande estardalhaço, com resultados eleitorais espetaculares para o governo, mas com pouco, quase nenhum proveito para o País até agora. Como se fossem partes de uma ação cuidadosamente planejada, essas obras têm atraso médio semelhante, enfrentam problemas parecidos e, todas, geram custos adicionais astronômicos para os contribuintes.

Os grandes empreendimentos do governo Lula para o Nordeste somam investimentos de mais de R$ 110 bilhões. Excluídos os projetos cuja complexidade impede a fixação de novo prazo de conclusão, eles têm atraso médio de três anos e meio. Isso equivale a sete oitavos de um mandato presidencial. Obras que Lula prometeu inaugurar talvez não sejam concluídas nem na gestão Dilma. Veja-se o caso das refinarias anunciadas para a região, a Premium I (no Maranhão) e a Premium II (no Ceará), que devem custar quase R$ 60 bilhões. A do Maranhão, cujas obras foram "oficialmente" iniciadas em janeiro de 2010, deveria estar pronta em 2013, mas agora está classificada como "em avaliação" pela Petrobrás, ou seja, já não é nem mesmo certo que ela será construída. A do Ceará, lançada em dezembro de 2010, deveria estar pronta em 2014, mas foi adiada.

A refinaria que está em obras, a de Abreu e Lima, em Pernambuco, transformou-se num poço de problemas e atrasos. Resultado de um acordo que Lula fez com o venezuelano Hugo Chávez, a refinaria deveria ser construída em parceria pela Petrobrás e a estatal venezuelana PDVSA, mas esta, até o momento, não aplicou nenhum centavo. O custo previsto atualmente para a obra equivale a cinco vezes o orçamento original.

Na área de infraestrutura, estão atrasadas as duas ferrovias em construção no Nordeste, a Nova Transnordestina, com 1.728 quilômetros, e a Oeste-Leste, que se estende de Ilhéus, no litoral da Bahia, até Figueirópolis, no Tocantins. A primeira, que teve substituída a empreiteira, tem um trecho paralisado no Ceará e enfrentou problemas com o atraso na liberação de recursos, mas seu andamento, assim mesmo, é considerado "adequado" nos balanços periódicos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do qual faz parte. Pode-se imaginar a situação da segunda, considerada "preocupante" pelos gestores do PAC.

A transposição do São Francisco, cujos problemas têm sido apontados com frequência pelo Estado, faz parte desse conjunto. O que ele exibe é uma sucessão de projetos incompletos, contratos mal elaborados, descuido da questão ambiental, fiscalização inadequada. O resultado não poderia ser diferente: atrasos, paralisação de obras por órgãos ambientais, aumento de custos. É parte da herança deixada pelo governo Lula. (Editorial do Estadão intitulado "Fracasso Articulado")

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

As Últimas do Mensalão, EM UMA ÉPOCA MUITO DISTANTE...


segunda-feira, 24 de setembro de 2012




Em outra época, Lula e o PT já teriam ingressado na Justiça contra a Veja e Marcos Valério

Mudez estranha – Uma semana depois da edição da revista Veja que trouxe sérias acusações de Marcos Valério contra o agora calado Luiz Inácio da Silva, o ex-presidente e o Partido dos Trabalhadores simplesmente mergulharam em um estranho e obsequioso silêncio. Lula, que é acostumado às blasfêmias quando o assunto é desqualificar um oponente, ainda não se pronunciou sobre o tema. E não deve falar tão cedo, pois o silêncio sepulcral da última semana é confissão de culpa. Até porque, comprar briga com o publicitário mineiro, operador financeiro do Mensalão do PT, seria uma operação politicamente suicida.

O máximo que o PT conseguiu fazer, cumprindo ordens expressas de Lula, foi uma nota de desagravo ao ex-metalúrgico, assinada pelos partidos da chamada base de apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff. Na nota, que foi duramente criticada pelo aliado PDT, os petistas se limitaram à frase “fantasiosa matéria veiculada pela revista Veja”. Fosse a reportagem fantasiosa, como sugere a claque “lulista”, o PT já teria ingressado na Justiça cobrando explicações. Não o fez porque sabe que a Veja gravou a entrevista e que o arsenal de marcos Valério é muito vasto.

Em 24 de maio de 1992, a mesma revista Veja trouxe como matéria de capa as denúncias de Pedro Collor contra o irmão, o então presidente Fernando Collor de Mello, que acabou apeado do Palácio do Planalto no vácuo de um conturbado processo de impeachment. Três dias após aquela publicação, o PT requereu ao Congresso Nacional a instalação de uma CPI para investigar a veracidade das denúncias de Pedro Collor.

Pouco mais de vinte anos depois, o PT, que já não se incomoda em se alimentar no cocho da farsa, simplesmente se cala diante da reportagem da mesma Veja, que à época a legenda dos barbudinhos incensava a todo instante.

Naquela ocasião, Lula, então presidente do Partido dos Trabalhadores, divulgou nota à imprensa em que afirmava descartar qualquer possibilidade de acordo para barrar a criação da CPI que investigou as denúncias contra Fernando Collor e Paulo César farias, o PC. “É obrigação do Congresso Nacional, da Procuradoria Geral da República e do Poder Judiciário levar a apuração das denúncias contra Collor e Paulo César Farias às últimas consequências, para que a verdade seja conhecida pelo conjunto da sociedade”, escreveu o falso ético Lula. Em outro trecho da nota, o farsante líder petista afirmou que “a saída para a atual crise institucional passa pela mobilização popular e pela formação de um arco de alianças envolvendo partidos e entidades da sociedade civil para salvaguardar a democracia e as instituições”.

Hoje, Lula é acusado de ser o chefe maior da quadrilha do Mensalão do PT, opta pelo silêncio, o que pode ser interpretado como confissão de culpa, e ordena a seus interlocutores para que disseminem a tese boquirrota de que tudo não passa de um golpe das elites, em conluio com o Judiciário (leia-se STF) e setores da imprensa.

Quem ousa desfiar esse abusado apedeuta, sustentando a verdade dos fatos a qualquer custo, como é o caso do ucho.info, acaba sofrendo intimidações de toda ordem. O PT adora falar em democracia, mas é louco para implantar uma ditadura de esquerda, o que calaria os setores da imprensa livre que não se curvam e muito menos se vendem. Mas não chegam ao ponto de emplacar uma ditadura porque até nesse quesito são incompetentes. Porém, continuarão tentando.


Pretendo Assinar o Abaixo-assinado MPF/DF propõe ação de improbidade contra Lula e ex-ministro da Previdência

Pretendo Assinar o Abaixo-assinado MPF/DF propõe ação de improbidade contra Lula e ex-ministro da Previdência

domingo, 23 de setembro de 2012

A implosão do Mito Lula terá resultado imediato?

 O mito Luiz Inácio Lula da Silva vive um momento terrível de desconstrução. Nunca antes na história deste país um ídolo político foi tão atacado como chefe de uma quadrilha prestes a ser condenada, com seus principais operadores já pressentindo o amargo desgosto do cárcere. O nível altíssimo de angústia e tensão, fatalmente, afeta seu humor, estado de espírito e, por consequência, a saúde – que inspira cuidados. Pior que isto só o estrago da imagem santificada por anos de marketagem.

O jogo de poder é cruel para gente como $talinácio. Nos esquemas de colonização globalitários, ao qual o Brasil é historicamente submetido, o suposto rei que perde o poder também fica, automaticamente, sem a majestade. Lula tornou-se mais um objeto descartável pela oligarquia financeira transnacional que controla os negócios mundiais – do capitalismo ou do capimunismo. Tornou-se cabra marcado para cair no ostracismo da História. A dúvida é se tal estrago será imediato ou apenas no longo prazo.

Enquanto servia diretamente como fantoche aos esquenas, globalitários foi poupado de todos os (poucos) ataques que sofreu. Agora, sem a caneta do Diário Oficial da União, é como uma fada que teve roubada a varinha de condão. A capacidade de mistificar foi radicalmente diminuída. Assim, o mítico herói tupiniquim começa a ser submetido a um processo de desconstrução da imagem que pode lhe ser fatal. Nem Getúlio Vargas tomou tanta pancada quanto Lula deve tomar.

Por ironia do destino, Lula sentiu que não é imune ao poder de destruição de um câncer. A Justiça divina o poupou. Mas, a partir de agora, o então poderoso chefão dos petistas também constata que não é mais imune ao rigor seletivo da Justiça dos homens. Como não tem mais o escudo do foro privilegiado do cargo de Presidente da República – agora sendo apenas um cidadão como outro qualquer – responde por tudo em que for denunciado na justiça comum – a mesma que costuma ser muito injusta com a maioria dos reles mortais.

O momento de terror vivido por Lula tem seu ponto evidente no julgamento do mensalão – que ele fez de tudo, nos bastidores, para tentar protelar. Agora, o recado dado por Marcos Valério – que o confirma como verdadeiro chefe dos “mensaleiros” – transforma um líder político bionicamente fabricado pelos esquemas globalitários em um mero chefete de uma quadrilha que vem assaltando o Brasil.

Alem do mensalão – e diretamente relacionado com tal escândalo que caiu na boca do povão, graças à exposição midiática do julgamento no Supremno Tribunal Federal -, Lula agora vira alvo de pequenos ataques que podem ser fatais. É o caso da “maldição dos velhinhos endividados”.

Lula é alvo direto de um processo por improbidade administrativa. Motivo: o Ministério Público Federal o acusa de um prejuízo de R$ 10 milhões aos cofres públicos, por buscar autopromoção, fazer publicidade pessoal e favorecer o Banco BMG, ao enviar a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social uma cartinha por ele assinada com informações sobre o programa de crédito consignado do governo federal – que se transformou em um inferno de dívidas para os idosos e seus familiares.

Uma ação de improbidade sobre o envio das cartas aos idosos tem conteúdo semelhante a um inquérito sigiloso em tramitação no Supremo Tribunal Federal. O caso foi aberto a partir da denúncia principal do mensalão. O inquérito apura “fatos relacionados às irregularidades no convênio firmado entre o Banco BMG e o INSS/Dataprev para a operacionalização de crédito consignado a beneficiários e pensionistas”. Por mera coincidência, dirigentes do BMG aparecem como réus no processo do mensalão.

Se o caso for denunciado pelo procurador-geral da República – que até agora se omite sobre um assunto de tamanha gravidade política e econômica -, e Lula acabar condenado terá de se aposentar politicamente. A pena fatal para ele é a perda dos direitos políticos por até dez anos – prevista na Lei de Improbidade Administrativa. Para um político, tal penalidade é muito pior que vários anos de prisão (que geralmente ajudam a transformar o condenado em coitadinho, contribuindo para a construção do mito político).

Sorte que Lula – ao contrário do velhinhos que ajudou a se endividarem - já é um aposentado de primeira linha. O chefão do PT não precisa pedir empréstimo consignado para sobreviver. Lula vive como rei graças à tríplice-aposentadoria. Recebe aposentadoria por invalidez do INSS, ganha outra aposentadoriado governo como anistiado político (por 11 dias que o amigo Romeu Tuma manteve o sindicalista com codinome “Boi” na cadeia, durante as famosas greves do ABC), além de mais uma aposentadoria a que tem direito como ex-Presidente da República.

O tríplice-aposentado Lula sabe que a coisa está preta. E não é só por causa do Joaquim Barbosa – que ele nomeou para o STF apenas para fazer média com a “comunidade negra”. O jogo político empretejou para Lula, simplesmente, porque é fatal para quem não dita mais as regras do poder. O Cabo da faxina de um quartel tem mais poder que um ex-Presidente da República.

Lula ainda posa de herói entre os ignorantes beneficiados por seus clientelistas esquemas de bolsas de compensação de renda. Ou entre aqueles que foram levados a acreditar no milagre do operário que chegou ao topo da fábrica Brasil. Para o segmento esclarecido de brasileiros, Lula é mais nada. Sobrevive da autoidolatria. Se perdê-la, já era. E os novos ataques que sofrerá vão se intensificar.

O vácuo de poder está se abrindo. Se Lula for obrigado, por qualquer motivo, a sair de cena, a autofagia do PT vai se tornar evidente. A disputa interna pelo poder no partido – para gerir a aparelhagem pública de que a petralhada se apossou – tende a provocar grandes baixas. Quem assumirá a hegemonia numa fase Pós-Lula?

Por tanto desgaste à vista, só uma providencial morte súbita poderá preservar o que ainda resta da imagem política de Lula. Os diamantes são eternos. Os políticos, não! Pelo menos o grande líder ainda tem uma esperança. Como tem acontecido até agora, nada deve colar nele. Até quando isso vai durar talvez só Deus saiba... O vácuo de poder está se abrindo e vai se concretizar...

Talvez por isso Lula até alimente uma certeza meio fantasiosa e bem típica de um mito providencialmente fabricado pela maquiavelagem de um pseudo-gênio Golbery do Couto e Silva. No juízo final, Lula deve acreditar que vai mesmo para o Céu... Pode ser... Afinal, não dizem que o Diabo odeia concorrentes de peso em seus domínios infernais...

Inteligência do Exército protege Barbosa.



Exclusivo - O Exército escalou seus mais confiáveis e melhores oficiais de inteligência, lotados na Abin, para dar proteção ao ministro Joaquim Barbosa – relator do processo do Mensalão no Supremo Tribunal Federal. Ao montar esquema especial para dar segurança a Barbosa – que sempre foi avesso a isto -, empregando seus homens lotados na Agência Brasileira de Inteligência, o EB atropelou o Palácio do Planalto e a cúpula da Polícia Federal ligada aos esquemas petralhas de poder.

Apenas como contraponto: os ministros Ricardo Lewandowski e José Dias Toffoli também contam com proteção intensa. Só que de agentes da Polícia Federal – e não da turma verde-oliva lotada na Abin. A proteção a Barbosa não é só física. Tudo que se fala dele e sobre ele, nos ambientes de poder, também é monitorado. Além disso, todo o sistema telefônico da residência e de seu gabinete no STF foi alterado e passa por uma constante ação de pente fino.

A iniciativa de proteger Barbosa tão intensamente gera uma crise. A Presidenta Dilma Rousseff, como Comandante-em-chefe das Forças Armadas, sequer foi consultada sobre a medida. A blindagem ao Barbosa foi decidida entre alguns integrantes do Alto Comando do Exército e o General José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência. Aumentará em muito a guerra não-declarada e a insatisfação pessoal mútua entre Dilma e seu ministro Elito.

No fundo, a proteção especial a Barbosa é mais uma operação montada pela chamada “Comunidade de Informações” que sempre tenta agir de forma invisível – embora quase sempre não consiga em uma Brasília cercada de ouvidos eletrônicos em todos os buracos do poder. Em tempos passados, tal comunidade era famosa por vigiar e detonar a esquerda explicitamente. A turma do SNI botava medo. A turma da Abin ligada ao EB – onde a petralhada ainda não conseguiu se infiltrar explicitamente – tenta ser mais “light”.

Agora, pelo menos no reservado discurso da comunidade de informações, a ordem é não contribuir para ampliar um vácuo institucional que se desenha com o resultado do julgamento do Mensalão – que deve atingir em cheio a cúpula petralha, ainda com consequências imprevisíveis de um respingo escatológico no mito Luiz Inácio Lula da Silva (que ainda alimenta o sonho de voltar à Presidência da República).

A tensão entre Dilma e a caserna pode aumentar ainda mais com o Mensalão. Já era enorme por causa da Comissão da Verdade que tomou a decisão fora da lei de perseguir os agentes do Estado acusados de cometer crimes apenas na Era pós-1964. Apoiada por Dilma, a CV quebrou um acordo firmado com os militares, costurado quando Nelson Jobim era ministro da Defesa, de que os crimes de sequestro, terrorismo e assassinato cometidos pelos militantes de esquerda também seriam investigados.

Alguns Generais já se sentem traídos por Dilma. Mas se a traição vai gerar consequências institucionais é um desdobramento imprevisível. A cúpula militar na ativa é publicamente contrária a qualquer virada de mesa. Se os Generais pensam, sinceramente, da mesma forma, na intimidade, são outros quinhentos batalhões. Dilma e seus radicalóides estão provocando a onça com varinha curta.

Além disso, com o próprio Ministério da Defesa, a cúpula militar nunca se sentiu satisfeita por ficar simbolicamente subordinada ao ministro Celso Amorim que tem como assessor-especial José Genoíno – ex-guerrilheiro da luta armada pós-64 e com grandes chances de ser condenado no processo do Mensalão em que o agora protegido Joaquim Barbosa brilha como “grande herói” da República. Na ironia, os militares sõ não têm mais bronca de Genoíno porque alegam que ele entregou, sem qualquer tortura, todos os seus companheiros na Guerrilha do Araguaia...

Indo de uma cachorrice a outra cachorrada, a inteligência militar teme que a petralhada arme ilegalidades para obstruir o julgamento do Mensalão. A mais previsível já se tornou pública e, se acontecer, pode ser a senha para a abertura da portinha do vácuo institucional: que o novo ministro do STF, Teori Zavascki, indicado pelo ex-marido de Dilma Rousseff, tome posse e cometa a imprudência de pedir vistas do processo de mais de 50 mil páginas do Mensalão. Se tal manobra embromatória for adotada, para atrasar o resultado final do julgamento em até seis meses, nem Deus sabe o que poderá acontecer...

A leitura de nossa conjuntura atual é bem simples e roceira. A vaca já está no brejo. Se o Boi vai também... Aí são outros R$ 350 milhões de reais desviados e divididos pelos bandidos no esquema do Mensalão. Na avaliação mais tímida da comunidade de informações – que protege Barbosa e também vigia, cuidadosamente, todos os prováveis condenados na Ação Penal 470 -, o ex-presidente Lula da Silva teria pelo menos 35 milhões de motivos concretos para se preocupar – e muito – com as consequências de ter tantos companheiros e parceiros vendo o sol nascer quadrado...

Enquanto o mito Lula pode se desmantelar entre os segmentos esclarecidos (ou entre os menos ignorantes), o mito de Joaquim Barbosa começa a ser construído e lapidado. Resta aguardar para saber quem será beneficiado com a demolição de um e a edificação de outro. Enquanto isto, os militares ficam iguaizinhos àquele papagaio verde-oliva da piada do português. Nada falam... Mas prestam uma atenção...

E sabem de absolutamente tudo que acontece no Brasil” – como fez questão de ressaltar um quatro estrelas numa certa noite estrelada de um jantar fechadíssimo na caserna, com todo mundo vestindo a pós-moderna farda de civil sem gravata - exceto o coronel da inteligência e das Forças Especiais, trajado feito um Rambo, para garantir a proteção na porta do salão...

O perigo é que aqueles que fingem não saber de nada continuam agindo no submundo do Governo do Crime Organizado... Até quando? Nem Deus deve saber mais... Ou será o Barbosa (um dos Deuses do Supremo e agora um togado blindado pelas fardas da inteligência) sabe?

Se souber, conta que a gente divulga por aqui... Até porque, neste mundo pontocom, nem a identidade do pobre do Batman é mais secreta... O verdadeiro endereço da Batcaverna, talvez...

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Não tirano, por acaso?

Veja gravou tudo.

Se alguém tinha alguma dúvida, aqui vai uma péssima notícia para os petralhas: Veja gravou todas as informações obtidas com Marcos Valério.

sábado, 22 de setembro de 2012

CASCUDO NO MINISTRO DA DEFESA

O inabalável Joaquim Barbosa.


 

No momento em que as pressões de partidos de governo e oposição voltam a conturbar o ambiente político, o relator do mensalão, Joaquim Barbosa, garante à ISTOÉ que fatores externos não irão interferir no julgamento.
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BLINDAGEM
O ministro Joaquim Barbosa diz que o relevante está nos autos do processo

Na semana em que o Supremo Tribunal Federal começou a decidir o destino do núcleo político do mensalão, a proximidade das condenações levou réus do processo a orquestrar reações que atiçaram tanto partidos da base do governo como da oposição. O ambiente político conturbado, no entanto, não deve mudar um centímetro os rumos do julgamento, garantiu à ISTOÉ o ministro-relator, Joaquim Barbosa. O ministro diz que os movimentos não surpreendem e que o cenário de pressões não preocupa. “Nada vai interferir. O que é relevante para nós está nos autos do processo”, afirmou Joaquim na quarta-feira 19. Como consequência da atmosfera pesada dos últimos dias, o próprio Barbosa, que fora ovacionado e aclamado como herói num restaurante japonês em Brasília, virou alvo de simpatizantes do PT nas redes sociais. Embora não se sinta confortável com a possibilidade de se tornar personagem de discursos inflamados em palanques eleitorais durante a campanha, o ministro se diz inabalável. A disposição é confirmada pelos votos contundentes que ele proferiu na semana passada.
COMENTO: Hoje a presidente tentou minimizar seu depoimento, citado por Joaquim Barbosa, durante o julgamento. No depoimento a própria presidente se disse surpresa com a rapidez com que as Medidas Provisórias sobre o marco regulatório do sistema energético brasileiro foram aprovadas. E foram em tempo recorde, "jamaisvistonestepaiz".
Ela soltou uma notinha sem deixar de incluir alguma coisa contra Fernando Henrique ( indubitavelmente o ídolo e grande pedra no sapato de Lula e Dilma que diante do ex presidente são duas nulidades ). A preposta de Lula  falou que a iniciativa foi para evitar o apagão que aconteceu no governo FHC. Só não disse a verdade ( eles nunca dizem a verdade ) que o apagão ( racionamento )  deu-se em razão de causas relativas a questões naturais ( pluviométricas ).
Mas a preposta de Lula teve, como sempre, uns panos quentes muito semelhante a defesa e/ou bajulação por parte dos Repórteres-comentaristas políticos do Jornal das Dez da Globo News ( nesta sexta-feira) e, como sempre, os mesmos.
Faltou a Cristiana Lobo e o Kennedy Alencar que, naquele momento, não estavam no ar...mas aguardem! O que será que eles dirão?
*Fonte: Revista IstoÉ, por Izabelle Torres

"LULA É O PAI DO MENSALÃO"


CAPA DE VEJA QUE CHEGA ÀS BANCAS VEM MAIS SUAVE, MAS NO MIOLO FULMINA: "LULA SE CALA DIANTE DAS REVELAÇÕES DE MARCOS VALÉRIO".
A capa da revista Veja desta semana vem suave como uma pluma. Bem light em comparação com a da semana que se encerra. Mesmo assim, a chamada de capa para uma reportagem especial não deixa de tar um toque de suspense... Vamos falar daquilo? 

Entretanto, no miolo há uma matéria que intranquiliza não apenas Lula, mas todos os petistas e, em especial, os mensaleiros. 

O título: Lula se cala diante das revelações de Marcos Valério. Uma das fotos mostra Lula meio sem graça cumprimentando simpatizantes, conforme se pode verificar abaixo, logo ele que rodopiava feito um pavão e falava pelos cotovelos. 

Depois da reportagem-bomba de Veja, o molusco se recolheu e só fala para platéias cativas, como aquela em Salvador, onde os "militantes" estavam lá por R$ 25,00 ou R$ 50,00 mais um prato de comida e que foi um fiasco.

Vou Tirar Você Desse Lugar