A agência de avaliação de risco Standard & Poor's cortou a nota da dívida brasileira de "BBB" para "BBB-". A agência tinha informado, em janeiro, que poderia rebaixar a nota da dívida pública do Brasil ainda neste ano, mesmo antes das eleições de outubro. Quando um governo é mal-avaliado, considera-se que há risco de dar um calote, não pagar seus investidores. Um governo consegue dinheiro vendendo títulos no mercado. Se ele for instável ou estiver gastando muito, fica sob suspeita. (UOL Notícias)
Tem como objetivo a publicação de notícias que abordam assuntos políticos, sociais e econômicos. É um informativo cultural com temas diversos, em forma de entretenimento. Mostra-se também, a verdade dos fatos ocorridos nos bastidores do poder, em tempo real, "sem ódio e sem medo". Os comentários postados serão filtrados pelo moderador e publicados.
segunda-feira, 24 de março de 2014
O caso da refinaria sepulta as invencionices ufanistas de Lula e Dilma.
No comício promovido por Lula para oficializar a saída de José Eduardo Dutra e a chegada de José Sérgio Gabrielli, o Brasil ficou sabendo que a Petrobras seria presidida por um gênio da raça disfarçado de economista baiano. “O companheiro José Sérgio Gabrielli se transformou num dos mais importantes diretores financeiros que a empresa já teve em toda a sua história”, informou o palanque ambulante em 22 de julho de 2005. Mas nem todos enxergam tão longe, revelou a continuação do palavrório.
“Não faltaram pessoas que me diziam assim: o mercado não vai gostar, o mercado vai reagir, é melhor deixar quem está lá”, foi em frente o recordista brasileiro de bravata & bazófia. ”Como eu não tenho nenhuma relação de amizade com o mercado, resolvi indicar quem eu queria”. Pelo que disse no dia da posse, o que ele queria (e encontrou) era alguém capaz de acumular a presidência da OPEP com a coordenação do carnaval de Salvador. Como até gente assim pode precisar de conselhos, lembrou a Gabrielli que, caso quisesse ajuda, bastaria recorrer à onisciente e onipresente Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
Ainda em 2005, a sumidade descoberta por Lula encampou a grande ideia de Nestor Cerveró, diretor da Área Internacional: comprar por US$ 360 milhões metade de uma refinaria no Texas que a empresa belga Astra Oil havia adquirido meses antes por US$ 42,5 milhões. Com a ajuda de outro diretor, Paulo Roberto Costa, Cerveró produziu o “resumo executivo” apreciado em 3 de fevereiro de 2006 pelo Conselho de Administração. Foi uma decisão desastrosa, comprovou o desfecho do negócio: em 2012, para encerrar a disputa judicial iniciada cinco anos antes, a Petrobras pagou mais US$ 820 milhões à Astra Oil e transformou-se na única proprietária de uma refinaria inútil.
Feitas as contas, a aquisição da velharia no Texas, sugerida por Gabrielli e aprovada por Dilma, custou US$ 1,18 bilhão ─ ou 2,8 bilhões de reais, que poderiam ter atendido a angustiantes urgências do viveiro de miseráveis fantasiado de potência emergente. Só nesta semana a supergerente mandona que tudo quer saber, e confere até o custo do cafezinho, resolveu enxergar o monumento à inépcia, à vigarice e à gatunagem. Com a candura de uma Filha de Maria, alegou desconhecer a existência de cláusulas leoninas infiltradas no contrato. Bastaria ter lido os documentos colocados à disposição da presidente do Conselho.
Em outubro de 2010, todos no Planalto sabiam da história inverossímil. Menos Lula, reiterou a visita do maior governante desde Tomé de Souza ao campo de Tupi. “Quando a gente quiser ter orgulho de alguma coisa neste país a gente lembra da Petrobrás, de seus engenheiros, de seu geólogos, do pessoal que é a razão maior do orgulho, mais do que o Carnaval, do que o futebol”, recomeçaram as invencionices ufanistas. “A Petrobrás é a certeza e a convicção de que este país será uma grande nação. É a prova mais contundente de que o brasileiro é capaz, é inteligente, não é de segunda classe”.
Na quarta-feira, quando o Estadão incorporou a presidente da República ao espetáculo da indecência, a movimentação dos atores ampliou a afronta ao país que presta. Em campanha no Ceará, Dilma recusou-se a comentar o absurdo: estava lá para não dizer coisa com coisa sobre “mobilidade urbana”. Gabrielli, agora secretário do Planejamento da Bahia, culpou a “crise internacional” pelo negócio suspeitíssimo. Nestor Cerveró, hoje diretor financeiro da BR Distribuidora, saiu de férias. Paulo Roberto Costa está preso, mas por outro motivo: a polícia descobriu que deixou a Petrobras para continuar enriquecendo numa quadrilha especializada em lavagem de dinheiro.
Afônico de novo, Lula sussurrou a alguns amigos que Dilma não deveria ter confessado o que fez. Daqui a alguns dias vai recuperar a voz para jurar que não sabe de nada. Como os afilhados Dilma e Gabrielli, como os demais sacerdotes da seita que o venera, o padrinho e Grande Pastor sempre soube de tudo. Recitando que o petróleo é nosso, os donos do poder privatizaram a empresa agora reduzida a caso de polícia. A Petrobras é do PT. Só é nossa a conta bilionária.
Três perguntas para Dilma.
Texto por Josias de Souza
A nota que Dilma Rousseff divulgou sobre a decisão que levou a Petrobras a enterrar US$ 1,2 bilhão na obsoleta refinaria de Pasadena, no Texas, converteu a presidente numa personagem sem nexo. Ela comandava o Conselho de Administração da estatal petroleira na época do fechamento do negócio, em 2006. Participou da reunião em que o martelo foi batido. Avalizou a transação.
Agora, Dilma sustenta que só concordou com o negócio porque se baseou num “resumo executivo” preparado pelo então diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró. Segundo ela, o documento se revelaria posteriormente “técnica e juridicamente falho”. Omitia cláusulas que, “se conhecidas, seguramente não seriam aprovadas pelo Conselho” da Petrobras. Beleza.
Mas Dilma obrigou-se a responder a pelo menos três interrogações.
1. Por que não ‘espancou’ a proposta?
Em janeiro de 2012, ao ser empossado no Ministério da Educação, Aloizio Mercadante ensinou a Marco Antonio Raupp, o cientista que o substituiu na pasta da Ciência e Tecnologia, como deveria proceder ao apresentar uma nova ideia para Dilma. “Toda vez que você levar um projeto, ele vai ser desconstituído'', disse Mercadante, arrancando risos da plateia.
A presidente submeterá o projeto a “um espancamento, para verificar se fica de pé”. Quando isso ocorrer, lecionou Mercadante a Raupp, “volte pra casa, junte a equipe, trabalhe intensamente e volte a apresentar o projeto. É exatamente assim. Os ministros sabem que estou dizendo a mais absoluta verdade. E isso é atitude de quem tem compromisso com o gasto público.''
Recém-promovido à chefia Casa Civil da Presidência, Mercadante ajudou a redigir a nota na qual essa Dilma implacável se autoconverteu numa gestora precária e descuidada. Mercadante deveria ter perguntado:
“Presidenta, por que diabos a senhora não submeteu a um espancamento a proposta de aplicar R$ 360 milhões, em 3 de fevereiro de 2006, na compra de 50% de uma refinaria que, um ano antes, velha e desativada, havia sido 100% adquirida pela belga Astra Oil por US$ 42,5 milhões?”
Se Dilma tivesse dado uma surra no “resumo executivo” do doutor Nestor Cerveró, o autor da peça decerto voltaria pra casa, juntaria sua equipe, trabalharia intensamente e concluiria que a valorização de 1.500% propiciada à Astra Oil não era apenas um mau negócio. Era um escândalo. Construído com o aval de Dilma —ou de uma sósia dela. Mercadante tem de exigir um exame de DNA.
2. Por que manteve José Sérgio Gabrielli?
Dilma sustenta em sua nota que só se deu conta de que o negócio cheirava mal em 3 de março de 2008. Tomou um susto ao ser informada de que a Petrobras teria de se tornar proprietária única da Pasadena Refining, comprando os 50% que tinham restado nas mãos da sócia Astra Oil.
Foi só nesse dia, alega Dilma em sua nota, que o Conselho da Petrobras, sob sua presidência, tomou conhecimento daquelas cláusulas contratuais que o doutor Nestor Cerveró omitira em seu “resumo executivo”. Os conselheiros, Dilma entre eles, se recusaram a pagar o valor exigido pela Astra Oil. Coisa de US$ 700 milhões. Após uma batalha judicial, a Petrobras teve de desembolsar muito mais: US$ 839 milhões.
O segundo desembolso aconteceu em 13 de junho de 2012. A essa altura, Dilma já não presidia o Conselho da Petrobras, mas a República. Ela sabia desde 2008 que o leite de Pasadena tinha derramado. Como chefe da Casa Civil, não lhe cabia ficar lamentando a situação e sim ajudar o Lula a enxergar que a presidência de José Sérgio Gabrielli não fazia bem à Petrobras.
Algum áulico pode dizer que Dilma avisou. Mas Lula não quis escutar. Bobagem. Depois que sentou na cadeira de presidente, em janeiro de 2011, Dilma poderia ter mandado Gabrielli ao olho da rua quando bem entendesse. Mas ela o manteve no comando da estatal por mais de um ano. Livrou-se dele apenas em 13 de fevereiro de 2012.
Repetindo: Graça Foster, a atual presidente da Petrobras, sentou-se na cadeira que era de Gabrielli um ano, um mês e 13 dias depois da chegada de Dilma à cadeira de presidente da República. Gabrielli saiu da estatal sob elogios públicos. E virou secretário de Planejamento do governo petista de Jaques Wagner, na Bahia.
3. Por que o diretor do parecer “falho” continua na Petrobras?
Ao escrever em sua nota que não sabia das cláusulas contratuais tóxicas que converteram a maior estatal brasileira em feliz proprietária de um mico americano, Dilma declara, com outras palavras: “Sim, eu presidia o Conselho da Petrobras, mas não posso ser responsabilizada pelo derramamento de leite. Em verdade, sou vítima.”
Um petista da linha Rui Falcão esticaria o dedo e ecoaria a nota de Dilma: foi o Nestor Cerveró, esse escritor de pareceres ‘falhos’, quem derramou o leite que a oposição e a imprensa golpista tentam fazer respingar na biografia da presidente. Surge, então, a terceira interrogação.
Sob Lula, Nestor Cerveró, um executivo que ninguém apadrinhou —nem o PT de Delcídio Amaral nem o PMDB de Renan Calheiros— deixou a diretoria Internacional da Petrobras em 2008, dois anos depois de ter aconselhado a compra de Pasadena. Mas não ficou sem contracheque. Virou diretor financeiro da poderosa BR Distribuidora, subsdidiária da mesma estatal. Sentada na cadeira de presidente da República desde janeiro de 2011 —já lá se vão três anos, dois meses e 21 dias— Dilma não se animou despachar Cerveró para bem longe do cofre. Por quê?
Enquanto a ex-Dilma não voltar a fazer sentido, convém à plateia perguntar aos seus botões: vocês confiariam uma bandeja com um copo de leite, mesmo que metafórico, a uma pessoa que trata todo mundo a pontapés e passa pomada em quem produz um escândalo de US$ 1,2 bilhão? Seus botões talvez não respondam. Mas qualquer garçom de boteco dirá: nã, nã, não. De jeito nenhum!
Texto por Josias de SouzaA nota que Dilma Rousseff divulgou sobre a decisão que levou a Petrobras a enterrar US$ 1,2 bilhão na obsoleta refinaria de Pasadena, no Texas, converteu a presidente numa personagem sem nexo. Ela comandava o Conselho de Administração da estatal petroleira na época do fechamento do negócio, em 2006. Participou da reunião em que o martelo foi batido. Avalizou a transação.Agora, Dilma sustenta que só concordou com o negócio porque se baseou num “resumo executivo” preparado pelo então diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró. Segundo ela, o documento se revelaria posteriormente “técnica e juridicamente falho”. Omitia cláusulas que, “se conhecidas, seguramente não seriam aprovadas pelo Conselho” da Petrobras. Beleza.Mas Dilma obrigou-se a responder a pelo menos três interrogações.1. Por que não ‘espancou’ a proposta?Em janeiro de 2012, ao ser empossado no Ministério da Educação, Aloizio Mercadante ensinou a Marco Antonio Raupp, o cientista que o substituiu na pasta da Ciência e Tecnologia, como deveria proceder ao apresentar uma nova ideia para Dilma. “Toda vez que você levar um projeto, ele vai ser desconstituído'', disse Mercadante, arrancando risos da plateia.A presidente submeterá o projeto a “um espancamento, para verificar se fica de pé”. Quando isso ocorrer, lecionou Mercadante a Raupp, “volte pra casa, junte a equipe, trabalhe intensamente e volte a apresentar o projeto. É exatamente assim. Os ministros sabem que estou dizendo a mais absoluta verdade. E isso é atitude de quem tem compromisso com o gasto público.''Recém-promovido à chefia Casa Civil da Presidência, Mercadante ajudou a redigir a nota na qual essa Dilma implacável se autoconverteu numa gestora precária e descuidada. Mercadante deveria ter perguntado:“Presidenta, por que diabos a senhora não submeteu a um espancamento a proposta de aplicar R$ 360 milhões, em 3 de fevereiro de 2006, na compra de 50% de uma refinaria que, um ano antes, velha e desativada, havia sido 100% adquirida pela belga Astra Oil por US$ 42,5 milhões?”Se Dilma tivesse dado uma surra no “resumo executivo” do doutor Nestor Cerveró, o autor da peça decerto voltaria pra casa, juntaria sua equipe, trabalharia intensamente e concluiria que a valorização de 1.500% propiciada à Astra Oil não era apenas um mau negócio. Era um escândalo. Construído com o aval de Dilma —ou de uma sósia dela. Mercadante tem de exigir um exame de DNA.2. Por que manteve José Sérgio Gabrielli?Dilma sustenta em sua nota que só se deu conta de que o negócio cheirava mal em 3 de março de 2008. Tomou um susto ao ser informada de que a Petrobras teria de se tornar proprietária única da Pasadena Refining, comprando os 50% que tinham restado nas mãos da sócia Astra Oil.Foi só nesse dia, alega Dilma em sua nota, que o Conselho da Petrobras, sob sua presidência, tomou conhecimento daquelas cláusulas contratuais que o doutor Nestor Cerveró omitira em seu “resumo executivo”. Os conselheiros, Dilma entre eles, se recusaram a pagar o valor exigido pela Astra Oil. Coisa de US$ 700 milhões. Após uma batalha judicial, a Petrobras teve de desembolsar muito mais: US$ 839 milhões.O segundo desembolso aconteceu em 13 de junho de 2012. A essa altura, Dilma já não presidia o Conselho da Petrobras, mas a República. Ela sabia desde 2008 que o leite de Pasadena tinha derramado. Como chefe da Casa Civil, não lhe cabia ficar lamentando a situação e sim ajudar o Lula a enxergar que a presidência de José Sérgio Gabrielli não fazia bem à Petrobras.Algum áulico pode dizer que Dilma avisou. Mas Lula não quis escutar. Bobagem. Depois que sentou na cadeira de presidente, em janeiro de 2011, Dilma poderia ter mandado Gabrielli ao olho da rua quando bem entendesse. Mas ela o manteve no comando da estatal por mais de um ano. Livrou-se dele apenas em 13 de fevereiro de 2012.Repetindo: Graça Foster, a atual presidente da Petrobras, sentou-se na cadeira que era de Gabrielli um ano, um mês e 13 dias depois da chegada de Dilma à cadeira de presidente da República. Gabrielli saiu da estatal sob elogios públicos. E virou secretário de Planejamento do governo petista de Jaques Wagner, na Bahia.3. Por que o diretor do parecer “falho” continua na Petrobras?Ao escrever em sua nota que não sabia das cláusulas contratuais tóxicas que converteram a maior estatal brasileira em feliz proprietária de um mico americano, Dilma declara, com outras palavras: “Sim, eu presidia o Conselho da Petrobras, mas não posso ser responsabilizada pelo derramamento de leite. Em verdade, sou vítima.”Um petista da linha Rui Falcão esticaria o dedo e ecoaria a nota de Dilma: foi o Nestor Cerveró, esse escritor de pareceres ‘falhos’, quem derramou o leite que a oposição e a imprensa golpista tentam fazer respingar na biografia da presidente. Surge, então, a terceira interrogação.Sob Lula, Nestor Cerveró, um executivo que ninguém apadrinhou —nem o PT de Delcídio Amaral nem o PMDB de Renan Calheiros— deixou a diretoria Internacional da Petrobras em 2008, dois anos depois de ter aconselhado a compra de Pasadena. Mas não ficou sem contracheque. Virou diretor financeiro da poderosa BR Distribuidora, subsdidiária da mesma estatal. Sentada na cadeira de presidente da República desde janeiro de 2011 —já lá se vão três anos, dois meses e 21 dias— Dilma não se animou despachar Cerveró para bem longe do cofre. Por quê?Enquanto a ex-Dilma não voltar a fazer sentido, convém à plateia perguntar aos seus botões: vocês confiariam uma bandeja com um copo de leite, mesmo que metafórico, a uma pessoa que trata todo mundo a pontapés e passa pomada em quem produz um escândalo de US$ 1,2 bilhão? Seus botões talvez não respondam. Mas qualquer garçom de boteco dirá: nã, nã, não. De jeito nenhum!
A encrenca está longe do fim.
Parece evidente que se está tocando, por enquanto, apenas na superfície desse imbróglio.
- Como foi que a Astra, e por intermédio de quem, entrou na vida da Petrobras?
- De quanto foi exatamente o investimento feito pelos belgas na refinaria antes de vender 50% para a Petrobras?
- Na composição do preço da primeira metade (US$ 360 milhões), US$ 170 milhões seriam correspondentes ao estoque de petróleo. Assim, por metade da refinaria propriamente, a Petrobras pagou US$ 190 milhões — o empreendimento inteiro tinha sido comprado pelos belgas menos de um ano antes por US$ 42,5 milhões! Ora, se a apenas metade correspondiam US$ 190 milhões, ela toda, sem contar o estoque de óleo, já estaria avaliada, então, em US$ 380 milhões! Haja valorização!
- Como foi que a Astra, e por intermédio de quem, entrou na vida da Petrobras?
- De quanto foi exatamente o investimento feito pelos belgas na refinaria antes de vender 50% para a Petrobras?
- Na composição do preço da primeira metade (US$ 360 milhões), US$ 170 milhões seriam correspondentes ao estoque de petróleo. Assim, por metade da refinaria propriamente, a Petrobras pagou US$ 190 milhões — o empreendimento inteiro tinha sido comprado pelos belgas menos de um ano antes por US$ 42,5 milhões! Ora, se a apenas metade correspondiam US$ 190 milhões, ela toda, sem contar o estoque de óleo, já estaria avaliada, então, em US$ 380 milhões! Haja valorização!
Os petistas zangados se acalmem! Não são os “oposicionistas de sempre” que acham a história mal contada. Dilma também! Por isso mandou botar Cerveró na rua. Ela não explica por que só agora decidiu arrumar um bode expiatório, mantido, até anteontem, num dos cargos mais cobiçados do país.
*Por Reinaldo Azevedo
Cronologia
Por Milton Pires
1964 – Fica claro às Forças Armadas (FFAA) que membros do Movimento Revolucionário que atuavam no Brasil desde 1961 pretendem implantar no país um regime comunista. As FFAA deixam os pracinhas e a Guerra do Paraguai pra trás e tomam o poder.
1966 – Ocorre o primeiro grande ato violento dos revolucionários: o atentado no Aeroporto de Guararapes. A inteligência do ExércitoBrasileiro, depois de ser informada pela CIA, descobre que bombas matam e machucam muito as pessoas.
1967-68 – Membros da luta armada, por ordem do General Golbery do Couto e Silva, são presos na Ilha Grande (RJ) com os primeiros traficantes de maconha do país. A luta armada sofre repressão efetiva e seus militantes optam pela luta cultural e pela “tomada do poder por dentro”. Fica mais fácil fazer revolução tomando chope e escutando bossa nova do que levando tiro de fuzil.
1980 – Treze anos depois dessas prisões em 67, o submundo do sindicalismo associado ao tráfico de drogas no país e à Universidade funda a maior organização criminosa da história política do Brasil – o Partido dos Trabalhadores. O pensamento brasileiro sofre traumatismo craniano e o país entra em coma intelectual.
1990 – Dez anos depois do PT “nascer”. Lula e Fidel Castro criam um órgão que vai transformar aquilo que era um plano de poder para o Brasil em plano para toda América do Sul – o Foro de São Paulo. Nasce um câncer chamado SUS e avança o “Direito Alternativo”
2003 – Dez anos depois do Foro de SP, a organização criminosa conhecida como PT chega ao Poder Federal no Brasil. Fora da veadagem, do Aquecimento Global e da “não internação” dos viciados em crack não há salvação.
2005 – Fica claro, para todo Brasil, através do Mensalão, que a organização criminosa é uma organização criminosa. A situação é tão grave que a “verdade está na boca dos bandidos” (Roberto Jefferson)
2013 – O PT inunda o Brasil com médicos cubanos. Apesar dos vinhos,ternos caros e loiras lindas, as pessoas se dão conta de que o PT “não mudou”Ele foi, é, e sempre será um Partido Revolucionário. Se o comunismo não morreu, “foi sacanagem ter enterrado ele com vida”..
Março de 2014 - As pessoas, até porque são brasileiras, “decidem” que entre março e outubro de 2104 vão mudar com passeatas, caminhadas, marchas e cartazes ou seja lá o que for, tudo isso que eu descrevi e que levou 50 anos para acontecer !
Dedicado às crianças da primeira série do ensino fundamental.
domingo, 23 de março de 2014
PETROGOLPE

Dirigentes da Petrobrás afirmam que, como presidente do Conselho de Administração da estatal, Dilma Rousseff tinha acesso a todos os documentos produzidos sobre a refinaria de Pasadena, incluindo pareceres jurídicos, antes de dar seu voto pela aprovação da polêmica compra da planta no Texas, EUA. 

UMA BOA DONA DE CASA

A educação é um direito humano fundamental que deve ser garantido pelo Estado a fim de promover o desenvolvimento do país e de seus cidadãos. País rico é país com educação. Sem investimento alto na educação do nosso povo, jamais avançaremos em setores tecnológicos para competir em igualdade com as grandes potências mundiais. Sempre continuaremos na rabeira do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), juntos com países africanos e outros, sem riquezas naturais e desprovidos de quaisquer bens que façam acelerar os seus crescimentos.
Sem saneamento básico, investimento da alçada dos governantes, a tendência é o aumento do número de mortes da população, principalmente crianças, causadas pela infinidade de doenças contraídas. Como forma de diminuir esse estado calamitoso em que vivemos, por descaso e falta de investimento das autoridades responsáveis, a forma mais plausível é o investimento na educação do povo, com propagandas na mídia, ensinamentos e orientações sobre asseios no corpo, limpezas dos lares, ruas e todo ambiente de trabalho. Dessa maneira, com certeza diminuiriam os gastos das famílias e do governos com a saúde, medicamentos e outros procedimentos análogos, existentes como fim de preservação da vida.
Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país.?
No contexto geral, cada um de nós tem um grau de responsabilidade. Responsabilidade por si, pelo seu lar, esposa, filhos e outros dependentes. Responsabilidade perante à sociedade e também pelo seu país, ajudando-o a crescer. A higiene, asseio e limpeza estão ligados intrinsecamente um ao outro e terão de fazer parte do nosso dia-a-dia, se formos educados.
Sem educação não existirão avanços e não se vai a lugar nenhum. O povo brasileiro é muito estranho a mudanças que melhorem o seu nível de educação e compreensão do que é certo ou errado Se ofendem facilmente quando são admoestados pelos maus procedimentos em toda esfera. Como exemplo, comentamos algo sobre a foto acima, que talvez pessoas que praticam hodiernamente o mau exemplo citado, não irão aceitar e gostar de serem reprimidas pela prática de atos e ações reprováveis de maneira geral.
Pois bem, a foto mostra a incompetência da senhora que se intitula dona
da casa. Casa e lar são locais de boa convivência entre os familiares e amigos.
No caso em tela, parece mais uma pocilga e de quinta categoria. Lugares
imundos, sujos e sem limpeza qualquer, servem apenas para o ajuntamento de
insetos de toda espécie. São visitados por hospedeiros da imundice, tais como, ratos,
moscas, baratas, pernilongos, formigas, etc. Todos chegam para o novo local de
morada trazendo todo tipo de parasitas, bactérias, fungos e outras mazelas, que
destroem a vida dos componentes da casa imunda.
Será que a dona de casa selvagem não cria um cachorro que se alimenta juntamente com os seus filhos? Será que o seu cão e gato não fazem cocô dentro de casa ou dormem comos seus filhos? São verdadeiros insanos e dignos de pena, pessoas que praticam, defendem ou apoiam a convivência mútua com animais que causam doenças trasmissíveis aos próprios e ao novo ser indefensável, que quer vida. Será que é crime? Responda!
Será que a dona de casa selvagem não cria um cachorro que se alimenta juntamente com os seus filhos? Será que o seu cão e gato não fazem cocô dentro de casa ou dormem comos seus filhos? São verdadeiros insanos e dignos de pena, pessoas que praticam, defendem ou apoiam a convivência mútua com animais que causam doenças trasmissíveis aos próprios e ao novo ser indefensável, que quer vida. Será que é crime? Responda!
Como conseqüência da falta de responsabilidade da má
dona de casa, aumenta-se o número de doenças, principalmente nos menores de
idade e crianças de colo, que ainda não tem uma autodefesa do organismo a
altura dos adultos. Sabemos que uma má dona de casa não se preocupa com os seus
filhos e esposo, mas não pode perder a novela e as fofocas com os vizinhos de
mau caráter.
Como mostra a foto na cozinha, a falta de higiene reina nesse lar. Imaginem o sanitário dessa pessoa criminosa, será que se encontra em condições de uso? Creio que não. E a geladeira da incompetente, será que as verduras estão podres e as carnes estragadas, com bactérias maléficas e letais, que causam morte em poucas horas?
Como mostra a foto na cozinha, a falta de higiene reina nesse lar. Imaginem o sanitário dessa pessoa criminosa, será que se encontra em condições de uso? Creio que não. E a geladeira da incompetente, será que as verduras estão podres e as carnes estragadas, com bactérias maléficas e letais, que causam morte em poucas horas?
A saúde pública, por meio de normas e regulamentação do governo, por intermédio do Ministério da Saúde, devia ser rígido e fazer visitas inopinadas em lares alternados e premiar os limpos e multar os sujos. As
doenças por desleixo causam prejuízos aos responsáveis pelos lares e ao
governo, por gastos excessivos com doenças adquiridas por incompetência.
Pensem bem, quanto não é gasto com doenças adquiridas por desleixo nos lares e em pessoas que não cuidam do corpo, principalmente por falta de asseio ou banho. No nosso
entendimento, deveria ser aplicadas multas e penas as más donas de casa, por
cometimento de crimes, ao colaborar com a proliferação de doenças para própria,
seu esposo e filhos. Pergunto ao leitor. Você almoçava ou bebia água nessa casa
imunda?
Uma casa limpa é sinônimo de saúde, paz, alegria e felicidade entre os seus membros. Não é por ser pobre que significa compartilhar e ser adepto da imundice. Quantas casas de pobres você visita e constata que são limpas e organizadas. Mas em outros locais de maior poder aquisitivo, às vezes desconhecem o que é limpeza e prevenção contra doenças adquiridas pela sujeira e imundice.
Conclusão: Você é feliz quando encontra uma companheira ou vice-versa,
competente, organizada e limpa. Agradeça a Deus pela benção.
A VIDA É CURTA, ENTÃO CURTA A VIDA!
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Fica ao lado do Camping Clube do Brasil, FRENTE PARA O MAR e Clube de Engenharia, próximo de bons restaurantes e barracas de praia, locais que oferecem crustáceos, peixes de diversas espécies e outras opções regionais.
Situado a cerca de cinco minutos da Praia do Cabo Branco e próximo à Estação Ciência e polo turístico da capital paraibana.
Pois bem amigo, não viva estressado, relaxe, venha repousar e também curtir um mar calmo, longe de tubarões, pegar um bronze natural nas areias limpas e águas calorentas tropicais, na linda Praia do Seixas.
Ademais, ao adormecer ouvir o som das ondas do mar e após acordar ouvir o canto orquestrado dos pássaros nativos, saltando de galho em galho nas árvores frondosas, que embelezam e oxigenam o local. Presencie também e seja testemunha do abraço e beijo das àguas atlânticas com a nossa mãe terra, e ainda seja mais uma pessoa a ver o sol nascer primeiro, no ponto mais avançado das Américas e mais próximo do Continente Africano.. É realmente fantástico e chiquérrimo!
“As árvores que oxigenam o ar que respiramos e as flores que embelezam o caminho pelo qual passamos, são um maravilhoso presente do Criador do Universo. Estamos intrinsicamente ligados. Cuidemos daquilo que nos foi confiado”. W. H. Schubert.



Fica ao lado do Camping Clube do Brasil, FRENTE PARA O MAR e Clube de Engenharia, próximo de bons restaurantes e barracas de praia, locais que oferecem crustáceos, peixes de diversas espécies e outras opções regionais.
Situado a cerca de cinco minutos da Praia do Cabo Branco e próximo à Estação Ciência e polo turístico da capital paraibana.
Pois bem amigo, não viva estressado, relaxe, venha repousar e também curtir um mar calmo, longe de tubarões, pegar um bronze natural nas areias limpas e águas calorentas tropicais, na linda Praia do Seixas.
Ademais, ao adormecer ouvir o som das ondas do mar e após acordar ouvir o canto orquestrado dos pássaros nativos, saltando de galho em galho nas árvores frondosas, que embelezam e oxigenam o local. Presencie também e seja testemunha do abraço e beijo das àguas atlânticas com a nossa mãe terra, e ainda seja mais uma pessoa a ver o sol nascer primeiro, no ponto mais avançado das Américas e mais próximo do Continente Africano.. É realmente fantástico e chiquérrimo!
“As árvores que oxigenam o ar que respiramos e as flores que embelezam o caminho pelo qual passamos, são um maravilhoso presente do Criador do Universo. Estamos intrinsicamente ligados. Cuidemos daquilo que nos foi confiado”. W. H. Schubert.

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