sexta-feira, 9 de maio de 2014

DILMA: A MAIS FRACA DOS PRESIDENTES DA REPÚBLICA




MARCO ANTONIO VILLA


 O ESTADO DE S. PAULO

 O Brasil é um país fantástico. Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo da nossa História diversos exemplos. O mais recente é Dilma Rousseff. Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças. Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. Tentou fazer pós graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando, não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado. Mesmo assim, durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia. Quis-se aventurar no mundo de negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como "de 1,99". Não deu certo. Teve logo de fechar as portas. Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada:virou ministra de Minas e Energia. Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop. Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito. Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio. Nada fez digno de registro. Mas novamente foi promovida. Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão. Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuísta do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo não deixando em um quinquênio uma marca administrativa um projeto, uma ideia, foi alçada a sucessora de Lula. Nesse momento, quando foi definida como a futura ocupante da cadeira presidencial, é que foi desenhado o figurino de gestora eficiente, de profunda conhecedora de economia e do Brasil, de uma técnica exemplar, durona, implacável e desinteressada de política. Como deveria ser uma presidente a primeira no imaginário popular. Deve ser reconhecido que os petistas são eficientes. A tarefa foi dura, muito dura. Dilma passou por uma cirurgia plástica, considerada essencial para, como disseram à época, dar um ar mais sereno e simpático à então candidata. Foi transformada em "mãe do PAC". Acompanhou Lula por todo o País. Para ela e só para ela a campanha eleitoral começou em 2008. Cada ato do governo foi motivo para um evento público, sempre transformado em comício e com ampla cobertura da imprensa. Seu criador foi apresentando homeopaticamente as qualidades da criatura ao eleitorado. Mas a enorme dificuldade de comunicação de Dilma acabou obrigando o criador a ser o seu tradutor, falando em nome dela e violando abertamente a legislação eleitoral. Com base numa ampla aliança eleitoral e no uso descarado da máquina governamental, venceu a eleição. Foi recebida com enorme boa vontade pela imprensa. A fábula da gestora eficiente, da administradora cuidadosa e da chefe implacável durante meses foi sendo repetida. Seu figurino recebeu o reforço, mais que necessário, de combatente da corrupção.Também, pudera:não há na História republicana nenhum caso de um presidente que em dois anos de mandato tenha sido obrigado a demitir tantos ministros acusados de atos lesivos ao interesse público. Com o esgotamento do modelo de desenvolvimento criado no final do século 20 e um quadro econômico internacional extremamente complexo, a presidente teve de começar a viver no mundo real. E aí a figuração começou a mostrar suas fraquezas. O crescimento do produto interno bruto (PIB) de 7,5% de 2010, que foi um componente importante para a vitória eleitoral, logo não passou de uma recordação. Independentemente da ilusão do índice (em 2009 o crescimento foi negativo: -0,7%),apesar de todos os artifícios utilizados,em 2011 o crescimento foi de apenas 2,7%. Mas para piorar, tudo indica que em 2012 não tenha passado de 1%.Foi o pior biênio dos tempos contemporâneos, só ficando à frente,na América do Sul,do Paraguai. A desindustrialização aprofundou-se de tal forma que em 2012 o setor cresceu negativamente: -2,1%. O saldo da balança comercial caiu 35% em relação à 2011, o pior desempenho dos últimos dez anos,e em janeiro deste ano teve o maior saldo negativo em 24 anos. A inflação dá claros sinais de que está fugindo do controle.E a dívida pública federal disparou: chegou a R$ 2 trilhões. As promessas eleitorais de 2010 nunca se materializaram.Os milhares de creches desmancharam-se no ar. O programa habitacional ficou notabilizado por acusações de corrupção. As obras de infraestrutura estão atrasadas e superfaturadas. Os bancos e empresas estatais transformaram-se em meros instrumentos políticos a Petrobrás é a mais afetada pelo desvario dilmista. Não há contabilidade criativa suficiente para esconder o óbvio: o governo Dilma Rousseff é um fracasso. E pusilânime: abre o baú e recoloca velhas propostas como novos instrumentos de política econômica. É uma confissão de que não consegue pensar com originalidade. Nesse ritmo, logo veremos o ministro Guido Mantega anunciar uma grande novidade para combater o aumento dos preços dos alimentos: a criação da Sunab. Ah, o Brasil ainda vai cumprir seu ideal: ser uma grande Bruzundanga. Lá, na cruel ironia de Lima Barreto, a Constituição estabelecia que o presidente "devia unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse mostrado ou procurado mostrar que tinha alguma inteligência; que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim, de uma mediocridade total". Como bom brasileiro, REPASSE PARA SEU CÍRCULO DE AMIZADES SEM MODERAÇÃO "Dilma, a Estela do terrorismo, a mais fraca dos presidentes da República, desde 1889"


A MELHOR SELEÇÃO DA COPA DE 2014

UMA SELEÇÃO  QUE FALTA AO BRASIL - FORA LULA! FORA DILMA! FORA PT!
A DUPLA VAI TOCAR A MÚSICA DOS MENSALEIROS CORRUPTOS
EU TENHO A FORÇA

Os ataques do PT a Aécio Neves

NOSSO FUTURO PRESIDENTE
Com a possibilidade de o senador Aécio Neves vir a ser candidato à Presidência da República, adversários começaram uma campanha caluniosa contra ele.
Uma das mentiras que está sendo espalhada é de que teria havido um desvio de 4 bilhões de reais nos investimentos em saúde realizados pelo governo de Minas, como se esse recurso tivesse sido extraviado.
É mentira!
Não existe nenhuma acusação de desvio financeiro como membros do PT estão insinuando na rede.
O questionamento, na verdade, é sobre a velha questão se saneamento pode ou não pode ser considerado investimento em saúde.
Emenda 29
Antes da regulamentação da Emenda 29, o Tribunal de Contas de cada estado definia essas questões. Os tribunais de vários  estados brasileiros, inclusive o de Minas, e os de estados governados pelo PT, consideravam que podiam. A própria Organização Mundial de Saúde considera que deve. 
Em Minas, os  investimentos em saneamento são feitos de duas formas: transferência direta de recursos do Tesouro  para a  Copanor (empresa que faz saneamento nos vales do Jequitinhonha e do Mucuri) ou por investimentos feitos pela Copasa com recursos próprios.
A ação citada questiona apenas o fato do estado ter considerado como investimento em saúde, cerca de R$ 4 bilhões em investimentos comprovados que foram realizados pela Copasa em saneamento.
A Copasa é uma empresa pública, pertence ao governo e é através dela que o Estado realiza suas ações em saneamento.
É o mesmo caso, por exemplo, do Governo Federal, que realiza seu investimento no “Luz para Todos” atravésde uma empresa pública (Eletrobrás), ou executa o programa Minha Casa Minha Vida, através de outra empresa, a  Caixa Econômica Federal.
Se for assim, o Governo Federal não poderia dizer que faz os programas Minha Casa, Minha Vida e nem o Luz para Todos. Se for assim, é a mesma coisa que dizer que o Governo Federal desviou todos os bilhões de reais investidos pela Caixa e pela Eletrobras.
Oportunismo
O absurdo e a má fé da acusação ficam claros com a informação de que estados governados pelo PT fizeram rigorosamente o mesmo procedimento.
Mais: o PT tenta esconder que o Governo Federal chegou a computar recursos da fome zero (mais tarde Bolsa Família) como investimento em saúde!
Rio Grande do Sul
Ao mesmo tempo em que atacam o governo mineiro, por ter creditado, como investimento em saúde, antes da regulamentação da emenda 29, investimentos em saneamento realizados através da COPASA, no Rio Grande do Sul, governado pelo petista Tarso Genro, do total de R$ 2,6 bilhões referentes aos gastos em Saúde em 2011, R$ 1,1 bilhão foram feitos através da CORSAN – Companhia Riograndense de Saneamento, a Copasa de lá.
Outros R$ 160 milhões, destinados ao IPERGS – Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul, como contrapartida às contribuições à Assistência Médica aos servidores públicos gaúchos, também foram relacionados como investimentos em saúde pública.
Mato Grosso do Sul
Os questionamentos sobre a aplicação de recursos em saúde em administrações petistas não são recentes. Na verdade estão disseminados por todo o país e tiveram início em 2000.
No Mato Grosso do Sul, o governador Zeca do PT inovou ao propor e promulgar a “Lei do Rateio” (Lei Estadual 2.261, de 01/07/2001) que possibilitava a aplicação de recursos destinados exclusivamente à saúde pública em outras atividades da administração do Estado.
Por intermédio da “Lei do Rateio”, Zeca do PT retirou dinheiro do orçamento público da Saúde e da Educação e aplicou na manutenção da máquina estatal, muitas das vezes em ações administrativas, como gastos em viagens e combustível, gastos com despesas de locomoção do governador e sua equipe, material de consumo da Procuradoria do Estado, consultoria fazendária, entre outros itens.
Piauí
O governador do Piauí, Wellington Dias, do PT, também não cumpriu o percentual mínimo de recursos destinados à saúde, contrariando o que determina a Emenda 29.
Para atingir o percentual mínimo de gastos, em 2006, o petista, passou a computar como investimentos no setor despesas referentes ao Instituto de Assistência e Previdência do Piauí (Iapep), órgão responsável pela previdência dos servidores do Estado e gastos com o plano de saúde dos servidores públicos estaduais (Plamta).
Além disso, despesas com saneamento, alimentação e nutrição, atendimento à saúde em penitenciárias, gastos com o Instituto de Assistência e Previdência do Piauí, dentre outros, passaram a ser incluídas nas contas da saúde.
Veja aqui a comprovação de que governo do PT declarara como investimento em saúde os investimentos de empresa de saneamento. Ou seja, faz exatamente o que acusam o governo Aécio de ter feito. Haja oportunismo!

Marina Silva declara apoio ao PT no segundo turno.

 O MAIOR PILANTRA  DO BRASIL - PROVEM O CONTRÁRIO
Alguém esperava alguma outra decisão de Marina Silva, cobra criada por Lula, sua ministra e admiradora, do que apoiar o PT que não sai do seu corpo e da sua alma ruins? Ontem, em entrevista à Folha de São Paulo, preocupada em viabilizar a sua rede que furou, a ex-ministra de Lula deu uma séria de declarações para minar uma possível aliança entre Aécio e Campos no segundo turno. Marina Silva saiu do PT, mas o PT não saiu dela. Leia abaixo:

"O PSDB sabe que já tem o cheiro da derrota no segundo turno. E o PT já aprendeu que a melhor forma de ganhar é contra o PSDB."

"Campos protagoniza uma agenda progressista de respeito aos direitos sociais, de não ir pelo caminho mais fácil de reduzir a maioridade penal e as conquistas dos trabalhadores."

"Não vamos vetar nenhuma candidatura do PSB. Mas a Rede não é o PSB".

"Não fizemos nenhum tipo de acordo eleitoral. Não tenho como objetivo de vida ser presidente do Brasil."

Durante o debate do Código Florestal, o Brasil ficou conhecendo a verdadeira Marina Silva. Ela criou uma "rede" de mentiras dentro e fora do Brasil, causando inúmeros prejuízos à imagem e à economia do país. Usou pesquisas mentirosas. Divulgou dados falsos. Não aceitou decisões democráticas. Marina Silva não cresce dentro de um debate de alto nível como o proposto entre Aécio Neves e Eduardo Campos. Ao contrário: moldada no conflito, é no litígio que ela mostra a sua cara antidemocrática. É a mais petista das petistas. Por isso todo a sua mágoa com Lula. Ela queria ser a Dilma dele e não conseguiu.Mas mesmo assim continua querendo o PT no poder. 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Aécio avisa Dilma que vai acabar com "boquinhas" do PT.

Aécio Neves

Em resposta a Dilma, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse nesta quarta-feira (8) que a presidente está "permanentemente preocupada" por ter permitido a volta da inflação no país. Pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio também afirmou que vai tomar duas medidas "impopulares" ao PT se assumir o governo, de olho no controle dos gastos públicos. A primeira delas é reduzir o número de ministérios. "Vou acabar com a boquinha de muita gente", disse.

Em conversa com jornalistas na noite de ontem, Dilma alfinetou Aécio sem citá-lo nominalmente ao afirmar que "tem gente dizendo que tem medidas impopulares, mas tem que ter cuidado para que medida impopular não se transforme em medida antipopular".

O tucano também prometeu acabar com "falcatruas e irresponsabilidades" em empresas brasileiras, especialmente a Petrobras. O que nós vamos fazer é corrigir os equívocos do atual governo. O que nós vamos fazer é acabar com a medida mais impopular tomada por esse governo que foi permitir que a inflação voltasse no Brasil", afirmou.(Folha Poder)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

5 de maio: Dia da Arma de Comunicações

Comemora-se, no dia 5 de maio, o Dia das Comunicações em reverência ao grande Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, que, nessa data, no longínquo ano de 1865, nascia na cidade de Mimoso, no Estado do Mato Grosso.

No Exército Brasileiro, a criação da Arma de Comunicações é relativamente recente, datando do período da Segunda Grande Guerra, quando foi criada a 1ª Companhia de Transmissões, para atuar durante esse conflito, e assumindo as atividades de comunicações, até então desempenhadas pela Arma de Engenharia.
A partir de então, a Arma do Comando, orientada por seu lema “sempre servir”, tornou-se a responsável pela nobre missão de instalar, explorar e manter os sistemas de comunicações nos diversos escalões da Força Terrestre.
Nesse mister, os discípulos de Rondon devem perseguir o estabelecimento de ligações seguras e confiáveis, tornando possível a coordenação e o controle de todas as etapas das operações militares.
Rondon, o paradigma dos Comunicantes, é raro exemplo na História Militar mundial, pois poucas nações possuem militares com tradição de desbravamento e humanitarismo como a personificada pelo Marechal.
O Patrono das Comunicações brasileiras é considerado um dos cinco maiores desbravadores do mundo, responsável pela pacificação de inúmeras tribos indígenas e participante ativo na integração de extensas áreas do território brasileiro.
Em defesa dos índios brasileiros, disseminou seu lema “Morrer se preciso for; matar nunca”, que se projetou enormemente, levando Rondon a um reconhecimento internacional por sua vida inteiramente dedicada à exploração pacífica, humanitária e civilizadora nos trópicos.
Considerado o “Bandeirante do século XX” e o maior sertanista de todos os tempos, chefiou diversas missões demarcatórias de fronteiras e percorreu mais de 100 mil quilômetros de sertões por rios, picadas na floresta, caminhos toscos ou estradas primitivas. Descobriu serras, planaltos, montanhas e rios.
Elaborou as primeiras cartas topográficas de território até então totalmente desconhecido dos registros nacionais.
No período de 1907 a 1909, Rondon percorreu 5.666 quilômetros, no trabalho de construção de linhas telegráficas e de levantamento carto-geográfico da região que forma o atual Estado de Rondônia, nome dado em sua homenagem.
De 1890 a 1916, participou das Comissões de Construções de Linhas telegráficas no Estado de Mato Grosso, que interligaram as linhas existentes do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Triângulo Mineiro à Amazônia.
Rondon é, desse modo, o primeiro responsável pelo grande esforço de integração nacional pelas comunicações.
Motivados por esse espírito destemido, empreendedor e dinâmico de seu Patrono, os militares da Arma de Comunicações procuram, cada vez mais, aperfeiçoar-se tecnicamente. E o presente nos mostra que os conflitos modernos têm-se caracterizado por uma demanda cada vez maior de informações, com os comandantes, no campo de batalha, necessitando continuamente de dados confiáveis sobre as capacidades de suas próprias forças e das forças inimigas.
A conjuntura atual requer do Exército Brasileiro um acompanhamento minucioso das transformações impostas pela modernidade, como a aquisição de novos equipamentos, dotados de confiáveis sistemas de segurança das comunicações e o constante treinamento de seus quadros.
A crescente importância da Guerra Eletrônica vem impondo aos integrantes da Arma de Comunicações novos desafios, como controlar o espectro eletromagnético, facilitando as próprias comunicações e dificultando ou impedindo as do inimigo.
Aos Comunicantes de hoje, inspirados nas realizações de seu Patrono, o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, cabe enfrentar os desafios trazidos pelas constantes inovações tecnológicas e se preparar, com tenacidade, dedicação, abnegação e altruísmo, para a coordenação e o controle de operações militares num ambiente em que as comunicações se fazem cada dia mais presentes e imprescindíveis para a vitória.
“Quando soa a metralha ou o ronco dos canhões, nos céus da pátria ecoa teu nome: Comunicações”.
NOS MARES, NO AR E NA TERRA,
NOSSAS MENSAGENS JÁ CANTAM VITÓRIA,
FIM DOS COMBATES E TUDO SE ENCERRA.
COMUNICAÇÕES, ESTEIO DA GLÓRIA !
VIVI MOMENTOS DE MUITA   ALEGRIA,
SÓ RESTAM SAUDADES E MUITAS LEMBRANÇAS,
DE SOLENIDADES E FESTAS,  NESSE GRANDE DIA, 
O TEMPO PASSOU,  ADEUS ESPERANÇAS.

 APÓS O DESFILE,  ERA SÓ  EMOÇÕES,
TODOS VIBRANDO, COM GALHARDIA,
COMEMORANDO O DIA DAS COMUNICAÇÕES, 
NAQUELE  REGIMENTO DE CAVALARIA.

 PASSADOS, TANTOS E TANTOS ANOS,
GUARDAMOS   EM NOSSOS CORAÇÕES, 
A LEMBRANÇA DOS IRMÃOS CAVALARIANOS,
E  DOS GUERREIROS DE COMUNICAÇÕES.

SOU ORIUNDO DA INFANTARIA, 
DO BATALHÃO DO AGRESTE, 
LÁ EU FUI CABRA DA PESTE, 
MAS HOJE SOU ESTRELA GUIA.

AS ARMAS  SE HARMONIZAM, 
TODAS TEM SUA VALIA, 
MAS QUEM VAI MESMO NA FRENTE,
É A NOSSA CAVALARIA.

ESCREVO  ESSE VAI E VEM,
DE POETA EU TENHO O DOM,
MAS OS NOSSOS PARABÉNS, 
É PARA O MARECHAL RONDON.

 PARABÉNS NO  GRANDE DIA, 
A TODOS SEM DISTINÇÕES, 
DO SOLDADO AO GENERAL,
DA ARMA DE COMUNICAÇÕES.

ESSA DATA COMIGO EU GUARDO,
NUNCA  SERÁ ESQUECIDA, 
LEMBRANÇAS DE UM PASSADO, 
E DE BONS MOMENTOS NA VIDA.

DIVERSAS  COMEMORAÇÕES, 
NO EXÉRCITO BRASILEIRO, 
MAS FICARAM  RECORDAÇÕES, 
O MOTIVO É ALTANEIRO.

ENCERRO OS  VERSOS E AINDA MANDO, 
MAIS UMA VEZ OS PARABÉNS,
PARA OS COMBATENTES DO ALÉM, 
DESSA ARMA DO COMANDO.

(Autor: Josemir Moraes - brincando de poesia)





Dilma vaiada por pecuaristas em Minas.


Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência
A presidente Dilma Rousseff durante cerimônia de abertura da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados da Petrobras, em Uberaba.
Na manhã deste sábado, a presidente Dilma Rousseff foi vaiada por parte do público, composto principalmente por pecuaristas convidados pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), na abertura da 80ª edição da Exposição Internacional de Gado Zebu (Expozebu), também em Uberaba (MG).

Dilma teve de enfrentar a demonstração de desaprovação dos presentes por três vezes na cidade em que morou na infância e que é um dos “currais eleitorais” do seu potencial adversário na eleição presidencial, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB).
(Texto de Ezequiel Fagundes e Arthur Henrique Fernandes em O Globo)

NOVOS FILIADOS DO PT

Após prisões, procura por filiações ao PT aumenta mais de 2.000%. Papuda já tem diretório

ImagemA prisão de Genoino e Dirceu, duas lendárias personalidades do Partido dos Trabalhadores, fez com que o interesse por filiações ao partido aumentasse mais de 2.000%.
Em razão da enorme procura, novos filiados fundaram na manhã de hoje o Comitê da Papuda do PT, presidido pelo presidiário Marcleido da Chapa, que cumpre pena por tráfico de drogas.
“O Dirceu é nosso presidente de honra”, disse Marcleido, que também explicou que o enorme interesse dos presidiários em se filiarem à agremiação se deu “em razão dos privilégios que os companheiros mensaleiros estão tendo, como ter visitas todo dia, tomar banho quente e ter tratamento médico”.
Marcleido explica que “a rapaziada aí, no primeiro momento, reclamou dos privilégios, mas depois percebeu que bastava se filiar ao PT para ter tratamento isonômico”.
Na manhã de hoje, durante a solenidade de fundação do comitê local, presos fizeram fila para se filiar.
“Já pensamos em fundar sub-diretórios no pavilhões”, afirma Marcleido com empolgação, “caso o plano dê certo, vamos ter que distribuir os cargos de chefia às  facções que comandam cada unidade”.

domingo, 4 de maio de 2014

Superávit primário do Governo é o menor dos últimos quatro anos.


O governo central (composto por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) de R$ 3,2 bilhões em março de 2014. Em fevereiro, o resultado havia sido um déficit primário de R$ 3,1 bilhões.
No acumulado do ano, o esforço fiscal está em R$ 13 bilhões, o que representa uma queda de 35% em relação ao mesmo período no ano passado. O número trimestral é o pior dos últimos quatro anos.

O Tesouro Nacional informou que as receitas do primeiro trimestre somaram R$ 248,3 bilhões, o que representa um aumento de 10,6% em relação ao mesmo período no ano passado. Já as despesas atingiram R$ 235,3 bilhões e cresceram num ritmo mais forte, de 15%.

Entre janeiro e março, os desembolsos que mais crescam foram os com custeio, que somaram R$ 51,14 bilhões e registraram alta de 28,8%. Os gastos com pessoal e encargos foram de R$ 51,9 bilhões e subiram 12,3%. Já os investimentos ficaram em R$ 20,4 bilhões, o que representa um aumento de 21,5% sobre 2013. Os desembolsos com a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), por sua vez, foram de R$ 2,77 bilhões no trimestre.
Do lado das receitas, o governo teve ajuda não apenas da arrecadação tributária, mas também dos dividendos pagos por estatais. Essas receitas somaram R$ 5,89 bilhões até março, o que representa um crescimento de nada menos que 667,6% em relação ao ano passado, quando os dividendos foram de R$ 767,4 milhões.
Segundo o Tesouro, o resultado primário acumulado até março, de R$ 13 bilhões, ou 1,08% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), equivale a 46% da meta fiscal prevista para o primeiro quadrimestre do ano, de R$ 28 bilhões. Para o ano, o esforço fiscal fixado para o governo central é de R$ 80,8 bilhões,1,55% do PIB.

A confissão de Dilma.


Ouvi pelo rádio o pronunciamento da presidente. Sem dúvida, ela percebe a República como artigo de consumo e a nação como um bando de tolos. Valendo-se da oportunidade proporcionada pelo Dia do Trabalho, os marqueteiros que servem à candidata procuraram afastar as inquietações da sociedade com relação ao futuro próximo e dissipar, com esquivos circunlóquios, as pesadas acusações que pairam sobre a patroa e sobre seu governo. O tom do discurso se torna indesculpável porque foi inteiramente concebido, parágrafo por parágrafo, à luz da queda de prestígio da candidata do continuísmo. A pesquisa eleitoral divulgada na véspera apontava um tombo espetacular nos índices da presidente. Reduzira-se em 10 pontos a distância que a separa do segundo colocado. Subira para 43% seu índice de rejeição, que é a mais importante informação quando a campanha sequer iniciou, superando as intenções de voto, que desceram aos 37%. Para quem sonhava com vitória no primeiro turno, haver mais eleitores dizendo que não votariam nela em hipótese alguma do que votantes dispostos a fazê-lo cria uma situação alarmante. É exatamente esse o fundo de cena em que se deve apreciar a lamentável fala presidencial do dia 30 de abril.
            Tomemos, por exemplo, o caso dos bilionários escândalos envolvendo a Petrobras. Como se resume o que disse a  presidente em relação ao tema? Que tudo será rigorosamente investigado (embora ela tenha procurado impedir e, depois, tentado bagunçar a CPI proposta para essa investigação). Afirmou, também, que não admitia o uso político do assunto para depreciar e prejudicar a empresa. Pura retórica de militante petista. Quem vem fazendo, há 11 anos, uso político da Petrobras são os governos petistas, que dela se servem para arregimentar apoio parlamentar, fatiando-a entre as siglas da base e malbaratando os incertos recursos do pré-sal como se fossem um ativo político do PT e não uma futura riqueza do país. Como consequência, derrubaram a Petrobras do 12º lugar entre as grandes empresas mundiais para a 120ª posição. Prejudicar a empresa é o que o governo vem fazendo e não quem cumpre o incontornável dever de defendê-la de maus tratos e malfeitos.
            O discurso presidencial estaria perfeito num comício de campanha. Usou à exaustão expressões que apontam para um horizonte posterior: "continuar na luta", "continuar fazendo", "continuar as mudanças", "seguir adiante", "mudar mais rápido", "recomeçar mais fortes", "continuar a política de valorização", "meu governo será sempre", coroando com um happy end: "Quem está do lado do povo pode até perder algumas batalhas, mas sabe que no final colherá a vitória".
            Assistiu-se a um conjunto de piruetas retóricas, habilmente construídas por marqueteiros. Houve uso do horário nobre de televisão para falar sem contraditório a 80% dos brasileiros, posto que as oposições não dispõem de igual recurso. Alguém pode achar que foi simples deselegância, falta de fair play, ou algo assim. Mas não é. Tem todo o jeito de crime eleitoral. Alguns partidos, aliás, já anunciaram que vão recorrer à Justiça denunciando o fato como um formidável abuso de poder contra o princípio de isonomia que deve reger uma correta disputa política. Age contra a democracia e contra os mais comezinhos princípios quem se vale do poder em benefício próprio e usa recursos que são de todos para obter votos para si. A presidente, ao ensejo do dia 1º de Maio, valendo-se das comemorações do Dia do Trabalho, promoveu consistente e inequívoca demonstração daquilo que pretendeu negar: os negligentes padrões morais que caracterizam seu governo e seus associados. Com a palavra o TSE.
Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+ e membro da Academia Rio-Grandense de Letras

FURTECO: O MASCOTE DO PT


PT : UMA SEITA DE CUPINS""

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Vivemos em uma guerra interna, com muitos assassinatos, chegando até a ser um genocídio, sob a liderança de um governo sem ética, moral, inoperante, gastador e corruPTo. Os bandidos andam fortementes armados, com armas sofisticadas e os cidadãos ordeiros e pacíficos, desarmados e amedrontrados, em cumprimento às leis em vigor, de projeto do governo petralha. Quantias astronômicas são gastas com publicidades, com o fim de mostrar um quadro diferente do que é a realidade, mentindo e enganando o povo. Será que não seria mais útil empregar essa dinheirama gasta, oriunda dos nossos impostos, em outros setores carentes da população, tais como saúde, educação, segurança, etc.

Vivenciamos um caos político, econômico e social, sob a égide de um desgoverno mentiroso, traquino e cheio de tramóias. Os maus exemplos são dados pelos chefes canalhas e incompetentes, inquilinos do poder, desde o ano de 2002, quando assumiram as rédeas do nosso país, com promessas mirabolantes, milagrosas e mentirosas. Mas o povão acreditou neles, no PT e seu líder maior, Sr LULA, a maior farsa da história do nosso país, e deu o aval a tudo que está acontecendo de inverdades e mazelas, com o seu voto.

Quando o timoneiro não sabe a direção do vento e o seu norte, as suas embarcações perdem o rumo e naufragam. Estamos todos perdidos,  sem bons timoneiros e guias. Os poderes já não são independentes e harmônicos, como reza a nossa Carta Magna, mas em parte são obedientes as propostas indecentes do poder central, pela troca de favores. A família está tresloucada, dissociada, fraca e acabada; a sociedade encontra-se corrompida também, pela troca de favores e benefícios proporcionados pelos corruptos, tendo como moeda de troca, a permanência no poder. 

Em resumo, estamos no abismo, enlameados, sufocados e parcialmente mortos. Para sairmos dessa situação jamais vista, pense bem e utilize a sua arma poderosa, que é o seu voto consciente, extirpando do poder, os vermelhos aproveitadores dos incautos, fracos, desavisados e combalidos.

Somos sabedores que passaremos no mínimo duas gerações para consertar os estragos feitos por um partido composto de cupins e insetos danosos, que dizimam, deletam e destroem tudo por onde passam. A nossa embarcação, que é o Brasil, está afundando e estamos dentro dela. Quem nos salva? Não sei. O que sei é o que nada sei. Mas não desanime meu compatriota, acredite que virão melhores dias, acertaremos o nosso rumo e aportaremos em um local cheio de ordem, progresso e felicidades. Que não seja utopia. Fora PT! Fora Dilma! Fora LULA!

HC na jugular de Lula e Dilma: mesmo com enorme maioria não fizeram nenhuma reforma importante. Lotearam o governo, mergulhando o país na corrupção.


Artigo de FHC, intitulado "A que ponto chegamos!", publicado hoje nos principais jornais do país:

Eu, como boa parte dos leitores de jornal, nem aguento mais ler as notícias que entremeiam política com corrupção. É um sem-fim de escândalos. Algumas vezes, mesmo sem que haja indícios firmes, os nomes dos políticos aparecem enlameados. Pior, de tantos casos com provas veementes de envolvimento em "malfeitos", basta citar alguém para que o leitor se convença de imediato de sua culpabilidade. A sociedade já não tem mais dúvidas: se há fumaça, há fogo.

Não escrevo isso para negar responsabilidade de alguém especificamente, nem muito menos para amenizar eventuais culpas dos que se envolveram em escândalos, nem tampouco para desacreditar de antemão as denúncias. Os escândalos jorram em abundância, não dá para tapar o sol com peneira. O da Petrobrás é o mais simbólico, dado o apreço que todos temos pelo que a companhia fez para o Brasil. Escrevo porque os escândalos que vêm aparecendo numa onda crescente são sintomas de algo mais grave: é o próprio sistema político atual que está em causa, notadamente suas práticas eleitorais e partidárias. 

Nenhum governo pode funcionar na normalidade quando atado a um sistema político que permitiu a criação de mais de 30 partidos, dos quais 20 e poucos com assento no Congresso. A criação pelo governo atual de 39 ministérios para atender às demandas dos partidos é prova disso e, ao mesmo tempo, é garantia de insucesso administrativo e da conivência com práticas de corrupção, apesar da resistência a essas práticas por alguns membros do governo.

Não quero atirar a primeira pedra, mesmo porque muitas já foram lançadas. Não é de hoje que as coisas funcionam dessa maneira. Mas a contaminação da vida político-administrativa foi-se agravando até chegarmos ao ponto a que chegamos. Se, no passado, nosso sistema de governo foi chamado de "presidencialismo de coalizão", agora ele é apenas um "presidencialismo de cooptação". 

Eu nunca entendi a razão pela qual o governo Lula fez questão de formar uma maioria tão grande e pagou o preço do mensalão. Ou melhor, posso entendê-la: é porque o PT tem vocação de hegemonia. Não vê a política como um jogo de diversidade no qual as maiorias se compõem para fins específicos, mas sem a pretensão de absorver a vida política nacional sob um comando centralizado.

Meu próprio governo precisou formar maiorias. Mas havia um objetivo político claro: precisávamos de três quintos da Câmara e do Senado para aprovar reformas constitucionais necessárias à modernização do País. 

Ora, os governos que me sucederam não reformaram nada nem precisaram de tal maioria para aprovar emendas constitucionais. Deixaram-se levar pela dinâmica dos interesses partidários. Não só do partido hegemônico no governo, o PT, nem dos maiores, como o PMDB, mas de qualquer agregação de 20, 30 ou 40 parlamentares, às vezes menos, que, para participar da "base de apoio", se organizam numa sigla e pleiteiam participação no governo: um ministério, se possível; senão, uma diretoria de empresa estatal ou uma repartição pública importante. Daí serem precisos 39 ministérios para dar cabida a tantos aderentes. No México do PRI dizia-se que fora do orçamento não havia salvação...

A raiz desse sistema se encontra nas regras eleitorais que levam os partidos a apresentarem uma lista enorme de candidatos em cada Estado para, nelas, o eleitor escolher seu preferido, sem saber bem quem são ou que significado político-partidário têm. Logo depois nem se lembra em quem votou. A isso se acrescenta a liberalidade de nossa Constituição, que assegura ampla liberdade para a formação de partidos. 

Por isso, não se podem obter melhorias nessas regras por intermédio da legislação ordinária. Algumas dessas melhorias foram aprovadas pelos parlamentares. Por exemplo, a exigência de uma proporção mínima de votos em certo número de Estados para a autorização do funcionamento dos partidos no Congresso. Ou a proibição de coligações nas eleições proporcionais, por meio das quais se elegem deputados de um partido coligado aproveitando a sobra de votos de outro partido. Ambas foram recusadas por inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal.

Com o número absurdo de partidos (a maior parte deles meras siglas sem programa, organização ou militância), forma-se, a cada eleição, uma colcha de retalhos no Congresso, em que mesmo os maiores partidos não têm mais do que um pedaço pequeno da representação total. Até a segunda eleição de Lula, os presidentes se elegiam apoiados numa coalizão de partidos e logo tinham de ampliá-la para ter a maioria no Congresso. De lá para cá, a coalizão eleitoral passou a assegurar maioria parlamentar. Mas, por vocação do PT à hegemonia, o sistema degenerou no que chamo de "presidencialismo de cooptação". E deu no que deu: um festival de incoerências políticas e portas abertas à cumplicidade diante da corrupção.

Mudar o sistema atual é uma responsabilidade coletiva. Repito o que disse, em outra oportunidade, a todos os que exerceram ou exercem a Presidência: por que não assumimos nossas responsabilidades, por mais diversa que tenha sido nossa parcela individual no processo que nos levou a tal situação, e nos propomos a fazer conjuntamente o que nossos partidos, por suas impossibilidades e por seus interesses, não querem fazer - mudar o sistema? Sei que se trata de um grito um tanto ingênuo, pedir grandeza. A visão de curto prazo encolhe o horizonte para o hoje e deixa o amanhã distante. Ainda assim, sem um pouco de quixotismo, nada muda.

Se, de fato, queremos sair do lodaçal que afoga a política e conservar a democracia que tanto custou ao povo conquistar, vamos esperar que uma crise maior destrua a crença em tudo e a mudança seja feita não pelo consenso democrático, mas pela vontade férrea de algum salvador da Pátria

*Fernando Henrique Cardoso é sociólogo e foi presidente da República.

Vou Tirar Você Desse Lugar