segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Comparar salários é humilhante para militares

FORÇAS ARMADAS NA UTI

No Brasil, os vencimentos de militares não resistem a comparação aos demais salários no serviço público. Para dirigir carros oficiais, por exemplo, um motorista do Senado ganha até R$ 19 mil, enquanto o comandante de fragata da Marinha recebe R$ 8 mil. Na Câmara, há ascensorista recebendo R$ 10 mil para pilotar elevador; na FAB, um piloto de jato de combate Mirage percebe R$ 7.428 por mês. Brutos.
Sem ralar muito o diretor que chefiou a garagem do Senado ganha o dobro dos R$ 12,1 mil pagos a  um General de Brigada que comanda  uma Brigada de Carros de Combate Blindados.

A desmobilização das Forças Armadas vem acontecendo há muito tempo. Teve seu início  de destroçamento no governo FHC. Antigamente ainda sobrava um balde de cal para caiar os meios fios e tronco de árvores dos quartéis para os festejos de fim de ano. Hoje nem isso. A tropa cumpre jornada reduzida, pois não há dinheiro para alimentação. A forma mais avassaladora de desmanche é o arrocho salarial, fazendo dentre outros estragos, a saída de oficiais capacitados para a iniciativa privada.
 
As comparações com o legislativo e judiciário, em termos de salários, são hilariantes. No Poder Judiciário, um  servidor iniciante de nível superior, já percebe importâncias maiores do que oficiais egressos das academias militares.

Lamentável, pois nas tragédias brasileiras quem conclamamos para auxiliar de forma brilhante são sempre as Forças Armadas,  as quais mostram entusiasmo e responsabilidade no cumprimento das missões  diversas e adversas a que são destinadas, previstas na nossa constituição.  

Na construção de estradas  por esse imenso país,  o Exército Brasileiro, representado pelos Batalhões de Engenharia, dão um exemplo de capacidade de trabalho e honestidade, com um serviço feito com credibilidade, sem maracutaias, inerente aos militares, diferenciando de outros.  Ainda são o nosso porto seguro em matéria de retidão e competência, mas estão na UTI.

Os militares não podem fazer greve nem associar-se a sindicatos, só esperam  angustiadamente pela bondade dos representantes dos poderes competentes, para reporem as perdas salariais sofridas e  tentarem viver dignamente com as suas famílias.

É sabido que o salário dos Militares Federais começou a degringolar no governo do ex-presidente FHC, que alterou a Lei de Remuneração dos Militares por meio da Medida Provisória (MP) nº 2215-10 de 2001, a qual retirou sumariamente diversas vantagens financeiras dos militares.
Com esta famigerada MP, cujo Relator era o ex-Senador (falecido) Romeu Tuma (que nada fez para retificar os erros ou eliminar as aberrações da MP em tela, que injustiçou os militares), deu-se o início a humilhação e ao revanchismo contra os militares. Foi feita naturalmente com o intuito de nivelar por baixo à classe,  achatando os seus salários e, por conseguinte diminuir o  seu status social.

Pois bem,  como já foi dito, no momento tudo que acontece  em nosso país, convocam de imediato às Forças Armadas para sanar o problema, desviando a sua finalidade constitucional, como se  elas fossem remédio para todos os males. 

É hora dos militares, pelos seus chefes, começarem a externar ao novo governo, a necessidade de valorizar essa classe tão sofrida e pisoteada nos últimos tempos, concedendo-lhes melhores salários.

As Forças Armadas podem passar mil anos sem serem empregadas, mas não podem passar um minuto sem estarem preparadas. A valorização, o investimento e o preparo têm  que ser feito  prioritariamente no homem. O material e os equipamentos utilizados pelo homem são secundários.

Um militar mal remunerado, com certeza diminuirá o empenho no cumprimento das missões recebidas, quando ele pensa em si e no sofrimento da sua família. O orgulho, o garbo e o amor pela  nossa pátria aumenta quando estamos de barrigas cheias. Exércitos não marcham com os pés nem lutam com as mãos: marcham com a barriga e lutam com armas. ...

Esperamos que os nossos representantes, na Câmara de Deputados e no Senado Federal,  façam alguma coisa o mais rápido possível, em termos de reposição de perdas salariais sofridas, para sanar a aflição  e o desespero que estão passando os militares das Forças Armadas e seus familiares.



Gastos irregulares por órgãos do governo

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), sob o comando do PT há oito anos, teve gastos de R$ 31,4 milhões qualificados de irregulares pela CGU de 2007 para cá. 

Já a Embratur, mais um motivo de briga entre PT e PMDB, teve repasses R$ 14,4 milhões suspeitos de irregularidades, de acordo com as auditorias da CGU. Ela sempre foi administrada pelo PT e continua sob o comando do partido, por imposição do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.

Em relação à Conab - que, segundo o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, tem de parar de desviar recursos -, a CGU concluiu que R$ 13,6 milhões de seus gastos tiveram suspeição de irregularidades nos últimos quatro anos.
Fonte: Estado de Minas

Já virou uma prática comum o desvio de verbas de órgãos do governo. Por isto toda a briga para ver quem controla o que.

Por este motivo também a necessidade de um governo inchado, com mais empresas estatais das quais nossos políticos possam se servir.
Estas denuncias e auditorias da CGU, demonstrando tantas irregularidades e desvios de verbas, é que levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a diversas vezes condenar a ação da CGU.

Como a imprensa tem levado ao povo as informações sobre estas irregularidades, o governo se interessa em fazer o "controle" da imprensa para que estas notícias não sejam mais divulgadas.
A corrupção está institucionalizada no país e sua prática banalizada.

Todos nós que denunciamos esta falta de honestidade de nossos governantes já estamos sendo considerados uns chatos que sempre batem na mesma tecla.
O que é preciso fazer para que o povo se conscientize de que paga impostos exorbitantes e que não recebe nada em troca?

O que é preciso fazer para que o povo compreenda que estes governantes só se servem do poder em benefício próprio e quase nada fazem em benefício do povo?

Família Lula esquece os passaportes diplomáticos

Arte: Ivan Cabral
Tudo indica que a “família real” continuará com seus passaportes diplomáticos. Os dois filhos e um neto de 14 anos do ex-presidente Lula ainda não devolveram os mimos concedidos pelo ex-chanceler adulador Celso Amorim. O enteado Marcos Cláudio, 39, bravateador como o pai, anunciou, furioso, que devolveria até o comum, porque “nunca usou”.
E Lula prometeu explicar a encrenca “após as férias”. (Coluna do Claudio Humberto)

Carimbando a Dilma.

 
As três primeiras semanas marcaram a busca desesperada de uma imagem para a governanta. Na falta de qualidades políticas, de uma biografia consistente e tendo em vista o seu fracasso como gestora, já que o PAC começa a mostrar que não passou de uma decupagem eleitoreira, a tentativa está indo pelo viés autoritário da presidente. Ela já enquadrou o General, o Haddad, o Cabral, Jobim e até a China. Bem, ninguém viu, mas conta-se ao pé do ouvido e a imprensa vagabunda publica e repercute. A Helena Chagas sai da sala e conta para os jornalistas:" não espalha, mas a Dilma cortou os jatinhos de todos os ministros. Precisava ver a cara da Ideli, que ia começar a curtir a mordomia". Hoje, no entanto, o Marco Aurélio Garcia se traiu e disse que a Dilma sofre de curiosidade intelectual. Ou seja: é burrinha, mas esforçada. Ele não poderia ter acertado tão na mosca. Amanhã, com certeza, vai sair na imprensa que a Dilma deu uma enquadrada no dinossauro dos dentes podres. Está uma trabalheira carimbar a Dilma.

domingo, 23 de janeiro de 2011

O que podemos aprender da história

 
Recentemente terminei de ler um livro sobre dez decisões que mudaram o mundo. Refere-se as decisões tomadas pelos governos da Alemanha, Itália, Inglaterra, Estados Unidos, Japão e União Soviética que levaram a Segunda Guerra Mundial.

Me chamou a atenção muita coisa que ainda vemos no mundo em que vivemos hoje em dia.

A primeira coisa que me chamou a atenção foi o fanatismo e o culto ao governante. Adolf Hitler soube explorar o sentimento do povo alemão que se sentia subjugado pelos países que venceram a Primeira Guerra Mundial. 
Conseguiu, com o apoio popular, se tornar chanceler da Alemanha e graças ao seu discurso demagógico, instalar uma ditadura cruel na Alemanha. A imprensa foi controlada pelo governo. Hitler era adorado pelo povo alemão assim como Hiroito era considerado uma divindade pelo povo japonês.

Tanto a Alemanha como o Japão e a Itália se armaram até os dentes para se defender contra o "imperialismo" dos países ricos, Inglaterra e Estados Unidos principalmente.

Vejo hoje em dia muita semelhança entre o discurso da esquerda e o discurso nazi-fascista. Felizmente não temos o discurso de que os judeus eram os responsáveis por todas as desgraças do mundo. Hoje os países ricos e os louros de olhos azuis é que são responsáveis por tudo que há de ruim no mundo.

Caudilhos como Hugo Chávez se armam até os dentes e o mundo assiste como se fosse a coisa mais natural. Tal como Hitler, Chávez tem pretensões territoriais sobre a Guiana, a Colômbia e apoia a reivindicação da Bolívia sobre uma parte do Chile para que a Bolívia possa ter acesso ao mar.

Na época do nazismo Stalin fez um tratado de paz com Hitler, e foi traído, só parou o avanço das forças alemãs nas portas de Moscou.

O governo petista tem apoiado Hugo Chávez em sua política de restringir a liberdade de expressão na Venezuela bem como sua política armamentista.

Será que não aprendemos nada com a história?
 
Post Brasil, Liberdade e Democracia.

sábado, 22 de janeiro de 2011

UM PAÍS SEM DEFESA

                                           

Com um sistema ineficiente de prevenção e alerta e Defesas Civis lentas ou inexistentes nos municípios, o Brasil fica à mercê dos eventos climáticos.


Debaixo de chuva, trabalhadores da prefeitura usam máscara para evitar infecções ao trabalhar no enterro das vítimas do deslizamento em Nova Friburgo, Rio de Janeiro.

Salvos raras exceções, os alertas emitidos, em geral, se perdem nos caminhos burocráticos, na falta de treinamento para intervenções pré-estabelecidas, e não chegam a tempo às áreas de risco.
A Europa havia acabado de entrar no verão de 1940 quando a Força Aérea Alemã iniciou uma gigantesca campanha de bombardeios a alvos civis britânicos, durante a II Guerra Mundial. As autoridades inglesas padronizaram então um conjunto de procedimentos para diminuir o número de mortes. O plano, que ficou conhecido como Defesa Passiva, atuava basicamente em três frentes: prevenção, alarme e socorro. Nascia assim o conceito moderno de Defesa Civil, até hoje usado como modelo para prevenção de catástrofes por vários governos em todo o mundo.

Infelizmente, setenta anos depois, o Sistema Nacional de Defesa Civil (Sindec) brasileiro ainda não consegue cumprir com eficiência a primeira e a segunda etapas, ou seja, prevenção e alarme. Sem mapas detalhados das áreas de risco, sem esclarecimento e treinamento da população e sem sistema eficiente de alertas preventivos, a Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec) se limita a entrar em campo depois da tragédia. Chega apenas para socorrer as milhares de vítimas que escaparam com vida e enterrar as centenas de corpos dos que não tiveram a mesma sorte.

“É preciso uma vontade política muito forte para resolver o problema, uma visão de estadista”, afirma o cientista político Rubens Figueiredo, dando a pista de que falta vontade política para remover eleitores de suas casas precariamente instaladas em áreas de risco. “Quando a lógica da razão briga com a lógica da política, dificilmente a razão vence.”


Destruição pelas chuvas em União dos Palmares, Alagoas

Velhos vícios – As razões para a ineficiência do modelo são muitas, mas estão principalmente ligadas a dois dos piores vícios da máquina pública no Brasil: o apadrinhamento partidário no preenchimento de cargos e a destinação política de verbas. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União nas despesas do Ministério da Integração Nacional mostra que, entre 2004 e 2009, os recursos destinados à prevenção de desastres naturais somavam 934 milhões de reais. Apenas 356 milhões de reais foram efetivamente utilizados, e desse total, 37% foram para a Bahia.
Coincidentemente, entre 2007 e início de 2010, o inquilino da pasta era o baiano Geddel Vieira Lima (PMDB). Apesar do aporte de recursos, os conterrâneos do ministro sofreram com as chuvas em 2010. No mês de abril, 45 cidades foram fortemente castigadas, duas crianças morreram e centenas deixaram suas casas em áreas de risco. Sorte pior, porém, tiveram os pernambucanos e alagoanos que não estavam entre as prioridades na distribuição de verbas de Geddel. A tromba d’água do final de junho daquele ano matou 57 pessoas nos dois estados.

Os sinais da inoperância estão por toda a parte. No mapeamento de áreas de risco, por exemplo, a Sedec levou quatro anos, entre 2004 e 2008, para mapear as áreas de risco em apenas 44 cidades – menos de 1% dos 5.560 municípios brasileiros. Destes, somente sete receberam efetivamente algum tipo de recurso para obras de prevenção a desastres. O Conselho Nacional de Defesa Civil (Condec), outra entidade do Sistema Nacional de Defesa Civil criado em 1988 para elaborar diretrizes, está há seis anos sem aprovar nenhuma resolução.

Estrutura e orçamento - Para não fazer o seu trabalho, a Sedec conta com 110 funcionários que ocupam um terço de um andar no prédio do Ministério da Integração Nacional. Tem um orçamento previsto de 133 milhões de reais para sua operação em 2011 e está estruturada em três departamentos:
  • Minimização de Desastres – seria o responsável pelos mapeamentos de áreas de risco, obras de prevenção e treinamento e esclarecimento da população para evacuação das áreas antes dos acidentes.
  • Articulação e Gestão – o grupo do alarme, responsável por articular a atuação conjunta das defesas civis estaduais e municipais nos planos de retirada da população antes das tragédias.
  • Reabilitação e Reconstrução – o único cujo trabalho aparece, todos os anos, para limpar a bagunça depois que os morros desabam e os rios transbordam.
Além dos departamentos, a Sedec ainda conta com o Serviço de Protocolo e Apoio Administrativo e com os dados do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). Este último, equipado com um sistema informatizado de geoprocessamento de dados obtidos por satélites, é o responsável por monitorar e alertar sobre a ocorrência de eventos climáticos excepcionais como as chuvas que castigaram o Rio há 10 dias. O alerta até sai. O problema, é servir para alguma coisa.
“Os institutos de meteorologia, juntamente com todos os que conseguem calcular o nível de rios, oceanos e outras medidas que possam resultar em catástrofes, precisam estar aptos a passar o alerta de emergência”, explica João Willy Rosa, professor de Geociências da Universidade de Brasília (UnB). “Na outra ponta, os responsáveis pela Defesa Civil precisam estar aptos a receber esse alerta para agir corretamente em cada caso, em todos os estados e municípios.”
Salvos raras exceções , os alertas emitidos, em geral, se perdem nos caminhos burocráticos, na falta de treinamento para intervenções pré-estabelecidas, e não chegam a tempo às áreas de risco. Estão aí para provar os 765 mortos e mais de 13.000 desabrigados nas cidades serranas do Rio. Para entender melhor os passos dessa tragédia anunciada, é bom voltar ao dia 9 de janeiro.

Nessa data, três dias antes da catástrofe, as chuvas anormais na região Sudeste do Brasil começaram a ser detectadas pelos satélites da Nasa (Agência Espacial Americana) e do Instituto Nacional de Metereologia (Inmet). Em 11 de janeiro, por volta das 16h30, o Inmet disparou o aviso metereológico especial que apontava "acúmulo significativo de chuva em TODO o estado do Rio de Janeiro". As prefeituras da Região Serrana do Rio confirmam o recebimento do alerta. Que destino deram à informação? Nenhum.

A prefeitura de Teresópolis admite que já sabia das chuvas dois dias antes da tragédia, mas alega que, mesmo assim, não teve tempo para avisar os moradores das 93 áreas de risco do município. As autoridades de Nova Friburgo, por sua vez, dizem que repassaram o alerta à população via rádio e internet, deixando às potenciais vítimas a decisão de abandonar o lar. Nenhuma remoção foi planejada para as áreas de risco (leia aqui histórias de três vítimas que retratam a completa ineficiência do sistema no município).

“A Defesa Civil ainda carece da criação de uma linha de comando integrada para que esses alertas seja transmitidos com eficiência”, diz João Willy Rosa. Para a professora Ana Ávila, do Centro de Pesquisas Metereológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Unicamp (Cepagre), falta estrutura “em todos os aspectos para a emissão de alerta no Brasil”.

Pedido de socorro – Depois do desastre na Serra Fluminense, o Cenad vai ganhar mais um supercomputador, avaliado em 50 milhões de reais, e uma rede de radares meteorológicos mais avançada. Sozinhos, porém, esses investimentos não garantem uma prevenção melhor, pois não resolvem o problema da cadeia de emissão do alarme.


Estragos causados pelas chuvas no Nordeste.

Em alguns estados, como São Paulo e Santa Catarina, por exemplo, um sistema próprio de alarme costuma alcançar alguma eficiência. Nessas estruturas, informações coletadas por diferentes equipamentos são recebidas por um centro de emergência estadual e analisadas por técnicos. Quando eles concluem que há risco, começam a disparar telefonemas e SMS para colegas em órgãos operacionais previamente estabelecidos nos municípios, entre eles a Defesa Civil.
Essas equipes, treinadas para receber o alerta e saber como agir, deslocam-se para as áreas de risco e implementam medidas de segurança previamente estabelecidas. Assim, na maioria dos casos, conseguem se antecipar a inundações e deslizamentos de encostas. Nem sempre com total eficiência, mas com mais agilidade do que as autoridades fluminenses.

No Sistema Nacional de Defesa Civil, infelizmente, o único alerta que circula atualmente ainda é aquele que parte de baixo para cima, ou seja, da Defesa Civil do município para a Sedec, para avisar sobre um desastre. Em lugar do alarme preventivo que deveria fazer o percurso inverso, existe apenas o pedido de socorro depois que a desgraça já se instalou. A partir dele, a Sedec organiza e mobiliza os órgãos ligados à Defesa Civil na região para socorrer as vítimas. Isso quando existe Defesa Civil na região.

Um dos maiores entraves de todo o sistema, como admite o próprio governo, é a falta de estrutura nas cidades. O secretário nacional de Defesa Civil, Humberto Viana, afirmou nesta semana que apenas 426 dos 5.565 municípios brasileiros têm Defesa Civil.

A gestão de recursos repassados pelo governo federal a estados e municípios é outro problema. Dados da Confederação Nacional de Municípios (CNM) dão conta de que, em média, somente 10% das cidades brasileiras tiveram gastos com ações de Defesa Civil nos últimos cinco anos. Isso num país que tem, segundo os mapeamentos deficientes do governo, pelo menos 5 milhões de pessoas morando em 800 áreas de risco – 500 para deslizamento e outras 300 para inundações.

Mudança de paradigma – Para que não se repitam todos os anos, após as chuvas de verão, as imagens de cidades destruídas com centenas de caixões enfileirados, o Sistema de Defesa Civil do Brasil precisa se libertar do vício das medidas paliativas e emergenciais. Como bem observou Debarati Guha-Sapir, consultora da Organização das Nações Unidas (ONU) no Centro de Pesquisas sobre a Epidemiologia de Desastres (Cred), sediado em Bruxelas, na Bélgica, é um absurdo que o Brasil, com "apenas um perigo natural para administrar", não consiga fazê-lo. "Este foi o 37º deslizamento de terra no Brasil em menos de dez anos", disse Debarati ao jornal francês Le Monde. "Imagine se o país também enfrentasse terremotos, vulcões ou furacões. O Brasil não é Bangladesh, não tem desculpas.”
Se não bastasse o modelo de sucesso britânico durante a Segunda Guerra Mundial, estão aí para ensinar o caminho os exemplos de eficiência de países como Austrália, Tailândia e Indonésia, que lidam com enchentes e tsunamis muito mais devastadores que as enchentes brasileiras.

Voltando à época da concepção da Defesa Passiva, se a Inglaterra tivesse estruturado o seu programa nos moldes da Defesa Civil Brasileira, suas principais cidades jamais teriam sido equipadas com um milhão de abrigos antiáreos logo nos primeiros meses da Segunda Guerra Mundial. A população não teria aprendido a se refugiar ao toque dos alarmes, porque não existiria a rede de radares e de observadores voluntários ao longo da costa para disparar as sirenes assim que os bombardeiros alemães cruzassem os céus sobre o Canal da Mancha. Consequentemente, as bombas alemãs teriam matado um número infinitamente maior que os 23.002 civis mortos durante os cinco meses de bombardeios.

Repercussão do Oscar





Dizem que ontem foi visto um sujeito barbudo e com jeito de bebum, discursando em São Bernardo, sobre um caixote, para as pombas de uma praça, a respeito da não indicação de um certo filme para o Oscar. O discurso era ininteligível devido ao estado etílico do orador, que falava cuspindo para todos os lados, mas alguns termos foram 'captados': "isso é coiza da zelite que não adimite que um trabaiadô ganhe o òsca"; ... então eles não sabe que eu sô 'o cara'? ... só pode sê praga do FHC porque não firmaru ele... nunca antisnaistóriadessepaíz o preconceito contra us trabaiadô foi tão grande..."

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A culpa, ainda que tardia: Lula vetou plano anti-desastres

Ainda sob a presidência de Lula, o governo elaborou um plano de prevenção contra desastres naturais. Pronto há dois anos, ficou no papel.
Previa a instalação de radares capazes de antever fenômenos climáticos como o excesso de chuvas que produziu mais de 740 mortos na região serrana do Rio.
Orçado em R$ 115 milhões o projeto seria incluído no PAC. Não foi. Tentou-se injetá-lo no PAC2. Mas o ministro Paulo Bernardo, então no Planejamento, vetou.
As informações foram repassadas, nesta quinta (20), a uma comissão do Congresso. Revelou-as Luiz Antonio Barreto (na foto lá do alto).
Ele comanda a Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Demissionário, Luiz Barreto será substituído por Carlos Nobre, pesquisador do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
A saída iminente como que destravou a língua do expositor. Ele contou que, depois de refugado pelos gestores do PAC, o plano anti-desastres foi lipoaspirado.
Sérgio Rezende, então ministro da Ciência e Tecnologia, pediu que Luiz Barreto incluísse o novo sistema num programa do próprio ministério.
Chama-se PCTI (Plano de Ação da Ciência, Tecnologia e Inovação). Em agosto do ano passado, criou-se um grupo de trabalho.
Mexe daqui, revisa dali os técnicos reduziram o investimento de R$ 115 milhões para R$ 36 milhões. Ainda assim, o governo não liberou a verba.
Falando a congressistas que interromperam o recesso para tratar das cheias do Rio, Luiz Barreto declarou-se “indignado” com o ocorrido.
Em tom assertivo, disse que, mesmo com o gasto mais modesto, o sistema de radares terá potencial para evitar a repetição da usina de cadáveres do Rio.
“Se nós gastarmos adequadamente R$ 36 milhões ao longo deste ano, não morre ninguém no ano que vem”, disse.
Luiz Barreto elogiou o substituto Carlos Nobre, escolhido por Aloizio Mercadante, novo ministro da Ciência e Tecnologia.
De resto, disse acreditar que o plano será desengavetado: “A solução existe, não custa um rio de dinheiro e está em boas mãos”. Entao tá, só agora eles perceberam isso!
O mais curioso é que, acossado pelos desastres que pipocaram em vários Estados, o governo viu-se compelido a liberar R$ 780 milhões para socorrer as vítimas. Esta provado somos um povinho safado e burro!
Mais do que os R$ 115 milhões que seriam sorvidos pelo plano de prevenção de desastres. Muito mais do que os R$ 36 milhões da versão lipoaspirada.
COMENTÁRIO: Será que depois do aparecimento desta podridão, deste rastro de incompetencia, mediocridade e safadeza, misturada com demagogia e canalhice (da pior espécie), vai surgir alguem com coragem para enquadrar estes canalhas ou pelo menos, desmascarar estes "porcos imundos" (cafajestes sanguinarios), começando pelo salafrario, vagabundo e vigarista-presidente? Ou vamos assistir a mesma ladainha e vigarice de sempre?
Cadê a imprensa livre, combativa e independente!!!

E a Podofrieira Sebento Batraquiana phodeu mais um!

Eu sei que a notícia já é velha, mas após dois dias "internetcomunicável" por conta do feladapota de um raio que derreteu o para raios do prédio vizinho, estou de volta, e não poderia deixar de registrar a notícia e nem o pé frio relacionado à ela.

O "humorista" paraibano Francisco Josenilton Veloso o Shaolin, está em coma no Hospital das Clínicas de SP após sofrer um acidente de carro em uma das "autobans" que cortam o desenvolvido estado da Paraíba.
O "humorista" sofreu traumatismo craniano e uma quase amputação do braço esquerdo.
Após os momentos mais críticos e o atendimento de urgência feito no Memorial Campina Grande Hospital, o "humorista" foi transferido pra SUMPAULO e está em coma induzido no bom e superlotado Hospital das  Clínicas.
Até aí novidade nenhuma. 
Todo mundo quer morrer em um hospital de SUMPAULO. Se for no Sírio Libanês então...nem se fala. É o máximo da chiqueza e do pudê econômio..Só gente fina morre lá. 
Pobre se phode mesmo é na fila do SUSto.
O que pega na verdade é que o humorista estava percorrendo alguns estados do nordeste com o "show"...LULA EM FÉRIAS.
Pelo nome já dá para se ter uma noção do conteúdo do espetáculo.
Agora, como sempre acontece para todo aquele que de uma forma ou de outra tenta se aproximar do Sebento, a PODOFRIEIRA SEBENTO BATRÁQUIANA strikes again.
Se um dia por azar do destino eu cruzar com o Sebento em uma rua, juro que atravesso correndo só para não chegar perto da área de propagação do pé frio de garanhuns. Esse pé frio pega mesmo e pode até matar, que o digam o "cineasta" o "VP Zé Alencar" a "Presidanta" e seu câncer, e agora o "humorista", sem contar toda fauna de cantores, atores, esportistas, até a celeçção canarinho, que se aproximaram do Sebento e acabaram se phodendo de alguma maneira. 
Agora vamos esperar para ver quem será a próxima vítima do pé gelado de Pernambuco!


PÉ DE PATO MANGALÔ TRÊS VEZES!!!!
SAI ZIQUIZIRA!!!
XÔ OIO GORDO!!!

Calote e vendas no 1º conjunto Minha Casa, Minha Vida

Calote e vendas no 1º conjunto Minha Casa, Minha Vida


No Residencial Nova Conceição, em Feira de Santana, comércio ilegal de apartamentos e abandono das unidades por falta de pagamento das prestações de R$ 50 põem em xeque o programa xodó da presidente Dilma Rousseff
Edna Simão e Tiago Décimo, O Estado de S.Paulo
Apenas seis meses depois de entregues as chaves, o primeiro empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida para famílias de baixa renda tornou-se uma espécie de assentamento urbano com comércio ilegal de apartamentos e abandono dos imóveis por falta de pagamento das prestações de R$ 50, colocando em xeque o programa xodó da presidente Dilma Rousseff.
O Residencial Nova Conceição, em Feira de Santana (BA), foi o primeiro empreendimento para famílias com renda de até R$ 1.395 entregue no País e recebeu duas visitas do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na campanha presidencial, Dilma levou ao ar no horário eleitoral gratuito o condomínio como exemplo bem-sucedido de política pública para os mais pobres.
De lá para cá, desligadas as câmeras da campanha, o "condomínio" apresenta personagens com dramas reais. O presidente da Associação de Moradores do Residencial Nova Conceição, Edson dos Santos Marques, 27 anos, diz que o calote tem aumentado no empreendimento porque boa parte dos moradores tem como renda apenas o benefício do Bolsa Família.

O SILÊNCIO DAS FORÇAS ARMADAS




Recebido por e-mail
O SILÊNCIO DAS FORÇAS ARMADAS
QUEM CONHECE A VIDA DOS POVOS SABE MUITO BEM QUE REESCREVER A HISTÓRIA SIGNIFICA MUDAR, DAR OUTRA INTERPRETAÇÃO E ASSIM POR DIANTE. QUEM REESCREVE A HISTÓRIA, NORMALMENTE, SÃO AS DITADURAS. A URSS FOI MESTRA NISSO. CADA INIMIGO MORTO NOVA HISTÓRIA. O BRASIL TENTANDO O MESMO CAMINHO. OS QUE SALVARAM A DEMOCRACIA (OS GOVERNOS MILITARES) SÃO CHAMADOS DE DITADORES E OS QUE PREGAVAM A TOMADA DO PODER PELA FORÇA E QUERIAM IMPLANTAR UMA DITADURA TIPO CUBA SÃO HOJE OS “ DEMOCRATAS”. ELES SEQUESTRARAM, MATARAM, ASSASSINARAM, ROUBARAM, JOGARAM BOMBAS, ASSALTARAM BANCOS, ENSINARAM OS BANDIDOS A TÉCNICA DE ASSALTO E ASSASSINARAM SEUS EX-AMIGOS (JUSTIÇAMENTO) E INSTALARAM A GUERRILHA URBANA E RURAL E QUEREM SER SANTOS.
ESTÃO ASSALTANDO OS COFRES DA UNIÃO DE DUAS MANEIRAS: COM INDENIZAÇÕES (JÁ DE MAIS DE 4 BILLHÕES REAIS) E ROUBO COMO MENSALÃO E AGORA FUNASA. É DINHEIRO MUITO.
O ANTIGO PRESIDENTE ADORAVA FIDEL E O PRESIDENTE DO IRÃ.
O ARTIGO DA SENHORA JOSEITA USTRA PRECISA SER DIVULGADO. TEMOS BANDIDO (CHAMADO QUADRILHEIRO) PASSANDO POR BOM MOÇO.

GRUPO GUARARAPES

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

LULA: O NOVO MILIONÁRIO DA POLÍTICA

A doutrina da Grande Mentira petista

Por Lúcio Neto:
A propaganda é uma arma muito poderosa. O ex-Imperador sabia disso. Dilma, a presidenta, sabe disso. Hitler também sabia e até criou o Ministério da Conscientização Pública e Propaganda, comandado por Joseph Goebbels, para divulgar a doutrina da Grande Mentira.
O governo petista também tem o seu ministério e a doutrina da Grande Mentira. E tanto é fato verdadeiro que fez de um governo sem nenhuma grande obra entrar para a história como o maior governo de todos os tempos na face da terra. Um governo que durante oitos anos e 19 dias não fez absolutamente nada a não ser ir administrando com a "barriga" as ações herdadas do governo FHC.
A Grande Mentira do governo petista, a exemplo do governo de Hitler, é construída todos os dias através da manipulação de dados e informações que são divulgadas por uma imprensa (rádio, jornal, tv, revistas e etc.) com "rabo preso" pela fantástica verba de propaganda e protagonizada por "jornalistas" que recebem bônus extras.
No momento, a doutrina da Grande Mentira petista, é construir uma imagem da presidenta Dilma que seja suficientemente forte para inibir a imagem de Lula, na qual foram gastos mais de R$ 10 bilhões. Só que o Joseph Goebbels de Dilma, parece não entender muito da área. Nessa busca de um protótipo da Presidenta, deixaram vários furos no rastro. A imagem de uma presidenta que fala pouco e age muito - paradoxal ao Lula - tem sido um fiasco até agora apesar do esforço de todos os "envolvidos" no processo.
Querer fazer de Dilma uma presidenta super competente, requer muito mais que estratégias e planejamentos de marketing e propaganda. Se o "produto" não ajudar ele não conquista credibilidade. O ex-Imperador logrou êxito (sic) porque a sua doutrina da Grande Mentira tinha um foco - pessoas de menor faixa de renda e de cultura.
No caso da Dilma estão generalizando. Um erro primário que o Joseph Goebbels de Lula não cometeu. Além disso, a estratégia foi atropelada pela maior catástrofe natural do país - a tragédia da Região Serrana do Rio, que muitos acreditam que deva superar a faixa das duas mil mortes.
A tragédia desnudou a doutrina da Grande Mentira de Lula que, nos seus oitos anos de governo, não fez absolutamente nada para impedir que tragédias como esta e outras ocorressem. Em 2010, por exemplo, o ex-Imperador gastou apenas 39% da verba orçamentária para prevenção de tragédias. Durante o seu governo foram cerca de 1.400 mortes e mais de 300 mil desabrigados. Nenhuma medida concreta foi tomada para evitar que essas regiões afetadas continuassem em situação de risco.
E a tragédia também foi suficiente para desmistificar a imagem de "administradora competente" que a doutrina da Grande Mentira petista começava a construir para Dilma. Ela, todo o seu ministério e com a ajuda do falastrão governador do Rio, mostraram toda a incompetência para lidar com um problema que é o único "natural" que o país enfrenta.
Fez uma visitinha à cena da tragédia e na seqüência do vôo o seu helicóptero foi posar num campo de futebol e ela com a camisa do clube e a marca da Unimed. Virou garota propaganda.
Não anunciou nenhuma medida para salvar vidas daqui para frente. Em conjunto com o governo do Rio foram anunciadas a seguintes medidas:
01 - Liberação do FGTS, que é um fato previsto na própria legislação;
02 - Isenção do pagamento do IPVA. Ora, ora, não restou um único carro na região;
03 - Pagamento da ajuda Aluguel. Para que? As casas estão todas soterradas;
04 - Adiamento do pagamento das contas de água e luz. De que casas?
05 - Com pompa, reuniu cinco ministérios para anunciar um planinho de alarme que irá funcionar daqui a cinco anos;
06 - Nesta terça, foi pedir ajuda ao Banco Mundial para que liberasse um empréstimo de US$ 485 milhões.
Sobre esta última, dois comentários:
01 - E cadê os US$ 300 bilhões da reserva do fundo específico para catástrofes?
02 - O pedido de empréstimo foi apresentado pela imprensa de forma "disfarçada". Dá a entender que o Banco Mundial deve esse dinheiro ao Brasil. Vergonhoso! Veja aqui na matéria de Tânia Monteiro - O Estado de S. Paulo com o título: Dilma pede ao Banco Mundial antecipação de recursos ao Rio
Note ainda que as notícias sobre a tragédia serrana passam a ocupar menos espaço, substituídas por notícias positivas. Como não tem mais petróleo para descobrir foram maquiar dados da taxa de emprego. Veja a manchete da Folha de SP Governo atinge meta de criação de emprego formal com manobra estatística
O leitor e a leitora devem passar a ler, ver e ouvir o noticiário político com bastante atenção para não se tornar um casal “margarina”, completamente tomado pela propaganda, que é super poderosa e pode invadir a sua mente com as "historinhas" da doutrina da Grande Mentira petista.

A loira e o jaburu

Circula na net que Marcela, a mulher de Michel Temer, se recusou a mudar para o Palácio Jaburu,destinado ao vice-presidente e sua família.
“Sou bonita demais para morar num lugar chamado Jaburu”, dizem que ela teria dito.
A oposição já propõe uma CPI para investigar como Temer conseguiu conquistar Marcela.
“Há um evidente tráfico de influência nesse caso ou talvez Temer tenha feito algum superfaturamento de 'alguma' qualidade sua”, disse um deputado da oposição.
Marcela sugeriu que o casal troque de residência com Dilma. Temer e Marcela morariam na Granja do Torto e Dilma no Palácio Jaburu. “É mais apropriado”, dizem que ela disse.
Aos amigos, Dilma teria dito que a granja combina mais com Marcela, dizem.

Vão trabalhar vagabundos!

O juiz João Alexandre Sanches Batagelo, da Vara Cível de Bilac (SP), proibiu o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) de montar acampamentos em rodovias, estradas, acessos e outras áreas públicas do município, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. A proibição se estende a outros dois municípios da comarca, Piacatu e Gabriel Monteiro. A decisão inédita, de ontem, em ação de interdito proibitório movida pela Prefeitura de Piacatu, obrigou o MST de José Rainha Júnior a retirar às pressas quatro acampamentos montados nas duas cidades como parte do "janeiro quente" - a jornada de invasões do movimento.

BBB do B

BBB do B

A Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, não faz o seu trabalho e, agora, quer estar acima da lei. Quer ter acesso a todas as ligações telefônicas, o que é francamente inconstitucional. Não cumpre as funções para as quais foi criada (veja aqui) e quer se meter à polícia. As telecomunicações no Brasil são uma grande porcaria. Leis são rasgadas por presidentes da república para favorecer empresas associadas a filhos, entre tantos desmandos. Agora a Anatel quer ser o BBB. É a trans Anatel, que nasceu para ser uma coisa e quer virar outra. Leia matéria da Folha de São Paulo:
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) se prepara para monitorar via internet as chamadas telefônicas fixas e móveis. O objetivo, segundo a agência, seria "modernizar" a fiscalização para exigir das teles o cumprimento das metas de qualidade. A agência terá acesso irrestrito a documentos fiscais com os números chamados e recebidos, data, horário e duração das ligações, além do valor de cada chamada. Advogados consultados pela Folha afirmam que a proposta é ilegal. A Constituição garante a privacidade dos registros telefônicos. Qualquer exceção deverá ser autorizada pela Justiça. Em 31 de dezembro de 2010, a agência publicou no "Diário Oficial" a compra, por R$ 970 mil, de três centrais que serão instaladas nos escritórios de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Essas centrais se conectarão via internet às das operadoras móveis. Primeiro, serão cobertas as bases da Vivo, da Claro, da TIM e da Oi, em Minas; Vivo, Claro e TIM, em São Paulo; e as das quatro operadoras no Rio. Nesses locais, o prazo para o início da operação é de até seis meses. Haverá um cronograma para os demais Estados e, numa etapa seguinte, serão instaladas centrais nas empresas de telefonia fixa. Essa rede permitirá conexão via internet às operadoras, garantindo o acesso às informações. Dados cadastrais dos clientes também serão manipulados por funcionários da agência num prazo de até cinco anos. Recentemente, a Receita tentou fazer com que os bancos enviassem semestralmente o extrato de seus correntistas para impedir possíveis fraudes fiscais. O pedido foi negado pelo STJ. Outra tentativa frustrada foi a do Ministério Público Federal, que queria acesso irrestrito a dados telefônicos e fiscais sem precisar recorrer à Justiça.
Especialistas afirmam que não há como a Anatel garantir que essas informações sejam protegidas. Durante a campanha presidencial, dados fiscais de Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, e da filha do presidenciável José Serra (PSDB-SP), Mônica Serra, foram vazados por funcionários da Receita. Atualmente, as teles móveis já são obrigadas a entregar dados contendo o registro de chamadas de seus clientes a pedido da Anatel. A Folha apurou que, no início, as teles resistiram por se tratar de regra ilegal. Mas sucumbiram após a agência ter aplicado diversas multas. Com o novo sistema, elas nem sequer serão consultadas pela agência. Mesmo assim, contestam a decisão da Anatel.

Angu à moda do Lula

Lí que Lula, tendo sido flagrado pelo "Estado" ao visitar Alencar no hospital, afirmou que, mesmo em férias, se comunica com Dilma para se inteirar dos acontecimentos na região serrana do Rio. Diz também que só vai comentar o caso dos passaportes dos filhos e netos quando voltar das férias.
Sim...quando voltar das férias...depois que ele e familia já tiverem gozado férias em algum lugar aprazível e chique deste mundo de meu Deus...é que ele vai comentar sobre os passaportes.
Sobre as vítimas das enchentes e deslizamentos , nem uma palavra ! É como se este assunto não lhe dissesse respeito!
Pois eu afirmo que o que aconteceu não foi mais do que uma evidente intoxicação seguida de ressaca depois de uma longa noite de esbórnia! Consequencia lógica e previsível , pois se pelo resultado final de um prato se pode avaliar uma receita... a receita dobrada do Angú à Moda do Lula não só azedou como levou à morte quase um milhar de pessoas que compulsóriamente tiveram que se alimentar do menú lulopetista!
E o silêncio do pai do povo retumba em nossos ouvidos! Será que ele conseguirá gozar férias enquanto tantos brasileiros ainda nem conseguiram enterrar seus mortos?
Fiquemos atentos ao roteiro familiar... se elle for prudente, é bem capaz de convencer sua familia a desistir de viajar...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Novos dados revelam a incompetência e o descaso do governo petista com a tragédia Serrana


A revelação é do site Contas Abertas que informa que apesar do número cada vez maior de desastres ocorridos no país, a verba destinada ao programa de “prevenção e preparação de desastres” caiu 18% no orçamento da União deste ano. A previsão inicial de gastos em 2010 foi de R$ 168 milhões, sendo ampliada no decorrer do ano por créditos adicionais para R$ 442,5 milhões.
Nesse período, apesar de terem sido notificadas oficialmente, segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, mais de 800 ocorrências de desastres, os valores pagos no programa, ao final do ano, chegaram a apenas 39%, ou R$ 167,5 milhões em todas as 12 ações que integram a rubrica.

Já no orçamento de 2011, aprovado no Congresso Nacional, foram destinados R$ 137,5 milhões para ações que visam reduzir ou evitar perdas e danos provocados por desastres.
A ação de “apoio a obras preventivas de desastres”, carro-chefe do programa de prevenção, foi a principal responsável pela queda. Na peça orçamentária para 2011 o valor destinado exclusivamente à rubrica caiu R$ 60,8 milhões e começa o ano com R$ 97 milhões orçados.

O Contas Abertas informa ainda que se fosse depender apenas da boa vontade do governo petista os números do programa no Projeto de Lei enviado pelo governo federal ao Congresso eram bem menores, mas ganharam fôlego durante a tramitação, por meio de créditos adicionais das emendas parlamentares.
Considerando apenas o projeto do Executivo, o valor previsto no programa cresceu 340%, passando de R$ 31,2 milhões ( que era o que Lula/Dilma queriam) para R$ 137,5 milhões.

Conforme este blog noticiou no post deste domingo, o governo petista reconheceu perante a ONU a sua incompetência em lidar com tragédias e reconheceu ainda que sabia dos riscos que a população estava correndo. Então, como disse a consultora da ONU " o Brasil não é Blangadesh e só tem um problema natural e não sabe lidar com ele", só mesmo por incompetência, descaso e irreponsabilidade uma tragédia como esta ocorre. O principal que falta para a grande maioria de países que enfrentam vários problemas provocados pela natureza, não falta para o Brasil - verba, dinheiro. Com R$ 442,5 milhões aprovados no Orçamento, o governo petista Lula/Dilma, gastou apenas 39% ou pouco mais de R$ 167,5 milhões em 2010. É um governo que não dá a mínima para a vida humana. Daí você pode concluir que este famigerado Plano Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3, é uma piléria e uma bomba de efeito retardo que irá explodir a democracia e os direitos humanos neste país e irá consolidar o PT no poder governando por decretos como faz o ditador Chávez na Venezuela.

Veja a seguir como esse governo petista de Lula/Dilma gasta dinheiro em ações supérfluas enquanto vidas de brasileiros são soterradas pela lama:

Só de festinhas e homenagens o governo Lula gastou 154 milhões

Em oito anos, Lula gastou quase R$ 10 bilhões em publicidade

Lula gastou R$ 3 bi em ajuda humanitária internacional em 4 anos:
    Cuba recebeu cerca de R$ 30 milhões
    O Haiti recebeu só em 2010 mais de R$ 27 milhões
    Autoridade Nacional Palestina R$ 25 milhões para ajudar Gaza

Enquanto isso:

Após um ano, Angra ainda espera ajuda de R$ 30 milhões do governo federal

Câmara reserva R$ 10 mi para reembolsar despesas do recesso

Presidência compra 43 toneladas de ração para animais

Câmara reserva R$ 353 mil para compra de eletrodomésticos

Presidência da República contrata Clube do Choro para despedida de Lula

Em benefício do turismo, Congresso reduz verba para saneamento e educação básica

Tragédias como esta da Região Serrana do Rio ocorrem não é por falta de verba, de dinheiro. Isso o Brasil tem. É uma questão gerencial e esse governo petista, formado por ex-guerrilheiros e sindicalistas, não tem competência para gerir um país do tamanho do nosso.
Essa é apenas uma. Outras virão.

Mais mentiras.

AS MENTIRAS CONTINUAM

Há 5 anos atrás, o presidente velhaco criou o SINDEC - Sistema Nacional de Defesa Civil. Um decreto-lei quilométrico, que não saiu do papel. O incompetente que assinou junto foi Ciro Gomes, que era Ministro da Integração Nacional. Agora a "governanta" autorizou outro incompetente, o "doutor" Aloízio Mercadante, a criar o que já estava criado: um Sistema Nacional de Prevenção de Desastres. Para ficar pronto daqui a 4 anos. Quantos morreram nos 5 anos em que o SINDEC ficou na gaveta e quantos morrerão esperando mais 4 anos? Cinco mil? Dez mil? Serão 9 anos de mortandade, porque não há articulação entre os 37 ministérios do governo catastrófico do PT. É cada um por si e Deus por todos. Ainda bem que Deus é brasileiro.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Irresponsabilidade e descaso das autoridades



A maior catástrofe da história do Brasil era uma tragédia anunciada. Castigados anualmente por deslizamentos de encostas e transbordamento de rios, municípios da serra têm, desde 2005, estudos que apontavam ao menos 33 mil pessoas vivendo em áreas de risco. Especialistas concluem que condições climáticas adversas, crescimento desordenado e falta de políticas habitacionais são causas do desastre natural. Fonte: Terra

O foco do governo socialista do PT sempre foi em se manter no poder. Para isto lançou mão da demagogia, do abuso de poder, da corrupção, da mentira e sobretudo da propaganda enganosa.

Preocupado em eleger seu poste, o ex presidente da república ignorou solenemente qualquer benefício ao povo que não lhe rendesse dividendos eleitorais.

Tudo que era feito teria que lhe render algum benefício para se manter no poder.

Tirar 33 mil pessoas de áreas de risco não lhe renderiam pontos positivos eleitoralmente, portanto nada foi feito, e provávelmente nada será feito também.

A ganância, a fome de poder, a irresponsabilidade são a marca registrada do socialismo petista.

E o povo que se dane.

Obrigado, Dilma, você é dilmais!

Enfim, uma bela notícia para o trabalhador brasileiro. Dilma concordou, depois de muito pensar e de exaustivos cálculos, em dar R$ 5 de aumento nos R$ 540 do salário mínimo.
Um gordo reajuste de 0,9%. Menos de 1%. Dá para comprar 300 gramas de chuleta por mês. Dá para comer 10 gramas por dia.
Obrigado, Dilma, você é dilmais!

Vou Tirar Você Desse Lugar