sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

LULA DEIXA O PAÍS QUEBRADO

Cortes de gastos e medidas duras para enfrentar herança maldita de Lula são gigantesco desafio para Dilma

Os ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Miriam Belchior, do Planejamento: medidas duras para que a inflação não saia de controle
Para quem acha que deixou o país uma maravilha para a sucessora, o ex-presidente Lula deve estar caindo do cavalo ao constatar as duras realidades da vida que a presidente Dilma Rousseff está precisando enfrentar, diante da apavorante perspectiva de que a inflação este ano estoure não o centro da meta — 4,5% –, mas o seu limite máximo: 6,5%. Isso significará sair de controle.
Na verdade, não sei porque a grande mídia não está tratando as medidas anunciadas ou em curso como o que de fato elas são — um caso próximo da emergência nacional.
Raras vezes um presidente que assume terá tido tamanho desafio pela frente — um desafio complexo e gigantesco — mal completado um mês de governo. Só para lembrar o que está em curso ou em cogitação, justamente para enfrentar a herança maldita de Lula. Parte das medidas foi anunciada pelos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Miriam Belchior, do Planejamento:
* Um fenomenal corte de 50 bilhões de reais no Orçamento deste ano, o maior de que se tem notícia – mais do que tudo o que Lula investiu em 2010;
* A materialização desse corte com o governo enfiando o dedo em tomada de alta voltagem: no bojo dos 50 bilhões, ameaça-se fazer ir para o ralo nada menos do que 18 bilhões dos 21 bilhões que os parlamentares incluíram na programação de gastos para 2011. Qualquer analista que tenha mais que dois neurônios sabe que é preciso ter muito topete e muita coragem para peitar dessa forma a base governista no Congresso.
* A manutenção a ferro e fogo da proposta governamental de aumento de salário mínimo, fazendo-0 saltar dos atuais 510 reais para não mais do que 545, contrariando, em graus diferentes, todas as centrais sindicais, a oposição, partidos da base aliada como o PDT e o PC do B, setores do PMDB e até do próprio PT;
* A suspensão de nomeações de funcionários;
* A suspensão de novos concursos públicos;
* A proibição de compra de veículos para o serviço público federal.
* A proibição de compra, reforma ou aluguel de imóveis.
* O corte drástico, de 50%, dos gastos com passagens aéreas e diárias de funcionários em viagens a trabalho.
Duas observações:
1. Esse brutal esforço fiscal — contenção de gastos –, como retira muito dinheiro de circulação e, portanto, esfria a demanda (a procura, por parte dos consumidores, por bens e serviços), pode diminuir a necessidade de o Banco Central promover aumentos drásticos de juros, cujo objetivo, em última instância, também é enxugar o dinheiro em poder do público.
2. Para minorar as dificuldades, inevitávies, com o os parlamentares, a presidente cedeu ontem à noite em uma importante questão: não vai vetar o acréscimo de 100 milhões de reais proposto pelo Congresso aos 301 milhões já previstos para distribuição proporcional aos partidos políticos pelo Fundo Partidário — conjunto de recursos públicos que financia os partidos, previsto no artigo 38 da Lei dos Partidos Políticos.
O alívio financeiro pós-ano eleitoral poderá arrefecer a má-vontade do Congresso diante de medidas tão azedas.
De todo modo, não há dúvida: em seu 41º dia como presidente, Dilma está diante do maior teste de sua vida pública.

Explica, Dona Dilma!

"Ninguém sai da pobreza se não tiver condições de educação gratuita, ..." disse a professora Dilma, ousando falar sobre educação na televisão. Assim, eu gostaria de saber:
1. Por que, de 2002 para 2009, o número de alunos matriculadas na Educação Básica, que inclui o ensino fundamental e médio, caiu em mais de 2 milhões?
2. Por que, de 2002 para 2009, o número de escolas foi reduzido de 214 mil para 197 mil ? Onde foram parar 17 mil escolas?
3. Por que, de 2002 para 2009, o número de concluintes baixou de 2,7 milhões para 2,4 milhões no país? A população brasileira diminuiu ao ponto de 300 mil alunos sumirem das salas de aula?
O que houve nos governos petistas, companheira? Foi por este desempenho que o ex-presidente ganhou um título de doutor honoris causa?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Brasil da Campanha de Dilma não era real

Na Campanha de Dilma o país estava prosperando. No Brasil real, o Brasil está cortando gastos com investimentos na área social para não ser derrotado pela volta da inflação.No Brasil da Campanha de Dilma, estávamos no paraíso. No Brasil real, estamos em entrando no inferno da volta da inflação. Embora o governo negue, o corte nos gastos não vai afetar apenas gastos supérfluos e sim investimentos e verbas com objetivos sociais. Lula gastou o que o país não podia, para eleger Dilma. Ela recebe a verdadeira herança maldita de Lula. O país esta quebrado. Importando mais do que exportando, com desaceleração do crescimento, e ameaça da volta da inflação. Em parte, uma das causas desta situação foram os gastos eleitoreiros, feitos pelo governo Lula para eleger Dilma. Lula se diz tranqüilo com Dilma no poder. Ela guarda o lugar dele de volta em 2014. Isso somente vai acontecer, se o povo brasileiro não se conscientizar da farsa chamada petismo. 50 bilhões de corte no orçamento, significa que todas as promessas eram falsas. Foi o maior corte de gastos nunca antes visto na história do país. Uma confissão de Dilma de ter recebido uma herança maldita: ou corta despesas ou o país entra no buraco. A culpa de tudo isso? A irresponsabilidade dos gastos excessivos e o dinheiro que saiu pelo ralo da corrupção, no governo anterior.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Lixo, em seu devido lugar

Eu estava assistindo o Fantástico, e ví a quantidade de lixo nas praias ,nas ruas, em todo lugar!
Que povo mal educado! O que é pra colocar no lixo mesmo não colocam!

De boca fechada...

Os governistas e os crédulos felicitam Dilma pelo bom começo de seu governo e seu comportamento discreto.
Que bom começo?
E pense bem...o que teria Dilma a dizer diante dos índices de inflação sempre crescentes, do preço dos alimentos, do clima de guerra com relação ao aumento do salário mínimo, isso sem falar do verdadeiro desastre que aconteceu na região serrana do Rio ( com mais de 900 mortes e cerca de 500 pessoas ainda desaparecidas ) onde ficou evidente que tudo poderia ter proporções muito menores se o governo de Lula tivesse cumprido o programa de prevenção de acidentes naturais prometido há anos...
E o que Dilma tem a dizer a respeito do apagão no nordeste?...nem é mais o primeiro sob sua gestão. Sua promessa quando ministra de Minas e Energia foi de que jamais teriamos apagão novamente, se referindo ao ocorrido no governo de FHC...mas só lembrando que aquele aconteceu exclusivamente por falta de chuvas sendo que , na época os reservatórios estavam na lama...
E o fiasco do ENEM, do SISU, e os passaportes diplomáticos...Dilma teria o quê a dizer? Dilma não está sendo discreta não, Dilma tem mais é que ficar calada, pois em menos de um mes de mandato foram tantas ocorrências desabonadoras , inclusive envolvendo gente de seu próprio ministério, que mais parece que jogaram meleca no ventilador do Planalto. Melhor é Dilma ficar de boca bem fechada!

Lula dará lições de como consertar o mundo...

Lula escolheu o Fórum Social Mundial para sair da moita. E o momento nunca foi tão oportuno. A crise no Egito e na Tunísia e certa agitação em outros países do Oriente Médio constituem um excelente motivo para que ele dê lições de governança tanto aos árabes como aos americanos. Ele já ofereceu resposta para o conflito israelo-palestino e para a pendenga do Irã com o mundo civilizado: “política dos olhos nos olhos”. Às ditaduras árabes, às quais deu o braço gostosamente, recomendará agora democracia. E cobrará que os EUA deixem que esses países sigam o seu destino. Ninguém como ele é capaz de dar respostas tão fáceis e erradas para problemas dfíceis.
Lula é considerado a grande estrela do evento, além de Gilberto Gil, Evo Morales e Hugo Chávez. Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, lidera a delegação do Brasil, que conta com as ministras de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairros. Tá dando aquela vontadinha de estar lá, leitor?
Lula falará nesta segunda. E saberemos então o que ele pensa sobre “as crises do sistema e das civilizações”. O mundo nunca mais será o mesmo.
*Texto por Reinaldo Azevedo

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Enfim, uma verdade

“A situação social do Brasil era uma vergonha, castigado por desigualdades com toda sua riqueza. Mas os méritos vêm também das bases da política econômica encetada por Fernando Henrique Cardoso. Foi a chave sem a qual não se poderia ter progredido."

Chico Buarque, em entrevista ao jornal El Pais, ao explicar o sucesso do Governo Lula

sábado, 5 de fevereiro de 2011



De Lula sobre o presidente Hosni Mubarack, na primeira visita oficial ao Egito, no final de 2003: “É um homem preocupado com a paz mundial a fim de resolver conflitos e antenado no desenvolvimento social.”







A frase foi proferida pelo maior filósofo  que ocupou a presidência  da república desde que Cabral aportou nesse solo pátrio. Para os apaninguados, puxa-sacos e admiradores, o Lulinha 51 é  dotado de uma sabedoria  ímpar e incomum, chegando a superar Aristóteles e Platão. 
Mas, analisando bem o conteúdo e a essência da verborragia Lulista, chega-se a uma conclusão conflitante com o entendimento dos seus súditos. As suas metáforas e o seu linguajar enojam qualquer ser  provido de conhecimento e dotado de um pouco de sabedoria.
O seu falatório incessante, ególatra e sarcástico, atormentam os nossos sentidos e faz mal, principalmente, aos nossos ouvidos. As suas previsões e os seus pensamentos são antídotos da realidade dos fatos. As suas promessas e mentiras faladas no dia-a-dia, nos deixa incrédulos e  sem confiança nos nossos governantes.

Aproveitando o momento, vamos juntos recordar algumas frases proferidas pelo nosso grande "filósofo brasileiro':


“Eu gostaria de ter estudado latim, assim eu poderia me comunicar melhor com
o povo da América Latina”
Luiz Inácio Lula da Silva

“A grande maioria de nossas importações vem de fora do país.”
Luiz Inácio Lula da Silva

“Se não tivermos sucesso, corremos o risco de fracassarmos.”
Luiz Inácio Lula da Silva

“O Holocausto foi um período obsceno na história da nossa nação. Quero
dizer, na história deste século. Mas todos vivemos neste século. Eu não vivi
nesse século.”
Luiz Inácio Lula da Silva

“Uma palavra resume provavelmente a responsabilidade de qualquer governante.
E essa palavra é “estar preparado”.
Luiz Inácio Lula da Silva

“O futuro será melhor amanhã.”
Luiz Inácio Lula da Silva

“Eu mantenho todas as declarações erradas que fiz.”
Luiz Inácio Lula da Silva

‘Pelotas é uma cidade que só exporta viados”
Luiz Inácio Lula da Silva

“Um número baixo de votantes é uma indicação de que menas pessoas estão a
votar.”
Luiz Inácio Lula da Silva

Nós estamos preparados para qualquer imprevisto que possa ocorrer ou não.”
Luiz Inácio Lula da Silva

“Minha  mãe nasceu analfabeta.”
Luiz Inácio Lula da Silva

“Não é a poluição que está prejudicando o meio-ambiente. São as impurezas no
ar e na água que fazem isso.”
Luiz Inácio Lula da Silva

É tempo para a raça humana entrar no sistema solar.”
Luiz Inácio Lula da Silva

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Discurso de Dilma: Rainha revoluciona língua e cria a “prioridade central”


Para quem aprecia a língua portuguesa —  e não é exatamente o caso de Dona Dilma Primeira —, a rainha cravou uma expressão deliciosa em seu discurso: a “prioridade central”. A “prioridade central” vem a ser aquela que, de tão primeira, fica no centro, jamais no topo ou à frente. Por central, ela vive rodeada. Rodeada de quê? De prioridades secundárias, quero crer.
Tal expressão é uma boa síntese do seu discurso, uma maçaroca que, como já disse, trata de tudo e de nada ao mesmo tempo. Escolha, leitor: salário mínimo, tragédia no Rio, educação, saúde, segurança pública, PAC, pré-sal, meio ambiente, política externa, reforma política, reforma tributária, melhoria do gasto público. Em qualquer desses assuntos, ficamos sabendo que o governo já fez muito e muito mais pode fazer.
Há coisas que chegam a ser engraçadas. Ela promete entregar 500 UPAs até 2014. Ok. Isso dá sumiço em outras 500, que deveriam ter sido entregues até 2010.  Fizeram-se apenas 91.
Sobre o programa Minha Casa, Minha Vida, afirmou a presidente: “No Programa Minha Casa, Minha Vida, está prevista a construção de 2 milhões de novas habitações até 2014, envolvendo investimento de R$ 278,2 bilhões.” Do primeiro milhão, entregaram-se apenas 15%.
E as mistificações continuaram, com referências discretas à reforma política e à reforma tributária, mais Mercosul, Unasul etc e tal. Dilma falou sobre tudo, Dilma falou sobre nada. Mas nada se iguala ao estelionato escandaloso das UPAs, a que volto no próximo post.

Mulher semi-nua agride policial

Uma mulher de 55 anos foi condenada a oito meses de cadeia na China depois que tirou a calça, ficou seminua e agrediu policiais com a peça de vestuário. Um dos agentes ficou ferido no incidente. Ela tinha sido abordada pelos policiais por usar um triciclo ilegalmente como táxi

Coincidências

Este ano teremos a oportunidade de experimentar quatro datas incomuns. 
Serão experimentadas as datas: 1/1/11, 11/1/11, 11/11/11 e tem mais!!!
Agora vamos experimentar uma outra coincidência:
Pegue os últimos 2 dígitos do ano em que você nasceu mais a idade que você vai ter ou completar  neste ano e o resultado será igual a 111 para todos!!!

TITANIC BRASILEIRO

OS DESIGUAIS SÃO IGUAIS

Todos iguais: Lindberg reencontra Collor no Senado

Na folha online:
Líder do movimento dos caras-pintadas na época do impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB-AL), o senador Lindberg Farias (PT-RJ) reencontrou seu ex-desafeto político nesta terça-feira, no plenário do Senado.
Quando a sessão estava encerrada, os dois conversaram por alguns minutos, trocaram sorrisos e apertos de mão.
O petista foi empossado nesta terça-feira como senador, cargo que Collor ocupa desde 2007. Os dois vão conviver lado a lado na Casa nos próximos quatro anos, mas Lindberg afirma que as diferenças do passado não vão refletir na relação dentro do Legislativo.
"Aquele foi um momento da história do país. Ele foi gentil comigo, apertou minha mão", disse Lindberg.
O petista é cotado para assumir o comando da Comissão de Infraestrutura do Senado, cargo ocupado por Collor até o final do ano passado.
Segundo o petista, o ex-presidente vai "trocar informações" sobre a comissão se Lindberg for efetivamente eleito para o cargo. "Ele disse que se eu for sucedê-lo na comissão, vai passar tudo para mim", afirmou.
Collor, com mandato até 2015, não participou da cerimônia de posse dos novos senadores - ele apareceu no plenário apenas para a eleição da Presidência da Casa.
COMENTÁRIO: Lembro-me que na época em que Lindberg, travestido de cara-pintada,era contra Collor. Mas lembro-me, tanto quanto as pirotecnias dos protestos, da célebre frase que Collor usou em uma de suas famosas camisetas: " O tempo é senhor da razão".
De fato. Após alguns anos, lá estão os dois, juntos, apoiando o mesmo governo, de olho nas mesmas verbas,usufruindo dos mesmos cargos e funções...
Enfim, colegas e companheiros de...pasmem, interesses políticos.

DIMA E A MORATÓRIA


Dilma quer uma moratória para a herança maldita que ela e Lula legaram ao Brasil. O nome bonitinho é "pacto social".

É muita cara de pau. Pura desfaçatez. Dilma, o braço direito, a responsável, a grande artíficie do governo anterior, enterrou o Brasil na maior taxa de juros do mundo, na maior dívida pública de todos os tempos, na maior gastança da história deste país, na escorchante carga tributária, na volta da inflação e, agora, quer pedir uma moratória ao país. O nome bonitinho, mas ordinário, é "pacto social". Em nome deste acordo que só beneficia o infrator, Dilma quer arrocho no salário mínimo, corte nos investimentos, congelamento da tabela do IR, a volta da CPMF, entre outras medidas deste verdadeiro pacote de maldades. Quem vai fazer o "pacto social" com ela? Não se surpreendam se a turma da "oposição vigorosa" levantar e aplaudir a presidente,  batendo as patas com força e relinchando alto no plenário do Congresso Nacional.

Governo Lula: 500 anos em 8.

Herança Maldita  do governo Lula  -  o triplo da dívida interna de toda a História.

O desgoverno Lula conseguiu triplicar a dívida interna: de aprox. 600 bilhões de Reais no final do governo FHC, passou para a cifra absurda de aprox. 1.800 bilhões de Reais. Em apenas 8 anos, o regime lulopetista conseguiu gastar e contrair uma dívida equivalente ao triplo do que o Brasil conseguiu fazer desde 1.500.
Daria um ótimo slogan para a propaganda oficial: 
Governo Lula: 500 anos em 8. 
 
E tudo isso sem realizar os investimentos mínimos recomendados pela ONU em saneamento básico (1% mínimo, Lula prometeu a metade desse mínimo e nem isso cumpriu), infraestrutura, manutenção de estradas, linhas de transmissão de energia, etc. 
 
Dilmapagão continua tapando o sol com a peneira e o Brasil sofre apagões diários de Norte a Sul, coisa que não ocorreu com FHC. A diferença é que na época houve alarde e preocupação do governo, com medidas de contenção e tudo. Hoje, a situação está generalizada e há censura total sobre o tema, a grande mídia chapa-branca não divulga e finge-se que é "normal", tornando o apagão um fato corriqueiro com o qual os brasileiros devem se acostumar, assim como a corrução e a impunidade.
 
E o sinistro Mantega ainda ofende técnico do FMI por ter falado a verdade - da forma mais amena - sobre as contas nacionais do Brasil de Lula!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Por uma CPI de Furnas já.


A MÃE  DE TODOS OS DOSSIÊS
É impressionante. Além dos dossiês produzidos por petistas e oficialmente recebidos pelo governo Dilma, as denúncias não param de ocupar páginas e mais páginas de jornal. Hoje, lá no cantinho de uma matéria de O Globo, mais um escândalo: Furnas orçou em R$ 2,2 bilhões a construção da Hidrelétrica de Simplício, na divisa do Rio e Minas. O preço real deveria ter sido de R$ 1,1 bilhão. Um superfaturamento de 100%. E não aparece nenhum parlamentar da oposição para pedir uma CPI de Furnas já!Se vai ser aprovada ou não, é outro problema. O importante é criar um fato político para fazer o que um político deve fazer: denunciar a roubalheira que tomou conta do setor elétrico do Brasil e, por extensão, das suas estatais.

domingo, 30 de janeiro de 2011

A HERANÇA MALDITA DE ZÉ MARANHÃO

Novos governadores fazem auditoria

FotoGOVERNADOR DA PARAÍBA, RICARDO COUTINHO SOLICITOU O SERVIÇO
Vários governadores que foram eleitos nas últimas eleições, fizeram auditorias a respeito dos governos de seus antecessores. Um exemplo disso é o atual governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, que herdou os cofres do estado com um rombo de 1,3 bilhão e fez o assunto chegar aos ouvidos da presidenta Dilma Rousseff. Coutinho afirma não querer ser o primeiro governador da nova safra a sofrer uma intervenção do Governo Federal, já que o estado está no limite de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Informações da Agência

Do enrolation para o embromation.

 
A imprensa não resiste e fecha o primeiro mês do novo governo comparando os estilos da atual governanta com o antecessor. A tentativa é de mostrar o máximo possível de diferenças. O problema é outro: a comparação expõe, muito mais do que a força, a fraqueza da atual presidente. Apelando para as metáforas futebolísticas, o centroavante antigo é logo esquecido se o novo enfia uma penca de gols, já nas primeiras partidas. Dilma Rousseff é muito fraca, em todos os sentidos. Foi orientada pelo marqueteiro João Santana a ficar calada para parecer uma rainha e para ser o oposto do velhaco, na tentativa de moldar uma imagem. A explicação não convence: o silêncio é porque o discurso é chato, confuso na forma e no conteúdo. A verdade é que os primeiros trinta dias passaram e nada de relevante foi feito pela governanta. Saimos do governo do enrolation para o governo do embromation. Até agora esta é a única diferença.

Capítulo Final: Lula e o Pré-Sal, uma grande mentira aos brasileiros


Chegamos ao último Capítulo dessa reveladora narrativa do geólogo João Victor Campos que mostra um Lula bem diferente daquele "vendido" pela máquina da propaganda. Não se trata de uma narrativa de ficção não. É real, mesmo! Tivemos durante oito anos na presidência do país um líder "forjado" para atender a objetivos da Revolução Militar de 64. Um político comprometido com a poderosa entidade americana AFL-CIO, que financiou várias de suas ações.
Neste ponto, você poderá perguntar:
- E as ligações de Lula com Fidel Castro? Com Hugo Chávez? E com Mahmoud Ahmadinejad, do Irã?
E eu respondo:
- Após essa narrativa, essas ligações não seriam simples disfarces?

Esse documento de João Victor não é apenas comprometedor. É antes de tudo revelador. Ele nos faz imaginar como reais os cenários de grandes conspirações internacionais. Nos leva a crer numa grande rede de intrigas comandada por senhores que se julgam os donos do mundo, como: o Bilderberg Clube ou Comitê dos 300, uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante intocável, que inclui as rainhas da Inglaterra, da Holanda e da Dinamarca e as famílias reais da Europa e que também atende por Iluminati, Maçons e Grupo Milner.
Mas, este assunto fica para o post de amanhã, quando irei apresentar as minhas conclusões. Hoje, no Capítulo VII e Final, o géologo João Victor Campos fala sobre o veto presidencial ao artigo 64 da Lei do Pré-Sal e apresenta as suas conclusões.

Geólogo João Victor Campos, autor da denúncia
Capítulo VII

PETROBRÁS, O BRASIL E O VETO

O veto do Presidente Lula ao artigo 64 da Lei nº 12.351/2010 (que continha a emenda do Senador Pedro Simon) é um acinte, não só à Petrobrás mas ao Brasil.
O artigo proibia a devolução dos royalties (pagos em dinheiro) para quem produz, em petróleo, o que é mais acintoso ainda. A denuncia partiu da AEPET, detectada pelo seu presidente, Fernando Siqueira, que prontamente ao constatar a gravidade da “armação”, deslocou-se para Brasília aonde conseguiu ser ouvido pelo Senador Pedro Simon, que se sensibilizou com a exposição do Fernando e prontamente apresentou a emenda.
*Nota 11: O royalty é um imposto a ser pago em dinheiro (reais) pelo Consórcio vencedor (em qualquer rodada de licitação da ANP), sobre a produção de petróleo, ao Estado afetado, para fins de compensação para eventuais danos causados pelas facilidades construídas para este fim (porto e operações de barcos de apoio, heliportos, oleodutos, gasodutos, acidentes como explosão, derramamento de óleo, etc.). Foi originalmente concebido para ressarcir (aos donos) os danos causados pela exploração em terra, em propriedades rurais, pois ainda não existia a exploração marinha.

Fernando Siqueira, presidente da AEPET
Parafraseando Fernando Siqueira, presidente da AEPET:
“O relator, deputado Henrique Alves (PMDB/RN) escancaradamente, inseriu o § 20 ao artigo 42 da proposta do Governo, que dizia: os royalties pagos serão ressarcidos em petróleo ao consórcio produtor. Fica a pergunta: afinal quem paga então o imposto?
Na ocasião, o Senador Romero Jucá, líder do governo no Senado, retirou a emenda. No entanto, posteriormente, recolocou, sub-repticiamente, disseminando-a nos artigos 20, 100,150 e 29. Por isto, Pedro Simon inserira o parágrafo terceiro do artigo 64 que proibia esse absurdo.
Mas a força do lobby do governo americano junto com o cartel internacional do petróleo – encastelado no IBP – agiu sobre o Congresso e, agora, sobre o executivo. O Wikileaks ratificou essas nossas denúncias.

Assim, o presidente Lula vetou o artigo 64, deixando no projeto final uma doação da União para o consórcio produtor, NA FORMA DE DEVOLUÇÃO DOS ROYALTIES. Esse montante superará os US$ 30 bilhões em 2020.”
*NOTA 12: E eu acrescento para maior esclarecimento: o relator aumentou os royalties de 10% para15%. Em 2020 as estimativas são de que estaremos produzindo 5,7 milhões de b/d, o que dá cerca de 2 bilhões de barris por ano. A US$ 100.00/b (no mínimo, até lá) teremos um montante de 200 bilhões. Portanto: 15% = 30 bi.
Daria para pagar o “choro” dos governadores, pela perda de receita dos estados do Rio e Espírito Santo, e ainda sobraria alguns bilhões para o governo usar em benefício do povo brasileiro. Será que o Lula não atentou para isto? Não foi isto que propôs Pedro Simon? 
No que concerne a Petrobrás, Lula também privatizou: um balanço geral revela que 41,7 mil km2, ou seja 28% da área total da província do pré-sal, já foram concedidos. Isto, indubitavelmente, significa privatização. Enquanto que o governo tucano deu concessões nas diversas bacias petrolíferas brasileiras que abrangeram 176,4 mil km2, o governo Lula deu 349,7 mil km2 em concessões. A favor de Lula, só tem o fato que desse total somente 23% ( 80 mil km2) foram no mar, onde a possibilidade de encontrar petróleo em grandes volumes é maior, enquanto que no governo FHC foram 87% (cerca de 153 mil km2).

Obama recebe Lula e Dilma antes do veto ao artigo 64 da Lei do Pré-Sal
Embora a Partilha (novo marco regulatório) represente um avanço em relação ao sistema anterior das concessões, é preciso dizer que não há, nem houve motivo para o CNPE se decidir por ela. Porque parceria se somos detentores da tecnologia, temos capital e praticamente o pré-sal tem risco mínimo ou nenhum?
Dá para desconfiar que os 22 meses que o CNPE levou estudando as modificações do marco regulatório, foi para “engendrar um esquema discreto” na tentativa de beneficiar os parceiros estrangeiros sem causar muita celeuma. Esta diretriz só pode ter sido emanada pelo Lula, com base em tudo que foi dito acima, vassalo que é da AFL-CIO.
Também se pergunta por que as modificações do marco regulatório, só foram dadas à conhecer logo após a viagem de Lula aos EUA, para a entrevista com Obama, levando a tiracolo a então candidata Dilma e o Ministro Lobão, agora respectivamente Presidente e Ministro de Minas e Energia, reconduzido ao cargo. Não teriam eles levado as modificações para serem primeiramente “aprovadas”, para ver se os americanos concordavam? Não dá para desconfiar?
*NOTA 13: A presença de Dilma na comitiva não seria também para apresentá-la formalmente como a próxima presidente do Brasil, para aprovação pelo CFR, presente a reunião e um dos “Senhores do Mundo”? O CFR (Council on Foreign Relations – Conselho das Relações Exteriores), representam os “Illuminati” na versão americana.

CONCLUSÕES DO AUTOR

1. O PT manda na CUT e na FUP
2. Quem manda no PT é o Lula
3. Quem manda no Lula é a AFL-CIO. Já foi anteriormente FMI/AFL-CIO/LULA. Com o pagamento da dívida para com o FMI, restou a AFL-CIO.
4. A FUP manda no RH da Petrobrás como também comanda toda a parte gerencial da empresa, prejudicando os trabalhadores, tanto ativos como aposentados, significando que esta segue a risca todos os preceitos “emanados” da AFL-CIO, conforme exposto. Para tanto, os gerentes recebem alta remuneração, destoante do que recebem outros servidores de igual formação e mesmo tempo de serviço. Em resumo, foram comprados pela AFL-CIO, via RH da Petrobrás, e se prestam à este ignominioso despautério.
5. A CUT faz o mesmo papel pois foi financiada pela AFL-CIO como também o PT.
6. Lula foi membro ativo da AFL-CIO durante muitos anos (não sabemos se ainda continua, mas, pelo visto, sim).

Presidente Lula, o presidente da Central Sindical-AFL/CIO, John Sweeney (e), o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini e Luiz Marinho, presidente da CUT, durante encontro no Palácio do Planalto
(Brasília, DF, 22/04/2005)  Foto: Ricardo Stuckert/PR
7. Lula incorre em crime de lesa-pátria, agora duplamente qualificado:
a) Por ter assinado a homologação das Terras Indígenas Raposa – Serra do Sol, imposta por nações estrangeiras com o beneplácito da ONU, abrindo as portas para a tentativa de “balcanização” da Amazônia. Isto põe em risco a segurança da Nação Brasileira.
b) Por ter vetado a emenda Pedro Simon conforme acima exposto e, ter, destarte, beneficiado consórcios certamente estrangeiros, em detrimento do povo brasileiro, após este ter lhe outorgado 87% de aprovação ao seu governo. Traiu a confiança do povo.
*NOTA 14: Quando argüido por militares porque assinara a homologação (conforme exposição no Seminário “Amazônia, Cobiçada e Ameaçada”, realizado no Clube da Aeronáutica, em março de 2008), saiu-se com esta: “Não pude resistir as pressões”. Faltou explicar por parte de quem.

Depois de tomar conhecimento de tudo isto, alguém ainda acredita que a Presidente Dilma, ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobrás (do qual emanam as diretrizes para o RH da empresa), não vai dar continuidade ao governo Lula, nas suas diretrizes essenciais em consonância com os ditames dos interesses alienígenas? É esperar para ver.

Vou Tirar Você Desse Lugar