terça-feira, 4 de outubro de 2011


Quem é Lula ?


Quem é ou foi Lula?? Foi sempre foi um embusteiro, desde o tempo da Ditadura, quando foi preso e nada aconteceu a ele, seerá que ninguém se questiona porquê, estranhamente tantos desapareceram na fatídica época e o mesmo permaneceu ileso?
Luís Inacio Lula da Silva, ele entregava, dedurava os companheiros, por isso fora poupado.
Não procede que o mesmo seja um herói nem um sortudo, apenas um enganador.
Depois no tempo de sindicalista o mesmo propiciou que tantos pais de família perdessem o seus empregos, graças ao referido. Quando os patrões precisavam fazer cortes na folha de pagamento, Lula era chamado, para dar a chance que os patrões precisavam, ou seja, deflagrar uma greve.
Por isso no ABC metalurgicos não votam em LULA, como menciona o ditado “casa de ferreiro o espeto é de pau”.
O cidadão viveu toda vida nas costas do sindicato e pouco trabalhou,enveredou para a política onde permaneceu mamando dentro do Partido.
Conseguiu mandato de deputado federal, e quando chegou a presidente com os conchavos espúrios do PMDB, quando a máfia instalou-se para perpetuar no Poder. Entretanto precisava comprar o povo acomodado e alienado, dando “Bolsa Esmola” ocasionando o apagão da mão de obra, por falta de profissionais, bem como, pela falta de qualificação, tendo em vista a educação ser a pior possível.
No segmento educação, fingiram que estavam ensinando e o povo fantasiando que estava aprendendo, resultado falta de profissionais abalizados para o trabalho.
Para preencher as vagas, as empresas têm que procurar fora do país, uma vergonha.
Não é a toa que Lula é chamado de ilusionista, como calou alguns segmentos da imprensa e com o aval de parte da população, ficou muito fácil, mostrar ao mundo que é o benfeitor e merecedor de uma cadeira na ONU.
Fora do Brasil, ele é o “cara”, investiu na parte social, quando a verdade é bem outro.
Investiu nosso dinheiro para suas viagens, construção de estradas na Bolívia, para Cuba, e permitiu e foi mentor para seus apaniguados que como ratos corroessem os cofres públicos, de forma ignominiosa.
Saliento ainda que, ficou sem esclarecimentos as mortes dos prefeitos de Campinas e Santo André, que muito provavalmente fora queima de arquivo, ficou simplesmente no esquecimento.
O ex-presidente simulou uma classe média que é uma farsa,classe esta que muitos têm seus automóveis, que não estão em seus nomes, todos alienados aos Bancos, ou imóveis que por sua vez irão pagar para o resto de suas vidas, se conseguirem se não houver nenhuma intercorrência.
O cidadão goza pelo mundo de prestígio que não é merecido, porque a nação se cala, não mostrando a verdade ou por conveniência ou porque é alienado.
Algumas Tvs compradas para apoiar tudo que o PT faz ou diz, outros intimidado pela censura.
Quanto as denuncias, todos os envolvidos estão muito tranquilos, pois têm certeza da impunidade, claro que o Judiciário, blindou todos. Até agora ninguém foi efetivamente penalizado, nem Dirceu, Pallocci ou qualquer outro, gozam de confiança extrema de que não serão punidos.
Quantos capitães Nascimento existe neste governo??
Provas incriminadoras, (jornal Estado de São Paulo permanece ainda sob censura neste caso) contra o filho de Sarney, foram simplesmente ignoradas ou coisa pior, e ai vai caso do dinheiro na cueca,na mala, dossiê dos aloprados, boi barrica……..Não tem fim, apareceram tantos outros o fim será uma deliciosa Pizza bem recheada.
Enquanto isso o povo assisti com se fosse absolutamente normal, tanta falta de caráter, vergonha e tudo mais.
O parftido do PT, implementou a inversão de valores, ser malandro, levar vantagem em tudo “Lei de Gerson” é coisa corriqueira e faze parte do estatuto do PT e todos seus partidos que lhe dá sustentação.
A máfia foi instalada e está infiltrada em todos os segmentos de nossa sociedade, é só assistir o filme “Os intocáveis” entenderão melhor como funciona.
Alcapone é um santo perto do pessoal que acompanha Luís Inácio.
Outrora, não faz muito tempo assim, Lula, afirmou que no Congresso havia 300 picaretas com anel de doutor, virou até música dos Paralamas do Sucesso, vemos hoje que os picaretas são liderados por LULA.
Ele manipula muito bem as coisas, não é nem um pouco ingênuo,ridículo afirmar que nada sabia dos escândalos da casa civil e outros.
Este é o verdadeiro PT- LULA e seus amigos….
É o que eu penso e ponto final.


Tio Sam é sempre o culpado!

A recente morte de Anwar al-Awlaki, ligado ao grupo terrorista Al Qaeda, suscitou intenso debate acerca dos limites legais do governo americano na guerra contra o terrorismo. Muitos questionam se o governo tem o direito de matar cidadãos americanos sem o devido processo legal. É uma questão legítima, sem dúvida. Mas, o que mais chamou a minha atenção, neste caso, foi a reação histriônica de alguns que se dizem “libertários”. Estes condenam o Tio Sam a priori, não importa o que está em jogo. Não são os abusos que lhes incomodam, mas o próprio direito de existência do governo e deste combater o terrorismo.
Vale aqui uma ressalva: eu não acompanhei este caso específico de perto. Portanto, estou argumentando em bases mais gerais. Ao longo de tanto tempo debatendo com estes auto-intitulados “libertários”, notei que há uma turma que adota uma postura bastante cômoda, porém infantil. A de monopolizar os fins nobres, tais como a paz e a liberdade. Trata-se do conforto de uma bolha, de onde é possível condenar tudo do mundo real, sem ter de tomar partido algum quando a própria sobrevivência da liberdade está em jogo.
Vamos aos exemplos para ilustrar meu ponto. Hitler avançava sobre a Europa, e encontrou na Inglaterra de Churchill uma firme barreira. Isso faz de Churchill alguém perfeito? Claro que não. Mas isso faz dele um herói da liberdade. Só que tais “libertários” jamais aceitariam este rótulo. Para eles, é preciso atacar tudo e todos, o “sistema”, Hitler e Churchill. Cômoda postura, não? Na prática, o que tais “pacifistas” fariam? Ora, aquilo que o Partido Comunista Francês efetivamente fez: exortar os operários a abandonarem as fábricas de armas. Hitler não poderia contar com auxílio maior do que o dos “pacifistas” europeus.
Avançamos um pouco no tempo e chegamos à Guerra Fria. Império soviético de um lado, Tio Sam do outro. Há algum modelo perfeito de liberdade? Não. Há uma visão maniqueísta de mocinho contra vilão? Também não. Mas, daí a jogar ambos no mesmo saco e suspender o julgamento de quem lutava pela liberdade, há um verdadeiro abismo. O modelo americano pode estar longe do ideal (lembrando que o ideal é apenas isso, uma utopia inexistente na realidade). Mas somente alguém com muito desprezo pela razão poderia ficar “isento” nesta guerra, sem tomar partido, condenando todos de cima de uma Torre de Mafim. Posição covarde e hipócrita, pois sua liberdade dependeu justamente da ação dos americanos neste caso. Ficar revoltado de um Gulag não seria muito útil...
E chegamos, finalmente, na guerra contra o terrorismo. Alguns desses “libertários” (e não são poucos) condenam o próprio governo americano pelo terrorismo islâmico. O fanatismo de Wahhabi há séculos deve mesmo ser culpa do Tio Sam. O Irã, a Al Qaeda, Bin Laden, tudo culpa do governo americano. Se os Estados Unidos fossem “isolacionistas” nada disso existiria. Trata-se de uma visão ideológica e absurda, que culpa a vítima pelo ataque que sofre. Estes “libertários” enxergam o governo americano como um império maligno, como a grande ameaça à liberdade no mundo. É a mesma opinião que os comunistas do PSOL e PSTU têm.
Não importa que os americanos tenham sido atacados pelo Japão, venceram a guerra e deixaram o povo livre para prosperar depois, ajudando apenas a escrever uma nova Constituição mais liberal. Não importa que o mesmo aconteceu com a Alemanha, e a parte que teve intervenção americana prosperou com liberdade, enquanto a outra viveu anos de escravidão comunista. Tampouco importa que a intervenção americana na Coréia tenha preservado uma parte livre e hoje próspera, enquanto a irmã do norte até hoje vive na completa miséria e escravidão. Também não importa que sem a intervenção americana o Khmer Vermelho exterminou um terço da população do Camboja. Nada disso importa. Fatos não importam! O importante é apenas atacar o governo americano, o “império conquistador” que ameaça a liberdade no mundo. Até Chávez deve ser culpa do Tio Sam!
Alguns “libertários” chegaram tão longe na cegueira ideológica, que acusam a minarquia dos “pais fundadores” de fracasso, pois não impediu a criação do “maior governo do mundo”. Isso é sério! Desonestidade intelectual ou não, o fato é que alguns “anarco-capitalistas” (que tem muito mais de anarquista que de capitalista) realmente fizeram tal acusação. Ou seja, analisam o governo americano em termos absolutos agora, ignorando que ele é o governo do país com a maior economia do planeta. Algo como aquilo que alguns esquerdistas fazem quando comparam a poluição americana com a de outros países, ignorando este pequeno detalhe, do tamanho de suas respectivas economias...
Sobre a guerra ao terrorismo, eis o que penso: em primeiro lugar, ela é legítima, claro. O governo americano tem total legitimidade em combater o terrorismo com dureza, e pelo bem da liberdade, deve fazê-lo. Em segundo lugar, o ideal é sempre tentar capturar terroristas e levá-los a julgamento, incluindo o direito de defesa. É este império da lei que os diferencia dos terroristas. Apelar para os mesmos métodos seria uma vitória dos terroristas, e esta tentação deve ser evitada. Dito isso, claro que no mundo real esta postura ideal nem sempre será viável. Erros e até abusos vão ocorrer. Estes merecem críticas, o que ajuda a preservar o sistema, que é imperfeito, mas muito melhor que tantas alternativas.
Só que o abuso não deve tolher o uso. Ou seja, o governo americano deve insistir no combate ao terror, mesmo sabendo que o processo será tortuoso e imperfeito. A morte de Bin Laden, por exemplo, encaixa-se neste caso. O ideal era levá-lo a julgamento, como foi feito com Saddam Hussein. Mas claro que eliminar o líder da Al Qaeda foi uma conquista mesmo sem este processo. Não foram poucos os “libertários” que se mostraram até mesmo revoltados com a morte de Bin Laden. É o caso de perguntar de qual lado estão, na guerra entre Tio Sam e Al Qaeda. Alguns realmente colocam o governo americano como ameaça maior à paz mundial. Caso de hospício?
A postura realista defendida acima não me torna um “conservador”, até porque seria ridículo acusar Obama de conservador. Creio que me torna apenas um realista, preocupado com os efeitos concretos das medidas que defendo, e não com a sensação de superioridade moral por defender uma utopia “pura”, atacando tudo e todos. Eu condeno o Patriot Act, por exemplo, pois o vejo como um risco para as liberdades básicas dos americanos. Mas isso não é o mesmo que pensar que a guerra contra o terrorismo, com seus erros e excessos, torna o governo americano uma gigantesca ameaça à liberdade. Alguém realmente anda tenso pelo Central Park com medo de ser detido do nada ou levar uma bala na nuca do governo americano, porque um cidadão com ligações com a Al Qaeda foi morto no Iêmen sem o devido processo legal? Esse tipo de retórica exagerada é puro jogo político, que não ajuda nada no debate honesto.
Em suma, lamento profundamente ver que estes “libertários” cada vez mais se parecem com anarquistas e comunistas. Que outro grupo tem sempre uma resposta pronta para o culpado de todos os males do mundo? Exatamente. A turma do PSOL e do PSTU, aquela massa de idiotas úteis que lota o Fórum Social Mundial. Esses são os que culpam o governo americano por tudo de ruim no mundo. É realmente vergonhoso que pessoas que se dizem “libertárias” ou capitalistas caiam no mesmo ridículo. E, para provar que nem todo libertário é assim (e por isso usei o termo entre aspas sempre), segue a opinião realista de um libertário de verdade, David Friedman:
“Em algumas circunstâncias, as violações de direitos devem ser avaliadas por seus méritos, ao invés de serem rejeitadas a priori com base em direitos naturais libertários convencionais”.

Lula é premiado pelo polonês a quem chamava de " pelegão".

Premiado pelo polonês que chamava de ‘pelegão’, Lula promove Lech Walesa a ‘herói da democracia’
Protagonizadas por um Lula grávido de autoconfiança e apaixonado por si próprio, duas cenas gravadas em novembro de 2002, cinco dias antes do segundo turno da eleição presidencial, aparecem no documentário Entreatos, de João Moreira Salles. Na primeira, a bordo de um jatinho, o candidato embarca rumo aos tempos em que jogava futebol no intervalo do trabalho e surpreende Antonio Palocci com a comparação assombrosa:
─ Eu batia faltas igual ao Didi.
Inventor da “folha seca” ─ desferido com o lado externo do pé direito, a bola viajava a poucos metros do campo e baixava abruptamente ao aproximar-se do gol ─, o bicampeão mundial Didi foi um dos maiores cobradores de faltas de todos os tempos. “Como o Didi?”, Palocci murmura, esboçando um sorriso abortado imediatamente pelo rosto sério de Lula: o craque do time da fábrica não está brincando. Se o médico não tivesse sido sepultado pelo político, Palocci veria a seu lado, em vez de um contador de vantagens, um paciente com sintomas veementes de mitomania.
Os sinais da disfunção sublinham o palavrório da segunda cena. Agora, no interior do jatinho, a trinca formada por Sílvio Pereira, José Graziano e Wilson  Timóteo Júnior acompanha o monólogo do astro com a expressão contrita de quem testemunha outra aparição de Nossa Senhora:
─ No Brasil, hoje, a única figura política de dimensão nacional sou eu. Mas por que eu cheguei aonde eu cheguei? Porque eu tenho por detrás de mim um movimento. Eu tenho por detrás de mim uma grande parte da Igreja Católica, da base da Igreja Católica. Eu tenho por detrás de mim uma grande parte dos estudantes, o PT, a CUT. É muita coisa.
É tanta coisa que basta para explicar, na opinião do candidato, a diferença que o separa do polonês Lech Walesa. Líder da organização sindical Solidariedade, o operário Walesa foi eleito presidente depois da derrubada do regime comunista. Fez um governo medíocre, saiu de cena com baixíssimos índices de popularidade e não voltou a desempenhar papeis relevantes.
─ Ele deu no que deu porque ele não tinha porra nenhuma ─ ensina Lula em tom debochado. ─ Ele não tinha partido. Não tinha nada. Era um pelegão.
Nesta quinta-feira, Lula baixou em Gdansk para receber o prêmio Lech Walesa, criado pela fundação dirigida pelo ex-presidente polonês para homenagear “personalidades destacadas por seu respaldo à liberdade, democracia e cooperação internacional”. Na discurseira de agradecimento, as críticas ao pelegão foram substituídas por derramados elogios a “um autêntico herói que liderou os trabalhadores da Polônia em sua luta pela democracia”.
Se tivesse parado por aí, Lula teria apenas confirmado que hipocrisia é marca de nascença. Como jamais perde a chance de erguer monumentos ao cinismo, precisou de duas frases para inaugurar mais um em Gdansk. “Fomos muitas vezes tachados como pessoas despreparadas, incapazes de conduzir a luta sindical”, recitou a voz que até a semana passada achava Walesa um exemplo de despreparo para a condução da luta sindical. “Nossos críticos desconhecem, contudo, que os operários não aceitam nem toleram falsas lideranças”.
A drástica mudança de opinião custou exatamente 100 mil dólares, valor do prêmio que Lula foi buscar na Polônia. Ele diz que vai doar a quantia a “um país africano”, que será escolhido por representantes do Instituto Cidadania e da Fundação Lech Walesa. Por enquanto, a bolada está sob a guarda de Paulo Okamoto. Aquele mesmo: o “Japonês”. Se depender do guardião, os africanos devem esperar sentados.
Por que não usar o dinheiro para socorrer alguns dos milhões de nativos que sobrevivem submersos na miséria? Para não admitir a existência de miseráveis no Brasil Maravilha registrado em cartório. Camelô de si mesmo, Lula jura que o seu governo acabou com os brasileiros pobres. Devem ter sido exportados para a África. (Augusto Nunes)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O Comunismo Brasileiro e os Amigos do Lula.

È isto aí. Estamos retornando aos tempos do Nero, do Império Romano.
Do pão-e-circo para massa ignara, aqui no Brasil.
Do Lula protegendo e abrigando bandidos, tais como o Césare Battisti,  no Brasil, sob aval do STF.
Revelando o aparelhamento incontinetti do Poder Judiciário.
Mas estão todos cegos? Claro que não. Isto é conivência. É aparelhamento também do Poder Judiciário, não há dúvida.
Certamente, os italianos irão cumprir o seu dever, na irrestrita defesa dos cidadãos italianos.
Irão lutar para que o bandido Battisti seja devolvido para Itália, onde deve cumprir pena pelos seus crimes cometidos e pelos seus desajuste psicológicos e sociais,  através das Cortes Internacionais de Haia.
O Ministro Patriota está tentando articular forças para inviabilizar essa conquista, todavia os italianos não são tão otários quanto os brasileiros.

sábado, 1 de outubro de 2011


A demência que retrata o Brasil de hoje...

O vereador de São Paulo, Juscelino Gadelha (foto), do PSB, propôs a concessão de título de Cidadão Paulistano ao criminoso acoitado no Brasil, Cesare Battisti.
Battisti assassinou quatro pessoas na Itália, fugiu, foi julgado a revelia e condenado a prisão perpétua. Mas veio para o Brasil, cafofo de criminosos, recebeu status de perseguido político, RG, CPF, casa e comida numa praia, e faz planos de criar uma ONG que certamente fará convênios com o governo dos ‘cumpanheros’ e embolsará o dinheiro do povo brasileiro.
E este vereador ainda quer homenageá-lo. É, vai ver que merece mesmo

Dilma alfineta Lula.

A presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou ontem, sexta-feira, que o Brasil não soube aproveitar as oportunidades surgidas diante da crise econômica mundial de 2008 e 2009.
Em discurso a empresários no Fórum Exame, em São Paulo, ela declarou em diversos momentos, sem criticar diretamente as medidas adotadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na época, que "desta vez" isso não irá acontecer.
O tema da palestra da presidente era a estratégia do governo para enfrentar o atual aprofundamento da crise mundial. “O Brasil não pode, desta vez, errar na avaliação do que vai acontecer aqui como repercussão do que ocorre lá fora. Não é admissível que, diante da recessão, nós aqui sigamos sem levar isso em conta”, destacou.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

                             ORÇAMENTO 2011

Por ano cada parlamentar dispõe de R$ 12,5 milhões no orçamento. Caso tivéssemos um deputado em cada estado, por legislatura teríamos R$ 12,5 x 4 x 27 = R$ 1,35 bilhões.

No mais, mesmo que fossem 10 deputados com o mesmo ideal teríamos grande poder de veto, impedindo ou retardando o trâmite de projetos contrários aos interesses da Força ou de seus integrantes.

O Congresso pode ser adjetivado de tudo, mas tudo que acontece ou deixa de acontecer em nossas vidas passa por Ele.

JAIR BOLSONARO
DEPUTADO FEDERAL / RJ





terça-feira, 27 de setembro de 2011

 


Impressionante! O PT vai conseguir trazer a inflação de volta.


O mercado não acredita mais que a inflação medida pelo IPCA ficará este ano dentro do intervalo de tolerância estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Divulgada ontem, a mediana das projeções colhidas pelo Banco Central na sexta-feira indica que, para a maioria dos participantes da pesquisa, a variação do índice atingirá no mínimo 6,52% este ano. Essa é primeira vez em que a expectativa de não cumprimento da meta aparece no boletim Focus desde julho de 2008. O número ultrapassa em apenas 0,02 ponto percentual o limite superior da meta, fixada em 4,5% com tolerância de dois pontos para cima ou para baixo. Se for confirmado, porém, será suficiente para obrigar o Banco Central a encaminhar carta ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicando por que não conseguiu manter a inflação na banda.

Na opinião de analistas, a recente desvalorização do câmbio puxou para cima as estimativas do mercado. A Tendências Consultoria prevê desde março que o IPCA vai superar o teto da meta em 0,1 ponto percentual no fim do ano. Segundo o economista Thiago Curado, já então a consultoria acreditava que a inflação de serviços, que gira na casa dos 9% em 12 meses, não cederia em resposta ao aperto monetário do início do ano. Também circulam informações de quebras de safra de alimentos e etanol que terão viés inflacionário aumentado pelo câmbio, diz Curado. A projeção de IPCA em 6,6% para 2011, afirma, provavelmente será revisada para cima se o real continuar a se desvalorizar.

Segundo o economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho, o estouro da meta neste ano "já está dado". Além dos fatores internos citados por Curado, ele sustenta que o aumento do IPI para os veículos importados poderá ter efeitos nos indicadores de preços, cuja intensidade o mercado ainda está medindo. "É bem viável que a inflação supere o teto da meta, com desvio de 0,10 a 0,15 ponto percentual neste ano, mas o problema é 2012", diz ele. Na previsão da Prosper, haverá revalorização do real nos próximos meses e o câmbio deve fechar o ano ao redor de R$ 1,70, influenciado por possíveis medidas do BC e por uma piora do cenário internacional, que traria capitais de volta ao Brasil. Além disso, Velho destaca que, desde a última reunião do Copom que decidiu por cortar em meio ponto percentual a Selic, para 12% ao ano, projeções de crescimento das economias centrais foram revisadas para baixo e as commodities continuaram em queda, o que vai em linha com o quadro deflacionário desenhado pela autoridade monetária.

Fabio Silveira, sócio-diretor da RC Consultores, revisou na semana passada de 5,8% para 6,2% sua projeção para o indicador oficial de inflação apenas em função do câmbio, já que, para ele, a economia doméstica está desacelerando e não terá influência sobre a inflação nos próximos meses. Ele acredita que a taxa de câmbio não voltará ao nível pré-valorização, mas vai aguardar algumas semanas para, se for o caso, aumentar sua projeção de R$ 1,65 no fim do ano. No Focus, as projeções para a taxa de câmbio mostram que o mercado espera reversão, pelo menos parcial, da desvalorização sofrida pelo real. Tanto para dezembro de 2011 quanto para dezembro de 2012, a mediana das projeções aponta dólar a R$ 1,68, nível acima do esperado na pesquisa anterior, mas abaixo do preço atual. No que se refere à taxa básica de juros, a maioria dos participantes da pesquisa acredita que o BC seguirá afrouxando a política monetária e reduzirá a meta da Selic para 11% até o fim deste ano e para 10,75% até dezembro de 2012. (Do Valor Econômico)

Importação de gasolina deve quadruplicar, diz Petrobras

Declaração foi feita por diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa.
Aquecimento do mercado e redução do etanol na gasolina explicam alta.

Do Valor OnLine
O volume de gasolina importado pela Petrobras deve mais que quadruplicar este ano. A afirmação foi feita pelo diretor de Abastecimento da empresa, Paulo Roberto Costa, que explicou que em 2010 a importação média de combustível foi de 7 mil barris por dia. Este ano, segundo ele, a importação de gasolina deverá atingir média de 30 mil barris diários.
"Nós vamos ter que importar mais, porque a partir de 1º de outubro a participação de etanol na gasolina vai passar de 25% para 20%", afirmou Costa.
O aumento do volume de importação do combustível deve-se ainda ao aquecimento do mercado. De acordo com Costa, até o fim do primeiro semestre o consumo de derivados líquidos de petróleo cresceu 6,6% frente a igual período do ano anterior, enquanto a demanda apenas de gasolina cresceu acima de 10%.
Para o executivo, a Petrobras faz "um acompanhamento diário da produção e do estoque" e já realizou uma segunda encomenda, de 600 mil metros cúbicos, para suprir o aumento da demanda.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cadáver da Operação Shaolin assombra Palácio do Planalto e Governador do DF Agnelo Queiroz

Um processo explosivo que está na Justiça Federal tem em seu conteúdo ligações perigosas entre o Palácio do Planalto, o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz, o secretário da Presidência da República Gilberto Carvalho e a ex ministra da Casa Civil Erenice Guerra envolvidos no desvio de milhões de reais dos cofres públicos através de ONGs especialmente criadas para esses expedientes.
Vera Lúcia e o amigo presidente Lula
Luiz Carlos Coelho de Medeiros e sua irmã Vera Lúcia Coelho de Medeiros faziam o trabalho de acompanhamento de emendas parlamentares destinadas às ONGs montadas para desviar milhões em verbas públicas. O presidente Lula determinou a nomeação de Vera Lúcia para a Casa Civil, subordinada diretamente a Erenice Guerra, na época secretária executiva no Palácio do Planalto.
Os irmãos Coelho de Medeiros: operadores do esquema das ONGs na Esplanada dos Ministérios
O descontingenciamento ficava sob a responsabilidade de Erenice Guerra e Vera Lúcia, que se gaba de desfrutar uma intimidade com o presidente Lula. Dalí as emendas eram liberadas e encaminhadas para Agnelo que ocupava a pasta dos Esportes. Agnelo tinha como um dos coordenadores da operação, na Esplanada dos Ministérios, Luiz Carlos Medeiros, que fazia a verba chegar às mãos dos dirigentes das ONGs, que no final da história retornavam com parte do dinheiro para o então ministro, segundo depoimentos de dois integrantes do bando que saqueava os cofres públicos.
Tudo isso parece estar sob controle de Gilberto Carvalho na Justiça. Mas os dirigentes que operavam para Agnelo estão tirando noites de sono do governador.
O processo que está sob sigilo na Justiça relata uma história triste e capaz de revoltar qualquer pessoa de bem. Uma delegada da cidade–satélite de Sobradinho, no entorno de Brasília, recebeu denúncia de abuso sexual de menores adolescentes. A partir daí iniciou investigação com escutas telefônicas, autorizadas pela Justiça, e coleta de informações de orgias organizadas por empresários. O que a delegada não esperava era deparar-se com um escândalo nacional que passava pelo Palácio do Planalto, Ministério dos Esportes e pelo Governo do Distrito Federal.
A delegada que queria desvendar um crime local de abuso sexual, confrontou-se com informações que fugiam de sua competência. Foi então obrigada a enviar o inquérito para a DECO – Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado, da Polícia Civil do DF, sob a batuta do delegado Jean Carlo. Aí, começa uma profunda investigação que resultou em ameaças e assassinatos colocando duas testemunhas sob proteção da Polícia Federal.
Jean Carlo escalou dois agentes de sua confiança para infiltrar no bando. Tudo era gravado, filmado, documentado e passado para um grupo de inteligência da Operação batizada de Kung-Fu. O delegado Jean Carlo, tinha o controle absoluto de tudo, mas não poderia contar com a descoberta da verdadeira identidade de um de seus agentes infiltrados no bando: Luiz Carlos , o Clark, que foi assassinado durante a Operação.
O carro do agente Clark na emboscada
A morte de Clark aconteceu em outubro de 2009. Como o agente trabalhava infiltrado, na Operação Kung-Fu, o diretor-geral da Polícia Civil, Cléber Monteiro, esteve no local do crime e deu declaração de que o policial poderia ter sido vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). Mas o corpo de Clark foi encontrado entre os dois bancos da frente do carro da Polícia Civil descaracterizado, um Clio prata placa JFT 7515-DF, numa estrada de terra atrás do Condomínio RK, próximo à DF-001 e do Centro de Imagens e Informações Geográficas do Exército (CIGEx), em Sobradinho.
O corpo do agente estava sobre a marcha, com a cabeça voltada para o banco de trás. Além disso, havia uma marca de tiro no peito e quatro cápsulas de bala no chão do carro. Clark foi encontrado com uma arma na mão e estava com o pulso quebrado, o que foi omitido pela perícia no laudo final.
Michael, a testemunha
O depoimento da testemunha Michael Vieira da Silva chamou a atenção dos investigadores. O ex-integrante do bando das ONGs, disse que ele próprio teria sido vitima de João Dias, um dos dirigentes da ONG Instituto Novo Horizonte e soldado da PM lutador especialista em artes marciais. João Dias desfruta de um padrão de vida incompatível com o que possa receber em sua função pública: confortável mansão, carros importados e um temperamento capaz de intimidar qualquer pessoa que queira ter vida longa.
Mansão do soldado da PM João Dias
Segundo Michael, João Dias o forçou a fazer um depoimento, por escrito, retirando o nome de Agnelo da trama. João, através de um golpe marcial, quebrou o pulso da testemunha tal qual o do agente Clark encontrado morto. Todas essas informações estão à disposição da Justiça nos depoimentos de Michael.
Michael Vieira da Silva contou que outro colaborador do delegado Jean Carlo, Geraldo Nascimento de Andrade, também estava marcado para morrer. O delegado Jean Carlo decidiu resgatar o agente infiltrado e Geraldo, ex-integrante do bando cooptado pela polícia, e colocá-los sob o Programa de Proteção a Testemunha. Geraldo, ex-participante da ONG cooptado pela polícia, foi informado pela esposa de um dos integrantes do bando que sua fotografia já estava nas mãos de matadores contratados para fazer o “serviço”.
A esta altura, Operação Kung – Fu se transforma em Shaolin e sai da Polícia Civil do DF e vai para a Justiça Federal. Lá permanece na mesa do juiz substituto da 10ª Vara enquanto durou a campanha para o Governo do DF.
Toledo e João Dias
Joaquim Roriz, candidato que disputava com Agnelo Queiroz a vaga no Palácio do Buriti, colocou o depoimento de Michael em seu horário eleitoral na TV. Em contrapartida entra em cena a história contada pela Revista Quidnovi na semana passada sob o título VOZ DE PRISÃO.
Mais uma vez João Dias,pesadelo de Agnelo, é um dos protagonistas da história. Até chegar ao corre corre na padaria no Sudoeste, bairro nobre de Brasília, muita coisa havia acontecido e está vindo à tona agora.
Marcelo Toledo e o doleiro Fayed chamaram João Dias para se juntar ao grupo que tentava conseguir a alto custo a Secretaria de Segurança Pública, o DF- Trans e a Seguradora do BRB.
Foi oferecido para João, a Seguradora do BRB que poderia gerar de R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhões ao mês para o esquema. João topou o negócio, mas por pouco tempo. Numa conversa com Miguel Lucena, presidente da Codeplan, foi prometido uma posição melhor dentro do Governo. Miguel pretendia assumir a Secretaria de Segurança Pública e deixar a Codeplan nas mãos de João Dias.
Lucena levou João Dias para enfrentar Toledo e Fayed, que tinham nas mãos gravações comprometedoras de caixa 2 na campanha de Agnelo. O delegado Lucena traçou o plano com João para dar voz de prisão ao doleiro e a Toledo por tentativa de extorsão. Chamou Fayed para tomar um vinho na Padaria Pães & Vinhos, no Sudoeste, enquanto João Dias ficou do lado de fora aguardando o momento de entrar em cena.
Em paralelo, Toledo telefona para Lucena e começa uma discussão. Em seguida, Toledo chega a padaria a fim de colocar um ponto final na tão esperada resposta de Agnelo. O que Toledo não sabe é que a Seguradora do BRB não pode ser dada a ele, nem por Agnelo, porque está nas mãos do vice Tadeu Filipelli e do grão mestre da maçonaria da Loja Grande Oriente do Brasil, Jaffé Torres. Lucena começa a discutir e o resultado foi parar na 3ª DP. Lá, João Dias demonstrava prestígio com o governador. Exigia que fosse feito um Boletim de Ocorrência colocando Agnelo e Lucena como vitimas de extorsão.
João falava alto e ditava as regras. Mas o delegado Onofre de Moraes não podia fazer o BO porque não estavam na Delegacia nem Lucena nem Agnelo. João Dias então deixa a delegacia dizendo que daria o prazo de uma semana para tudo ficar resolvido. E garantia ter Agnelo em suas mãos.
Agora, Onofre, está investigando o caso em sigilo e deve colocar no inquérito o depoimento de todos os personagens.
No final da tarde desta 2ª feira, o governador de Brasília Agnelo Queiroz, durante a inauguração de uma pequena reforma no Hospital da Ceilândia, mostrou-se descontrolado. Xingou os pacientes que cobravam mais atenção da área da Saúde. Disse que os pacientes eram mercenários. O motivo desse descontrole poderia até ser a questão do Sistema de Saúde do DF que está falido. Mas, na verdade, o que incomoda Agnelo é o rumoroso processo que tramita na justiça federal, e que agora poderá vir à tona.
Agnelo Queiroz, governado do DF
Hoje Agnelo deverá ter uma nova dor de cabeça. Conforme revelou o Quidnovi, na semana passada, o governador continua nomeando todas as pessoas envolvidas em escândalos que possam derrubá-lo da cadeira do Buriti. Segundo o Diário Oficial do DF de 13 de janeiro de 2011, Vera Lúcia foi nomeada para um CNE 07 , como assessora especial da Secretaria de Estado e desenvolvimento Urbano e Habitacional. No DODF de 10 de março de 2011, Vera Lúcia foi remanejada para um cargo de natureza especial com CNE 05. Ela agora é Ouvidora da Secretaria de Transparência e Controle do GDF. Ou seja, escuta as denúncias contra o Governo para que possam ser apuradas.
FIFA adverte o Brasil sobre a Copa do Mundo.

Joseph Blatter mandou um recado ao governo brasileiro
Por Claudio Humberto:
Um episódio ainda não revelado e movido a tensão de ambos os lados mexe com os brios do governo federal e da FIFA.
Há 15 dias o presidente da entidade, Joseph Blatter, mandou carta em tom ameaçador à presidenta Dilma Rousseff.
Em outras palavras, disse que se o país não acelerasse as obras dos estádios e não enviasse a Lei Geral da Copa para o Congresso, a FIFA não terá outra alternativa a não ser cancelar o evento até ano que vem, prazo estipulado em acordo com o Brasil, e anunciar a Copa em outro país.
A Casa Civil deu celeridade, então, ao envio do projeto, mas aí a situação desandou de vez.
Os advogados da FIFA no Brasil não gostaram do que leram.
Eles esperavam outro projeto, já acordado com o governo.
Entre pontos polêmicos está a venda de meia-entrada para idosos, o que a FIFA veta e vetou em eventos anteriores.
Não há objetividade também sobre as regras para comércio e publicidade em torno dos estádios.
A FIFA tem exclusividade sobre esses termos, principalmente com a venda de uma cerveja estrangeira que é parceira da entidade, mas o governo não deixou claro se a cervejeira da FIFA terá exclusividade nos acessos aos estádios.
Nos corredores da FIFA, há quem diga que Estados Unidos e Alemanha, que sediaram Copas recentes, estão sob alerta.

Dilma no circo da ONU.

O Brasil é a maior diversão. Na pantomima da Assembléia Geral da ONU, o país apareceu de novo com uma novidade.
Depois do presidente-operário, a presidente-mulher. Mais um número infalível. Nunca antes na história da ONU uma mulher abriu a sessão da Assembléia Geral etc etc.
E quem é esse grande ícone feminino que entrou para a história da diplomacia internacional?
Segundo a revista “Newsweek”, em matéria de capa, Dilma Rousseff é uma comandante tão severa que já teria feito burocratas do Estado caírem no choro.
A revista americana diz também que a temida presidente brasileira espanou os corruptos e os substituiu por pessoas de sua confiança, sempre lideradas por outras mulheres.
“Não mexam com Dilma” é o título da reportagem. Mas poderia ser também: “A Mulher Maravilha da Newsweek”.
Melhor não contrariar. Não daria para botar a super Dilma na capa se a história fosse contada direito: os corruptos demitidos eram as “pessoas de sua confiança”, ou da confiança de seu padrinho.
E a mulher escolhida por Dilma para liderar seu governo era Erenice, a rainha do tráfico de influência.
A comandante durona que, na literatura da “Newsweek”, leva marmanjos às lágrimas, na vida real é a presidente desnorteada, que dedica seu primeiro ano de governo à partilha de cargos entre os companheiros – e nas horas vagas demite os que a imprensa desmascara.
Em Brasília, Dilma declarou que a limpeza não seria pautada pela imprensa. Em Nova York, declarou que a imprensa é vital para a limpeza.
No Brasil, seu partido ruge pelo “controle social” da mídia e ela se cala. Na ONU, se apresenta como militante da liberdade de expressão.
É um conto de fadas que o circo da diplomacia internacional adora.
Dilma Rousseff se encaixou com perfeição na Assembléia Geral da ONU. Numa reunião tradicionalmente inútil, fez seu discurso tradicionalmente insípido.
Dentre as pérolas de estadista-mulher estava um diagnóstico, por assim dizer, sensível da crise mundial: a falta de soluções “não é por falta de recursos financeiros” dos países ricos, “é por falta de recursos políticos”.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O corno e a barba.

Júlio está no motel com a amante, curtindo o pós-transa, quando ela resolve interromper o silêncio:
- Júlio, por que você não corta essa barba?
- Ah... se dependesse só de mim... Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba... ela me ama assim !
- Ora, querido - insiste a amante - Faça isso por mim, por favor...
- Não sei não, querida.... sabe, minha mulher me ama muito, não tenho coragem de decepcioná-la...
- Mas você sabe que eu também te amo muito... pense no caso, por favor...
O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido.
Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo.
Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto lisinho e com a sua voz sonolenta diz:
- Zezão!!! Seu Louco, você ainda está aqui?  Vai logo embora lindo ... Que o barbudinho cornudo  já está pra chegar !!!

Os militares dão aula de democracia, especialmente às esquerdas!

General Ademar e Reinaldo Azevedo: terceira vez no Comando Militar do Sudeste.
A quantidade de bobagens que a petralhada é capaz de produzir é uma coisa formidável! Participei ontem do V Ciclo de Palestras de Comunicação Social do Comando Militar do Sudeste. “V”, entenderam? O evento acontece há cinco anos! É a terceira vez que estive lá: falei no de 2009 e recebi uma condecoração em 2010, o que muito me honra. Gosto de estar entre pessoas decentes, que seguem a Constituição e as leis. É inútil me procurar em marchas da maconha, por exemplo… “Palestra para militares, é? Estava tentando convencê-los a dar um golpe?”, provocou um bobalhão.
A ironia é tão cretina que talvez não merecesse estar aqui. Mas ela vem bem a calhar. Quis a evolução da vida política e social brasileira que o ambiente militar seja hoje mais pluralista e aberto à divergência do que as nossas universidades, especialmente as públicas, onde grupelhos se impõem pela força, pela violência, pela intimidação, silenciando o contraditário. Sabem o que isso significa? E reproduzo aqui a minha fala final no evento desta terça, parafraseando Talleyrand sobre os Bourbons: os militares podem não ter esquecido nada, mas aprenderam coisas novas; as esquerdas autoritárias não esqueceram nada, mas também não aprenderam nada,
Eu era apenas um dos convidados. Na segunda, falaram o chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, o general Carlos Alberto Neiva Barcellos; o jornalista Carlos Nascimento, do SBT; o jornalista e escritor Laurentino Gomes e o presidente do Instituto Vladimir Herzog, Nemércio Nogueira. Na terça, além deste escriba, estiveram lá o publicitário José Luiz Martins; o vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa, Audálio Dantas, e o jornalista e comentarista esportivo Sílvio Luiz. Amanhã, se não houver mudança na programação, estão previstas as presenças de Felipe Bueno, diretor de jornalismo da Rádio Sulamérica Trânsito; Marcelo Rezende, jornalista da TV Record; Hans Donner, diretor de Arte da Rede Globo, e Sandra Annemberg, jornalista e apresentadora da Rede Globo; na quinta, Heródoto Barbeiro, jornalista e apresentador da Record News.
Como se nota, há profissionais de áreas distintas da imprensa e que não comungam na mesma igreja de pensamento. A platéia é formada por oficiais do Exército e por estudantes de várias faculdades de jornalismo. O genral Ademar da Costa Machado Filho, comandante militar do Sudeste, deu uma aula de espírito democrático e civilidade: “Eu costumo dizer, Reinaldo, que aqui não existe hierarquia para as idéias; a hierarquia existe e é aplicada quando tomamos uma decisão, mas eu costumo sempre ouvir a minha equipe”. Eis aí! Quem dera se pudesse respirar essa esfera nas universidades brasileiras, não é mesmo?
Sobre o que eu falei?
O título da minha palestra é longo, quase uma dissertação, sugerido por mim, como ficará claro: “Pluralismo, na imprensa, não significa verdade relativa. A verdade segue sendo uma só”. Como o nome sugere, critiquei a grande confusão que se faz no jornalismo brasileiro hoje em dia entre “outro lado” e “outro-ladismo”. É evidente que pessoas que estejam sendo acusadas de um crime ou de um ato ilícito devem ser ouvidas para apresentar a sua versão. Isso não quer dizer, no entanto, que a verdade seja uma questão de ponto de vista. A gente pode até não conhecê-la, mas ela existe.
O “outro-ladismo” é a manifestação viciosa, perniciosa, do “outro lado”. Há um exemplo escancarado no dias que correm. Quantas reportagens vocês já leram em que Marina Silva aparece afirmando que a proposta de Aldo Rebelo para o novo Código Florestal anistia desmatadores? No fim do texto, na hipótese benigna, registra-se: “Rebelo nega”. Notem: se um diz a verdade, o outro mente. É simples assim. Que tal ler o que diz o documento? Ou há anistia ali ou não há. Não basta ao jornalista ouvir “um lado”, ouvir o “outro lado” e dar a coisa por encerrada. Quem ler o código vai constatar que ele NÃO PROPÕE A ANISTIA COISA NENHUMA! Também não aumenta o desmatamento, como dizem. É matéria de fato, não de gosto. E é uma obrigação do jornalista trabalhar com os fatos. Ou seja: Aldo não mente!
Foi um bate-papo proveitoso, divertido, com intervenções inteligentes dos estudantes e dos militares presentes. Chamam a atenção, em particular, a cultura, o bom humor e a conversa agradável de jovens oficiais, muito distantes do sectarismo rombudo e ignorante daquela meia-dúzia, que tem mais ou menos a mesma idade dos soldados, que costuma tiranizar as universidades brasileiras com suas idéias “revolucionárias” para o século… 19!
Saúdo, mais uma vez, o general Ademar. Estivesse ele numa das nossas tristes universidades, constataria que, por lá, se pratica o contrário do seu lema: as idéias é que têm hierarquia, e ela só não se mostra na hora de tomar decisões.
São os militares dando aula de democracia às nossas esquerdas.

O PT está fedendo...

Direção nacional ignora PT em Alagoas - que está fedendo
Brasília – A situação do PT em Alagoas repercute aqui como a comprovação de quem já havia, com bastante antecedência, alertado à direção nacional petista sobre a vocação que o partido alagoano tem para ser eternamente pequeno.
É por isso que a direção nacional do PT não dá a mínima para o partido em Alagoas; é como se o PT não existisse em Alagoas.
Não elegeu vereador em Maceió, não tem mais base em Arapiraca e o único prefeito que elegeu é acusado de corrupção e crime de mando.
E para completar tem a desastrada declaração do deputado Ronaldo Medeiros, que na tentativa de defender o ex-deputado Paulão na questão do indiciamento na "Operação Taturana", além de faltar com a verdade, ele expôs publicamente as vísceras podres do partido – que está fedendo.
O PT em Alagoas, quem diria, foi parar na vala comum.

O nome da corrupção é...


Desde o último dia 7 de setembro, protestos contra a corrupção mais ou menos espontâneos têm ocorrido em todo o país. Em diversos lugares, cidadãos cansados de serem feitos de idiotas pelas "otoridades" resolveram sair às ruas e protestar, sem bandeiras partidárias, contra a ladroagem que impera no Planalto. Já está sendo organizado um protesto em várias cidades para o próximo dia 12 de outubro.
A notícia em si é animadora, e parece demonstrar que parte da população brasileira, diante do silêncio cúmplice e covarde da oposição (?), decidiu responder a pergunta do correspondente do jornal espanhol El Pais, Juan Arias ("Por que não reagem?"), e finalmente despertou de anos de letargia. Já estava mais do que na hora de sacudir o marasmo e o conformismo e dizer um basta à roubalheira, à lambança e à cafajestagem, que nos últimos anos atingiram níveis de descaramento sem precedentes. Trata-se de algo importante, também, por romper o monopólio das ruas pela esquerda, que dura, no Brasil, uns quarenta anos, no mínimo (pela primeira vez, não vejo bandeiras vermelhas numa manifestação política). Mas há uma pegadinha aí.
A pegadinha consiste no fato de que, até agora, não se deu nome aos bois. Fala-se em corrupção em termos genéricos e abstratos, de forma vaga, não se ligando a coisa a partidos ou a pessoas. Tirando algumas vagas e tímidas citações a Lula e a Zé Dirceu, não vi nenhum manifestante defender claramente a punição de fulano ou beltrano. Não vi ninguém, por exemplo, denunciar a farsa que é o PAC, ou o escoadouro de dinheiro público que serão as obras para a Copa do Mundo, ou o festival de absurdos que virou o MEC sob o inacreditável Fernando Haddad (que até "kit-gay" já quis enfiar goela abaixo de criancinhas nas escolas). Nessas condições, as marchas contra a corrupção correm o risco de virar algo parecido com uma "marcha contra a violência" ou uma "marcha pela paz" - ou seja: algo até bem-intencionado, mas absolutamente inútil. Ou, então, cairão na generalização resignada de que "é assim mesmo", "somos todos corruptos", "não tem jeito" etc.
É preciso deixar bem claro: a corrupção, no Brasil, tem cara, nome e sobrenome. E a corrupção na atualidade se chama Dilma Vana Rousseff. Assim como, até ontem, atendia pelo nome de Luiz Inácio Lula da Silva, o Apedeuta.

Que fique claro que o governo Dilma Rousseff não passa de uma continuação do mandarinato lulo-petista, que a "presidenta" durona e competente é apenas um mito criado pelos mesmos que criaram o mito Lula. Nada mais cínico, nesse sentido, do que a idéia da "faxina" nos ministérios que estaria sendo feita por Dilma, o que não passa de mais uma invenção da imprensa companheira (invenção, aliás, negada pela própria Dilma). Vários ministros já caíram e outros, provavelmente cairão, mas é como se Dilma, que os nomeou, não tivesse nada a ver com o riscado.
Já vi esse filme. Assistimos, durante oito anos, à comédia do presidente que, diante dos descalabros planejados na sala ao lado, não sabia de nada, não via nada (isso foi antes de se dizer “traído” e que “todos fazem igual”). Agora temos a presidente-faxineira (a gerente ultra-competente, pelo visto, não cola mais, assim como a lenda da presidente "intelectual" que falsificou o próprio currículo e incapaz de lembrar o título e o autor do último livro que leu). Blindada, com certeza. Ninguém se dá conta de que a corrupção é a própria alma do governo Dilma, e que qualquer um que for indicado para participar desse governo deve ser colocado de antemão sob suspeita.
Pior: há o risco de a causa ser sequestrada pelos mesmos que deveriam estar na berlinda. Vamos lembrar. A "luta contra a corrupção" ou pela "ética na política" sempre foi uma bandeira da esquerda no Brasil. Foi no impeachment de Collor, em 92, que o PT se fortaleceu e surgiu, de fato, para a política nacional (antes, era o partido dos sindicalistas barbudos e socialistas, para quem combater a corrupção era coisa da pequena burguesia moralista). Depois, na CPI dos anões e em todas as outras que se seguiram, os petistas e seus clones esquerdistas emergiram como os vigilantes da moral e dos bons costumes, os únicos bons e puros em meio a um mar de ladrões.
No decorrer dos anos, o partido se especializou em destruir reputações alheias enquanto erguia seu próprio mito, e tratava de preparar o caminho para o assalto (literal e figurado) ao Estado. Tudo isso apenas como um instrumento para chegar ao poder: uma vez alcançado o objetivo, o partido tratou logo de jogar a bandeira da ética na lata do lixo, pois não mais lhe servia. Hoje, a UNE, que esteve à frente dos protestos vinte anos atrás, virou uma repartição chapa-branca, e dedica-se a fazer "protestos a favor" (não me surpreenderia, aliás, se organizasse um ato "contra a corrupção"...). O líder dos estudantes “carapintadas” que saíram às ruas pedindo o impeachment de Collor, o ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindbergh Farias, é um dos frequentadores do cafofo de Zé Dirceu em Brasília, e o partido das vestais está de braços dados com Maluf, Sarney e Collor. (E não venham me dizer que a Rainha Muda é "prisioneira" da base alugada ou coisa parecida: ninguém é prisioneiro porque quer.)
Collor só caiu porque os brasileiros foram às ruas contra ele, Collor, e não contra a "corrupção". Enquanto os que marcham não se derem conta que Dilma Rousseff é apenas a gerente da roubalheira, insistindo em não ligar o criador à criatura, nada vai acontecer. Até que tomem consciência de que é preciso dar nomes aos bois e às vacas, vão ficar enxugando gelo e correndo atrás do próprio rabo, até serem enganados de novo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Elle quer macular a democracia.

O ex-presidente Lula se reuniu, nesta segunda (12), com líderes do PT para conversar sobre o andamento da reforma política no Congresso. O anteprojeto de lei, que tem como relator o deputado Henrique Fontana (PT), presente na reunião, deverá ser votado na comissão especial que discute o tema na Câmara no próximo dia 21. Ao comentar o relatório, apresentado por Fontana no dia 17 de agosto, Lula ressaltou que o financiamento público exclusivo de campanha é fundamental para o aperfeiçoamento da democracia brasileira, e considerou um avanço a proposta do relator de adotar o sistema eleitoral proporcional misto. Segundo ele, é importante porque fortalece os partidos e qualifica a democracia ao manter a possibilidade do eleitor votar em seu candidato, além de escolher a lista de um partido. O encontro ocorreu na sede do Instituto Lula, em São Paulo. Além de Fontana, estiveram presentes o líder da bancada Paulo Teixeira, e os deputados Érika Kokay e Ricardo Berzoini. Também compareceram o secretário-geral do partido, Elói Pietá, entre outros. ( Texto CH )

Para que serve nossos impostos?

Ministro pagou governanta com verba pública por 7 anos
O ministro do Turismo, Pedro Novais (PMDB),usou dinheiro público para bancar o salário da governanta de seu apartamento em Brasília.
O pagamento é irregular: foi feito de 2003 a 2010, quando Novais era deputado federal pelo PMDB do Maranhão.
A empregada Doralice Bento de Sousa, 49, recebia como secretária parlamentar na Câmara, nomeada por Novais. 
O jornal Folha de São Paulo apurou que ela não dava expediente no gabinete de Novais nem no escritório político no Estado de origem, precondições para o uso de verbas parlamentares para pagar assessores.
Dora fazia tarefas no apartamento de Novais: cozinhava, organizava a casa e chefiava a faxina das diaristas.
Ela dormia com alguma frequência na casa de Novais e acompanhava a família ao Rio, onde o ministro tem um apartamento, e ao Maranhão. (Folha)

Corrupção na saúde do Brasil.

BRASÍLIA - Nos últimos nove anos, o governo federal - que tem defendido novas fontes de financiamento para a Saúde - contabilizou um orçamento paralelo de R$ 2,3 bilhões que deveriam curar e prevenir doenças, mas escorreram pelo ralo da corrupção. Esse é o montante de dinheiro desviado da Saúde, segundo constatação de Tomadas de Contas Especiais (TCEs) encaminhadas ao Tribunal de Contas da União (TCU), entre janeiro de 2002 e 30 de junho de 2011. A Saúde responde sozinha por um terço (32,38%) dos recursos federais que se perderam no caminho, considerando 24 ministérios e a Presidência. Ao todo, a União perdeu R$ 6,89 bilhões em desvios. (O globo)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Os 8 escândalos do governo Dilma...

Casa Civil
O ministro-chefe da Casa Civil Antonio Palocci deixou o cargo no dia 7 de   junho em meio a enorme pressão para explicar como seu patrimônio foi   multiplicado por 20 entre 2006 e 2010. No dia anterior, a Procuradoria-Geral   da República tinha decidido arquivar o processo contra o ministro. A crise   envolvendo Palocci dividiu a base aliada e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da   Silva foi a Brasília para tentar articular a aliança PT-PMDB, abalada pela   crise.
Relações Institucionais
Em 10 de junho, Dilma encerrou a crise da queda de Antonio Palocci   mudando o titular da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), pasta   responsável pela relação do governo com o Congresso, muito criticada durante   aquela crise. A atuação do então ministro da SRI, Luiz Sérgio, era considerada   pífia. Dilma nomeou para o cargo Ideli Salvatti, até então ministra da Pesca.   Para diminuir as reclamações do PT, Dilma trocou os ministros: para o lugar de   Ideli na Pesca, foi Luiz Sérgio.
Aloprados
Em entrevista à revista "Veja", o ex-diretor de gestão de riscos do Banco   do Brasil, Expedito Veloso, disse que o ministro da Ciência e Tecnologia,   Aloizio Mercadante, estava envolvido na fabricação de um falso dossiê contra   seu adversário tucano, José Serra, na campanha pelo governo de São Paulo em   2006. A ministra Ideli Salvatti e a ex-senadora Serys Slhessarenko também   teriam tido conhecimento prévio do dossiê preparado pelos "aloprados" do   partido.
IME
A Procuradoria de Justiça Militar do Rio de Janeiro apresentou denúncia   contra seis militares do Exército e nove civis pelo desvio de recursos   públicos em licitações realizadas pelo Instituto Militar de Engenharia (IME),   no final de junho. Uma força-tarefa foi criada para investigar o caso depois   de uma série de reportagens do GLOBO.
Transportes / Nascimento
Após reportagem do GLOBO sobre o crescimento de 86.500% do patrimônio do   filho do ministro Alfredo Nascimento, ele foi demitido por Dilma em 6 de   julho. Dias antes, a revista "Veja" mostrara esquema de superfaturamento e   propina nos Transportes.
Trasportes / DNIT
Até agora, chegam a 27 os servidores demitidos na pasta, a maioria deles   indicados do PR. Além do ministro Alfredo Nascimento, a faxina de Dilma   derrubou, por exemplo, o diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, afilhado   político do senador Blairo Maggi (PR-MT); o presidente da Valec, José   Francisco das Neves, o Juquinha, homem de confiança do deputado Valdemar Costa   Neto (PR-SP), secretário-geral do partido; José Henrique Sadok de Sá e   Hideraldo Caron, diretores do Dnit.
Agricultura
A crise começou quando Oscar Jucá Neto foi demitido da direção da   Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estatal ligada à Agricultura.   Após ser denunciado por desvio de dinheiro, ele acusou o ministro da   Agricultura, Wagner Rossi, de oferecer propina em troca de silêncio. Rossi   negou as acusações. Três dias depois, nova denúncia destacou a atuação do   lobista Júlio Fróes, que teria uma sala no ministério e distribuiria propina a   servidores. Ele teria o incentivo do secretário executivo da pasta, Milton   Ortolan, que pediu demissão.
Turismo
A Polícia Federal prendeu 35 pessoas suspeitas de desviar recursos   destinados ao Ministério do Turismo por meio de emendas parlamentares. O   secretário-executivo da pasta, Frederico Silva da Costa, é um dos detidos na   operação batizada de Voucher. O ex-secretário executivo da pasta e   ex-presidente da Embratur, Mário Moysés, que já foi chefe de gabinete de Marta   Suplicy, também foi preso. Os peemedebistas defenderam o ministro Pedro Novais   e cobraram responsabilidade do PT.
Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/info/escandalos-governo-dilma/

Vou Tirar Você Desse Lugar