quarta-feira, 10 de outubro de 2012

SUBCOMANDANTE DA QUADRILHA. ESTÁ CHEGANDO A HORA.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou mais empenho do governador Omar Aziz (PSD-AM) na campanha de Vanessa Grazziotin (PC do B) na eleição de Manaus, que é uma das prioridades do PT.
A campanha do segundo turno na cidade opõe a senadora Grazziotin ao ex-senador Arthur Virgílio (PSDB), um dos principais desafetos de Lula durante seu período na Presidência. A comunista foi, inclusive, a única não petista a receber Lula em seu palanque na atual campanha.

Fim de linha para o estalinista-mor do PT e de seu projeto totalitário.

Dirceu: fim da carreira política e de projeto estalinista de poder 
(Foto: veja.abril.com.br)


Sete anos após a eclosão do maior escândalo da política nacional, o ex-todo-poderoso ministro da Casa Civil José Dirceu, braço direito de Lula e grande mentor de um projeto estalinista de tomada do Estado por um partido – o seu, o PT –, é condenado pela mais alta corte de Justiça do país, mesmo antes do voto de todos os 10 ministros em atividade, pelo crime de corrupção ativa — por comprar apoio ao governo Lula com dinheiro sujo. 
O mesmo destino tiveram, por votação mais ampla, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares. 
A condenação, ainda que por ela eventualmente — repito, eventualmente — Dirceu não vá cumprir pena de cadeia (há que aguardar o julgamento dos outros crimes de que ainda é acusado no processo e a atribuição de penas pelos ministros), encerra, de forma peremptória e dramática, a carreira política do ambicioso ex-líder estudantil, ex-exilado, ex-clandestino, ex-candidato ao governo de São Paulo, ex-deputado e ex-ministro que, não fora a eclosão do escândalo do mensalão, em 2005, seria o delfim de Lula, o homem que muito provavelmente estaria, hoje, ocupando o Palácio do Planalto. 
A condenação pelo Supremo faz justiça ao grande executor do esquema corrupto e livra a vida política do país, até onde a vista alcança, da atividade deletéria de um pretenso defensor da democracia que sempre abrigou um projeto totalitário. 

Condenado!


 


José Genoino
Condenado por corrupção ativa o ex-presidente do PT José Gen

Tiro no pé.

Portador da Síndrome de Deus, Luiz Inácio Lula da Silva resolveu ensinar ao governador Eduardo Campos como se faz um prefeito de capital.


http://prosaepolitica.com.br/wp-content/uploads/2012/10/lula-2012.jpg


Por Augusto Nunes

Decidido a instalar o senador Humberto Costa no comando do Recife, proibiu o companheiro João da Costa de disputar a reeleição, ordenou ao deputado Maurício Rands que desistisse da candidatura e, convencido de que Eduardo Campos e o PSB não ousariam desafiar a vontade do Rei de Pernambuco, correu para o abraço. 
Tropeçou espetacularmente num certo Geraldo Júlio, escolhido pelo governador para mostrar quem manda por lá.
Há um mês, Geraldo Júlio era mais um no secretariado estadual.
É agora o prefeito eleito com mais de 450 mil votos, 300 mil à frente do terceiro colocado Humberto Costa.
O senador afundou abraçado ao ex-prefeito João Paulo, candidato a vice. 
Quem não perdeu inteiramente o juízo preferiu contemplar de longe o abraço dos afogados. 
João da Costa e Maurício Rands abandonaram o barco ainda no ancoradouro.
Como sempre faz ao pressentir a consumação de algum naufrágio que planejou, Lula escapou pelo porão. 
O palanque ambulante nem deu as caras na capital pernambucana, que deveria emoldurar o grande momento da sequência de comícios de dimensões amazônicas. 

A surra sofrida pelo PT na cidade que controlou por 12 anos foi a mais espantosa proeza do intuitivo incomparável.

Nunca se viu tão perfeito tiro no pé.

José Dirceu é culpado




E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora,Dirceu?

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Assim termina a história do herói José Dirceu.


Esta foto de Moacyr Lopes Junior, da Folhapress, é de anteontem. Flagra o todo-poderoso José Dirceu quando ia votar para prefeito de São Paulo. Aquele que emitiu nesta terça uma nota exaltando o próprio heroísmo está aí, como se vê, cercado de seguranças. Militantes do PT o acompanhavam e chegaram a agredir jornalistas.
A foto é um emblema destes tempos e um justo epílogo de sua história política. Ele havia convocado a reação das massas. Terminou cercado de seguranças e de alguns brutamontes dispostos a distribuir sopapos na imprensa livre, que ele voltou a atacar nesta terça.
Assim termina o herói.

                                O GUERRILHEIRO DE FESTIM

Dirceu agora é corrupto segundo dois Poderes da República.


José Dirceu teve o mandato de deputado federal cassado pela Câmara por corrupção. E obteve o sexto voto contrário no Supremo. Agora, também o Poder Judiciário decidiu que ele é um corrupto.
Dirceu consegue, assim, o prodígio de ser oficialmente corrupto segundo dois Poderes da República: o Legislativo e o Judiciário.
Um prodígio da luta revolucionária!


Condenação de José Dirceu pelo STF carimba o governo Lula como o mais corrupto da história brasileira.

Agora é oficial – “A condenação do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de corrupção ativa carimba o governo Lula como o mais corrupto da história do Brasil”. A avaliação é líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), para quem a futura prisão da cúpula petista marca uma nova etapa no País no que se refere ao combate à corrupção. O placar pela condenação do ex-comissário palaciano José Dirceu é de seis votos a favor – o que forma maioria – e dois pela absolvição. Ainda faltam os votos dos ministros Carlos Ayres Britto, presidente da Corte, e Celso de Mello, o decano.
Para o presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), a condenação dos dirigentes do PT “culmina com toda a luta do povo brasileiro pelo fim da impunidade, pelo combate à corrupção e por um país onde os poderosos não estão acima da lei”. Na avaliação do parlamentar, o mensalão é “o maior escândalo da república brasileira e marca indelevelmente o governo Lula e o PT”.
Nesta terça-feira (9), ao avançar no julgamento do mensalão, o STF condenou José Dirceu, o ex-presidente do PT, José Genoino, e o tesoureiro petista Delúbio Soares pelo crime de corrupção ativa. O grupo, segundo avaliação da maioria dos ministros do Supremo, agiu para desviar dinheiro político e comprar o apoio de parlamentares e partidos por meio das empresas do publicitário Marcos Valério.
“O que assistíamos até hoje eram políticos corruptos sendo acusados, algumas vezes até presos, mas na Justiça eles eram beneficiados pela prescrição dos crimes, pela demora do julgamento, ou mesmo inocentados. O STF, ao condenar a quadrilha do mensalão, dá para todo o País o recado de que os poderosos não estão acima da lei”, afirmou o líder do PPS.
Para Rubens Bueno, outra condenação, a do ex-presidente da Câmara, o deputado petista João Paulo Cunha (SP), confirmou a complexidade do esquema criminoso que o PT pretendia perpetuar no país. “A condenação de João Paulo mostrou que o comando do Legislativo era conivente com a compra de votos por parte do Executivo e do PT. E pior ainda, o próprio presidente da Câmara se corrompeu de forma direta ao receber dinheiro do esquema”, destacou o parlamentar.
Respingos no governo Dilma e favores a Duda Mendonça
O líder do PPS alertou ainda para os respingos do julgamento do mensalão no governo da presidente Dilma Vana Rousseff. O parlamentar lembra que diversos personagens ligados direta ou indiretamente ao Mensalão do PT integram ou têm negócios até hoje com o governo federal.
“O Duda Mendonça, por exemplo, que é réu no processo do mensalão pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, recebe até hoje milhões do governo federal”, alertou Rubens Bueno.
Segundo informações do Portal da Transparência do Governo Federal, a empresa Duda Mendonça & Associados Propaganda recebeu, de 2004 a 2012, R$ 169 milhões da União.

 

Mais uma mentira de Zé Dirceu.



 

"Hoje, a Suprema Corte do meu país, sob forte pressão da imprensa, me condena como corruptor, contrário ao que dizem os autos, que clamam por justiça e registram, para sempre, a ausência de provas e a minha inocência. O Estado de Direito Democrático e os princípios constitucionais não aceitam um juízo político e de exceção."

*José Dirceu.

Dia histórico na Justiça do Brasil.

Orlando Brito
Foto
A estátua da Justiça em frente ao Superior Tribunal Federal, nesta terça-feira, emoldurada pelo arco-íris no céu da capital.

Mensaleiros condenados. Fim de linha para os corruptos José Dirceu, Genoino e Delúbio Soares . O Mensalão existiu e agora vão todos para a cadeia.

 
Marco Aurélio encerra a votação que condena os mensaleiros. O Mensalão existiu. Houve roubo de dinheiro público por parte da direção do PT. Os atores são corruptos. Agora é aguadar por quantos anos vão mofar na cadeia. Mais informações em instantes.

O roteiro do rancor de Lula

Sentença absolve Cícero da acusação de improbidade administrativa.



Ao contrário do que vem sendo divulgado por alguns veículos de comunicação, a sentença proferida pela juíza Cristiane Mendonça Lage, substituta da 3ª Vara Federal, na noite desta segunda-feira (8), absolveu o senador Cícero Lucena (PSDB), candidato à Prefeitura da Capital pela Coligação Por Amor a João Pessoa, Sempre, da acusação de prática de improbidade administrativa no tocante ao superfaturamento na execução do contrato firmado com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) quando ele era prefeito de João Pessoa (1997-2004). As informações são do advogado de Cícero, Walter Agra.

Segundo o advogado, a decisão da juíza reconhece que as obras foram concluídas, que não houve superfaturamento e que a sub-rogação era possível na época em que Cícero administrou a Capital.

“No item 282 da sentença a juíza considera que não houve superfaturamento e absolve Cícero Lucena, o que ratifica o fato do Convênio 360 firmado com a Funasa ter sido por ela própria aprovado”, afirmou Walter Agra.

Conforme o artigo 282 da sentença: “Em suma: ABSOLVO todos os réus quanto à acusação de prática de ato de improbidade no tocante ao superfaturamento na execução do contrato.”

“No item 149 entende a sentença que não é falsa a afirmação assinada de que a obra foi integralmente executada, pois a obra foi efetivamente executada”, disse Walter Agra.

Conforme o artigo 149 da sentença: “Nessa toada, entendo não ser falsa a afirmativa de que, até quando os recursos repassados pela FUNASA e da contrapartida subsistiram, o cronograma físico da mesma época FOI INTEGRALMENTE EXECUTADO, de modo que, com relação a este fato, ABSOLVO os réus EVANDRO DE ALMEIDA FERNANDES e CÍCERO DE LUCENA FILHO da prática de ato de improbidade.”

Legalidade das sub-rogações

Ainda segundo Walter Agra, a sentença reconhece no item 104 que a sub-rogação era possível na época dos fatos, cita, inclusive, jurisprudências do STJ, e afirma no item 103 que não seria justo condenar uma pessoa por improbidade administrativa por uma conduta que era admitida pelo Tribunal de Contas da União (TCU) quando foi praticada.

Conforme o artigo 103 da sentença: “Assim, não seria justo que um agente público fosse condenado por ato de improbidade administrativa em decorrência de UMA CONDUTA QUE ERA ADMITIDA PELO TCU NA OCASIÃO DE SUA PRÁTICA. Ou seja, a chancela do TCU quanto à prática de um ato, a priori, descaracteriza o dolo do agente; ao contrário, caso o ato tenha sido praticado em franco confronto com as orientações do TCU, enxerga-se o dolo na prática do ato de improbidade. (...) Na espécie, com base nas circunstâncias descritas no acórdão recorrido, dando conta que os atos praticados foram ancorados em interpretação administrativa do departamento jurídico da autarquia e, especialmente, pelo fato de a norma que dava suporte ao ato impugnado na ação civil pública comportar interpretação em sentidos diversos, é de se concluir que a conduta do agente público, inobstante contrária à lei, não se deu por dolo ou culpa.”

Conforme o artigo 104: “Como visto, embora a doutrina fosse dividida acerca do assunto (fato que já recomendaria cautela extra por parte dos réus) o cenário jurídico existente no ano de 2001 ainda acenava pela possibilidade de sub-rogação. (...)”

A sentença, de acordo com Walter Agra, “reconhece que Cícero teria ferido princípios administrativos com base exclusivamente em depoimento de Evandro Almeida e Potengi Lucena prestados perante autoridade policial, quando estes reformaram tais depoimentos perante a autoridade judicial. Deixou, assim, de considerar as provas produzidas sob o manto do contraditório para prestigiar prova sem contraditório e refeita”.

Segundo Walter Agra, como o único ponto em que a tese da defesa deixou de ser acolhida baseou-se em prova refeita em sentido contraditório, o equívoco pode ser sanado, inclusive, por meio de Embargos Declaratórios que serão interpostos ao longo desta semana.

“Não sendo sanado tal equívoco quando dos embargos, certamente será quando do julgamento de Apelação no Tribunal Regional Federal (TRF)”, afirmou Walter Agra.

Assessoria

TOFFOLI E O VOTO DA AMIZADE.

Depois do voto do ministro amigo da primeira dama, hoje teremos o voto do ministro assessor de José Dirceu.

Além da condenação do ex-ministro José Dirceu, a participação no julgamento do ministro José Antonio Dias Toffoli deverá ser o destaque da sessão de hoje no Supremo Tribunal Federal. Ex-subchefe de Assuntos da Casa Civil da Presidência na gestão de Dirceu, Toffoli deve votar a favor do petista, conforme expectativas de ministros do Supremo e de advogados.

Se confirmado esse posicionamento de Toffoli, ele deverá se juntar ao revisor do processo, Ricardo Lewandowski, que votou contra a punição do ex-ministro da Casa Civil. Conforme Lewandowski, não existem provas contra o petista, apenas ilações. "Não descarto que José Dirceu tenha participado, tenha sido até o mentor dessa trama criminosa, mas o fato é que isso não encontra ressonância nas provas dos autos. Não há prova documental, não há prova pericial, e foram sete anos de investigação", disse Lewandowski.

Toffoli está no STF desde outubro de 2009. Ele foi nomeado para o cargo pelo então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi advogado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a campanha eleitoral vitoriosa de 2002. Com a ida de Lula para o Palácio do Planalto, Toffoli foi para a Casa Civil e em seguida assumiu a Advocacia-Geral da União (AGU). No Supremo há ainda quem acredite que hoje Toffoli poderá surpreender e não votar em relação às acusações imputadas a José Dirceu. A participação do ministro no julgamento também foi contestada pelo fato de ele namorar a advogada Roberta Rangel, que defendeu o ex-deputado federal Professor Luizinho. Atualmente, Roberta não trabalha mais no caso.

Por causa desse passado no governo Lula e da proximidade com a ex-advogada de Luizinho, nos últimos meses Toffoli foi pressionado a não participar do julgamento do mensalão. No entanto, iniciado o julgamento, ele votou em relação a acusações imputadas aos núcleos financeiro, publicitário e político. Ele condenou alguns réus, entre os quais o deputado federal Valdemar Costa Neto e o ex-deputado Roberto Jefferson, delator do mensalão. Segundo Toffoli, os réus usaram de "astúcia" para dissimular o recebimento irregular de recursos.

O ministro também votou a favor da condenação de dirigentes do Banco Rural, acusados de envolvimento com o esquema. "Está devidamente demonstrada a dissimulação da origem espúria dos recursos, o que se configurou por meio das concessões e renovações de empréstimos fictícios, bem como pela distribuição dos valores sem identificação dos destinatários reais perante o Banco Central e perante o Coaf, circunstâncias devidamente comprovadas ao longo da instrução processual."

Mas o ministro absolveu o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), acusado de receber R$ 50 mil do esquema. O dinheiro foi sacado em uma agência do Banco Rural pela mulher de João Paulo. Toffoli aceitou a alegação da defesa de que os recursos foram entregues ao deputado com o objetivo de custear pesquisas eleitorais em Osasco. Por essa argumentação, o que teria ocorrido, na realidade, seria apenas uma operação de caixa 2 de campanha eleitoral.

"O fato de o recebimento haver-se empreendido por meio de interposta pessoa, por si só, não é suficiente para caracterizar o delito em questão, uma vez que todos os depoimentos constantes dos autos apontam no sentido de que aqueles recursos foram, de fato, repassados ao réu para essa finalidade específica (pagamentos das pesquisas), sem que tivesse ele conhecimento prévio da sua origem", sentenciou o ministro. No entanto, João Paulo acabou condenado por decisão da maioria do tribunal.(Estadão)

PARA HADDAD SER RELIGIOSO É SER FUNDAMENTALISTA.

Haddad não busca apoio de Igrejas porque é contra elas, porque para o PT ser religioso é ser "fundamentalista".

Quem é mais hipócrita? Haddad que esconde a fúria do seu partido contra as Igrejas de qualquer crença ou Gabriel Chalita, que vai vender a sua alma para os defensores do Kit Gay em troca de um ministério no Governo Dilma?

Não é ilação. Está escrito institucionalmente pelo PT o seu rancor contra a Religião. É só olhar abaixo a posição do Setorial LGTB do PT, que quer a volta do Kit Gay para as escolas paulistanas. Está escrito na Plataforma dos Candidatos do PT, distribuído em todo o país, integralmente adotada por Fernando Haddad, o posicionamento do partido contra a participação da religião na política. É óbvio que o Estado é laico. Mas isto não pode impedir, porque somos uma Democracia, que o eleitor que tem fé religiosa discuta e debata o que pensam e como agem os candidatos.
Para o PT, ser religioso é ser conservador, moralista e preconceituoso. Esta é a visão do PT sobre as pessoas que tem fé, independente da igreja que frequentam. Vejam, abaixo, notícia da Folha de São Paulo. Não é fundamentalismo algum discutir este tema em campanha eleitoral. Se muito mais da metade dos paulistanos tem crenças e frequenta templos e igrejas, quem é o PT para proibir a discussão de temas como homofobia, aborto e orientação sexual para os estudantes? Não é a Imprensa ou o Partido do Mensalão que tem o poder de barrar o debate.

A campanha de José Serra vai correr atrás de líderes religiosos que, no primeiro turno, apoiaram os candidatos Gabriel Chalita (PMDB) e Celso Russomanno (PRB). A ação é voltada principalmente para as igrejas evangélicas. Os tucanos querem trazer para Serra nomes como o pastor Manoel Ferreira, líder da Assembleia de Deus Madureira --um dos maiores troncos da denominação no país-- e o pastor Geraldino Silva. Geraldo Malta, do comitê evangélico de Serra, já procurou a Sara Nossa Terra (que apoiou Chalita) e a Assembleia de Deus Santo Amaro, (que ficou com Russomanno). O pastor Jabes Alencar, da Assembleia do Bom Retiro, também foi acionado.

O PSDB quer aproveitar a resistência de setores evangélicos ao rival de Serra no segundo turno, Fernando Haddad (PT), para ampliar a mobilização pró-tucano. Haddad foi criticado por líderes religiosos pela produção de material didático anti-homofobia --apelidado jocosamente de "kit gay"pelas bancadas evangélica e católica-- quando ministro da Educação. A repercussão entre os religiosos levou a presidente Dilma Rousseff a suspender a iniciativa.

Supremo volta a julgar Dirceu.

 

José Dirceu ( de óculos) é acusado de ser chefe de quadrilha.
Nesta terça-feira (9) o Supremo Tribunal Federal volta a dar continuidade ao julgamento da Ação Penal 470, mais conhecida como  "mensalão".
Hoje dar-se-à o julgamento de José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do Governo de Luiz Inácio da Silva, e acusado pelo Ministério Público de ser o "chefe da quadrilha" do mensalão.
Cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) voltam a analisar, se antigos dirigentes do PT, entre eles o próprio José Dirceu, corromperam integrantes de quatro partidos em troca de apoio político no Congresso para o governo do ex-presidente Luiz Inácio da Silva.
O antigo chefe da Casa Civil já foi considerado culpado por três magistrados da Suprema Corte: Joaquim Barbosa, Rosa Weber e Luiz Fux. Até o momento, apenas o revisor da ação penal, ministro Ricardo Lewandowski, entendeu que não há provas de que o ex-ministro de Lula liderava a distribuição de recursos a partidos aliados para obter votos na Câmara em projetos de interesse do governo.(G1)

Blogueiros desempregados.

 

Os blogueiros profissionais do lulopetismo estão desesperados: os pobres coitados que sempre negaram a existência do mensalão terão que procurar outro emprego, pois o que dirão aos patrões sobre o julgamento do maior roubo cometido contra o erário público; e mais, como explicar os votos dos juizes indicados por Lula e Dilma, que condenarão os meliantes que desviaram recursos que deveriam ir para a construção de creches, hospitais, escolas, infraestrutura, e outras prioridades, fundamentais para o explorado povo brasileiro?
O Marcos Valério, tem bala na agulha, e pouco falta para denunciar à nação o verdadeiro mandante do "caixa dois ". Aliás, em recente publicação da revista Veja, Valério deixou claro, sem desmentir, que tinha livre trânsito no Palácio da Alvorada, descendo do gabinete de José Dirceu, para a sala do -digamos - presidente Lula!
Realmente, Deus é brasileiro!

* Texto por Carlos Vereza.

Voto controverso.


 



Por Lauro Jardim

Ministros do STF têm reclamado bastante do voto de Ricardo Lewandowski na absolvição de José Dirceu. 

Pelo menos três de seus colegas acreditam que as teses de Lewandowski atentam contra a inteligência e chegam a prejudicar a imagem da Corte. 


O fato em questão é o seguinte: por um lado ele condenou Delúbio Soares devido à existência de repasses de dinheiro para parlamentares da base. 

Por outro, se apoia numa série de testemunhos colhidos ao longo do processo – como os de Maurício Rands e José Múcio – que negam a existência de repasse de dinheiro, para absolver José Dirceu. 

Seus colegas acreditam que, para sua situação não ficar tão feia, ele deveria ter se limitado a dizer que contra Dirceu não enxergava provas nos autos. E ponto.

O "cala boca" de Marcos Valério.



 


 

Do leitor do blog que se assina Luis Nogueira. 

A Marcos Valerio, em troca de "bico calado", já foi acertado:

a) Total assistência financeira e proteção à sua afamilia, em especial à sua filha;

b) A quantia exigida depositada em um paraíso fiscal;

c) Indulto presidencial no final do mandato de Dilma,caso ela nao se reeleja, ou em caso de reeleição, em seu segundo ano do segundo mandato;

d) E apoio politico para recomeçar a vida profissional naquilo que ele escolher.

Para quem acha que isso tudo não passa de fantasia, basta Marcos Valério colocar em exibição, em rede nacional, apenas uma de suas fitas para que Lula seja apedrejado em praça pública.

E Lulinha, paz e amor, sabe muito bem disso.

A tempo: viu como pararam os ataques petistas à revista Veja?

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

NÃO QUERO KIT-GAY!

Não quero o Serra falando do kit gay. Quero pais, mães, psicólogos, terapeutas, padres, pastores debatendo com seriedade esta invenção polêmica do Haddad.

 
Alto lá! Que negócio é esse que discutir o kit gay ou kit anti-homofobia criado pelo Haddad, com o objetivo de "fazer a cabeça"  das nossas crianças na escola, é baixaria? É hora da sociedade fazer um debate sadio, aberto e transparente sobre o tema.
 
Por que o Haddad e o PT têm medo de discutir o assunto? A sociedade precisa saber se o Haddad, se for eleito prefeito, vai implantar este modelo em São Paulo. É um direito que a família paulistana tem de discutir abertamemente o tema, sem preconceito, sem discriminação.
 
É hora do José Serra levar este debate até o povo. Chamar pastores, padres, pais, mães,  professores, terapeutas, psicólogos, para debaterem com profundidade o que o Haddad queria fazer na calada da noite e que só a mobilização de católicos, evangélicos, espíritas, batistas,todas as religiões impediram que fosse concretizado.
 
É hora do José Serra organizar debates em igrejas, escolas, associações de bairro. Quem quiser este modelo de educação para as nossas crianças, que vote no Haddad. Quem não quiser, que não seja enganado. Discutir as idéias do Haddad para a educação das nossas crianças é mais do que um direito. É um dever. Uma obrigação. Um ato de cidadania.

O FARSANTE


 




No início de 2006, quando o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), da CPI dos Correios, divulgou seu relatório final sobre o caso do mensalão denunciado por Roberto Jefferson em meados do ano anterior, jornalistas de Brasília procuraram Lula para ouvi-lo a respeito.

Diante de assunto incômodo, como é do seu feitio, Lula se esquivou. E disse: "Não vou ler. Aguardarei o pronunciamento final da Justiça".

Alguns meses antes, Lula ocupara rede nacional de televisão para, aparentemente constrangido, pedir desculpas aos brasileiros. Lamentou tudo o que tinha ocorrido numa admissão velada de que algo muito grave ocorrera de fato.

Ora olhando para a câmara, ora para o teto, se disse traído. E apunhalado pelas costas. Não revelou o nome dos traidores. Nem de quem o apunhalara.

Se o tivesse feito daria margem para que seus desafetos alardeassem: "Estão vendo? Tanto ele sabia da existência do mensalão que não teve dificuldade em identificar os mensaleiros".

De lá para cá, Lula tratou o caso de duas maneiras. A primeira: garantindo que tudo seria apurado pela Justiça, e os culpados punidos. A segunda: afirmando que o mensalão não passara de uma farsa. De uma grande farsa.

A primeira maneira serviu para que Lula atravessasse como um coitadinho os meses que faltavam para a eleição de 2006.

Reeleito, adotou a segunda maneira. O que existira, o que fora chamado de Caixa 2, o que resultaria em punições, cedeu lugar à teoria da farsa. E se fora uma farsa...

Bem, nada mais lógico do que deduzir que ninguém pagaria por ela. Sem crime, sem culpados.

Lula bateu na porta de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) empenhado em convencê-los a adiar o julgamento do processo do mensalão. Não porque temesse a punição dos seus comparsas. Como eles poderiam ser punidos se Lula e Dilma juntos haviam nomeado sete dos atuais 10 ministros?

Nada mais republicano do que esperar que tais ministros votassem para poupar seus padrinhos de constrangimentos.

O adiamento pretendido por Lula tinha a ver com o fato de que o julgamento poderia correr paralelamente à campanha eleitoral. Lula temia que o PT perdesse com isso.

O PT perdeu com a atitude de Lula de interferir no calendário da Justiça. E deve ter perdido em São Paulo com a contaminação do debate político sobre o julgamento.

Lula até que tinha razões para se preocupar. Mas nenhuma para se meter.

Agora, às vésperas de o STF confirmar o nome dos que o traíram, Lula elogiou o voto do ministro Ricardo Lewandowski que absolveu o ex-ministro José Dirceu.

Para ele, Lewandowski foi claro e abordou “questões centrais” durante sua exposição, segundo Gustavo Uribe, repórter de O GLOBO.

Lula tem repetido que não existem provas capazes de mandar para cadeia o acusado de ter chefiado o esquema do mensalão.

Cadê o Lula que se recusou a ler o relatório da CPI dos Correios por que preferia aguardar o pronunciamento da Justiça? E cadê o Lula que garantia estar convencido que a Justiça apuraria o caso e puniria os culpados? O gato comeu?

Não comeu. O Lula que disse tudo aquilo era apenas um farsante. Confiram o que ele dirá tão logo termine o julgamento.

O comportamento de Lula em relação aos mensaleiros é típico de quem se sabe culpado pelo crime que os outros pagarão sozinhos.

De resto, é típico também de quem se sente refém de segredos.

Marcos Valério espera receber em dobro a atenção e o carinho que mereceu do PT até aqui. Do contrário...
*Texto por Ricardo Noblat "O dito pelo não dito" no Blog do Noblat - O Globo

Vou Tirar Você Desse Lugar