quinta-feira, 14 de novembro de 2013

As gambiarras da gerente-presidente.

CÉSAR COLNAGO aponta erros na condução pelo governo federal na gestão do parque energético brasileiro pela presidente que antes foi ministra das Minas e Energia. “De apagão em apagão, o PT vai escurecer a Nação”
Em qualquer país quando se tem uma ministra de Minas e Energia alçada à condição de Presidente da República, o que se espera que ocorra após a sua posse é uma gestão marcada por elogiáveis decisões de cunho técnico e administrativo de forma a possibilitar uma expansão consistente e harmônica do setor que embase o crescimento do  país sustentando seu PIB e fornecendo energia confiável a preços competitivos com o fortalecimento de suas empresas e de sua agência reguladora em benefício de toda a sociedade.
No entanto, no Brasil é diferente.
Dono de um parque hidráulico privilegiado, de gigantescas jazidas de gás natural recentemente descobertas, acionista majoritário de uma empresa estatal com uma história de sucesso – a Eletrobras -, e com uma agência reguladora pioneira e detentora da responsabilidade de garantir um mercado regulado com as menores tarifas, o que se vê é que quase todas as intervenções da ex-ministra de Minas e Energia alçada à Presidente da República são equivocadas, claudicantes, intervencionistas, mas revestidas de um marketing olímpico, digno de medalha de ouro.
Pouco tempo após a posse do governo do PT, em 2004, implantou-se um novo marco regulatório do setor elétrico que os anos seguintes iriam mostrar a obsessão dos governos do PT por marcos regulatórios totalmente desnecessários e intervencionistas como o foram sucessivamente o do gás natural em 2008 – que hoje nos obriga a importar cada vez mais gás natural liquefeito (GNL), o traumático marco regulatório do petróleo em 2009 – que resultou na maior guerra federativa que o Brasil presenciou no Congresso Nacional, o marco regulatório dos portos que segundo especialistas deu um verdadeiro nó jurídico no setor e, por último, a proposta de marco regulatório da mineração, criticado até pela base do governo que o classifica de inexequível.
Desde a implantação do marco regulatório do setor elétrico em 2004, sob o pretexto de estimular a concorrência e implantar a modicidade tarifária, várias foram as intervenções do governo no setor, com destaque para medidas provisórias que trouxeram pesadas injeções de recursos do BNDES no sistema Eletrobras, prorrogações de encargos setoriais e a imposição de renovações das outorgas vincendas em 2015 com perdas às concessionárias e, consequentemente, queda na qualidade dos serviços.
Tudo isso culminou com a edição da Medida Provisória nº 579/12, que para garantir uma pseudo-redução de 18% que vem sendo engolida rapidamente pelo reajuste e recomposição tarifárias das concessionárias garantidas pela legislação em vigor, ao custo para o Tesouro de algo entre RS 20 e R$ 25 bilhões, segundo estudos e dados públicos do Ministério de Minas e Energia, Eletrobras e Aneel.
Quanto à Eletrobras, que desde a edição da Medida Provisória 579/12 perdeu R$ 10,1 bilhões com a renovação forçada de suas concessões, teve seu valor patrimonial reduzido de R$ 65 bilhões para R$ 9 bilhões e caiu 615 posições no ranking da Forbes das 2 mil maiores empresas no mundo (de 320º lugar para 935º colocação).  Hoje tem suas ações com perda de 50% em um ano na bolsa de valores de São Paulo e segue a passos largos o caminho da Petrobras no atual governo: o de uma empresa cada vez mais endividada e com poder de alavancar seus investimentos  extremamente prejudicado.
Pesa ainda sobre a empresa a relutância e a incompetência do governo do PT em sanear e oferecer ao mercado em processo licitatório as seis empresas federalizadas, concessionárias de distribuição de energia elétrica dos estados do Amazonas, Piauí, Acre, Alagoas, Rondônia e da cidade de Boa Vista (RR), que somadas trazem por ano um prejuízo de R$ 1,2 bilhão ao ano. Uma sangria permanente que faz com que, desde a federalização dessas concessionárias, o prejuízo aos cofres públicos chegue a mais de R$ 9 bilhões.
Raios, disjuntores, falta de investimentos, manutenção inadequada e aquém do necessário, ausência de fiscalização da Aneel por carência de recursos, e no último grande apagão, falta de enxada e roçado, constituem o estoque de justificativas do governo e  expõem a população ao risco de interrupção no fornecimento de energia elétrica, desde aqueles de menor alcance – os apaguinhos (150 no governo Dilma) até aqueles acima de 800Mw, como o de 2009 (70 milhões de pessoas em 18 estados), e finalmente o do dia 28 de agosto último que atingiu 18 milhões de pessoas em todo o nordeste.
Foram dez grandes apagões desde a posse da presidente Dilma e o planejamento do setor elétrico do país mostra cada vez mais suas falhas, gritantes, como usinas eólicas instaladas na Bahia e no Rio Grande do Norte, mas impossibilitadas de produzir porque não têm linhas para distribuir a energia (prejuízo de R$ 33 milhões ao mês); as hidrelétricas do Madeira, que só geram 1/3 do que poderiam porque também não têm equipamentos adequados; a linha de transmissão (Tucuruí-Macapá-Manaus) que deveria assegurar o suprimento da região norte, mas não funciona.
Todo esse desatino gerencial, onde as empresas do grupo Eletrobras não conseguem, sem exceção, executar o orçamento que lhes é destinado, custam milhões de reais aos cofres da Nação e, por conseguinte, a todos nós consumidores e contribuintes.
Desde setembro do ano passado, quando a presidente anunciou em cadeia nacional de rádio e televisão que haveria um corte médio de 20% nas tarifas de energia aos consumidores a partir de 2013, o país sofreu seis apagões de grandes proporções que alcançaram praticamente todos os estados brasileiros.
Para exemplificar, a CHESF no fechamento dos seis primeiros meses de 2013, só executou 27,8% do seu orçamento, e assim como em 2011 e 2012, é um bom exemplo da sua incapacidade de prestar os serviços que a população no nordeste necessita e em 2012, mais uma vez a Eletrobras não cumpriu seu orçamento, tendo investido apenas 69% do previsto, a menor execução orçamentária desde 2009. Como um sistema pode ser “robusto e eficiente” nessas condições?
As condições do parque elétrico nacional vêm se deteriorando há alguns anos. É consenso entre especialistas que falta manutenção no sistema, que é gigantesco e muito sujeito a riscos. Mas faltam também investimentos em modernização e expansão.
É justamente o contrário do que a presidente Dilma vem afirmando em diferentes ocasiões – para ser mais preciso, a cada vez que um novo apagão a desmente.
Nunca na história o país esteve tão ameaçado pelos apagões e também refém da geração de energia por termelétricas, mais caras e poluentes.
Num setor em que as ações se planejam com décadas de antecedência, com a insegurança que se abateu sobre as concessões de energia ninguém sabe ao certo se haverá luz amanhã.
Boquirroto emérito, Lula disse certa feita que “de poste em poste o PT está iluminando o Brasil”, numa referência a candidatos inexperientes e incapazes que ele apoiou por aí afora. Quando se observa o que está acontecendo de verdade no país, mais adequado é dizer que, de apagão em apagão, o PT vai escurecer a Nação.
*Texto por  César Colnago, médico e deputado Federal pelo PSDB-ES.

COMENTO: Este país, à beira do abismo, com um governo fraco, ineficaz, incapaz, políticos subservientes, Justiça cega ou inapetente ( em relação à libertinagem política que se ver em Brasília, principalmente) , povo babaca e "deitado em berço esplêndido", ainda recebe a chaga de uma oposição amena, pobre em argumentos e ações, praticamente conivente com a bandalheira que assola o país.
Francamente, que país mal administrado, que povo mal formado, que Congresso decepcionante, que vergonha!

Um comentário:

Anônimo disse...
Dr. Cesar.
Com todo o respeito.
O Sr. realmente acha que essa ilustríssima senhora que foi enfiada goela abaixo pelo seu antecessor, o ilustríssimo sr. Sabe Nada da Silva, poderia realizar algo de eficiente, sendo que tem apenas um neurônio (sequelado por conta das torturas sofridas)se não é capaz de concluir ou ligar uma frase dita com a outra, seria capaz de fazer algo de bom?
O que mais me admira é o fato de termos o absurdo que temos de Deputados Estaduais, Federais e Senadores e vermos nosso país se tornar uma colonia de Cuba, sem oposição. Não me admiro tanto pelo que estes estão fazendo mas, muito me admira o que os PSDBistas não estão fazendo.

MP denuncia mensalão petista na Prefeitura de São Paulo. Cai secretário de Haddad.


Donato e Haddad: petistas siameses.
 
Braço direito do prefeito Fernando Haddad (PT), o secretário de Governo, Antonio Donato, pediu demissão ontem, 14 dias após ser deflagrada operação que levou quatro auditores fiscais à prisão, acusados de fraude ao ISS. A quadrilha é suspeita de desfalcar em R$ 500 milhões os cofres públicos, dando a construtoras desconto no imposto em troca de propina.
 
A queda do secretário ocorreu no dia em que a Folha revelou que o auditor fiscal Eduardo Horle Barcellos, um dos suspeitos do esquema, trabalhou três meses com a equipe de Donato neste ano, reforçando a ligação do petista com acusados da fraude.
 
Donato anunciou sua saída a aliados na hora do almoço, num encontro do PT. Entre os presentes, além de Haddad, Rui Falcão, presidente do partido, e Emídio de Souza, futuro coordenador da campanha do ministro Alexandre Padilha ao governo paulista. No mesmo dia, em depoimento de oito horas, Barcellos disse à Promotoria que pagava "mesada" de R$ 20 mil a Donato na Câmara, quando ele era vereador, como revelou o "Jornal Nacional", da Globo. Os pagamentos, segundo ele, foram entre dezembro de 2011 e setembro de 2012.
 
O fiscal ainda afirmou que seu colega Ronilson Bezerra Rodrigues também dava dinheiro da fraude a Donato. O dinheiro seria um "investimento futuro" para manter cargos se Haddad vencesse. Barcellos fez acordo de delação premiada (para colaborar em troca de menor pena). O Ministério Público vai pedir a quebra de sigilo dos telefones de Donato e Barcellos.
 
O petista afirmou, em nota, que "nunca" recebeu recursos dos auditores e atribuiu as declarações do auditor a uma tentativa de tumultuar e "desviar o foco da investigação". O ex-secretário, que voltará a ser vereador, disse à Folha que saiu do governo para "se defender de acusações infundadas feitas até agora e das possíveis que virão".
 
Ao divulgar a investigação da fraude do ISS, a gestão Haddad mirava os desvios na gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD). No mesmo dia, porém, a Folha revelou que Ronilson Rodrigues havia sido diretor da SPTrans na administração petista --por indicação de Donato.
 
Haddad, que vinha defendendo o secretário, disse ontem que "todas as pessoas que estão no Executivo estão sujeitas ao controle" da Controladoria Geral do Município. Uma sindicância interna foi aberta para investigar Donato. O secretário de Saúde, José de Fillipi Jr., é um dos mais cotados para assumir seu cargo. (Folha de São Paulo)

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PGR pede prisão imediata de 23 mensaleiros. Zé Dirceu está fugitivo?



José Dirceu, chefe da quadrilha do Mensalão, continua sendo um sujeito bem informado. Hoje, fretou um jatinho por quase R$ 30 mil e sumiu no interior da Bahia. Sua prisão, assim como a de todos os mensaleiros, pode ser decretada amanhã, pelo STF, a pedido do Procurador Geral da República. José Dirceu pode estar fugitivo. Leia, abaixo, matéria da Folha de São Paulo.
 
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou um parecer ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo a execução imediata das penas de 23 dos 25 réus do processo do mensalão. De acordo com Janot, mesmo os réus que têm direito a um recurso que pode levar à reversão de condenação em determinado crime, os chamados embargos infringentes, podem começar a cumprir suas penas devido a outras condenações.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em seu gabinete, em Brasília
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em seu gabinete, em Brasília
Neste caso está, por exemplo, o ex-ministro José Dirceu. Ele foi condenado por corrupção ativa a 7 anos e 11 meses de prisão e por formação de quadrilha a 2 anos e 11 meses. Dirceu só obteve quatro votos por sua absolvição no crime de formação de quadrilha. Por isso, para Janot, ele deveria começar a cumprir a pena por corrupção enquanto seu recurso contra o crime de quadrilha corre no STF.
 
Caso semelhante ao de Dirceu também poderia ser aplicado a outros réus que têm direito aos embargos infringentes em somente um dos crimes pelos quais foram condenados. No grupo estão réus como o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro da sigla Delúbio Soares e o deputado João Paulo Cunha (PT-SP).
 
Janot só não pediu a prisão de todos os 25 réus devido ao fato do ex-assessor do PP João Cláudio Genú e do ex-sócio da corretora Bonus Banval Breno Fischberg terem sido condenados num único crime com direito a infringentes. Por isso, na visão de Janot, a prisão destes réus só poderá acontecer quando seus infringentes foram julgados pelo STF.

DILMA PAGA 10 MIL PARA CUBANOS E NÃO PAGA MIL A UM BRASILEIRO.

Dilma paga R$ 10 mil por mês para um médico cubano e não pode pagar R$ 950 mês para um agente comunitário de saúde? Isso é dez vezes menos!

Considerada a área que mais precisa de melhorias por 87,4% da população, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada na quinta-feira passada, a saúde volta ao centro do debate político hoje, com uma votação considerada explosiva pelo Planalto e oportuna pela oposição, que não aceita uma injustiça tão grande. A Câmara pautou a análise em plenário do projeto que fixa em R$ 950 o piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias e que, segundo o governo, pode onerar os cofres públicos em R$ 2,5 bilhões anuais. Para pagar R$ 10 mil para um médico cubano, que pouco sabe mais do que um agente comunitário de saúde, o governo tem dinheiro.Para pagar dez vezes menos para um agente comunitário de saúde a Dilma diz não.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Dilma vive pior momento e revê abordagens política e econômica.



A presidente Dilma Rousseff, no pior momento de seu governo encurralada por uma economia fraca e ressentimentos na base aliada, terá que adotar um tom ainda mais conservador na política econômica e desencantar as promessas de maior interlocução com os partidos que a apoiam.

Diante de um cenário em que os obstáculos à sua frente parecem se avolumar, o governo Dilma já começou a trilhar um caminho mais ortodoxo na política econômica, embora analistas afirmem que um aperto fiscal ainda é o elo perdido no conjunto de medidas adotadas nas últimas semanas.

No Congresso --terreno pantanoso para a presidente desde sua posse--, o governo tem buscado alterar parte do receituário adotado desde janeiro de 2011, quando a presidente tomou posse. Mas como Dilma acenou com mudanças na relação com os aliados em outros momentos, deputados e senadores ainda estão ressabiados se novamente não estão diante de uma promessa vazia.

Parte da mudança passa por aumentar o ritmo de liberação de emendas parlamentares, negociar previamente com as lideranças temas mais espinhosos e ampliar a dose de carinho com os aliados, levando-os em viagens e inaugurações pelo país, repartindo parte do capital político de Dilma.

"Esse é o pior momento do governo. Se você pegar o bloco dos oito anos do governo Lula e dos dois anos e meio do governo dela, pior do que esse momento só mesmo aquele processo do mensalão", disse à Reuters o cientista político Carlos Melo, do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa).

Após crescer apenas 0,9% no ano passado, a economia está novamente frustrando as expectativas. No primeiro trimestre, a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi de 0,6% sobre o período anterior. A inflação oficial está no teto da meta do governo, acumulando alta de 6,50% em 12 meses até maio.

Para combater o cenário ruim, a equipe econômica mudou o tom. O Banco Central iniciou um ciclo de aumento do juro e o governo eliminou parte das barreiras cambiais existentes.

As mudanças, no entanto, ainda não foram suficientes para agradar ao mercado financeiro. E mais uma notícia negativa surgiu com a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixando a perspectiva da nota da dívida brasileira para "negativa", citando preocupações com o afrouxamento fiscal, entre outros motivos.

"Esse rebaixamento da perspectiva da nota do Brasil é um sinal de alerta para o governo de que a opção pela política econômica heterodoxa não deu certo", disse o estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno.

"O problema é que a gente está a pouco mais de um ano das eleições presidenciais, e o ajuste necessário para restabelecer essa credibilidade junto ao mercado passa necessariamente pela política fiscal, que sofreu forte deterioração nos últimos anos."

Há críticas dentro do próprio governo ao excesso de intervencionismo e estímulos setoriais seguidos, que estariam deixando empresários em compasso de espera para investir, na expectativa de também serem beneficiados.

Na seara política, o governo tem visto a tramitação de matérias que considera prioritárias tornarem-se verdadeiras novelas no Congresso.

A arrastada aprovação da medida provisória que criou um novo marco regulatório para o setor portuário, poucas horas antes de perder validade, e duas outras MPs que perderam o prazo --a que garantia a redução da conta de luz, uma bandeira de Dilma, e a que desonerava a folha de pagamento de vários setores da economia-- acenderam um alerta no Palácio do Planalto.

Os episódios deixaram expostas as feridas abertas nas relações do governo com a base.

As possíveis consequências para o momento ruim do governo já bateram à porta do Planalto. Uma pesquisa que chegou ao governo em abril mostrou perda de popularidade da presidente, principalmente entre as mulheres das classes C e D, um segmento eleitoral importante para Dilma, aumentando a tensão entre os governistas.

Ainda favorita
Até o fim do mês, o Ibope deve divulgar uma nova pesquisa para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre a aprovação do governo.

Essa sondagem deve balizar os próximos passos de Dilma e de seus prováveis adversários na eleição do ano que vem --o senador mineiro Aécio Neves (PSDB), o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a ex- senadora Marina Silva, que tenta fundar um novo partido.

O cenário atual, embora desfavorável para o governo, ainda indica favoritismo de Dilma na disputa eleitoral. Isso porque o nível de emprego ainda é elevado e os adversários da presidente ainda não mostram força.

"A conjuntura econômica não é boa, não é alvissareira, mas a minha avaliação é que também não é desastrosa, olhando do ponto de vista eleitoral especificamente para 2014", disse o analista Ricardo Ribeiro, da MCM Consultores.

Uma vitória em outubro do ano que vem, no entanto, não será tão fácil como se esperava há alguns meses.

"O que estamos vendo é que 2014 deve ser mais competitivo do que em 2010", disse o analista Rafael Cortez, da Tendências Consultoria Integrada. (Reportagem adicional de Jeferson Ribeiro e Luciana Otoni, em Brasília, e Silvio Cascione, em São Paulo)

*Eduardo Simões-Reuters - São Paulo noticias.uol

DESCALABROS E REVANCHISMO

LAMARCA E DILMA EM AÇÕES DE TERRORISMO





 “A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”
Gen Marco Antonio Felicio da Silva
Não bastassem os descalabros diários que ocorrem no País, causados por um governo inepto, ideologicamente na contramão da História, sem qualquer projeto de Nação, permeado pela corrupção e demagogia, ainda, criminosamente, impõe situação de extrema precariedade às Forças Armadas, submetidas a Ministro da Defesa de presença e ação inexpressivas. 


A nota enviada ao Congresso pelos comandantes militares, publicada nos jornais, mostra o atual quadro sombrio da Defesa Nacional, pois, os recursos que vêm sendo destinados à Defesa, nos últimos anos, não atendem sequer às atividades de custeio e muito menos aos projetos contidos na Estratégia Nacional de Defesa, criminosa irresponsabilidade, característica marcante dos governos petistas. Enfatizando tal precariedade, temos a previsão orçamentária para o próximo ano, pois, menor em cerca de 13.650 bilhões se comparada ao montante que seria necessário para satisfazer as necessidades mínimas das Forças, em 2014. 

Assim, as ações concernentes à Defesa não se fazem, como necessário, presentes nas fronteiras terrestres, no espaço aéreo e tampouco no extenso litoral do País. Somos uma Nação indefesa, com interesses vitais e estratégicos sem poder militar que os defenda ou que respalde a nossa Diplomacia frente aos interesses das potências mundiais ou mesmo de alguns dos países periféricos. 
Qual a razão de, por ocasião da partilha dos royalties advindos da exploração do pré-sal, não ter sido levantada a hipótese, em meio à discussão inicial sobre a Estratégia Nacional de Defesa, da vinculação permanente de recursos, independentemente de orçamentos anuais, submissos a vontades e decisões de cunho político, para pesquisas e reaparelhamento das Forças Armadas como ocorre no Chile? 
Ao contrario da China e da Índia (que acaba de lançar nave espacial com destino a Marte), que avançam a passos largos como potências mundiais, apesar de problemas muito maiores que os nossos, pois, agravados por enormes populações, etnias diversas, antagonismos religiosos e imensa pobreza e miséria, desgraçadamente, contamos com lideranças políticas caolhas, despreparadas, sem visão estratégica, sem capacidade administrativa, sem vontade e decisão políticas e orientadas por viés ideológico que leva o País a se aliar ao rebotalho da arena internacional. 
A atual Presidente é lídimo exemplo de tais lideranças. E o seu comportamento em relação aos militares e às Forças Armadas foge ao que deveria ser o de um Comandante em Chefe, cargo que lhe é aquinhoado pela Constituição, preocupado com a Segurança Nacional. Embora, tire partido da eficiência com que as Forças Armadas cumprem as missões recebidas, e isso sempre o fizeram em benefício da Nação, verificamos que o seu governo incentivou, como nenhum outro, medidas e ações de revanchismo, como afrontas e retaliações, contra a Instituição e seus integrantes. 
Recentemente, ao assistir um filme sobre o traidor do Exército e da Pátria, Lamarca, militar desertor, assassino frio, também, responsável pela bárbara morte do Tenente Alberto Mendes Junior, da Policia Militar de SP, afirmou estar emocionada pelas lembranças do seu comparsa de luta armada (em prol de uma ditadura do proletariado). Sem dúvida, “gratas” recordações tais como terrorismo, assassinatos e assaltos, incluso roubo de cofre com alguns milhões de dólares dos quais não se sabe o destino, algumas delas vividas com o seu saudoso comparsa, o traidor Lamarca. 
Aí está a raiz do revanchismo. Quem preza e admira um traidor como Lamarca, jamais aceitará Forças Armadas cimentadas em valores perenes e constituídas de homens que, pela Pátria, se preciso for, darão a própria vida! 

          Alerta à Nação. Eles que venham. Por aqui não passarão!

PUTAQUEPARIU!!!! Finalmente a justiça cassou o passaporte diplomático do herdeiro do trono!!!







infame ilegal e imoral passaporte diplomático que ainda estava nas mãos do segundo na linhagem a herdeiro ao trono do reino da Bandalheira, o príncipe, Luís Cláudio da Silva. O Visconde do ABC.

O filho do imperador D. Ignácius LI, O Etílicus, perdeu o "status" de "otoridade" nos aeroportos pelo mundo.
DOIS anos depois do descalabro, a justiça se manifestou...Grande merda, imaginem o que da para fazer de trampolinagem impune e sem fiscalização das autoridades pelo mundo em dois anos.

Há três dias do final do "mandato" o Imperador Etílicus, em uma manobra marota ordenou a distribuição SETE diplomáticos para a ninhada dos "Dasilva" filhos e netos herdeiros do trono dos pés de lama foram agraciados com o "passe livre" burguês capitalista.

Pelo que parece, após a pressão da opinião publica, seis haviam sido devolvidos e cancelados, sobrou apenas o do segundo sucessor direto ao trono, aquele que atende pela alcunha de Luis Cláudio.

O rebento do imperador ignorou os pedidos de devolução do documento feitos pelo Itamaraty, e se fez de morto até a justiça colocar a naba rabo a dentro do pequeno burguês da elite esquerdiota DAnação.

O mais interessante nesse assunto é o fato do Itamaraty ficar implorando "mas não muito" a devolução dos diplomáticos em vez de simplesmente cassa-los administrivamente tirando a validade de seu uso e ponto final.

Mas, o Brasil é um país de baba ovos, puxa sacos, bandidos e amadores na administração pública e o aparelhamento do estado pela nova elite sindical Tupiniquim faz com que TODOS fiquem com pavor de ter que enfrentar o todo poderoso de Garanhuns.

A imoralidade começou na distribuição dos diplomáticos para os herdeiros de São Bernardo, se arrastou pelos meandros da trampolinagem facilitada por leis mal feitas e acabou praticamente há pouco mais de um ano do final da validade dos infames passaportes. Por pouco eles não chegaram ao final da validade sem serem recolhidos por mau uso da máquina pública.

MAS...o Brasil é assim, TODOS que chegam ao poder o fazem com a única intenção de se dar bem e garantir o futuro da família, sejam da esquerda ou da direita, quem chega lá com as bençãos do povo bananeiro futebolístico ignorante e festeiro.

E ainda veremos mais abusos cometidos por gente que chegou ao poder após trinta anos exigindo ética e transparência no país, e quando olhamos detalhadamente para essa turma, percebemos que Paóló Malóf perto deles é ladrão de pirulitos.

E pensem que assuntos como os diplomáticos são os que chegam ao público, imaginem o que acontece por baixo dos panos e o povão não faz nem idéia. 

E o mais bizarro é que o "divogado" do príncipe de São Bernardo vai recorrer da decisão da justiça.
Imoralidade com direito a recurso só em Banânia. 


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Por que Lula faz sucesso?




Uma minoria esclarecida pergunta um tanto perplexa: por que um tipo como Lula da Silva, pelego sindical, sujeito sem instrução, dono de palavreado grosseiro e atitudes constrangedoras faz tanto sucesso?
*Texto por Maria Lucia Victor Barbosa
Ele foi eleito presidente da República, reeleito, elegeu uma senhora que não consegue juntar de forma coerente dois parágrafos, um “poste” que está levando o Brasil para o buraco mais profundo da economia. Agora Lula “decretou”: Dilma será reeleita e fim de papo. 

Não duvido. Há mais de um ano em campanha esta senhora dispõe da máquina presidencial que lhe faculta todo e qualquer poder financeiro e político, em detrimento dos minguados recursos de outros candidatos se com ela comparados. Tudo justificado como se a compra descarada de votos fosse a mais pura arte de governar. Rousseff “faz o diabo” conforme prometeu sob o comando do “presidento” Lula da Silva. 


Provavelmente foi do “presidento” e não da “presidenta”, já que o raciocínio dela é tardo, a ideia dos médicos estrangeiros, notadamente os cubanos entre os quais alguns brasileiros sem-terra que foram estudar na Ilha do sanguinário companheiro Fidel Castro. Os cubanos serão tratados como escravos já que receberão uma espécie de bolsa sem nenhum direito trabalhista. Boa parte do que deveriam receber irá para El Comandante e para onde mais só Deus sabe. Estranho tratamento dado a trabalhadores pelo governo do Partido dos Trabalhadores. Em todo caso, isso faz parte da campanha e fez com que aumentasse a popularidade da senhora Rousseff. Quando começar a morrer gente o PT culpará os Conselhos Médicos, apesar de que agora é o Ministério da Saúde que dá o revalida. 

Muito êxito também obtiveram os rompantes nacionalistas da governanta contra a espionagem norte-americana. Ela foi à ONU, espinafrou o presidente Obama e afirmou que não iria visitá-lo se ele não pedisse desculpas e prometesse nunca mais fazer aquela coisa tão feia. Só faltou Rousseff mandar Obama ajoelhar no milho para se penitenciar. Isso levaria o povo ao delírio. Afinal, somos latino-americanos e odiamos o Grande Satã Branco, apesar de nossas idas constantes aos Estados Unidos para comprar, passear, estudar, tratar da saúde. E se é chique ser de esquerda desconheço milhões pessoas indo à Cuba para comprar charutos. 

De todo modo, o piti da senhora Rousseff ficou meio esquisito quando foi noticiado que o Brasil também espionou diplomatas da Rússia, do Irã, do Iraque, uma sala alugada pela Embaixada Americana em Brasília e franceses. A governanta justificou tais atos como constitucionais e “espionagem preventiva”. 

Não foi mencionado que se mais não fizemos foi porque não possuímos a tecnologia avançada dos Estados Unidos, país que se notabiliza em todos os avanços graças, inclusive, ao grande número de judeus que lá moram e que fazem evoluir para a humanidade um espetacular desenvolvimento em todas as áreas científicas. 

Mas voltemos à pergunta inicial que envolve também a ascensão de inúmeros trastes como o finado Hugo Chávez ou de seu sucessor, Nicolás Maduro, farsante de quinta categoria ao qual teremos que doar até papel higiênico, na medida em que tudo falta no Socialismo do Século 21. 

Lula, o chibante, foi sempre bafejado pela sorte. Dono de uma verborragia de repentista, no pouco tempo em que trabalhou como metalúrgico conseguiu empolgar operários e agradar patrões. 

Assim, chamou atenção do PT que precisava de seu proletário para justificar a ideologia de esquerda da burguesia intelectual que organizou o partido, tornado seita pela fé dos militantes. 

O PT fez de Lula seu Mussolini de Terceiro Mundo e com ele, depois de inúmeras tentativas, chegou lá de onde não pretende mais sair. Coisa fácil uma vez que não existe nenhum tipo de oposição no país. 

Mas há algo mais por trás do borbulhante sucesso de tipos como Lula: a mentira e a linguagem pervertida, próprias da propaganda comunista, em que pese o “presidento” e seus “mandarins” viver como abastados capitalistas. 

Conforme O Livro Negro do Comunismo, “as palavras pervertidas aparecem como uma visão deslocada que deforma a perspectiva de conjunto: somos confrontados a um astigmatismo social e político”. “A impressão primeira permanece e graças a sua incomparável potência propagandista, amplamente baseada na perfeição da linguagem, os comunistas utilizaram toda a força das criticas feitas aos seus métodos terroristas para retorná-las contra essas próprias críticas, reunindo, a cada vez, as fileiras de seus militantes e simpatizantes na renovação do ato de fé comunista”

“Assim, eles reencontraram o princípio primeiro da crença ideológica, formulada por Tertuliano em sua época: ‘Creio porque é absurdo”. 

Qualquer semelhança com as técnicas usadas pelo PT não é mera coincidência. 

*Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

KASSAB REAGE CONTRA HADDAD


Kassab reage e diz que “descalabro” é o primeiro ano da gestão Haddad. Ou: História do PT se constrói sobre escombros da reputação alheia

A ficha de Gilberto Kassab (PSD), ex-prefeito de São Paulo, caiu. Percebeu que Fernando Haddad o transformou na Geni da cidade e que o prefeito mobiliza a máquina, inclusive a de investigação, para lançar a versão local da “herança maldita”. Em entrevista a Rogério Pagnan e Jairo Marques, na Folha desta segunda, o presidente do PSD responde às acusações feitas por Haddad e diz que descalabro mesmo é o primeiro ano de gestão do prefeito petista. Seguem alguns trechos. Volto em seguida.
Folha – Como sr. interpretou a afirmação de Haddad de que a situação encontrada na prefeitura era de “descalabro”?
Gilberto Kassab - Na medida em que ele utilizou o termo descalabro, sou obrigado a devolver na mesma moeda. É difícil aceitar essa referência sobre o final da nossa gestão. Se aceitássemos, o final da gestão anterior, que era dele [Haddad participou da administração Marta Suplicy (2001-2004)], estaria duas vezes esse descalabro. Todos sabem como encontramos a cidade. Ela estava quebrada. E, apesar das dificuldades financeiras e da dificuldade para encaminhar nossas reivindicações ao governo federal sobre o problema da dívida, terminamos com finanças em dia, [com] recursos em caixa. Fizemos uma transição impecável, segundo o próprio prefeito em sua posse. Ele só esqueceu de olhar para o próprio umbigo, para sua administração, quando a cidade está espantada com o descalabro desse primeiro ano. Há uma verdadeira situação de falta de controle no transporte público. A prefeitura, pela primeira vez, entra o ano com uma perspectiva de dar um subsídio de aproximadamente R$ 2 bilhões. Se ele tivesse competência, tinha conseguido administrar essa questão com o governo federal para não tirar esses recursos no ano que vem destinados a casas populares, saúde, ensino público. Vale lembrar que pela primeira vez na cidade corremos o risco de entrar num novo ano sem reajuste de IPTU, um reajuste razoável.
O reajuste aprovado é justo?
Não acho razoável. A Justiça acaba de tornar nula essa votação. Foi estranha mesmo. A administração negou à cidade o direito de debater. Foi antecipada a votação na calada da noite. Vale lembrar, ainda no campo do descalabro, como encontramos a saúde, com programas reduzidos, unidades sucateadas. Chegava ao ponto de faltar medicamentos em toda a rede. Superamos isso. E não é que voltamos agora a ter falta de medicamentos?
(…)
Há implicação política? Está ameaçada a aliança PT e PSD?
Não posso apequenar o PSD e vincular essas manifestações incompreensíveis do prefeito com as decisões do partido.
(…)
O Ronilson Bezerra [ex-subsecretário de Finanças, tido como chefe do grupo suspeito de desvios no ISS] ganhou cargo de destaque por sua decisão?
Eu não o conhecia anteriormente e pouco conheço agora. Estive com ele poucas vezes em sete anos, sempre para discutir assuntos técnicos, e geralmente em meu gabinete. Não tenho nenhuma relação pessoal com ele. Conheço menos ainda os outros envolvidos na investigação.
Por que ele foi indicado para formar a equipe de transição?
Há nisso uma má-fé muito grande, uma afirmação maldosa, que não é digna do Fernando Haddad. Havia um secretário indicado para formar o grupo, e os dois lados fizeram isso. Ele levou sua equipe. Ronilson estava na transição porque estavam todos daquele núcleo. Ele era da equipe. Ele e centenas de outros.
Em grampo, Ronilson diz a outra fiscal que o sr. sabia de tudo. Do que o sr. sabia, afinal?
Não sabia de nada.
O que era essa situação de “muito mais descalabro” que o sr. diz que encontrou?
Contas não pagas, bilhões de dívidas, fornecedores sem receber, postos de saúde sem abastecimento, escolas de lata. Aquilo era um descalabro.
O que tem achado das primeiras medidas do prefeito?
Quero voltar à campanha. Ele fez promessas sobre vagas em creche e elas já foram diminuídas. É preciso lembrar do Arco do Futuro, da redução do plano de metas. Isso tudo com a colher de chá do governo federal [renegociação de dívidas], que não fez o mesmo com a nossa gestão.
Comento
Kassab é interlocutor privilegiado de Lula. Inútil. Kassab é interlocutor privilegiado de Dilma. Inútil. Kassab é interlocutor de vários representantes da cúpula do PT nacional e estadual. Inútil também. Não tem jeito. Em primeiro lugar, o ex-prefeito não é e jamais será um deles. Em segundo lugar, o petismo só se constrói, isso é histórico, sobre os escombros da reputação alheia.
Fernando Haddad vai mal. Muito mal. O reajuste do IPTU — que, com um pouco mais de competência, poderia ter sido uma operação indolor — virou um cabo de guerra também com a Justiça. Com pouco menos de um ano de gestão, já dá para saber que suas mais solenes promessas não serão cumpridas. Fazer o quê? Haddad não teve duvida: resolveu ressuscitar a figura do Supercoxinha, mas agora com a espada justiceira. De quem era a gestão anterior? Do agora aliado Kassab. Não diminuiu a sua fúria.
Petista se solidariza com Kassab
Parece evidente que a investigação era mesmo necessária e que uma gangue atuava dentro da Prefeitura. Haddad não se limitou a tentar capitalizar a operação-limpeza. Dadas as suas palavras, a cidade era um caos administrativo, herança do seu antecessor, e ele é o justiceiro. No próprio PT, há quem diga que o prefeito só pensa em si mesmo.
Neste domingo, sabem quem saiu em defesa de Kassab? Edinho Silva, presidente do PT paulista. Em entrevista concedida ao Broadcast, serviço de tempo real da Agência Estado, afirmou: “Kassab tem sido aliado importantíssimo e de primeira hora do governo Dilma. O PT tem de seguir valorizando Kassab como aliado, uma liderança leal e o PSD como um partido fundamental para o governo Dilma”,
Se o PT trata assim aliados com essa importância, imaginem o que dispensa àqueles que considera inimigos…
Encerro
A dura entrevista de Kassab é uma primeira advertência. Observem que ele não chega a sugerir que o episódio dificulta seu apoio a Dilma em 2014, mas não é bobo: sabe que, caso se torne agora alvo de uma pesada artilharia da cúpula petista, as coisas se complicam bastante. Ao dar essa entrevista, o ex-prefeito convoca os chefões petistas a comparecer ao ringue. Ou enquadram Haddad — e isso pode ser feito se comprometer a qualidade da investigação — ou investem no confronto por meio de palavras e do silêncio.
Por Reinaldo Azevedo

Gestões petistas estão dizimando o país.


 
Passando os olhos na Folha de São Paulo de hoje, três dados mostram o câncer terminal que assola o Brasil nas mãos da terceira gestão petista.
 
O editorial do jornal afirma que o desempenho do Ministério dos Transportes é constrangedor. Segundo reportagem do jornal "Valor Econômico", o montante investido em rodovias e ferrovias deverá ser, neste ano, o menor desde o início do governo Dilma --R$ 9 bilhões, diante de R$ 10,4 bilhões em 2012 e R$ 12,9 bilhões em 2011. O investimento público no setor permanece estagnado em torno de 1% do PIB, enquanto outros países em desenvolvimento alocam pelo menos o dobro. O ministro da Dilma, entrevistado, aceita que falta planejamento e capacidade estratégica para o governo. Que a bagunça pública inibe investimentos privados e atrasa investimentos públicos.
 
No seu artigo semanal, Aécio Neves (PSDB-MG) informa que em 2012, o número de assassinatos no país ultrapassou a espantosa casa dos 50 mil. Isso representa nada menos do que 10% dos assassinatos estimados em todo o planeta, número superior às baixas verificadas em conflitos armados na Tchetchênia, Angola ou Iraque. Que dos R$ 3,1 bilhões previstos para investimentos no ano passado, R$ 1,5 bilhão sequer foram empenhados. E apenas 23,8% do total previsto se transformaram efetivamente em ações contra a convulsão registrada na área. É inacreditável, mas é verdade: do total das despesas em segurança no país, só 13% vêm dos cofres da União. Isso sem falar das promessas que não saíram da propaganda eleitoral.
 
Por fim, a notícia de que nos primeiros nove meses do ano, o governo economizou apenas R$ 27 bilhões da arrecadação de impostos e outras receitas para abater a dívida pública, a metade do já modesto esforço fiscal feito no período correspondente de 2012.  A meta para este ano era de R$ 73 bilhões! Obviamente, vem aí mais maquiagem e mais contabilidade criativa. E quem vai pagar a conta são os municípios e estados.
 
É hora de unir as forças produtivas do país, ao lado da imprensa e de todas as instituições democráticas para impedir que o PT tenha um quarto mandato e destrua toda a economia nacional. É o que está ocorrendo hoje, corroendo o futuro das próximas gerações.

domingo, 10 de novembro de 2013

Dilma empurra o Brasil para o mesmo buraco daquela lojinha de R$ 1,99.

Dilma empurra o Brasil para o mesmo buraco daquela lojinha de R$ 1,99.

A loja Pão & Circo, de Dilma Rousseff, durou apenas 18 meses, em Porto Alegre, em 1995. Vendia cacarecos e Cavaleiros do Zodíaco a R$ 1,99. Quebrou por péssima gestão. Depois de 3 anos, o governo de Dilma virou pão e circo também. Abaixo, notícia do Correio Braziliense.
 
A administração Dilma Rousseff deixará uma marca nada agradável para um governante: entre 2011 e 2014, o rombo nas contas do setor público deverá totalizar R$ 534,6 bilhões, segundo as estimativas mais conservadoras do mercado e da equipe econômica. O buraco será maior do que os R$ 500 bilhões em investimentos prometidos pela presidente da República por meio das concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, um claro sinal de descontrole das finanças federais. Para os especialistas, o próximo ano será tão complicado, com o deficit podendo chegar a 4% do Produto Interno Bruto (PIB), que o futuro comandante do Palácio do Planalto será obrigado a aumentar impostos para manter o país governável.

Em relação ao primeiro mandato de Lula, quando houve deficit nominal (que inclui os juros da dívida pública) de R$ 308,1 bilhões, o rombo do governo Dilma será 73,5% maior. Na comparação com os últimos quatro anos do petista, nos quais faltaram R$ 336,3 bilhões para o fechamento das contas, o salto foi 59%. Não à toa, o Brasil está sob total descrença entre os investidores e pode ser rebaixado pelas agências de classificação de risco, fato que, se confirmado, elevará o custo dos empréstimos que as empresas fazem no exterior para incrementar negócios no país.

No primeiro ano de mandato, as contas de Dilma ficaram R$ 108 bilhões no vermelho. Em 2012, houve estabilidade, com deficit de R$ 109 bilhões. Neste ano, as projeções apontam para um buraco mínimo de R$ 150 bilhões, correspondente a 3% do PIB. Para 2014, ano de eleições, as estimativas apontam para rombo de R$ 167,7 bilhões, o equivalente a 3,2% do PIB. Os mais pessimistas, como o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, falam em deficit nominal de até 4% do Produto ou R$ 210 bilhões.

sábado, 9 de novembro de 2013

ROUBA, ROUBA E NÃO FAZ.

TCU informa que rombo pode chegar a R$ 700 milhões e Dilma acha "absurdo" parar as obras superfaturadas. É o PT institucionalizando o "rouba, mas faz".

O TCU já economizou quase R$ 500 milhões com obras paralisadas. E informa que as obras que está mandando parar podem elevar este número para R$ 1,2 bilhão. O que significa que estão em jogo R$ 700 milhões, que Dilma Rousseff não quer defender. É o PT instituindo o "rouba, mas faz" do Maluf. Abaixo, matéria do Estadão.
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Jorge afirma que o órgão é "cuidadoso" ao recomendar a paralisação de obras e que só toma tal procedimento em "último caso". Ele observou estar na Lei de Responsabilidade Fiscal a atribuição do tribunal de fazer este tipo de fiscalização. O relatório com a recomendação de paralisação de sete obras do governo federal será entregue oficialmente ao Congresso na próxima segunda-feira e será analisado pela Comissão Mista de Orçamento.
"Se for olhado com detalhe se poderá ver que o TCU é bastante cuidadoso. A gente sabe do inconveniente que é paralisar obra e só faz isso em último caso", disse o ministro. "O TCU tem essa obrigação (de recomendar a paralisação). Está na Lei de Responsabilidade Fiscal. E isso tem diminuído", complementa.
José Jorge ressalta que o parecer do tribunal é feito com base em auditorias técnicas e que a decisão final cabe ao Congresso. Ele observa que nem sempre o Legislativo segue todas as recomendações feitas no relatório.
Neste ano, os ministros recomendaram a paralisação de sete obras. Estão na lista trecho da Ferrovia Norte-Sul em Tocantins, a Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) na Bahia e a pavimentação da rodovia BR-448 no Rio Grande do Sul. O tribunal recomendou ainda a suspensão de repasses federais para outras oito obras, como o metrô de Salvador (BA) e o canal do Sertão, em Alagoas. Segundo o TCU, seu programa de fiscalização já gerou economia de R$ 484 milhões com alterações exigidas e pode chegar a R$ 1,2 bilhão com o cumprimento do que é recomendado no relatório.
Líder do DEM na Comissão Mista de Orçamento, o deputado Cláudio Cajado (BA) afirma que é preciso ter cautela antes de se criticar a paralisação de obras. "Se uma obra tem indício de irregularidade grave sua continuidade pode causar tanto ou mais prejuízo ao erário do que sua paralisação", observa. O parlamentar afirma que o tema será analisado com cuidado na comissão e que o ideal é o governo trabalhar para solucionar as irregularidades encontradas pelo TCU. Na visão dele, a crítica feita por Dilma busca "descredenciar" o órgão de controle.


Comentário: 

O lema do PT é "Rouba e não faz"!

Tanto que o PAC não anda e a transposição do São Francisco é uma obra virtual, só existe no Power Point prá otário ver.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

POEMAS DA NOITE


QUANDO EU MORRER

Quando eu morrer e no frescor de lua
Da casa nova me quedar a sós,
Deixai-me em paz na minha quieta rua...
Nada mais quero com nenhum de vós!

Quero ficar com alguns poemas tortos 
Que andei tentando endireitar em vão...
Que lindo a Eternidade, amigos mortos,
Para as torturas lentas da Expressão!...

Eu levarei comigo as madrugadas,
Pôr de sóis, algum luar, asas em bando,
Mais o rir das primeiras namoradas...

E um dia a morte há de fitar com espanto
Os fios de vida que eu urdi, cantando,
Na orla negra do seu negro manto...


Mario Quintana

MOMENTO DE REFLEXÃO 2





Confie...
As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente quando devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.

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"Vigie seus pensamentos porque eles se tornarão palavras.
Vigie suas palavras porque elas se tornarão atos.
Vigie seus atos porque eles se tornarão hábitos.
Vigie seus hábitos porque eles se tornarão seu caráter.
Vigie seu caráter porque ele será seu destino."

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Não diga tudo o que sabe, porque quem diz o que sabe muitas vezes diz o que não convém; 
Não faças tudo o que pode, porque quem faz tudo o que pode, muitas vezes faz o que não deve; 
Não acredite em tudo o que ouve, porque quem acredita em tudo o que ouve, muitas vezes julga o que não vê; 
Não gaste tudo o que tem, porque quem gasta tudo o que tem, muitas vezes gasta o que não pode.

Fuga para uma namorada...



O AMOR É LINDO!

Vou Tirar Você Desse Lugar