terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

EMPREITEIRAS QUE INVESTIRAM nas CAMPANHAS DE LULA e DILMA ATUAM MACIÇAMENTE NA VENEZUELA.

   Acabamos de assistir pela grande rede uma discussão com vários especialistas internacionais sobre o caos na Venezuela, houveram alguns comentários sobre os motivos econômicos que fazem o Brasil se manter calado e evitar reprovar o comportamento claramente autoritário do governo venezuelano. Segundo os debatedores ha vários investimentos brasileiros no país iniciados debaixo do apadrinhamento de Hugo Chaves e mantidos com a eleição de Maduro, o que faz com que para o governo do Brasil a manutenção do semi-ditador, pelo menos a curto prazo, seja mais interessante.
 
  Por exemplo, a presença da empreiteira Odebrecht na Venezuela é tão importante que o caudilho Hugo Chaves, em vida, chegou até mesmo a fazer brincadeirinhas sobre nacionalizar a empreiteira, que tem mais de 8 mil funcionários no país, que trabalham em vários projetos. "Muitos veem a manutenção de Maduro como algo favorável à presença do Brasil na Venezuela" 
 
      Só pra lembrar, a Odebrecht S.A doou 1,5 milhão de reais para o PT na época da campanha presidencial de Dilma. 
   A Andrade Gutierrez, que doou mais de 15 milhões de reais para a campanha de 2010 do PT de Dilma Roussef e 1,52 milhão para a campanha de Lula em 2006, também administra na Venezuela várias frentes de trabalho. 
    Portanto, os políticos do PT, além de seus ideais utópicos socialistas, têm também milhões de motivos econômicos-eleitoreiros para manter Nicolás Maduro no poder.

Mais Médicos, Mais Copa e Mais Corrupção




A médica cubana, Ramona Matos Rodriguez, procurou a oposição para denunciar o suspeitíssimo convênio firmado entre o governo brasileiro e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), responsável pela contratação de médicos cubanos para cuidarda saúde dos brasileirosnos mais distantes rincões do país. Segundo a denunciante - que inclusive exibiu para a imprensa o seu contrato de trabalho-, sua empregadora é uma tal de “Sociedade Mercantil Cubana”, intermediada por uma empresa denominada “Comercializadora de Serviços Médicos”, que nem ela sabe onde fica.
Dos R$ 10 mil pagos pelo governo brasileiro pelos seus serviços, ela só recebe o equivalente a mil reais no câmbio atual, o que, ao final, significa apenas 10% do valor pago pelo Brasil a Cuba. Daí o ajuizamento de uma ação trabalhista em Tucuruí, no Pará, cobrando da União R$ 149 mil por danos morais, diferenças de salários, 13º e outros direitos trabalhistas. Parte desse valor, cerca de R$ 69 mil, teria ido direto para Cuba.
A decisão tomada pela doutora Ramona se tornou a primeira das encrencas que o governo de dona Dilma tem que resolver antes das eleições. Para o PT, a lei que referendou o programa Mais Médicos, sancionada em outubro do ano passado, carrega uma bandeira de profissionalização na celebração dos contratos com os profissionais estrangeiros que dispensa qualquer proteção da legislação trabalhista. Já para alguns especialistas,a contratação desses médicos revela uma relação formal de emprego, com todos os direitos assegurados pela mesma legislação .
Como era de se esperar, a reação petista foi atacar a honra pessoal da doutora Ramona, acusando-a, inclusive, de querer namorar em vez de medicar. O deputado federal José Geraldo (PT-PA), foi à tribuna da Câmara para macular a reputação da médica cubana, que, segundo ele, desertou do programa com outras intenções, inclusive a de farrear. Essa tática comunista de tratar os dissidentes como bêbedo, louco ou devasso, já não impressiona mais. A blogueira dissidente, Yaoni Sánchez, também sofreu indignidades por parte de alguns petistas, inconformados com suas críticas ao governo cubano. Não é, portanto, nenhuma novidade esse comportamento partidário.
Outro problema que o governo terá de enfrentar são os protestos contra o que ficou conhecida como a Copa da Corrupção, face os exorbitantes gastos de dinheiro público na organização desse evento esportivo mundial. Somente com a reforma dos estádios, que podem não estarconcluídos por ocasião dos jogos, mais de R$ 7 bilhões (63% a mais do que o previsto), estão sendo gastos. Desse total, 97% é de dinheiro público. Isso proporcionou o grito dos jovens nas ruas: “Um, dois, três. Quatro cinco mil. Ou para a roubalheira, ou paramos o Brasil”.
Nessa época de eleições, outra dor de cabeça do governo é cuidar para não criar um fato que possa atrapalhar seus planos eleitoreiros. A violência da repressão policial às manifestações de ruas pode causar um efeito desestabilizador para a candidata petista à presidente da República. A brutalidade da polícia demonstra que tudo pode acontecer, pois não vai faltar black blocs para uma quebradeira geral. Basta um incidente, um atentado terrorista ou um assassinato de qualquer jornalista, turista ou torcedor para cobrir de sangue o megaevento esportivo.  Se uma bomba explodir, se os hoolings provocarem brigas nos locais dos jogos ou uma onda de arrastões infernizarem a vida da população, passaremos ao mundo a imagem de um país inseguro, violento e corrupto, incapaz de patrocinar um evento desse porte. Nós viemos da anarquia; a Copa pode nos fazer retornar a ela.

Verdadeira Cara de Pau.






Dona Dilma, eu sou um crítico do PT e de todos os podres que assolam o seu  governo com consequências desmoralizantes para o país.

Eu sou um cidadão brasileiro que cumpre seus deveres e exerce seus direitos - o de livre expressão que inclui a crítica, se é que a senhora não sabe disso.

A senhora é que é cara de pau, vive de mentiras e ainda comanda uma equipe de ladrões para lhe ajudar na tarefa de se manter por tempo indefinido no poder.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Comprovado: Manifestação é paga por funcionários da Presidência da Repúb...

Números da economia revelam a extensão da crise brasileira e o grau da mitomania de Dilma.


Dilma, discursos e promessas. Mas nada encaixa.
A cada discurso ufanista sobre a situação do Brasil, a presidente Dilma Rousseff é desmentida horas depois pelos números da economia, que apontam na direção da crise. Durante a cerimônia de posse dos novos ministros (Casa Civil, Educação, Saúde e Comunicação Social da Presidência), Dilma não perdeu a oportunidade de defender a política econômica e afirmou que está cumprindo o que prometeu. Não bastasse mais um espetáculo de mitomania, a presidente afirmou que em 2013 o País teve conquistas na área econômica.
A sandice que brota no Palácio do Planalto é tamanha, que os assessores presidenciais não se dão ao trabalho de buscar dados sobre a economia para balizar os discursos de Dilma Rousseff. No mesmo dia em que a presidente exaltou a condução da economia, dados da balança comercial mostraram o contrário. No primeiro mês do ano, a balança registrou déficit de US$ 4,06 bilhões, o pior resultado para janeiro desde o início da série. A situação deveria ser inversa pelo fato de a moeda norte-americana estar valorizada, o que em tese facilita as exportações, mas nem isso o governo soube aproveitar.
O cenário torna-se ainda quando analisada a projeção dos economistas para o dólar até o final do corrente ano. Os especialistas apostam em cotação da moeda ianque próximo de R$ 2,50, o que dificulta a guerra que o Banco Central trava contra a inflação oficial, que cada vez mais se aproxima da marca de 6% ao ano. A inflação real – aquela que o brasileiro enfrenta até quando dorme – já ameaça deixar para trás a marca de 20% ao ano. Quadro preocupante e que aniquila o salário do trabalhador, que há muito reduziu consumo e reavaliou os hábitos.
Esteio da onda de virtuosismo inaugurada pelo então presidente Lula, a indústria automobilística nacional prevê que o ano de 2014 será de dificuldades. A situação se agrava sobremaneira com a decisão do governo de Cristina de Kirchner, da Argentina, de suspender temporariamente a importação de veículos. A grande questão é que a vizinha Argentina era responsável por absorver 87% das exportações brasileiras no setor de automóveis. Em tese no mercado interno os carros novos devem cair de preço para compensar o buraco no setor de exportações, mas isso não é dado como certo. As montadoras podem optar pela demissão de trabalhadores como forma de ajustar a linha de produção. Fora isso, o crédito mais caro prejudicará venda de veículos novos.
Com o dólar em alta o raciocínio imediato é que as exportações crescem. Acontece que o Brasil parou no tempo, pois Lula e Dilma decidiram tratar da política internacional a partir da ideologia. Tirante a exportação de produtos manufaturados, o Brasil vende a outros países commodities, que no mercado internacional estão em baixa devido à situação de algumas potências, como é o caso da China, cujo crescimento econômico vem perdendo força ano após ano. Enquanto os palacianos corriam o planeta para defender o socialismo boquirroto, grandes economias trataram de, em meio à crise, selar acordos bilaterais. É o caso do acordo firmado entre os Estados Unidos e a União Europeia e o bloco econômico criado pelos países do Pacífico. O Brasil surfou na onda burra do socialismo latino-americano e tem com parceiros vários países mergulhados em crises econômicas complexas.
A produção industrial brasileira registrou recuo de 3,5% em dezembro de 2013, na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da segunda queda mensal seguida do indicador, além de ser o pior resultado desde dezembro de 2008, quando foi registrada queda de 12,2%.
A crise poderia ser amenizada com uma atuação firme e planejada do governo petista de Dilma Rousseff na área de investimentos, em especial na infraestrutura, mas nem isso os petistas conseguem fazer, apesar de terem à disposição um orçamento de fazer inveja. Para que o leitor consiga avaliar a incompetência que se abate sobre as autoridades econômicas do governo, em 2013 o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) emprestou 22% a mais do que no ano anterior. Saíram do cofre do BNDES, no ano passado, R$ 190,4 bilhões, contra R$ 156 bilhões em 2012. E mesmo assim a economia não reage.
Dos setores beneficiados pelos empréstimos do BNDES, a indústria abocanhou 30% do total, enquanto o segmento de infraestrutura tomou o equivalente a 33% do montante. A maior expansão relativa foi registrada no setor agropecuário (alta de 64%), com total de R$ 18,6 bilhões, “refletindo o forte volume de investimentos no campo, devido à safra recorde em 2013”, informou a instituição.
Sabidamente incompetente e fingindo que os números da economia não traduzem a realidade, Dilma insiste em passar à população a ideia de que foi eleita para governar o País de Alice, aquele das fabulosas maravilhas, sem que ao menos informe o endereço desse eldorado, pois nove entre dez brasileiros estão de malas prontas. Enfim…
* Texto por Ronaldo Kend

Sabem porque acontecem badernas e vandalismo no Brasil?


Sabe por que isto ao alto acontece?

Porque o governo quer e apóia os baderneiros de esquerda, para desmoralizar e fragilizar a sociedade.

Eles começam desmoralizando a polícia, dando vez aos bandidos, e tende a encerrar com um intervenção comunista, estragando tudo que conquistamos, a 12 anos atrás, de democracia, estabilização econômica, estabilidade institucional e progresso econômico. 

Vou Tirar Você Desse Lugar