terça-feira, 11 de novembro de 2014

Quando a imprensa nega o fato escandalosamente óbvio e publica a versão falsa.


É, os dias não andam nada fáceis.
Por Reinaldo Azevedo

(...)
Num furo nacional, publiquei em meu blog que o TSE havia autorizado, por unanimidade, a auditoria nas eleições. Sim, fui o primeiro. Passados alguns minutos, para meu espanto, eu lia em todos os grandes portais de notícias: “TSE libera dados da eleição, mas nega auditoria”. 
Como? Era uma notícia absurda, mentirosa, fruto da ignorância ou da má-fé! O tribunal deixava claro que todos os dados do pleito estariam à disposição do PSDB, que vai indicar um grupo de peritos para fazer a auditoria — o partido convidou, aliás, representantes de outras legendas para integrar a equipe. 

Eu afirmava uma coisa, e o resto da imprensa, sem exceção, outra. Ou eu estava errado ou o resto da imprensa. E, devo deixar claro, eu estava certo. Na raiz da confusão, havia apenas uma questão: os tucanos haviam pedido que os dados fossem tornados disponíveis para uma comissão formada por todos os partidos. O TSE recusou apenas isso porque entendeu, na prática, que o PSDB não poderia fazer uma solicitação em nome das outras legendas. 

No mais, todos os pedidos do partido foram aceitos, e todas as hipóteses que apontam para insegurança do sistema serão testadas. É uma auditoria, sim. Infelizmente, a imprensa só se deu por vencida quando o site do próprio TSE publicou um texto com o seguinte título: “TSE aprova auditoria do PSDB sobre sistemas eleitorais de 2014”. 

E lá se lia o seguinte conteúdo:
“Por unanimidade de votos, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acolheu, na sessão desta terça-feira (4), pedido do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para que a sigla tenha pleno acesso aos sistemas de votação, apuração e totalização dos votos das eleições de 2014 para que o partido possa, se desejar, realizar uma auditoria própria.” 

Todos os ministros, sem exceção, notaram que é vital dar credibilidade ao sistema. Para tanto, salientaram que a sociedade merece, sim, uma resposta. Foi uma vitória importante dos cidadãos decentes, daqueles que não subordinam sua vontade e sua inteligência a aparelhos oficiais. 

É lamentável que a imprensa como um todo tenha demorado até dar a notícia certa. 

Isso deve nos levar à reflexão. 

Por que é assim? 

Às vezes, a gente tem a impressão de que uma notícia, antes de chegar ao público, passa por uma espécie de comitê de censura… espiritual! 

Erraram todos aqueles que satanizaram o povo na rua. Os grandes derrotados desta terça foram o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que fez a respeito um dos pareceres mais absurdos da história do Ministério Público, e o corregedor do TSE, João Otávio de Noronha, que decidiu falar fora dos autos. 

E se comporta de modo lamentável aquela parte da imprensa que trata cidadãos justamente indignados como se fossem golpistas. 

Eu espero que a auditoria prove a segurança das urnas. É melhor para o Brasil que assim seja. Mas é vital para o país que os eleitores confiem no sistema. É o que pede a democracia.

Estelionato eleitoral.


Para completar estelionato eleitoral, Dilma vai cortar as pensões das viúvas, mexer no seguro-desemprego e acabar com o PIS?

Uma das despesas que sofrerá cortes são as despesas pagas às viúvas, que tem um custo anual de cerca de R$ 90 bilhões. Além disso, Dilma estuda, como já anunciado neste blog, cortar o seguro-desemprego, os abonos salariais e o auxílio-doença, que somam outros R$ 70 bilhões anuais. Tudo isso para pagar a campanha da reeleição, que durou quatro anos. Ou seja: desde o primeiro dia que o poste do Lula subiu pela rampa do Palácio do Planalto.

O pacote fiscal em elaboração pelo governo Dilma contempla cortes de despesas já prometidos no passado e que não conseguiram interromper o aumento de gastos da União nos últimos anos --alguns foram até engavetados. 

Na lista estão seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença e pensão por morte, despesas que, segundo disse o ministro Guido Mantega (Fazenda) nesta sexta (7), devem sofrer reduções a fim de aumentar a economia feita pelo setor público para pagar juros da dívida. 

Mantega, que não permanecerá no governo no segundo mandato de Dilma Rousseff, reforçou a política da presidente de fazer um ajuste fiscal gradual, sem cortes drásticos de despesas que possam comprometer a geração de empregos

Logo depois da eleição, a presidente Dilma admitiu que será necessário fazer cortes de despesas por causa da queda no superavit primário. Neste ano, o setor público não vai cumprir sua meta de economizar 1,9% do PIB. Até setembro deste ano, apenas o governo federal acumulou um rombo de R$ 15,7 bilhões em suas contas. 

Foi a primeira vez desde o Plano Real, lançado em 1994, que houve deficit primário no ano, ou seja, o governo teve de se endividar para fazer pagamentos rotineiros e das obras de infraestrutura. Apenas no mês de setembro, as despesas com pessoal, programas sociais, investimentos e custeio superaram as receitas em R$ 20,4 bilhões, o maior valor em vermelho para um mês. 

Segundo Mantega, as despesas com seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença somam cerca de R$ 70 bilhões por ano. No caso das pensões por morte, são R$ 90 bilhões por ano. "Então, nós estamos trabalhando para reformatar essas despesas para que no próximo ano elas estejam em declínio, interrompendo uma elevação que tem ocorrido neste momento", afirmou. 

Não é a primeira vez que o governo acena com mudanças nas regras desses benefícios. No ano passado, o Ministério da Fazenda propôs aumentar o tempo mínimo de trabalho que o desempregado precisa comprovar para ter direito ao seguro-desemprego em caso de demissão. 

Foi sugerido também que o abono salarial --que hoje paga um salário mínimo aos cadastrados no PIS/Pasep que tenham trabalhado por pelo menos 30 dias e recebido, na média do ano, até dois salários-- passasse a ser proporcional ao número de meses trabalhado. As sugestões foram encaminhadas ao Palácio do Planalto, mas não avançaram. 

No caso das pensões por morte, o Ministério da Previdência já alertou para a importância de mudança das regras para limitar os pagamentos, mas nenhuma proposta foi formalizada pelo governo. Agora, o governo volta a mirar nessas despesas para tentar melhorar as contas públicas e recuperar sua credibilidade na área. O pacote fiscal em elaboração por Mantega deve ser anunciado apenas depois da viagem da presidente Dilma à reunião do G20 (20 economias mais importantes do mundo), nos dias 15 e 16.(Folha de São Paulo)

Retorno para os babacas!

"Reestruturação" com inspiração petista da Folha atinge um ícone do colunismo político: a jornalista Eliane Cantanhêde.


"Reestruturação" da Folha atinge um ícone do colunismo político: a jornalista Eliane Cantanhêde, que se notabilizou pela lucidez e não se deixou ser cooptada e fazer a vontade do PT e da presidente Dilma Rousseff. 
No início do ano, ela anunciou a possibilidade de um apagão na Copa, o que fez o Governo alertar para a possibilidade iminente e acionar mais termas elétricas para produção de energia. 
Nas eleições, não escondeu que não caía no conto petista. Um verdadeiro "conto do vigário, onde a mentira, a calúnia e a difamação preponderaram. 
Com sua posição firme em pró da verdade, não apoiou as mentiras, injúrias e calúnias da turma "comunistalha". 
Justificando uma tal fase de corte de gastos ( o que é estranho pois foi muito bem aquinhoada pelos petismo e seus apoiadores ) a Folha já demitiu cerca de 25 profissionais nos últimos dias.
Tem uma conotação de retaliação petista, sem dúvida, contra aqueles que tem a ética e o profissionalismo como norte.

Aécio Neves: candidata Dilma deveria estar com muita vergonha da presidente Dilma.

Aécio Neves chega caminhando sozinho pela rua. Vem do pediatra e entra na casa do amigo onde daria entrevista, em Ipanema, contando que os filhos gêmeos, nascidos prematuros, engordaram. Diz que depois de olhar tanto no olho da adversária que o derrotou na campanha mais acirrada da História não abdicará de seu papel de fazer oposição. Admite erros. Mas diz que, pela primeira vez, o PT enfrentará uma “oposição conectada com a sociedade, e isso os assusta”. (Entrevista concedida ao jornal O Globo)

Como o senhor viu a entrevista da presidente Dilma, que chamou de lorota o corte de ministérios e de ideia maluca sua proposta de choque de gestão?
A candidata Dilma estaria muito envergonhada da presidente Dilma. Para a candidata, aumentar juros era tirar comida da mesa dos pobres. Três dias depois da eleição, o BC aumentou os juros. Para a candidata, não havia inflação. A presidente agora admite que há e que é preciso controlá-la. A candidata dizia que as contas públicas estavam em ordem, e descobrimos que tivemos um setembro com o pior resultado da história. A candidata dizia que cumpriria o superávit fiscal, e agora se prepara para pedir a revisão da meta de 1,9%. Estamos assistindo ao maior estelionato eleitoral da História. O choque de gestão, que incomoda tanto o PT, nada mais é do que gastar menos com o Estado e mais com as políticas fins. É o contrário do que o PT pratica. O próximo mandato, que se inicia, já começa envelhecido. A presidente não se acha no dever de sequer sinalizar como será a política econômica. E é curioso vermos a presidente correndo desesperada atrás de um banqueiro para a Fazenda. Eu hoje chego na minha casa, coloco a cabeça no travesseiro e durmo com a consciência muito tranquila. Fiz uma campanha falando a verdade, não fugi dos temas áridos, sinalizei na direção da política econômica que achava correta. Não sei se a candidata eleita pode fazer o mesmo.

A oposição também não está envelhecida?
A oposição sai extremamente revigorada da eleição. A campanha teve duas marcas muito fortes. A primeira, protagonizada pelo PT e pela candidata que venceu: a utilização sem limites da máquina pública, do terrorismo eleitoral, aterrorizando beneficiários do Bolsa Família, do Minha Casa Minha Vida. Inúmeras regiões ouviram durante meses, isso sim uma grande lorota, que, se o 45 ganhasse, seriam desfiliados dos programas. Infelizmente, essa é uma marca perversa. Mas há uma outra, extraordinária, que é um combustível para construir essa nova oposição. O Brasil acordou, foi às ruas. Minha candidatura passou a ser um movimento. Nosso e desafio é manter vivo esse sentimento de mudança, por ética.

Como atuar de forma diferente?
Pela primeira vez, o PT governará com uma oposição conectada com a sociedade. O sentimento pós-eleição foi quase como se tivéssemos ganhado. E os primeiros movimentos da presidente são de desperdiçar a oportunidade de renovar, de admitir equívocos, mudar rumos. Ela começa com o mesmo roteiro: reúne partidos para discutir um projeto de reforma política ou uma agenda de crescimento? Não! Reúnem-se em torno da divisão de ministérios, de nacos de poder. As pessoas não se sentam para ouvir da presidente: "Quero o apoio para um grande projeto de país." Era o que eu faria. A grande pergunta dos brasileiros será: para que novo mandato se não há projeto novo de país? Para continuar distribuindo cargos e espaço de poder para as pessoas fazerem negócios? A presidente corre o risco de começar o mandato com sentimento de fim de festa.

O PSDB fará um “governo paralelo”?
Vamos constituir dez grupos, de dez áreas específicas, para acompanhar as ações do governo. Comparar compromissos de campanha com o que acontece em cada área. Queremos subsidiar nossos companheiros, lideranças da sociedade, vereadores, governadores, parlamentares.

Isso não reforça o discurso de que vocês precisam desmontar o palanque?
Chega a ser risível ouvir o PT falar que é hora de descer do palanque. O PT, sempre que perdeu, nunca desceu. E quando venceu também não desceu. E quem paga a conta são os brasileiros. Cumprimentei a presidente pela vitória. Agora vou cumprir o papel que me foi determinado por praticamente metade da população. Vamos ser oposição vigilante, fiscalizadora, e não vamos deixar que varram para debaixo do tapete, como querem fazer, esses gravíssimos escândalos que estão aí.

Mas não houve acordo na CPI da Petrobras para blindar políticos, com apoio do PSDB?
Quero dizer de forma peremptória e definitiva: vamos às últimas consequências nessas investigações, não importa a quem atinjam. Até pelo nível de insegurança de setores da base do governo, o que pode estar vindo por aí é algo muito, mas muito grave. Não depende mais apenas da ação do Congresso ou da Justiça no país, porque essa organização criminosa que, segundo a PF, se institucionalizou na Petrobras, tem ramificações fora do Brasil. E outros países estão agindo. Nosso papel é não permitir, do ponto de vista político, tentativas de limitação das investigações. Se alguém pensou em algum acordo, e no caso do deputado Carlos Sampaio ele foi ingenuamente levado a isso, será corrigido.

A desconstrução marcou a campanha. Como enfrentar isso em 2018?
O marketing petista deseduca a população porque não permite o debate. Será que vai dar certo sempre? Queremos transformar o Bolsa Família em política de Estado para que saia dessa perversa agenda eleitoral. Apresentamos o projeto, e agora ficou claro porque o PT votou contra. O PT prefere ter um programa para manipular as vésperas das eleições, como se fosse uma bondade. Há uma manipulação vergonhosa de instituições como Ipea e IBGE. A presidente usou o marketing de que tinha tirado não sei quantos milhões da miséria já sabendo que a miséria aumentara. Mais um estelionato. Setembro foi o pior mês do século em geração de emprego. Há 20 milhões de jovens sem ensino fundamental e médio. Nossa educação, comparativamente a nossos vizinhos, é péssima. E o governo acha que política social é o Bolsa Família. Não. Tem que ser saúde, educação de qualidade e geração de emprego para incorporar essas pessoas ao mercado formal.

Como o PSDB se manterá unido com uma disputa interna que se anuncia para 2018?
Antecipar uma divisão no PSDB hoje é uma bobagem. Não tenho obsessão em ser candidato a presidente. O que há hoje é um PSDB, ao lado de outras forças, conectado a setores da sociedade com os quais não estávamos vinculados. Esse é o grande fato novo. Lá na frente, o candidato será aquele que tiver melhores condições de vencer.

Há uma nova direita indo às ruas e pedindo a volta dos militares. Como fazer com que o PSDB não se confunda com esse movimento?
Com nosso DNA. Sou filho da democracia. O que houve foi a utilização de movimentos da sociedade por uma minoria nostálgica que nada tem a ver conosco e com nossa história. A agenda conservadora, antidemocrática, totalitária, é a do PT. Esse documento do PT, lançado depois das eleições, é muito grave. Fala no cerceamento da liberdade da imprensa, de um projeto hegemônico de país, sem alternância de poder. Fala de uma democracia direta que, de alguma forma, suplantaria ou diminuiria a participação do Congresso na definição das políticas públicas. Teve um momento na campanha do meu avô Tancredo, em 1984, que pregaram uns cartazes em Brasília com o símbolo do comunismo. Era um movimento da direita mais radical para dizer que ele era comunista. Tancredo disse: "Olha, para a esquerda não adianta me empurrar que eu não vou." Ele era um homem de centro. E, agora, eu digo: "Para a direita não adianta me empurrar que eu não vou".

E os erros na campanha? Faltou conexão com minorias, movimentos de base?
Faltaram poucos votos que não conseguimos por falta de estrutura. Nas eleições municipais teremos candidatos com capilaridade em segmentos muito mais amplos. Em dezembro, reuniremos a Executiva com esse foco. Faremos ampla campanha, uma semana de filiação no Brasil. Com gente nas ruas, sindicatos, universidades. Estarei em Maceió, numa grande teleconferência, para sinalizar que o Nordeste sempre será prioridade para o PSDB. As pessoas estão procurando saber como participar, como se filiar. Isso nunca acontecera. Voltamos a ser depositários da confiança de parcela importante da sociedade que nunca fez política e está querendo fazer.

Quais foram os erros em Minas? É consenso que o senhor perdeu porque foi derrotado lá.
Ainda estou tentando entender. Meus adversários tiveram ação organizada muito forte nas regiões mais pobres de Minas. Temos imagens de deputados com megafones dizendo: "Aécio vai acabar com o Bolsa Família". Os Correios não levavam nosso material, e não estávamos atentos. Houve talvez certa negligência do nosso pessoal. E nossa candidatura estadual também não foi bem. No segundo turno, a força do governador eleito acabou sendo um contraponto forte. Ninguém é invencível. Eu não sou infalível. É do jogo político. Souberam ser mais competentes do que nós. A responsabilidade é minha mesmo. Vamos recuperar esse espaço. Lançar candidato a prefeito em Belo Horizonte, onde ganhamos por 60% a 30%, e em todas a grandes cidades.

E a derrota no Rio?
Eu ter tido 45% dos votos no Rio foi um ato de heroísmo. Os dois candidatos do segundo turno estavam com Dilma. E ainda espalharam jornais apócrifos me colocando como inimigo do Rio.

A aliança de oposição será mantida?
É bom que a oposição tenha várias caras. É um erro estratégico, além de gesto de absoluta arrogância, achar que sou o líder das oposições. Não sou. Somos um conjunto de pessoas credenciadas para falar em nome de uma parcela importante da população. Sou cioso da autonomia do Congresso. Mas gostaria de ver alguma forma essa aliança reeditada na eleição para a presidência da Câmara. Quem sabe num gesto em direção do PSB. A mim agradaria, mas é uma decisão que será tomada com absoluta autonomia pelos deputados.

O senhor sempre repete a frase de Tancredo que ser presidente, mais do que projeto, é destino. Ainda concorda?
Não é obsessão, como jamais foi. Sou hoje um homem de bem com a vida, conheci um Brasil novo, vibrante, com esperança. Não é frase de efeito. Vi coisas de emocionar. Gente que via esperança em mim. E isso é muito sério.

sábado, 8 de novembro de 2014

PT afundando o Brasil! Quem se importa!

Governos petistas colocaram país "à beira de um abismo", dizem economistas. Por isso, ninguém quer assumir a Fazenda.

Não pensem que existe alguma disputa pelo ministério da Fazenda. Não. Nenhum economista sério quer assumir a herança maldita de 12 anos de PT, pois o país está "à beira de um abismo". O PT aparelhou de tal forma o estado para comprar quatro eleições que não há espaço para fazer as despesas geradas sem colocar o país numa enorme crise, com corte inclusive na Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Pronatec e outros programas. A matéria abaixo é de O Globo.

Embora a presidente Dilma Rousseff tenha prometido “olhar com lupa” os gastos da máquina pública para promover cortes, essa decisão não será simples. O governo tem hoje um universo de cerca de R$ 56,8 bilhões onde poderia promover cortes no chamado custeio da máquina. Só que a própria presidente Dilma deixou claro ontem que também não está disposta a diminuir o número de ministérios, o que poderia gerar economia de cargos nomeados politicamente, gratificações, despesas com terceirizados e estrutura física de cada um. Segundo dados do Siafi, de janeiro a outubro, os gastos em custeio chegam a R$ 615,67 bilhões, sendo que apenas R$ 56,8 bilhões, ou 9,22% do total, é efetivamente passível de corte. 

Isso porque mesmo as despesas livres do governo já são hoje, na sua maioria, comprometidas com pagamentos sociais. Esse espaço para corte de R$ 56,8 bilhões equivaleria a 1,1% do PIB, mas os especialistas dizem que não se pode simplesmente acabar com todos esses gastos de custeio dos ministérios de uma só vez. Embora agora a presidente fale em cortar, o problema dos gastos públicos é que o governo vem aumentando, ano a ano, essas chamadas despesas correntes — especialmente com pagamento de benefícios sociais e previdenciários, onde não se pode cortar.

O levantamento no Siafi foi feito pelo economista Mansueto Almeida, que integraria a equipe econômica de Aécio Neves se o tucano tivesse sido eleito presidente. Foram retirados dos R$ 615,67 bilhões gastos em custeio todas as despesas com as funções sociais — Previdência, Saúde, Educação, Trabalho, Bolsa Família e Assistência Social — e ainda as transferências constitucionais e pagamentos de precatórios judiciais, bem como o custeio dos Poderes Legislativo e Judiciário. Então se chegou aos R$ 56,8 bi.

Para Mansueto, o governo poderia reduzir entre 0,2% a 0,3% do total das despesas de custeio, no máximo, o que daria algo entre R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões, utilizando a execução do Orçamento até 31 de outubro. Em 2013, o Orçamento teve o mesmo comportamento: foram pagos R$ 640,9 bilhões de despesas correntes ou de custeio, sendo que livres mesmo foram R$ 45,1 bilhões — o universo que o governo poderia ter mexido —, ou 0,93% do PIB.

O economista lembra ainda que se cortassem todas as despesas com diárias e passagens, por exemplo, a economia seria de cerca de R$ 2,5 bilhões. Nos últimos anos, o governo vem anunciando a redução desses gastos, num valor aproximado a esse. — Mesmo se o governo fechasse todos os ministérios com exceção dos ministérios da Educação, Trabalho, Saúde, Previdência e Ministério do Desenvolvimento Social, a economia possível seria de 1,1% do PIB. Mas é possível fechar todos os ministérios com exceção dos cinco sociais? Claro que não. Não é possível nem economizar metade do custeio passível de corte. Assim, se o governo conseguir uma economia de 0,2 a 0,3 pontos do PIB de custeio já seria algo excepcional — disse Mansueto. 

Para o economista Raul Velloso, é claro o problema do aumento das despesas do governo. Mas ele acredita que, diante da situação financeira, o governo tem que fazer algum corte efetivo. — A pergunta é: o governo está consciente de que precisa fazer esses cortes para não perder o investment grade? Na hora em que ele está à beira de um precipício, de uma grande dificuldade, de uma grande crise, ele tem que decidir. Mas o primeiro alvo são sempre os investimentos — disse Velloso.

Para completar estelionato eleitoral, Dilma vai cortar as pensões das viúvas, mexer no seguro-desemprego e acabar com o PIS?


Uma das despesas que sofrerá cortes são as despesas pagas às viúvas, que tem um custo anual de cerca de R$ 90 bilhões. Além disso, Dilma estuda, como já anunciado neste blog, cortar o seguro-desemprego, os abonos salariais e o auxílio-doença, que somam outros R$ 70 bilhões anuais. Tudo isso para pagar a campanha da reeleição, que durou quatro anos. Ou seja: desde o primeiro dia que o poste do Lula subiu pela rampa do Palácio do Planalto.

O pacote fiscal em elaboração pelo governo Dilma contempla cortes de despesas já prometidos no passado e que não conseguiram interromper o aumento de gastos da União nos últimos anos --alguns foram até engavetados. 

Na lista estão seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença e pensão por morte, despesas que, segundo disse o ministro Guido Mantega (Fazenda) nesta sexta (7), devem sofrer reduções a fim de aumentar a economia feita pelo setor público para pagar juros da dívida. 

Mantega, que não permanecerá no governo no segundo mandato de Dilma Rousseff, reforçou a política da presidente de fazer um ajuste fiscal gradual, sem cortes drásticos de despesas que possam comprometer a geração de empregos. 

Logo depois da eleição, a presidente Dilma admitiu que será necessário fazer cortes de despesas por causa da queda no superavit primário. Neste ano, o setor público não vai cumprir sua meta de economizar 1,9% do PIB. Até setembro deste ano, apenas o governo federal acumulou um rombo de R$ 15,7 bilhões em suas contas. 

Foi a primeira vez desde o Plano Real, lançado em 1994, que houve deficit primário no ano, ou seja, o governo teve de se endividar para fazer pagamentos rotineiros e das obras de infraestrutura. Apenas no mês de setembro, as despesas com pessoal, programas sociais, investimentos e custeio superaram as receitas em R$ 20,4 bilhões, o maior valor em vermelho para um mês. 

Segundo Mantega, as despesas com seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença somam cerca de R$ 70 bilhões por ano. No caso das pensões por morte, são R$ 90 bilhões por ano. "Então, nós estamos trabalhando para reformatar essas despesas para que no próximo ano elas estejam em declínio, interrompendo uma elevação que tem ocorrido neste momento", afirmou. 

Não é a primeira vez que o governo acena com mudanças nas regras desses benefícios. No ano passado, o Ministério da Fazenda propôs aumentar o tempo mínimo de trabalho que o desempregado precisa comprovar para ter direito ao seguro-desemprego em caso de demissão. 

Foi sugerido também que o abono salarial --que hoje paga um salário mínimo aos cadastrados no PIS/Pasep que tenham trabalhado por pelo menos 30 dias e recebido, na média do ano, até dois salários-- passasse a ser proporcional ao número de meses trabalhado. As sugestões foram encaminhadas ao Palácio do Planalto, mas não avançaram. 

No caso das pensões por morte, o Ministério da Previdência já alertou para a importância de mudança das regras para limitar os pagamentos, mas nenhuma proposta foi formalizada pelo governo. Agora, o governo volta a mirar nessas despesas para tentar melhorar as contas públicas e recuperar sua credibilidade na área. O pacote fiscal em elaboração por Mantega deve ser anunciado apenas depois da viagem da presidente Dilma à reunião do G20 (20 economias mais importantes do mundo), nos dias 15 e 16.(Folha de São Paulo)

Lula monta o ministério de Dilma.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer participar pessoalmente da indicação de pelo menos três ministros que irão compor o novo governo de Dilma Rousseff. Segundo a Folhaapurou, Lula está empenhado em apontar os nomes para Fazenda, Educação e Cidades. Ele avalia que as pastas serão fundamentais para alavancar programas importantes para seu projeto político em 2018. 

Durante encontro com Dilma, nesta semana em Brasília, Lula disse considerar esses três ministérios os mais importantes para o futuro governo e recebeu o aval da presidente para acompanhar de perto iniciativas e resultados. 

No seu primeiro mandato, Dilma se incomodou muitas vezes com as interferências de Lula, mesmo com as mais discretas. A presidente queria deixar uma marca de independência em relação ao antecessor e evitava tomar decisões sob sua tutela. Agora, dizem aliados do ex-presidente, Dilma sabe que seu padrinho político precisa preparar o terreno caso queira concorrer ao Palácio do Planalto novamente.  "Esse governo não pode dar errado. Lula acompanhará bem de perto", explica um aliado do ex-presidente que também transita com liberdade no núcleo de Dilma. 

Interlocutores da presidente, no entanto, ponderam que nenhuma escolha de Lula passará sem consentimento de Dilma. Ainda não há acordo, por exemplo, sobre o novo ministro da Fazenda. Para assumir o posto, Dilma quer o ex-secretário-executivo da pasta Nelson Barbosa, mas Lula prefere o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, seria um nome de consenso, mas petistas acreditam que dificilmente ele aceitaria o convite. 

GOVERNABILIDADE
Uma das principais dificuldades do primeiro governo Dilma, a relação com os partidos aliados, também está na mira da estratégia de Lula. Além de opinar na composição dos ministérios --e acompanhar as ações de algumas pastas--, o ex-presidente vai conversar com os representantes das siglas que compõem a base de Dilma e estimulará a presidente a fazer o mesmo movimento. 

Lula quer melhorar especialmente o diálogo de Dilma com o seu próprio partido. Ele considera a mediação necessária para diminuir as queixas sobre a atuação da presidente. Às vésperas da eleição, a petista teve que lidar com pressões para que fosse Lula, e não ela, o representante do PT na disputa presidencial. 

A acomodação dos aliados nos ministérios, inclusive, deve diminuir o espaço do PT na Esplanada, acreditam integrantes da cúpula petista. Alguns deles defendem que a pasta de Relações Institucionais, responsável pela ponte entre governo e Congresso, saia das mãos do PT para as de um partido aliado. Apesar disso, os petistas deverão permanecer à frente de ministérios importantes. Além do chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, devem ser mantidos o ministro da Saúde, Arthur Chioro, e o da Justiça, José Eduardo Cardozo. 

Lula também indicou nos últimos dias que não deixará de lado o que chama de "reconstrução" do PT. O ex-presidente pediu a aliados mais diálogo do partido com a juventude e a reaproximação da sigla com os movimentos sociais, além da defesa de bandeiras históricas de esquerda, como reforma agrária e regulação da mídia. (Folha de São Paulo)

A vaca tussiu e Dilma ameaça os direitos do trabalhador. Na mira: seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença.


E agora, o que a pelegada das centrais sindicais que apoiaram Dilma vai fazer? Deixar a vaca tussir e ferrar o trabalhador brasileiro?

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nessa sexta-feira que o governo federal está finalizando os estudos que resultarão em uma “redução importante” das despesas. Estão no foco desses ajustes um corte nas despesas de benefícios como o seguro-desemprego, auxílio-doença e abono salarial, que tiveram crescimento acelerado nos últimos anos. 

Os cortes também envolverão a redução de subsídios financeiros, se o ciclo de crescimento econômico for retomado. Segundo o ministro, o BNDES está entre os alvos: — (A redução de despesas) significa dar um subsídio menor nos empréstimos que são feitos por exemplo no BNDES — afirmou o ministro. O banco estatal tem uma série de programas de financiamento com juros abaixo da taxa básica Selic, incluindo a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), e vem recebendo injeções de recursos do Tesouro Nacional.

Falando a jornalistas depois de fazer uma apresentação em evento em São Paulo, o ministro disse que o papel dos bancos públicos no crédito é "fundamentalmente" anticíclico e lembrou que na fase mais aguda da crise financeira internacional, o crédito privado secou e foi preciso que os bancos públicos assumissem um protagonismo. — O papel dos bancos públicos é anticíclico. Quando faltou crédito no Brasil durante 2008 e 2009, os bancos públicos saíram a campo com mais crédito e taxas de juros menores. Depois, em 2009 e 2010, os privados reagiram, recompondo o equilíbrio anterior. Nos últimos anos, voltou a diminuir o crédito. A estratégia não é fazer com que os bancos públicos tenham mais crédito que os privados. Apenas é uma estratégia anticíclica — explicou. 

Segundo ele, governo tem que caminhar para um aumento gradual do superávit primário: — A estratégia macroeconômica para iniciarmos esse novo ciclo de expansão é um ajuste tanto da política fiscal quanto da política monetária — disse. — Do ponto de vista da política fiscal temos que caminhar para um aumento gradual do primário, em relação ao resultado de 2014 — Para isso nós temos agora que fazer uma redução das despesas, uma redução importante das despesas. 

INFLAÇÃO PERTO DE 4,5% AINDA É OBJETIVO
Os comentários do ministro ocorrem em um quadro de profunda deterioração das contas públicas, com déficit primário recorde em setembro. O governo precisa revisar sua meta de superávit primário para este ano e deve fazer o mesmo para 2015. Mesmo assim, serão necessários cortes de despesas para equilibrar as contas.

Em sua apresentação, o ministro disse que o desafio agora é “fazer a transição para a economia pós-políticas anticíclicas”, em preparação para um novo ciclo de expansão da economia mundial e brasileira. Mantega disse que também é preciso recuperar a receita e lembrou que com uma melhora da atividade econômica, cujas condições “estão dadas” segundo ele, isso ocorrerá naturalmente. 

Do lado da política monetária, o ministro disse que o objetivo para a inflação é “uma convergência ao centro da meta”, de 4,5%, apontando a seca deste ano como uma fator de pressão sobre os preços dos alimentos e as tarifas de energia. — É uma economia pós-crise, com menos estímulos — resumiu, classificando como um “novo ciclo de expansão da economia”, mas deixando claro que os estudos não estão concluídos. Sobre o reajuste do preço da gasolina, em 3%, e do diesel, em 5%, a avaliação é que o impacto na inflação seja de 0,1 ponto percentual. No acumulado dos 12 meses encerrados em outubro, o IPCA está em 6,59%, acima do teto da meta, que é de 6,5%.

NOVO MINISTRO
Ao falar do cenário econômico, Mantega afirmou que, apesar das dificuldades, o governo deve conseguir fazer um saldo fiscal positivo (superávit) em 2014. Sobre sua saída, reforçou que não sabe quando acontecerá e evitou fazer comentários sobre possíveis substitutos. — Não sou a melhor pessoa para comentar o nome desses possíveis ministros — concluiu. (O Globo)

O perigo de uma comunista no poder.


Pura enganação.

 

Os #Brasileiros têm na memória o destino de governantes que se elegeram enganando o povo. Dilma logo verá que, ao contrário do que sustenta seu marketing, o vale-tudo tem limites. 
São expedientes que a #Sociedade não aceita. 
Principalmente quando percebe que foi #Enganadahttp://goo.gl/3nc3Z2 .

Depois de Reinaldo Azevedo, mais um blogueiro da Veja pede que manifestações defendam a democracia e as instituições.

Ontem, Reinaldo Azevedo fez um apelo aos manifestantes para que tenham cuidado com a pauta dos protestos marcados para o próximo 15 de novembro. Leiam aqui. Agora é Rodrigo Constantino, também da Veja, que escreve um post intitulado "No dia 15 de novembro, todos nas ruas contra a República de Bananas". Cliquem aqui. Abaixo reproduzo, com grifos, parte do post de Constantino.

Indivíduos indignados com os rumos de nosso país pretendem se reunir nesse feriado do dia 15 de novembro, que celebra nossa República, para protestar contra o atual governo, a roubalheira impune, o abuso de poder, o autoritarismo, o desejo de controlar a imprensa etc. A mobilização é necessária e muito bem-vinda. O governo teme gente nas ruas, e o PT perdeu esse monopólio.


Por isso mesmo tenta desqualificar essas milhares de pessoas que espontaneamente se manifestam. Quer associar essa gente toda a “movimentos golpistas” ou antidemocráticos, reacionários que não aceitam as regras do jogo. É o contrário! Justamente por desejarem as regras do jogo é que protestam contra o PT, que fez o “diabo” para vencer. Querem investigações para comprovar a lisura do processo, e querem punições para os corruptos.


Todo cuidado é pouco. Sabemos do que essa turma é capaz. Podem até mesmo infiltrar seus agentes nas passeatas para destruí-las de dentro, acusando-as de demandar golpe militar ou algo do tipo. Não! As manifestações devem clamar pelo respeito aos valores republicanos e democráticos, pelo fortalecimento de nossas instituições, e não sua substituição.


Que todos lotem as ruas nesse feriado de nossa República, de forma ordeira e pacífica, com uma mensagem de resgate de uma democracia sólida. Que protestem contra essa “República de Bananas” que o PT vem instalando em nosso amado Brasil!

Vejam que Constantino não está pregando um impeachment da Dilma, mas investigações que certamente, ao serem comprovadas, levarão ao devido processo legal. Tampouco está pedindo para que as eleições sejam anuladas, pois está em andamento um auditoria concedida pelo TSE ao PSDB, maior prejudicado. A lei está sendo seguida, de alguma forma. Defender que a lei seja atropelada é dar munição para a imprensa atacar as manifestações e para o PT tentar desqualificá-los. Foi o que ocorreu com a  presença de meia dúzia de estúpidos que pediam a volta do regime militar, como se nele tivesse existido eleições, fraudadas ou não.  

Nós, os 51 milhões, não somos iguais a eles. Eles defendem golpes, nós defendemos a democracia, o estado de direito e as instituições, mesmo que elas estejam, hoje, tão aparelhadas. É preciso ir para a rua conquistar corações e mentes. Isso só ocorrerá se as pautas levadas pelos manifestantes expressarem o desejo não só dos que estão ali, mas dos cidadãos que devem ser encorajados a voltar para as ruas para defender um país melhor.

Esconder, camuflar, virou rotina desse governo.


TUDO SOB ORIENTAÇÃO DA  DILMA
“Esconder, camuflar, virou rotina desse governo. Todo o esforço feito nessa casa para inibir a CPI foi em vão. Agora, os que foram intolerantes nesses anos, falam em diálogo. Pois bem, qualquer diálogo tem que estar condicionado ao aprofundamento das investigações daqueles que protagonizaram o maior escândalo de corrupção, já chamado de petrolão”.

E VOCÊ COMUNISTINHA BARATO, VOTOU NA DILMA E  FUDEU O  POVO BRASILEIRO

A campanha mais suja da história do Brasil.




A intervenção do governo nos institutos de pesquisa só ocorre quando os dados não lhes são favoráveis. Primeiro foi no IBGE e depois no IPEA. Esse aparelhamento, intervenções e a manipulação de dados são características de governos autoritários e, por isso, colocam nossa democracia em risco.

Ganhar a qualquer preço tem um preço. Talvez por isso a "derrota" de Aécio tenha muito mais brilho que a "vitória" da Dilma.( Otávio Leite, via Facebook).
http://goo.gl/JR7y2Z
http://goo.gl/xjja74

Doleiro confirma pagamento a ex-ministra!


Adicionar legenda
O doleiro Alberto Youssef afirmou em sua delação premiada que deu R$ 1 milhão para a campanha de 2010 da ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR), que foi eleita senadora naquele ano. Alvo central da Operação Lava Jato, o doleiro disse que o valor foi entregue a um empresário, dono de shopping em Curitiba (PR), em quatro parcelas: três no centro de compras e outra na casa dele, em um condomínio de alto padrão da capital paranaense.
A afirmação de Youssef confirma o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, também em delação premiada, de que em 2010 recebeu pedido “para ajudar a campanha” de Gleisi. Segundo ele, foi o marido da senadora, o atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, quem fez a solicitação. Youssef confirmou esse pedido e disse ter viabilizado a entrega do valor.
Gleisi e Bernardo negam o pedido e o recebimento dos valores. A ex-ministra sustenta não conhecer o doleiro nem nunca ter tido contato com ele ou com o esquema sob investigação da Justiça Federal.

E por falar em saber perder...


Os brasileiros vão perder o dinheiro desviado da Petrobrás, para o "petrolão" como os mensaleiros não pagaram o dinheiro desviado para o "mensalão"?

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Deputado defende que beneficiário do Bolsa Família seja proibido de votar.

Revoltado com o resultado das últimas eleições, o deputado estadual Aldo Demarchi (DEM), ex-prefeito de Rio Claro (173 km de São Paulo), defende que a Constituição Federal seja alterada para que os beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, não possam votar.
Em entrevista ao "Jornal Cidade", de Rio Claro, Demarchi afirmou que o título de eleitor dos que possuem cadastro em programas sociais deve ser suspenso enquanto durar o benefício.

Professora da USP fala sobre empréstimo do BNDES à Cuba

É preciso aprender que o que vale para a Imprensa é a versão do PT e não o desmentido da Oposição.


O PT quer o controle social da mídia. É de se perguntar: mais ainda? A Imprensa já está sob domínio da esquerda petista (Eliana Catanhêde, cabeça mais pedida pela esquerda durante anos, foi demitida da Folha, ontem)e isto fica comprovado pela lamentável manipulação de informações  sobre um suposto "acordão" na CPMI da Petrobras. A partir de uma entrevista dada pelo relator petista, Marco Maia, sem que os jornalistas ouvissem a Oposição, um conchavo para proteger suspeitos de ambos os lados foi noticiado. E o que, no fundo, o conchavo cobriria? O falecido Sérgio Guerra não seria convocado para que Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, também citados por um dos investigados, não tivessem que ir depor na CPMI. Virou manchete no Jornal Nacional.

Tudo isso ocorreu de forma planejada e articulada para desqualificar o discurso proferido por Aécio Neves na sua volta ao Senado. Quanta inocência da Oposição! Somente ontem os partidos oposicionistas entenderam a gravidade do que ocorrera, muito em função das manifestações da militância nas redes sociais. Aécio Neves, presidente do PSDB, emitiu nota desmentindo qualquer acordo. Os partidos oposicionistas também o fizeram. Carlos Sampaio, deputado paulista do PSDB, acusado de negociar em nome dos tucanos, negou veementemente o acordão. O próprio Marco Maia aliviou a sua versão. O estrago, no entanto, já estava feito. A velha inocência tucana já havia sido carimbada pela conhecida safadeza petista.

Hoje até mesmo a colunista Dora Kramer, do Estadão, não desfaz a primeira versão, atacando o PSDB como se as informações petistas não tivessem sido oficialmente desmentidas. Logo ela, tão zelosa. Josias de Souza, colunista da Folha, que ontem deitou e rolou em cima do fato, hoje traz a ameaçadora versão de que o acordão foi gravado, informação que recebeu do PT, obviamente. Faz isso porque não quer dar o braço a torcer.

O PSDB e a Oposição precisam aprender que, para a Imprensa, até mesmo para Dora Kramer, o que vale é a versão do PT e não o desmentido. A Imprensa detesta voltar atrás e para isso inventa informações ainda ocultas, como o faz Josias de Souza. Para evitar tudo isso é preciso parar de negociar com o PT, especialmente quando em minoria. E jamais deixar que o partido dos corruptos, dos que fazem o diabo e dos que praticam o vale-tudo, dê informações em seu nome. Que fique a lição.

Vou Tirar Você Desse Lugar