sábado, 8 de novembro de 2014

Governos petistas colocaram país "à beira de um abismo", dizem economistas. Por isso, ninguém quer assumir a Fazenda.

Não pensem que existe alguma disputa pelo ministério da Fazenda. Não. Nenhum economista sério quer assumir a herança maldita de 12 anos de PT, pois o país está "à beira de um abismo". O PT aparelhou de tal forma o estado para comprar quatro eleições que não há espaço para fazer as despesas geradas sem colocar o país numa enorme crise, com corte inclusive na Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Pronatec e outros programas. A matéria abaixo é de O Globo.

Embora a presidente Dilma Rousseff tenha prometido “olhar com lupa” os gastos da máquina pública para promover cortes, essa decisão não será simples. O governo tem hoje um universo de cerca de R$ 56,8 bilhões onde poderia promover cortes no chamado custeio da máquina. Só que a própria presidente Dilma deixou claro ontem que também não está disposta a diminuir o número de ministérios, o que poderia gerar economia de cargos nomeados politicamente, gratificações, despesas com terceirizados e estrutura física de cada um. Segundo dados do Siafi, de janeiro a outubro, os gastos em custeio chegam a R$ 615,67 bilhões, sendo que apenas R$ 56,8 bilhões, ou 9,22% do total, é efetivamente passível de corte. 

Isso porque mesmo as despesas livres do governo já são hoje, na sua maioria, comprometidas com pagamentos sociais. Esse espaço para corte de R$ 56,8 bilhões equivaleria a 1,1% do PIB, mas os especialistas dizem que não se pode simplesmente acabar com todos esses gastos de custeio dos ministérios de uma só vez. Embora agora a presidente fale em cortar, o problema dos gastos públicos é que o governo vem aumentando, ano a ano, essas chamadas despesas correntes — especialmente com pagamento de benefícios sociais e previdenciários, onde não se pode cortar.

O levantamento no Siafi foi feito pelo economista Mansueto Almeida, que integraria a equipe econômica de Aécio Neves se o tucano tivesse sido eleito presidente. Foram retirados dos R$ 615,67 bilhões gastos em custeio todas as despesas com as funções sociais — Previdência, Saúde, Educação, Trabalho, Bolsa Família e Assistência Social — e ainda as transferências constitucionais e pagamentos de precatórios judiciais, bem como o custeio dos Poderes Legislativo e Judiciário. Então se chegou aos R$ 56,8 bi.

Para Mansueto, o governo poderia reduzir entre 0,2% a 0,3% do total das despesas de custeio, no máximo, o que daria algo entre R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões, utilizando a execução do Orçamento até 31 de outubro. Em 2013, o Orçamento teve o mesmo comportamento: foram pagos R$ 640,9 bilhões de despesas correntes ou de custeio, sendo que livres mesmo foram R$ 45,1 bilhões — o universo que o governo poderia ter mexido —, ou 0,93% do PIB.

O economista lembra ainda que se cortassem todas as despesas com diárias e passagens, por exemplo, a economia seria de cerca de R$ 2,5 bilhões. Nos últimos anos, o governo vem anunciando a redução desses gastos, num valor aproximado a esse. — Mesmo se o governo fechasse todos os ministérios com exceção dos ministérios da Educação, Trabalho, Saúde, Previdência e Ministério do Desenvolvimento Social, a economia possível seria de 1,1% do PIB. Mas é possível fechar todos os ministérios com exceção dos cinco sociais? Claro que não. Não é possível nem economizar metade do custeio passível de corte. Assim, se o governo conseguir uma economia de 0,2 a 0,3 pontos do PIB de custeio já seria algo excepcional — disse Mansueto. 

Para o economista Raul Velloso, é claro o problema do aumento das despesas do governo. Mas ele acredita que, diante da situação financeira, o governo tem que fazer algum corte efetivo. — A pergunta é: o governo está consciente de que precisa fazer esses cortes para não perder o investment grade? Na hora em que ele está à beira de um precipício, de uma grande dificuldade, de uma grande crise, ele tem que decidir. Mas o primeiro alvo são sempre os investimentos — disse Velloso.

Para completar estelionato eleitoral, Dilma vai cortar as pensões das viúvas, mexer no seguro-desemprego e acabar com o PIS?


Uma das despesas que sofrerá cortes são as despesas pagas às viúvas, que tem um custo anual de cerca de R$ 90 bilhões. Além disso, Dilma estuda, como já anunciado neste blog, cortar o seguro-desemprego, os abonos salariais e o auxílio-doença, que somam outros R$ 70 bilhões anuais. Tudo isso para pagar a campanha da reeleição, que durou quatro anos. Ou seja: desde o primeiro dia que o poste do Lula subiu pela rampa do Palácio do Planalto.

O pacote fiscal em elaboração pelo governo Dilma contempla cortes de despesas já prometidos no passado e que não conseguiram interromper o aumento de gastos da União nos últimos anos --alguns foram até engavetados. 

Na lista estão seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença e pensão por morte, despesas que, segundo disse o ministro Guido Mantega (Fazenda) nesta sexta (7), devem sofrer reduções a fim de aumentar a economia feita pelo setor público para pagar juros da dívida. 

Mantega, que não permanecerá no governo no segundo mandato de Dilma Rousseff, reforçou a política da presidente de fazer um ajuste fiscal gradual, sem cortes drásticos de despesas que possam comprometer a geração de empregos. 

Logo depois da eleição, a presidente Dilma admitiu que será necessário fazer cortes de despesas por causa da queda no superavit primário. Neste ano, o setor público não vai cumprir sua meta de economizar 1,9% do PIB. Até setembro deste ano, apenas o governo federal acumulou um rombo de R$ 15,7 bilhões em suas contas. 

Foi a primeira vez desde o Plano Real, lançado em 1994, que houve deficit primário no ano, ou seja, o governo teve de se endividar para fazer pagamentos rotineiros e das obras de infraestrutura. Apenas no mês de setembro, as despesas com pessoal, programas sociais, investimentos e custeio superaram as receitas em R$ 20,4 bilhões, o maior valor em vermelho para um mês. 

Segundo Mantega, as despesas com seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença somam cerca de R$ 70 bilhões por ano. No caso das pensões por morte, são R$ 90 bilhões por ano. "Então, nós estamos trabalhando para reformatar essas despesas para que no próximo ano elas estejam em declínio, interrompendo uma elevação que tem ocorrido neste momento", afirmou. 

Não é a primeira vez que o governo acena com mudanças nas regras desses benefícios. No ano passado, o Ministério da Fazenda propôs aumentar o tempo mínimo de trabalho que o desempregado precisa comprovar para ter direito ao seguro-desemprego em caso de demissão. 

Foi sugerido também que o abono salarial --que hoje paga um salário mínimo aos cadastrados no PIS/Pasep que tenham trabalhado por pelo menos 30 dias e recebido, na média do ano, até dois salários-- passasse a ser proporcional ao número de meses trabalhado. As sugestões foram encaminhadas ao Palácio do Planalto, mas não avançaram. 

No caso das pensões por morte, o Ministério da Previdência já alertou para a importância de mudança das regras para limitar os pagamentos, mas nenhuma proposta foi formalizada pelo governo. Agora, o governo volta a mirar nessas despesas para tentar melhorar as contas públicas e recuperar sua credibilidade na área. O pacote fiscal em elaboração por Mantega deve ser anunciado apenas depois da viagem da presidente Dilma à reunião do G20 (20 economias mais importantes do mundo), nos dias 15 e 16.(Folha de São Paulo)

Lula monta o ministério de Dilma.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer participar pessoalmente da indicação de pelo menos três ministros que irão compor o novo governo de Dilma Rousseff. Segundo a Folhaapurou, Lula está empenhado em apontar os nomes para Fazenda, Educação e Cidades. Ele avalia que as pastas serão fundamentais para alavancar programas importantes para seu projeto político em 2018. 

Durante encontro com Dilma, nesta semana em Brasília, Lula disse considerar esses três ministérios os mais importantes para o futuro governo e recebeu o aval da presidente para acompanhar de perto iniciativas e resultados. 

No seu primeiro mandato, Dilma se incomodou muitas vezes com as interferências de Lula, mesmo com as mais discretas. A presidente queria deixar uma marca de independência em relação ao antecessor e evitava tomar decisões sob sua tutela. Agora, dizem aliados do ex-presidente, Dilma sabe que seu padrinho político precisa preparar o terreno caso queira concorrer ao Palácio do Planalto novamente.  "Esse governo não pode dar errado. Lula acompanhará bem de perto", explica um aliado do ex-presidente que também transita com liberdade no núcleo de Dilma. 

Interlocutores da presidente, no entanto, ponderam que nenhuma escolha de Lula passará sem consentimento de Dilma. Ainda não há acordo, por exemplo, sobre o novo ministro da Fazenda. Para assumir o posto, Dilma quer o ex-secretário-executivo da pasta Nelson Barbosa, mas Lula prefere o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, seria um nome de consenso, mas petistas acreditam que dificilmente ele aceitaria o convite. 

GOVERNABILIDADE
Uma das principais dificuldades do primeiro governo Dilma, a relação com os partidos aliados, também está na mira da estratégia de Lula. Além de opinar na composição dos ministérios --e acompanhar as ações de algumas pastas--, o ex-presidente vai conversar com os representantes das siglas que compõem a base de Dilma e estimulará a presidente a fazer o mesmo movimento. 

Lula quer melhorar especialmente o diálogo de Dilma com o seu próprio partido. Ele considera a mediação necessária para diminuir as queixas sobre a atuação da presidente. Às vésperas da eleição, a petista teve que lidar com pressões para que fosse Lula, e não ela, o representante do PT na disputa presidencial. 

A acomodação dos aliados nos ministérios, inclusive, deve diminuir o espaço do PT na Esplanada, acreditam integrantes da cúpula petista. Alguns deles defendem que a pasta de Relações Institucionais, responsável pela ponte entre governo e Congresso, saia das mãos do PT para as de um partido aliado. Apesar disso, os petistas deverão permanecer à frente de ministérios importantes. Além do chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, devem ser mantidos o ministro da Saúde, Arthur Chioro, e o da Justiça, José Eduardo Cardozo. 

Lula também indicou nos últimos dias que não deixará de lado o que chama de "reconstrução" do PT. O ex-presidente pediu a aliados mais diálogo do partido com a juventude e a reaproximação da sigla com os movimentos sociais, além da defesa de bandeiras históricas de esquerda, como reforma agrária e regulação da mídia. (Folha de São Paulo)

A vaca tussiu e Dilma ameaça os direitos do trabalhador. Na mira: seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença.


E agora, o que a pelegada das centrais sindicais que apoiaram Dilma vai fazer? Deixar a vaca tussir e ferrar o trabalhador brasileiro?

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nessa sexta-feira que o governo federal está finalizando os estudos que resultarão em uma “redução importante” das despesas. Estão no foco desses ajustes um corte nas despesas de benefícios como o seguro-desemprego, auxílio-doença e abono salarial, que tiveram crescimento acelerado nos últimos anos. 

Os cortes também envolverão a redução de subsídios financeiros, se o ciclo de crescimento econômico for retomado. Segundo o ministro, o BNDES está entre os alvos: — (A redução de despesas) significa dar um subsídio menor nos empréstimos que são feitos por exemplo no BNDES — afirmou o ministro. O banco estatal tem uma série de programas de financiamento com juros abaixo da taxa básica Selic, incluindo a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), e vem recebendo injeções de recursos do Tesouro Nacional.

Falando a jornalistas depois de fazer uma apresentação em evento em São Paulo, o ministro disse que o papel dos bancos públicos no crédito é "fundamentalmente" anticíclico e lembrou que na fase mais aguda da crise financeira internacional, o crédito privado secou e foi preciso que os bancos públicos assumissem um protagonismo. — O papel dos bancos públicos é anticíclico. Quando faltou crédito no Brasil durante 2008 e 2009, os bancos públicos saíram a campo com mais crédito e taxas de juros menores. Depois, em 2009 e 2010, os privados reagiram, recompondo o equilíbrio anterior. Nos últimos anos, voltou a diminuir o crédito. A estratégia não é fazer com que os bancos públicos tenham mais crédito que os privados. Apenas é uma estratégia anticíclica — explicou. 

Segundo ele, governo tem que caminhar para um aumento gradual do superávit primário: — A estratégia macroeconômica para iniciarmos esse novo ciclo de expansão é um ajuste tanto da política fiscal quanto da política monetária — disse. — Do ponto de vista da política fiscal temos que caminhar para um aumento gradual do primário, em relação ao resultado de 2014 — Para isso nós temos agora que fazer uma redução das despesas, uma redução importante das despesas. 

INFLAÇÃO PERTO DE 4,5% AINDA É OBJETIVO
Os comentários do ministro ocorrem em um quadro de profunda deterioração das contas públicas, com déficit primário recorde em setembro. O governo precisa revisar sua meta de superávit primário para este ano e deve fazer o mesmo para 2015. Mesmo assim, serão necessários cortes de despesas para equilibrar as contas.

Em sua apresentação, o ministro disse que o desafio agora é “fazer a transição para a economia pós-políticas anticíclicas”, em preparação para um novo ciclo de expansão da economia mundial e brasileira. Mantega disse que também é preciso recuperar a receita e lembrou que com uma melhora da atividade econômica, cujas condições “estão dadas” segundo ele, isso ocorrerá naturalmente. 

Do lado da política monetária, o ministro disse que o objetivo para a inflação é “uma convergência ao centro da meta”, de 4,5%, apontando a seca deste ano como uma fator de pressão sobre os preços dos alimentos e as tarifas de energia. — É uma economia pós-crise, com menos estímulos — resumiu, classificando como um “novo ciclo de expansão da economia”, mas deixando claro que os estudos não estão concluídos. Sobre o reajuste do preço da gasolina, em 3%, e do diesel, em 5%, a avaliação é que o impacto na inflação seja de 0,1 ponto percentual. No acumulado dos 12 meses encerrados em outubro, o IPCA está em 6,59%, acima do teto da meta, que é de 6,5%.

NOVO MINISTRO
Ao falar do cenário econômico, Mantega afirmou que, apesar das dificuldades, o governo deve conseguir fazer um saldo fiscal positivo (superávit) em 2014. Sobre sua saída, reforçou que não sabe quando acontecerá e evitou fazer comentários sobre possíveis substitutos. — Não sou a melhor pessoa para comentar o nome desses possíveis ministros — concluiu. (O Globo)

O perigo de uma comunista no poder.


Pura enganação.

 

Os #Brasileiros têm na memória o destino de governantes que se elegeram enganando o povo. Dilma logo verá que, ao contrário do que sustenta seu marketing, o vale-tudo tem limites. 
São expedientes que a #Sociedade não aceita. 
Principalmente quando percebe que foi #Enganadahttp://goo.gl/3nc3Z2 .

Depois de Reinaldo Azevedo, mais um blogueiro da Veja pede que manifestações defendam a democracia e as instituições.

Ontem, Reinaldo Azevedo fez um apelo aos manifestantes para que tenham cuidado com a pauta dos protestos marcados para o próximo 15 de novembro. Leiam aqui. Agora é Rodrigo Constantino, também da Veja, que escreve um post intitulado "No dia 15 de novembro, todos nas ruas contra a República de Bananas". Cliquem aqui. Abaixo reproduzo, com grifos, parte do post de Constantino.

Indivíduos indignados com os rumos de nosso país pretendem se reunir nesse feriado do dia 15 de novembro, que celebra nossa República, para protestar contra o atual governo, a roubalheira impune, o abuso de poder, o autoritarismo, o desejo de controlar a imprensa etc. A mobilização é necessária e muito bem-vinda. O governo teme gente nas ruas, e o PT perdeu esse monopólio.


Por isso mesmo tenta desqualificar essas milhares de pessoas que espontaneamente se manifestam. Quer associar essa gente toda a “movimentos golpistas” ou antidemocráticos, reacionários que não aceitam as regras do jogo. É o contrário! Justamente por desejarem as regras do jogo é que protestam contra o PT, que fez o “diabo” para vencer. Querem investigações para comprovar a lisura do processo, e querem punições para os corruptos.


Todo cuidado é pouco. Sabemos do que essa turma é capaz. Podem até mesmo infiltrar seus agentes nas passeatas para destruí-las de dentro, acusando-as de demandar golpe militar ou algo do tipo. Não! As manifestações devem clamar pelo respeito aos valores republicanos e democráticos, pelo fortalecimento de nossas instituições, e não sua substituição.


Que todos lotem as ruas nesse feriado de nossa República, de forma ordeira e pacífica, com uma mensagem de resgate de uma democracia sólida. Que protestem contra essa “República de Bananas” que o PT vem instalando em nosso amado Brasil!

Vejam que Constantino não está pregando um impeachment da Dilma, mas investigações que certamente, ao serem comprovadas, levarão ao devido processo legal. Tampouco está pedindo para que as eleições sejam anuladas, pois está em andamento um auditoria concedida pelo TSE ao PSDB, maior prejudicado. A lei está sendo seguida, de alguma forma. Defender que a lei seja atropelada é dar munição para a imprensa atacar as manifestações e para o PT tentar desqualificá-los. Foi o que ocorreu com a  presença de meia dúzia de estúpidos que pediam a volta do regime militar, como se nele tivesse existido eleições, fraudadas ou não.  

Nós, os 51 milhões, não somos iguais a eles. Eles defendem golpes, nós defendemos a democracia, o estado de direito e as instituições, mesmo que elas estejam, hoje, tão aparelhadas. É preciso ir para a rua conquistar corações e mentes. Isso só ocorrerá se as pautas levadas pelos manifestantes expressarem o desejo não só dos que estão ali, mas dos cidadãos que devem ser encorajados a voltar para as ruas para defender um país melhor.

Esconder, camuflar, virou rotina desse governo.


TUDO SOB ORIENTAÇÃO DA  DILMA
“Esconder, camuflar, virou rotina desse governo. Todo o esforço feito nessa casa para inibir a CPI foi em vão. Agora, os que foram intolerantes nesses anos, falam em diálogo. Pois bem, qualquer diálogo tem que estar condicionado ao aprofundamento das investigações daqueles que protagonizaram o maior escândalo de corrupção, já chamado de petrolão”.

E VOCÊ COMUNISTINHA BARATO, VOTOU NA DILMA E  FUDEU O  POVO BRASILEIRO

A campanha mais suja da história do Brasil.




A intervenção do governo nos institutos de pesquisa só ocorre quando os dados não lhes são favoráveis. Primeiro foi no IBGE e depois no IPEA. Esse aparelhamento, intervenções e a manipulação de dados são características de governos autoritários e, por isso, colocam nossa democracia em risco.

Ganhar a qualquer preço tem um preço. Talvez por isso a "derrota" de Aécio tenha muito mais brilho que a "vitória" da Dilma.( Otávio Leite, via Facebook).
http://goo.gl/JR7y2Z
http://goo.gl/xjja74

Doleiro confirma pagamento a ex-ministra!


Adicionar legenda
O doleiro Alberto Youssef afirmou em sua delação premiada que deu R$ 1 milhão para a campanha de 2010 da ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR), que foi eleita senadora naquele ano. Alvo central da Operação Lava Jato, o doleiro disse que o valor foi entregue a um empresário, dono de shopping em Curitiba (PR), em quatro parcelas: três no centro de compras e outra na casa dele, em um condomínio de alto padrão da capital paranaense.
A afirmação de Youssef confirma o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, também em delação premiada, de que em 2010 recebeu pedido “para ajudar a campanha” de Gleisi. Segundo ele, foi o marido da senadora, o atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, quem fez a solicitação. Youssef confirmou esse pedido e disse ter viabilizado a entrega do valor.
Gleisi e Bernardo negam o pedido e o recebimento dos valores. A ex-ministra sustenta não conhecer o doleiro nem nunca ter tido contato com ele ou com o esquema sob investigação da Justiça Federal.

E por falar em saber perder...


Os brasileiros vão perder o dinheiro desviado da Petrobrás, para o "petrolão" como os mensaleiros não pagaram o dinheiro desviado para o "mensalão"?

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Deputado defende que beneficiário do Bolsa Família seja proibido de votar.

Revoltado com o resultado das últimas eleições, o deputado estadual Aldo Demarchi (DEM), ex-prefeito de Rio Claro (173 km de São Paulo), defende que a Constituição Federal seja alterada para que os beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, não possam votar.
Em entrevista ao "Jornal Cidade", de Rio Claro, Demarchi afirmou que o título de eleitor dos que possuem cadastro em programas sociais deve ser suspenso enquanto durar o benefício.

Professora da USP fala sobre empréstimo do BNDES à Cuba

É preciso aprender que o que vale para a Imprensa é a versão do PT e não o desmentido da Oposição.


O PT quer o controle social da mídia. É de se perguntar: mais ainda? A Imprensa já está sob domínio da esquerda petista (Eliana Catanhêde, cabeça mais pedida pela esquerda durante anos, foi demitida da Folha, ontem)e isto fica comprovado pela lamentável manipulação de informações  sobre um suposto "acordão" na CPMI da Petrobras. A partir de uma entrevista dada pelo relator petista, Marco Maia, sem que os jornalistas ouvissem a Oposição, um conchavo para proteger suspeitos de ambos os lados foi noticiado. E o que, no fundo, o conchavo cobriria? O falecido Sérgio Guerra não seria convocado para que Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, também citados por um dos investigados, não tivessem que ir depor na CPMI. Virou manchete no Jornal Nacional.

Tudo isso ocorreu de forma planejada e articulada para desqualificar o discurso proferido por Aécio Neves na sua volta ao Senado. Quanta inocência da Oposição! Somente ontem os partidos oposicionistas entenderam a gravidade do que ocorrera, muito em função das manifestações da militância nas redes sociais. Aécio Neves, presidente do PSDB, emitiu nota desmentindo qualquer acordo. Os partidos oposicionistas também o fizeram. Carlos Sampaio, deputado paulista do PSDB, acusado de negociar em nome dos tucanos, negou veementemente o acordão. O próprio Marco Maia aliviou a sua versão. O estrago, no entanto, já estava feito. A velha inocência tucana já havia sido carimbada pela conhecida safadeza petista.

Hoje até mesmo a colunista Dora Kramer, do Estadão, não desfaz a primeira versão, atacando o PSDB como se as informações petistas não tivessem sido oficialmente desmentidas. Logo ela, tão zelosa. Josias de Souza, colunista da Folha, que ontem deitou e rolou em cima do fato, hoje traz a ameaçadora versão de que o acordão foi gravado, informação que recebeu do PT, obviamente. Faz isso porque não quer dar o braço a torcer.

O PSDB e a Oposição precisam aprender que, para a Imprensa, até mesmo para Dora Kramer, o que vale é a versão do PT e não o desmentido. A Imprensa detesta voltar atrás e para isso inventa informações ainda ocultas, como o faz Josias de Souza. Para evitar tudo isso é preciso parar de negociar com o PT, especialmente quando em minoria. E jamais deixar que o partido dos corruptos, dos que fazem o diabo e dos que praticam o vale-tudo, dê informações em seu nome. Que fique a lição.

Dilma desmente a si mesma.


Os líderes da oposição ironizaram nesta quinta-feira declarações da presidente Dilma Rousseff, especialmente o fato de ter dito que, embora não vá cortar ministérios, seu governo terá limites fiscais e irá olhar com lupa onde pode haver redução ou corte de gastos. Tucanos e democratas disseram que ela está praticando “estelionato eleitoral” e que parece ter acordado de repente para o que não foi feito ao longo de seu mandato.

— Somando tudo que aconteceu depois da eleição e o que a presidente Dilma disse nessa entrevista, a impressão que se tem é que ela estava em estado de coma. Três dias depois da eleição, o Banco Central descobre que houve um aumento descontrolado de gastos e é preciso aumentar juros para conter a inflação. Só depois da eleição se descobre que em um mês houve um rombo de R$20 bilhões, o maior déficit da história nas contas públicas. Sem contar que quem demitiu o Sérgio Machado da Transpetro, denunciado no esquema do petrolão, foi a PricewaterhouseCoopers e a Bolsa de Valores de Nova York. Se ela acordou mesmo do coma, só vamos saber lá na frente — disse o ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB).

MARKETING SE DESMONTA

O líder do PSB, deputado Beto Albuquerque (RS), afirmou que a presidente Dilma não pode mais se esconder atrás do marketing do publicitário João Santana, e que as “mentiras” ditas durante a campanha serão agora desmascaradas. — A Dilma não tem mais o João Santana, que governou a campanha e suas ideias, suas palavras e as mentiras que desferiu contra os outros. Sem ele, Dilma começa a ter que falar e aparecer como é, e reconhecer a realidade do governo fora da TV. Vai ter que fazer tudo ao contrário do que disse na campanha — criticou Albuquerque. 

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), disse que ou Dilma muda a forma de ser autossuficiente, “prisioneira do petismo”, ou haverá um colapso também na arrecadação que vai acabar de travar o governo. — Com o corte de gastos no plano das conjecturas líricas que ela anuncia, é esperar a criação de mais impostos. Aí morre qualquer proposta de diálogo — disse Agripino. — Agora a presidente começou a desmontar o marketing do PT. Isso é inaceitável. É um atentado a inteligência do povo brasileiro — completou o líder do DEM na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE). (O Globo)

Alckmin vira modelo de oposição que o PT quer para eternizar seu projeto de poder.


Novamente, no dia de ontem, o PT rasgou elogios ao governador tucano Geraldo Alckmin. Desta vez a própria Dilma elogiou o "aliado". Além de ter sido o primeiro da fila a reverenciar Dilma pela vitória, com palavras que foram além do protocolo para resvalar pelo puxa-saquismo e  além de ser o primeiro a criticar as manifestações de rua, Alckmin já mandou diversos recados de que vai fazer aquela velha oposição do "farinha pouca, meu pirão primeiro", em nome da "governabilidade". Sua candura recebeu elogios até mesmo do pitbull petista no Senado, Humberto Costa. Ontem Dilma Rousseff  afirmou: "não estou propondo nenhum diálogo metafísico. Quero discutir propostas", disse, apontando como exemplo a discussão sobre a crise da água com Geraldo Alckmin, que deverá incluir verbas do BNDES, Banco do Brasil e Caixa. Alckmin, ontem, em entrevista para Miriam Leitão relativizou a importância de Aécio Neves, deixando claro que pretende disputar a indicação tucana para 2018. O que significa que vai fazer de tudo para esvaziar a liderança que o mineiro conquistou nas urnas por mostrar o que está faltando ao paulista: altivez para enfrentar o PT, preferindo mirar o colega de partido.

Dilma e o povo alugado dentro do "chiqueirinho".


" Elite" na rua contra Dilma.
 Dilma e seu povo de aluguel, sempre atrás da cerca. 

Não houve um só momento de campanha que Dilma Rousseff tenha tido contato com o verdadeiro povo, a não ser o povo alugado por alguns reais e um lanche ou o povo colocado dentro de um "chiqueirinho", a uma distância razoável. Sem falar do povo ameaçado de perder os benefícios sociais se não comparecesse para aplaudir a petista. Ontem, em entrevista, a presidente cinicamente declarou: "O povo não é bobo, o povo é muito esperto. Como são gentis, como são elegantes. É uma pequena elite que é deselegante, que xinga e que maltrata. O povo não faz isso", disse, comentando a campanha eleitoral. Ao que tudo indica, as manifestações de rua estão deixando Dilma nervosa. Ninguém desqualifica o que não teme. E a "elite" cresce cada vez mais, indignada com o estelionato eleitoral.

Vá dialogar com o PT, Dilma!


Ontem, Dilma Rousseff tentou tirar o corpanzil fora em relação às afirmações da resolução bolivariana e golpista do PT:

Eu não represento o PT, eu represento o país, a Presidência da República. Não sou presidente do PT. A opinião do PT é a opinião de um partido. O PT, como todo partido, tem posição de partes. É típico deles.

Representa o país, uma ova! Representa os seus eleitores. É bom que lembrem a presidente que 61,8% dos brasileiros não votaram nela. E como ela mesmo dizia na campanha, "cada voto, um voto". Além do mais, 51 milhões de brasileiros votaram no seu adversário, Aécio Neves. Se eleição fossehoje, depois de 11 dias de vergonhosa comprovação do estelionato eleitoral por ela perpetrado, certamente não seria reeleita. Mas o que deixa qualquer um "estarrecido" é que ela, ao mesmo tempo em que diz que não é do PT, passou a pregar abertamente o controle social da mídia, um dos pilares da resolução petista. É bom lembrar que as declarações foram dadas um pouco antes dela receber toda a bancada do PT em sua residência, no Palácio do Alvorada. É muito cinismo. Se fosse honesta, seu primeiro diálogo deveria ser com o PT e não com a Oposição. Mas não é. Diz uma coisa e faz outra, a rainha da mentira.

Comprovado o estelionato eleitoral: reeleita, Dilma sobe gasolina em 3% e diesel em 5%, alimentando a inflação.


No dia em que Dilma Rousseff, a estelionatária eleitoral diz para jornalistas que "vamos ter de apertar o controle da inflação" porque "nós temos problema interno com a inflação", fato que negou durante toda a campanha, a Petrobras acaba de anunciar aumento nos preços dos combustíveis. 

Não há acordão contra as investigações do Petrolão.

Sobre a tentativa do PT de envolver o PSDB em acordos espúrios na investigação da roubalheira da Petrobras, Aécio Neves, presidente da sigla, emitiu a seguinte Nota Oficial: 

"O PSDB não pactua com qualquer tipo de acordo que impeça o avanço das investigações da CPMI da Petrobrás.

Lutamos pela instalação da CPMI. Temos de ir a fundo na apuração do chamado 'Petrolão' e na responsabilização de todos que cometeram eventuais crimes, independentemente da filiação partidária.

Essa é a posição inarredável do PSDB.

Brasília, 06 de novembro de 2014

Senador Aécio Neves
Presidente Nacional do PSDB"

Ontem, de forma capciosa e mentirosa, o petista Marco Maia deu entrevista ao Jornal Nacional e à mídia dizendo que havia um acordo para livrar políticos de depoimento na CPMI da Petrobras. Que a oposição tinha concordado em não chamar políticos como Gleisi Hoffmann, além do tesoureiro do PT. Causou estranheza à militância que tal fato ocorresse justamente no dia em que Aécio voltava triunfalmente ao Senado, pregando exatamente o contrário. Como era de se esperar de um partido sujo como o PT, a história é outra.

Vejam o posicionamento do deputado Carlos Sampaio,  publicado pela Folha de São Paulo hoje à tarde:
Em entrevista nesta quinta, Sampaio negou que a reunião tenha provocado mal-estar no PSDB. O deputado disse que não houve acordo para poupar políticos, apenas a construção de um "roteiro de procedimentos" diante do curto prazo para a conclusão das investigações, que terminam em dezembro. 


Segundo o deputado, o roteiro prioriza as apurações relacionadas às empreiteiras e aos diretores da Petrobras suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção. O consenso, segundo o tucano, é que seria difícil avançar nas investigações envolvendo deputados e senadores sem o acesso à delação premiada. 


Sampaio também disse que houve "má fé" de petistas que anunciaram o acordão porque não há "lógica" no PSDB querer poupar congressistas –já que o único citado do partido, o ex-senador Sérgio Guerra, morreu este ano. 


"O que eles querem é colocar todos numa vala comum, dizer que o PSDB está com medo, mas não há a menor lógica nisso. O PSDB foi quem criou a CPI. Quem roubou a Petrobras, seja político, diretor, empreiteira, tudo e bandido de quinta categoria", disse. 


Segundo Sampaio, os pedidos de convocação e de quebras de sigilos que não forem deliberados em 10 dias pela CPI serão aprovados automaticamente. 

O PSDB precisa redobrar os cuidados em relação à Imprensa. O PT jamais pode ser porta-voz de qualquer decisão tomada no dia a dia da política, que envolvam o PSDB. Existe uma Nova Oposição no país. É preciso que não só Aécio Neves seja o seu portador. É preciso que esta consciência se espalhe por todo o partido para não frustrar os sonhos de mudança de 51 milhões de brasileiros.

Vou Tirar Você Desse Lugar