sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Dirceu, o ridículo.

 Dirceu, o ridículo.




Dirceu, o ridículo.

Zé Dirceu e uma vida de falsidades.

Nada mais ridiculo do que o José Dirceu, posando de "heroi" que lutou contra a ditadura. Menos...
O Zé, participou de um congresso estudantil em Ibiúna, foi preso, e um mês depois foi solto, com outros prisioneiros, em troca do embaixador americano que fora sequestrado.

Ficou em Cuba, onde - segundo ele - aprendeu técnicas de guerrilha; técnicas, aliás, que nunca utilizou contra o regime militar.
Anos mais tarde, voltou, clandestinamente ao Brasil e instalou-se no Paraná, com nome falso, e com o rosto modificado por uma providencial operação plástica!
Vindo a anistia, declarou a verdadeira identidade a sua paranaense esposa, e começou a contar lorotas sobre a sua "atuação" de defensor da democrcia...
O final da bravata do "heroi nacional" é de conhecimento público: por ordens do apedeuta, montou um sofisticado esquema de compra de apoio de parlamentares, no que resultou na ação 470, ou mais popularmente conhecida, como Mensalão!
Condenado a apenas 10 anos de cadeia, devia dar-se por satisfeito, pois o Marcos Valerio, que obedecia ordens do nosso "heroi" foi agraciado, injustamente a meu ver, com 40 anos de reclusão!
Não conheço o regulamento do STF, mas me parece, que até antes da conclusão do julgamento, os juizes podem modificar seus votos. Fica a sugestão: que tal dobrar a pena do bravateiro?

Nenhum comentário: