quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

QUESTIONAMENTOS


                                               

Quantas pessoas terão utilizado passaporte diplomático para, livremente, proceder com evasão de divisas?
Alguém ganhou alguma coisa com isso?
Qual benefício teria auferido a família da Silva em interceder ou se omitir diante de tais concessões?
Por quê não levantar este questionamento junto à mídia e buscar junto ao Ministério Público Federal providências para investigações?
Já imaginaram um Ministro da Defesa dizendo, publicamente, que o questionamento e críticas a concessão ilegal de passaportes diplomáticos é "absolutamente ridículas"?
Um homem decente, digamos, em um outro país, um Ministro da Defesa de um país sério, diria isto?

Soberania Brasileira


Lendo o noticiário e os comentários sobre a nefasta decisão de Luiz Inácio Lula da Silva com relação a concessão de asilo ao assassino Cesare Battisti, tenho observado a opinião de muitos leitores dizendo que a decisão de nosso ex-presidente reafirmou a soberania do Brasil.

Fico me perguntando o que significa soberania para estas pessoas.
Na minha opinião muitos acham que a soberania do Brasil se resume em ser anti-americano, ser contrário aos países europeus como a Itália, ou mesmo ser aliado incondicional de governos ditatoriais e genocidas como os de Cuba, Sudão, Coréia do Norte e outros

Ser um país soberano não é nada disto.
Em primeiro lugar a soberania é conquistada com orgulho e respeito. Respeito primeiramente a suas leis e a constituição. Um país em que os seus governantes não respeitam as leis e a Constituição não é um país soberano. É um pais escravo de seus líderes despóticos.

Um pais em que seus governantes estão se lixando para o povo e se aproveitando do poder em benefício próprio não é um país soberano.
Um país que se alia a ditaduras como a cubana e venezuelana não é um país soberano.

É um pais que não se dá ao respeito. É um país que não se impõe perante as demais nações do mundo com orgulho. É um país que nunca será visto como um país sério e sim como mais uma republiqueta.

Precisamos exercer nossa cidadania fazendo com que nossos governantes sejam éticos, honestos que tenham um senso de moral e sobretudo que respeitem as leis e a Constituição do Brasil.

Há muito não somos uma nação soberana.

Compete a nós, através de nossos votos e a renovação de nossa classe política transformar o Brasil em um país soberano e respeitado no mundo.

Abramovay, 'conselheiro Acácio' da era Dilma: má fé cínica e obtusidade córnea.



Quando o País se mobiliza para combater o crack, uma droga devastadora que já escraviza cerca de dois milhões de brasileiros, segundo estimativas de especialistas, o novo secretário nacional Antidrogas, Pedro Abromovay, comporta-se como um “secretário nacional pró-drogas”, saindo em defesa - irresponsável - da descriminalização dos “pequenos traficantes” e também dos usuários. Ingênuo, apenas ignorante ou dotado da “má fé cínica” e da “obtusidade córnea” do conselheiro Acácio, da obra genial de Eça de Queiroz, o novo secretário acabou mostrando o caminho das pedras para a bandidagem: em vez de grandes quantidades, é só o traficante dividir a droga em pequenas quantidades. Desse modo, segundo a dica de Abramovay, os “aviões” ou “mulas” do tráfico ficariam livres de punição e os grandes traficantes teriam garantido o seu “produto”. Nem Fernandinho Beira-Mar como “secretário nacional Antidrogas” imaginaria algo tão engenhoso. 

O Brasil real longe do imaginário petista e da telinha das televisões


Longe do imaginário petista e da telinha das televisões que, impulsionadas por gordas verbas, vendem um Brasil irreal projetado em dados no mínimo suspeitos, é possível visualizar um país real pesquisando notícias com lupa eletrônica.
 
Durante oito anos o ex-Imperador caitituou nos ouvidos de cada um, apropriando-se indevidamente das realizações de governos passados, especialmente do governo FHC, de que o país foi descoberto a partir de sua gestão.
 
Essa balela foi "vendida" à população por um custo altíssimo cobrado pelos barões da mídia. Paralelamente, fantasiosos números de aceitação popular eram também enfiados goela abaixo de um povo desinformado das questões políticas, mas ligadão nas notícias do esporte, dos BBBs, nas novelas e etc. e tal.
Um cenário perfeito para um político populista que, sem oposição, criou um verdadeiro império petista que nem mesmo escândalos como o do Mensalão do PT foi capaz de se quer abalar o seu prestígio. Isto, segundo os mesmos institutos que lhe dão zilões de grotesca popularidade. Mentiras como mais de 15 milhões de empregos gerados, quando foram pouco mais de 10 milhões, são tidas como verdadeiras.
 
A questão da dívida externa, amplamente divulgada durante a campanha eleitoral, não passa de uma outra grande mentira. A dívida continua existindo e foi apenas maquiada. O ex-Imperador, não só não pagou a dívida como aumento-a consideravelmente. Ele legou aos brasileiros: Dívida Externa de 240  Bilhões;  Dívida Interna de 1.650 Trilhão. Total da brincadeira ou da palhaçada 1.890 Trilhão. Isto significa que o ex-Imperador legou aos brasileiros uma dívida aumentada em 1 TRILHÃO. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entregou a ele o país com uma dívida administrada de 851 Bilhões e ele nos repassa uma dívida inadiministrável de 1.890 TRILHÃO.


Como também é outra grande mentira essa história de que ele tirou mais de 30 milhões de brasileiros da linha miséria. É claro que ele também tem seu mérito nesta história, mas poderia ter sido correto dizendo a verdade. E o fato verdadeiro é que esses brasileiros saíram da linha da miséria a partir da estabilidade econômica do país com a implantação do Plano Real que varreu a inflação galopante. E o Plano Real é fruto dos governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, e ele e o seu partido foram contra a sua implantação e ironicamente foram os maiores beneficiados pelo seu sucesso.

Segundo o Dieese, o custo da cesta básica de alimentos apresentou forte alta em 2010. Em 14 das 17 capitais pesquisadas, os aumentos ultrapassaram 10% no ano passado.
A inadimplência do consumidor cresceu 6,3% em 2010, segundo o Serasa e entre novembro e dezembro as dívidas não bancárias - com cartões de crédito, financeiras e serviços - apresentaram um crescimento de 2,4%.
Pressionada pelas importações, a indústria brasileira de transformação perdeu R$ 17,3 bilhões de produção e deixou de gerar 46 mil postos de trabalho em apenas nove meses de 2010.
O crescimento econômico global deve ganhar força nos próximos meses, liderado por China, EUA, França e Japão, segundo o indicador antecedente composto da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. Entre as grandes economia, só o Brasil parece caminhar para uma desaceleração das atividades, já que seu índice caiu de 99 para 98,6.

Em contraponto a este cenário, o novo secretário Nacional de Políticas sobre Drogras, Pedro Abramovay, dando sequência ao tema drogas, colocado no noticiário pelo seu chefe, o ministro da Justiça, defende a aprovação do projeto que prevê o fim da prisão para pequenos traficantes.
É bom lembrar que foi o governo do ex-Imperador que aprovou lei que isenta de prisão o consumidor de drogas. Daí pra cá o aumento do consumo foi explosivo, inclusive com o lançamento de um novo produto - o crack - que está devastando os nossos jovens no país inteiro.

É preciso que a sociedade, principalmente esses 55 milhões que deram seus votos para a continuidade de um governo sob a égide petista, desperte e veja o mal que essa turma está causando ao nosso país. É importante saber analisar o que está por trás das intenções desses governantes. Com um Congresso "rendido" voltado ao seu próprio umbigo, uma oposição incompetente e incapaz de defender os interesses da sociedade, temos que fazer valer os nossos direitos constitucionais, enquanto ela não é alterada, e dar um grito de basta e indignação. Caso contrário, seremos todos gado marcados pelo ferrão petista.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011


Finalmente a oposição age.

O Democratas vai ajuizar nesta quarta-feira, 12, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o parecer da Advocacia Geral da União, aprovado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 31 de dezembro de 2010, que fundamentou a não-extradição do italiano Cesare Battisti.

Finalmente um partido de oposição começa a se movimentar, mesmo que timidamente, neste escabroso caso de Cesare Battisti.

Luiz Inácio Lula da Silva, hoje um cidadão comum que ainda desfruta de regalias com o dinheiro do contribuinte, concedeu ao terrorista e assassino italiano guarida no Brasil.

O Democratas deveria estar fazendo muito mais do que simplesmente ajuizar uma ação de inconstitucionalidade neste caso. Deveria estar promovendo um movimento popular de protesto contra a decisão arbitrária, irresponsável e puramente ideológica do ex cara.

Enquanto não houver movimentação popular e de protesto este governo corrupto continuará nos roubando diáriamente e cometendo toda a sorte de ilegalidades contra o Estado Democrático de Direito.

O BRASIL DE LULA E DO TIRIRICA.


Nós temos o que merecemos politicamente. Pelé foi muito verdadeiro quando falou que o povo brasileiro não sabe votar. O eleitor do nosso país não valoriza as pessoas que  são sérias e se dedicaram  ao estudo, como forma  de vencer na vida. Os exemplos estão mostrando no dia-a-dia, com a vitória de Lula  para Presidente - e atualmente  o palhaço Tiririca para Deputado Federal. Quer queira ou não, são os nossos representantes legítimos,  eleitos pelo voto direto e secreto, previsto na nossa Carta Magna.

 Por oportuno, o filho mais velho do Lulinha, que é um empresário bem sucedido, em pouco tempo, chamou os brasileiros que são contra a corrupção e os desmandos acontecidos no desgoverno do papai, de jumentos. Pois bem, temos o que merecemos,  vivemos em um país, com muitas leis  que não são cumpridas, pagamos altos impostos, somos enganados  com promessas feitas pelos políticos profissionais, em época de eleições.  Além de tudo, somos felizes, gostamos de carnaval, forró, cachaça, mulher e futebol e tomamos  sempre no... e ainda cantamos, olê...olê...olê... olá... Lulá... Lulá..

Dessa maneira, concordo com o filhinho do nosso ex imperador Lula 51. Somos jumentos mesmo, pois carregamos em nossas costas, um fardo muito pesado, um trabalho constante no dia-a-dia, com muito suor que cai do nosso rosto para gerar riquezas em nosso país. Somos jumentos por que votamos em corruptos, em ladrões do erário, em aproveitadores da política, em ociosos, em analfabetos, em cachaceiros, em enganadores, em mentirosos, e toda espécie de parasitas.  Na verdade, merecemos sermos chamados de jumentos pelo filho milionário do reizinho. Em pouco tempo ficou rico e ninguém procurou saber a origem de tanto dinheiro. Sendo assim, o Brasil não é um país sério, e realmente  cheio de jumentos.

Acorda Brasil!

Deputada Manuela D'Ávila é acusada de ter recebido irregularmente R$ 100 mil da indústria farmacêutica

terça-feira, 11 de janeiro de 2011



"O Ministério Público Eleitoral entrou com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a rejeição das contas da deputada federal Manuela D'Avila (PCdoB-RS) por irregularidade insanável. Ela é acusada de ter recebido R$ 100 mil em doações da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma). Segundo o Ministério Público, a entidade não poderia fazer doações por ser considerada entidade de classe", segundo notícia divulgada pelo Correio Braziliense.

Vamos examinar detalhadamente esta informação.
Se a irregularidade é insanável a deputado perderá o seu mandato. Isto é ponto final.

Mais adiante informa o Correio Braziliense:
"O Ministério Público Eleitoral defende que a Interfarma representa os interesses dos laboratórios farmacêuticos instalados no Brasil, uma vez que é composta por associados que representam 54% do mercado brasileiro de medicamentos."

Aqui está a prova incontestável de que essas figuras que estão no Congresso Nacional, alegando representar os interesses do povo, não passam de figurinhas que defendem os interesses dos grupinhos que financiam suas campanhas. São uns artistas, verdadeiros atores e atrizes na arte de encenar com discursos bonitinhos para conquistar votos do cidadão, cada vez mais indefeso. E fazem isso, sem o menor constrangimento.
Essa Manuela D'Avila foi a candidata mais votada para a Câmara dos Deputados pelo PCdoB do Rio Grande do Sul. Ela obteve 482.540 votos e chegou a ser cotada para assumir o Ministério dos Esportes no governo Dilma.
E essa "artista" é apenas um dos muitos casos dos outros "atores" do cenário congressista. Esse fato é da maior gravidade. Essa área que a deputada recebeu 100 mil para defender seus intresses é uma das áreas de pior desempenho do governo do ex-Imperador e que, certamente, continuará a ser no governo da Imperatriz.
Como este é o pais da impunidade a bela, porém...deputada Manuela não perderá o seu mandato. A turma do "deixa disso" irá arranjar um jeito de tornar a irregularidade de "insanável" para sanável e ela, com toda certeza, irá assumir uma das comissões da Câmara para poder defender os intresses da indústria farmacêutica.
O governador de Brasilia que iniciou o seu mandato com um ato de efeito publicitário, lavando "simbolicamente a cidade", deveria era dirigir fortes jatos d'água com sal grosso para o Congresso Nacional e aproveitar que está ali próximo para os vizinhos também.
A gente sabe que pouco adiantaria, mas dá para se conformar vendo ratazanas rolando rampa abaixo.

Pequenos amigos, grandes negócios

Dizem que Lula não tem nada com isso, claro. Mas a microempresa de Mário Edson Notari Moraes Junior é incansável.
Quando da preparação do hotel de trânsito do Forte dos Andradas, no Guarujá, o pequeno empresário foi contemplado com o direito a vender ao governo tanto a confecção dos uniformes quanto a dedetização e limpeza do local, segundo a ONG Contas Abertas.
É muito dinamismo ne versatilidade!
Ambas as compras, é claro, tiveram “dispensa de licitação”, segundo a ONG, o que a legislação permite dado o valor baixo.
Só que... pasmem, pesquisa mostra que, de 2004 a 2010, a microempresa recebeu R$ 616.956,91 só do Ministério da Defesa.
Haja dinamismo,versatilidade, amizades e... trabalho!

Para Secretário de Política sobre Drogas, lugar de traficante é na rua, não em prisão.

Lembram do Pedro Abramovay? Aquele que não aguentava mais fazer dossiês para a Dilma e para o Gilberto Carvalho, segundo a revista Veja? Pois é. Agora ele é o Secretário Nacional de Política sobre Drogas e está apresentando uma proposta de arrepiar os cabelos: quer soltar 40.000 traficantes que, segundo ele, traficam pequenas quantidades, apenas para pagar o próprio vício. Pois estes são os piores.  Se cada um deles traficar 25 pedras de crack por dia, atenderão 1 milhão de compradores. Se cada um deles distribuir 10 gramas de cocaína, serão 400 quilos do pó vendidos a cada dia.  

Abramovay nada falou sobre tratar o vício como doença, construindo clínicas em vez de prisões. Quer apenas soltar os criminosos para que eles saiam às ruas para voltar a obedecer aos grandes traficantes, que ficarão confortáveis em prisões mais vazias. Hoje um jornal aqui de Santa Catarina publica que para construir uma estrutura para atender cem viciados o governo investirá R$ 12 milhões, ou R$ 120 mil por vaga. Projetando este valor, seria necessário um investimento de R$ 4,8 bilhões para atender apenas aos 40.000 "pequenos" traficantes. Os jornais também noticiaram que o Exército vai investir R$ 10 bilhões para guardar as nossas fronteiras. As duas iniciativas são muito melhores do que botar soldados do tráfico nas ruas, novamente. Abramovay deveria voltar a fazer dossiês, em vez de política contra drogas, Com certeza, os danos seriam menores. Os assassinatos seriam apenas de reputações e não de seres humanos, atacados por "pequenos" criminosos que roubam para sustentar o próprio vício. (Blog Coturno Noturno).

Comissão da inverdade.


 
 A REVOLUÇÃO REDENTORA DE 1964
Os militares só conseguem manter a hierarquia e a disciplina porque a verdade está para eles como a fé está para os cristãos. A mentira e a traição fazem parte da vida política brasileira, em que os vitoriosos se intitulam espertos, pois, afinal, dessa forma estarão sempre no poder. A esquerda no Brasil chegou ao poder pelo voto, graças aos militares que impediram em 1964 a implantação de uma ditadura do proletariado. Os perdedores, nos anos subsequentes, financiados pelo ditador Fidel Castro, partiram para a luta armada, aterrorizando a todos com suas ações, que ainda fazem inveja ao crime dito organizado dos dias atuais.

Foram 20 anos de ordem e de progresso. Os guerrilheiros do Araguaia foram vencidos, evitando-se que hoje, a exemplo da Colômbia, tivéssemos organizações como as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) atuando no coração do Brasil. O nosso povo vivenciou sequestros de autoridades estrangeiras e de avião, dezenas de justiçamentos, tortura, execuções como a do adido inglês e a do tenente da Força Pública de São Paulo no Vale do Ribeira, bombas no aeroporto de Recife e carro-bomba no QG do 1º Exército, respectivamente com mortes de um almirante e de um recruta, latrocínios, roubos etc. O regime, dito de força, negociou e foi além das expectativas dos derrotados ao propor anistia até mesmo para crimes de terrorismo praticados pela esquerda. Agora, no poder, eles querem escrever a história sob sua ótica, de olhos vendados para a verdade.

Projeto do Executivo, ora em tramitação na Câmara, cria a dita Comissão da Verdade, composta por sete membros, todos a serem indicados pela presidente da República, logo ela, uma das atrizes principais dos grupos armados daquele período, que inclusive foi saudada pelo então demissionário ministro José Dirceu como "companheira em armas". Ninguém pode acreditar na imparcialidade dessa comissão, que não admite a participação de integrantes dos Clubes Naval, Militar e da Aeronáutica. Essa é a democracia dos "companheiros". Ainda pelo projeto, apurar-se-iam apenas crimes de tortura, mortes, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres, não tratando de sequestros, atentados a bomba, latrocínios, recebimento de moeda estrangeira de Cuba, sequestro de avião e justiçamentos.

É notório que a esquerda quer passar para a história como a grande vítima que lutou pelo Estado democrático atual, invertendo completamente o papel dos militares, que, em 1964, por exigência da imprensa, da Igreja Católica, de empresários, de agricultores e de mulheres nas ruas intervieram para que nosso país não se transformasse, à época, em mais um satélite da União Soviética. Os militares sempre estiveram prontos para quaisquer chamamentos da nação, quando ameaçada, e, se a verdade real é o que eles querem, as Forças Armadas não se furtarão, mais uma vez, a apoiar a democracia. Se hoje nos acusam de graves violações de direitos humanos no passado, por que não começarmos a apurar os fatos que levaram ao sequestro, à tortura e à execução do então prefeito Celso Daniel em Santo André? Ou será que, pela causa, tudo continua sendo válido, até mesmo não extraditar o assassino italiano Cesare Battisti por temer o que ele possa revelar sobre seu passado com terroristas brasileiros hoje no poder?

É notório que a esquerda quer passar para a história como a grande vítima que lutou pelo Estado democrático atual, invertendo o papel de militares

Publicado na Folha de São Paulo por JAIR BOLSONARO capitão da reserva do Exército, deputado federal pelo PP do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Juízos tortos. Ou então: vamos cair na farra!

Marco Aurélio Top Top Garcia acredita que só os 3% ou 4% que consideravam o governo do PT ruim ou péssimo se interessam pela indecorosa emissão de passaportes diplomáticos para a família Lula e seus apaniguados. Não deixa de ser um reconhecimento e uma deferência a esses verdadeiros heróis, não é mesmo?, em quem um blogueiro do Planalto já quis até botar uma tornozeleira eletrônica. Considerando que se trata de um ato indecoroso, imoral e, no limite, ilegal, até Marco Aurélio admite que essa extrema minoria corresponde àquela para a qual existe diferença ente o certo e o errado, o aceitável e o inaceitável. Sim, eu entendi o seu esforço para reduzir os protestos aos “descontentes de sempre”. Mas ele acabou dizendo, sem querer,  uma  verdade. Caso se dê conta disso, vai retirar imediatamente a fala…
O petismo e as regras do decoro vivem mesmo uma estranha relação. Hoje, foi o presidente da Câmara, Marcos Maia (RS), candidato a preservar o cargo na legislatura que vem, quem se saiu com juízo parecido. Ele reagiu às críticas feitas por Ophir Cavalcante, presidente da OAB, à concessão indiscriminada de passaportes diplomáticos a deputados e familiares em viagem de… turismo!!!
Maia disse estranhar as críticas do presidente da OAB e afirmou, à moda Marco Aurélio, que o país tem problemas mais sérios a resolver. Ora, é claro que tem! O maior deles é um desafio verdadeiramente ontológico: saber se foi o ovo ou a galinha a surgir primeiro. Todas as irresoluções da humanidade também estão presentes em Banânia. Nem por isso vamos deixar que a esbórnia coma solta, uma vez que não resolvemos alguns dos dilemas essenciais do homem.
Esse tipo de raciocínio é uma estupidez e uma pilantragem intelectual. Ademais, não cabe aos beneficiários das prebendas irregulares decidir o que é o que não é importante. Apelando ao extremo, não tenho dúvidas de que Marcola considera que o país tem problemas bem mais graves do que o PCC…
As leis e as regras têm de ser cumpridas, especialmente pelos homens públicos, que têm a força da representação. Não lhes cabe arbitrar que determinação legal vão ou não cumprir.
Há dias, foi a vez de o ministro Nelson Jobim (Defesa) tratar com menoscabo as críticas à farra da família Lula numa instalação militar no Guarujá. Também ele acha que há coisas mais sérias no país com as quais devemos nos ocupar. Certo!
A ser assim, sugiro que esses iluminados se reúnam, estabeleçam as prioridades do país, digam quais são os assuntos aos quais devemos nos dedicar, decretando, em seguida, que, fora daquela pauta, não existe mais pecado.
E vamos partir para a farra, ué!

Inflação ululante.


A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) lançou um selo especial em homenagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O selo, com uma foto de Lula tirada pelo fotógrafo oficial da Presidência, Ricardo Stuckert, custa R$ 2 e pode ser adquirido nas agências dos Correios, embora não esteja disponível na loja virtual da empresa.
O selo de FHC é de 2003 e custava R$ 0,74. O selo do velhaco é a cara da inflação que ele legou ao país: R$ 2,00. Um aumento de 170%, em 8 anos.E os Correios, que tiveram até CPI, continuam sendo um antro de corrupção onde só mudam as moscas. Uma empresa que era referência mundial e que a petezada transformou em organização de quinta categoria.

Atenção! Se comprar um selo do velhaco, já sabe o lado em que deve cuspir!

Dilma extirpa a bíblia e o crucifixo do gabinete presidencial.

Em sua primeira semana, Dilma Rousseff fez mudanças em seu gabinete. Substituiu um computador por um laptop e retirou a Bíblia da mesa e o crucifixo da parede. Durante a campanha eleitoral, a então candidata se declarou católica e foi atacada pelos adversários sob a acusação de ter mudado suas posições religiosas. Dilma assinou o PNDH III, que previa banir os símbolos religiosos de repartições públicas. Tiveram que recuar. Lembram da justificativa de Paulo Vanucchi explicando o recuo?

“Tiramos, mantendo eu a mais absoluta convicção de que é errado ter Jesus Cristo abençoando falcatruas no Senado, na Câmara e nas Assembleias. Ou ter Jesus Cristo abençoando sentenças judiciais de um juiz Lalau e muitos parecidos com ele”.

Resta saber se Dilma retirou o crucifixo da sua sala para que Jesus Cristo não assista atos tão desabonadores quantos os referidos pelo então Secretário dos Direitos Humanos. Portanto, não sejamos duros. O ato de Dilma pode ter sido, sim, um ato de respeito, já que por ali circulam lobistas, mensaleiros, violadores de sigilos e outros assemelhados.

Devolvam os passaportes diplomáticos, seus jumentinhos de uma figa


As coisas que acontecem nesse país são tão hilárias, tão hilárias, que de tão hilárias acabam perdendo a graça. Todos os atos impúrios desse governo, dos seus aliados, adjuntos e "ex", tem sempre um porta-voz de plantão para minimizar a informação tornada pública. Tenta-se num primeiro momento "baixar a poeira" para em seguida jogar para debaixo do tapete e assim cair no esquecimento. Mas, como tem sujeira de montão é apenas questão de dias para a próxima historinha quando o ciclo se repete.
A bola da vez são os "jumentinhos", dois filhos e um neto, do "ex" e sempre apedeuta que dirigiu este país nos últimos oitos anos. Chamo de "jumentinhos" devolvendo o desaforo do senhor Marcos Cláudio que disse no Twitter:
- O fato real é não ler esses artigos ridículos da Folha de S.Paulo e deixar só os jumentinhos continuarem crendo e seguindo... Minoria sempre.

Jumentinho uma ova, seu bobão! Jumentinhos são aqueles 40% que seguiram a indicação furada do seu pai apedeuta. Nós somos a maioria. Se você não sabe fazer conta, entre no site do TSE e some os votos do Serra+brancos+nulos+faltosos. Eles somam 60% da população brasileira que não admitem ser chamados de "jumentinhos" por alguém que não tem a honra de ser brasileiro como a grande maioria que não se beneficiou e nem se beneficia de benesses de um cargo. Você e os demais "jumentinhos" devem devolver sim os passaportes diplomáticos, pois não lhes são de direito. Não é lícito. Sejam honestos, para que, no mínimo, o povo brasileiro possa ter um pouco apenas de respeito por suas figuras.

A auto estima do brasileiro anda tão em baixa que vem um "moleque" que só porque é filho de um ex-presidente se julga no direito de nos chamar de "jumentinhos" e ninguém diz nada. Ficam todos calados e dizem com a cabeça:
- Pois não, meu senhor. Me desculpe, por favor.
Uma ova! Não baixo a minha cabeça pra seu ninguém e no meu direito brigo até com o juiz.

Este fato é também mais uma prova da inexistência de oposição neste país. A única voz que se levantou contra o fato foi a do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB e assim mesmo de forma errada. Não tem que pedir "por favor" para um ato ílicito. Tem é que acionar o Ministério Público Federal para que providências jurídicas sejam tomadas. Vem o ministro Marco Aurélio Top-Top Garcia e diz que não vê nada demais na renovação dos passaportes. Tudo que é ilícito nesse governo petista de antes e de agora, é apenas banalidade. Foi assim com o Mensalão do PT até o Caso Erenice, numa extensa lista de crimes que estão aí na impunidade, pois são banalidades.
É preciso que o brasileiro desperte para a realidade. Tem que ter consciência de que governantes são apenas figuras passageiras no poder com salários pagos por você. E não pense que o único imposto que você paga é o Imposto de Renda. Tudo, mas tudo mesmo que você consome o imposto está imbutido no preço. Então, é você quem alimenta a máquina e não pode baixar a cabeça para um "jumentinho" qualquer.

VINGANÇA GUERRILHEIRA

Lamentavelmente o quase ex-deputado José Genoino, o réu do mensalão e pau mandado de José Dirceu, depois de perder o emprego na eleição e ameaçar se matar, conseguiu uma vaga no governo. Foi socorrido com uma assessoria de “porra nenhuma” no Ministério da Defesa. Uma tacada virulenta da dupla guerrilheira Dilma-Dirceu: enquanto abriga o inútil petista, retalia as Forças Armadas.

VINGANÇA GUERRILHEIRA - Jobim e Genoino reunidos por Dilma-Dirceu, no Ministério da Defesa, para torturar as Forças Armadas.

Postado por Toinho de Passira
Fontes: EstadãoDiário de PernambucoPortal TerraUltimo Segundo

Temos o doloroso dever de comunicar que o quase ex-deputado José Genoino (PT-SP), não vai mais se suicidar. Na perspectiva de ficar desempregado, depois que perdeu a mamata de deputado Federal por São Paulo - os paulistas acertadamente preferiram Tiririca - o petista estava deprimido, choramingando pelos cantos, cabisbaixo e depressivo.

Num blefe, para atrair a atenção, ameaçou praticar um "haraquiri retal", caso não fosse aproveitado no novo governo. Conversa vai, conversa vem e mandaram o canastrão Nelson Jobim, convidá-lo para um cargo que ainda vai ser criado, de Assessora especial do Ministério da Defesa.

Nelson Jobim, que já foi Ministro e Presidente do Supremo Tribunal Federal, não parece se envergonhar em abrigar Genoino, apesar de sua condição de réu do mensalão e integrante da sofisticada quadrilha chefiada por José Dirceu e alvo de processo na mesma Corte que presidiu.

O pior é que se insinua que esse cargo de assessor, criado para Genoíno, é uma porta de entrada para que ele assuma mais tarde, o posto de Ministro da Defesa, com titular.

Por essa versão, Jobim continuou no posto, apenas temporariamente, por interesse próprio e do ex-presidente Lula. Sua missão é participar, como lobista oficial, das negociações finais da compra dos aviões de caça franceses “Rafale”, destinados à Força Aérea Brasileira, um negócio com forte sintoma de corrupção generalizada, englobando valores de R$ 15 bilhões.

Cínico, Genoino, faz c... doce, e diz que vai pensar se aceita o convite.

Mas o guerrilheiro de araque, José Genoino, não parece ter conseguido esse cargo, apenas porque está desempregado. Diante da suas sobejamente comprovadas incompetência e falta de escrúpulos, personifica-se como uma ameaça mirabolante e proposital, uma espécie de homem bomba corrupto-ideologico, posto no Ministério da Defesa, para tentar destroçar as Forças Armadas Brasileiras.

Podemos recordar que, da mesma forma de como está ocorrendo agora, o petista Genoino, foi colocado na presidência do PT, em 2002, para presidir o mensalão, por ter ficado sem emprego, após a derrota nas eleições de governador de São Paulo, para Geraldo Alckmin (DEM).

Apesar de ter pretendido administrar a maior economia estadual do país, Genoíno, demonstrou-se sobejamente inapto e desastrado para exercer a bem mais modesta tarefa de presidir o Partido dos Trabalhadores.

Sua atuação como presidente do partido foi um desastre de grandes proporções: a partir de então, o PT ganhou a merecida pecha de ajuntamento de corruptos, a estabilidade democrática brasileira foi seriamente ameaçada e Lula quase perde o mandato.

Quando a meleca foi espalhada no ventilador, pelo então deputado Roberto Jefferson, evidenciou-se ainda mais a incapacidade de Genoino de administrar qualquer coisa.

Entre suas obras primas, está à tentativa de inocentar-se dizendo que assinava sem ler, ou analisar todos os documentos que o funesto tesoureiro do partido, Delúbio Soares (homem forte do esquema de José Dirceu) exibia-lhe para aprovação. Foi assim que empréstimos bancários irregulares e mal ajambrados e negociatas escandalosas (um rombo avaliado em R$ 90 milhões) foram chancelados por Genoíno.

Chega-se então ao dilema Genoino: se ele fala a verdade e assinava tudo sem ler, é um incompetente irresponsável. Se por outro lado, está mentindo e assinava os empréstimos com total consciência, é um inescrupuloso e mentiroso corrupto. Genoino certamente que não se sai bem em nenhuma das opções, ao invés de um cargo público de destaque, teria como destino natural, num país governado pela ética, o banimento da vida pública e uma temporada exemplar como hospede do sistema penitenciário.

Nessa republiqueta petista, de inversões morais, todo esse currículo negativo serviu-lhe de méritos. Fez-lhe merecedor de um importante cargo, numa área estrategicamente importante.

Sem teorias conspiratórias, somos levados a supor que José Genoino tenha sido escolhido propositadamente, para continuar, no Ministério da Defesa, o projeto petista, atualmente capitaneado por Nelson Jobim, de tentar destroçar, ridicularizar e desmoralizar as Forças Armadas Brasileiras.

Isso pode não acabar bem.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O retrato de um país em apenas 15 dias.


Você fica quinze dias "quase" desconectado do mundo, num período em que o seu país saiu de um velho governo e entrou num novo velho governo, período este que é cercado de mensagens positivas de "boas festas" e "feliz ano novo" e o que acontece? As mesmas coisas de sempre. O mundou não melhorou. O Brasil não evoluiu.
Nas estradas dezenas morreram ou por imprudência ou pelas péssimas condições das rodovias; nas grandes cidades inundações, enchentes, pessoas morrem soterradas ou ficam desabrigadas; no futebol uma grande celebridade leiloa o seu passe para ser repatriado; no apagar do seu governo, Lula concede aos seus dois filhos passaporte diplomático, um privilégio de "certas" autoridades; o então futuro ministro do Turismo, Pedro Novais, um deputado federal do PMDB/MA, paga com verba da Câmara uma "festinha" num Motel em sua cidade e ao assumir o cargo faz um discurso moralizador. Quarenta e oito horas depois, descobre-se que, por sua influência, foram repassados mais de R$ 32 milhões do Turismo para o Maranhão, mais que SP, RJ e MG; Lula deixou R$ 57,1 bi em restos a pagar, contas que vão se acumulando, fruto de má gestão, e que vão influenciar na vida do cidadão; nos Correios, um antro de corrupção, diretor teve gestão na estatal condenada pelo TCU; na política externa o Brasil deu um grande passo e abriu embaixada na Ilha dos Ladrões ou arquipélago da Micronésia com sete mil habitantes; a Balança comercial de 2010 teve o pior superávit dos últimos oitos anos; Dilma anuncia que vai privatizar novos terminais de aeroportos, ela que bateu e rebateu nessa tecla na campanha eleitoral; o Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína do mundo atrás apenas dos EUA e o novo ministro da Justiça quer descriminalizar as drogas; Lula não teve coragem e não extraditou o bandidão assassino Battisti; o novo presidente do Banco Central inicia o ano lutando para segurar a desvalorização do dólar. Para conter o real, o BC comprou US$ 41 bi em 2010; Dilma, sem planos de governo, anuncia que vai combater a miséria extrema com programa semelhante ao PAC, um fiasco do velho e do novo governo.

Como se não bastassem essas mazelas de todos os anos, de todos os governos e de todos os dias, veja na foto abaixo a "nuvem negra" que pairou sobre o Palácio do Planalto, em Brasília, no exato momento em que a presidenta eleita chegava para assumir o cargo. Numa cidade que tem a maior concentração em metro quadrado de templos, religiões, seitas, pais de santos, tarólogos, jogadores de búzios, babalorixás e afins, certamente, cabe uma interrogação. Por via das dúvidas, recomendo ao leitor levar sempre consigo, neste ano, um galho de arruda. Se bem não faz, mal também não.


Valei-me, meus Orixás!


O crime perfeito, ... mas só no Brasil !!!!

 

OAB PEDE DEVOLUÇÃO DE PASSAPORTE ESPECIAL.

"A Ordem apela para que os filhos do (ex) presidente Lula devolvam o passaporte especial; não submetendo seu pai a um constrangimento público dessa natureza, inclusive com possibilidade de ação judicial por improbidade administrativa para alcançar quem concedeu esse benefício", diz a nota.




Lula tem legado importante, mas deixa atrás uma herança maldita — e já vai tarde

O presidente Lula encerra o mandato com uma decisão vergonhosa — a de não extraditar o terrorista e assassino Cesare Battisti para a Itália, como mandaria a legislação, o bom senso, o sentimento de justiça e as relações com um país amigo (leia post).
É como um escultor que dá seu toque final a uma obra. No caso, uma obra que o presidente parece ter perseguido com obstinação — a permanente tentativa de desmoralização das instituições. É esta a herança maldita, eivada de descaso moral, que transmite à nova presidente, Dilma Rousseff.

Lula deixa um legado positivo em realizações, que não se pode negar: a manutenção da estabilidade econômica que herdou dos antecessores Itamar Franco (1992-1995) e Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), na qual se baseou o grande crescimento do PIB e a formidável geração de empregos ocorridos em sua gestão, ambos impulsionados por uma conjuntura internacional extraordinariamente favorável. E, entre outros aspectos louváveis, a marcante distribuição de renda, também estribada na “rede de proteção social” do antecessor FHC, que seu governo ampliou e aprofundou.

Em compensação, em matéria de herança maldita, o presidente que hoje deixa o Planalto…
* Viu seu governo ser tisnado por escândalos nos Correios, na compra de ambulâncias, na montagem de dossiês fajutos para prejudicar adversários, na transformação da Casa Civil em balcão de negócios.
* Desmoralizou o quanto pôde o Congresso Nacional, por meio de seu então braço direito, o chefe da Casa Civil, José Dirceu, que edificou um esquema de compra de apoio parlamentar, o mensalão, qualificado pelo procurador-geral da República como “formação de quadrilha”.
* Silenciou espantosamente diante da explosão do mensalão, para se pronunciar tardiamente dizendo-se “traído”, sem jamais apontar quem o traiu e por quê.
* Como parte do mesmo processo, fez composições com qualquer grupo político disposto a trocar apoio parlamentar por benesses governamentais, “não importando o quanto de incoerência essas novas alianças pudessem significar diante do que propunha, no passado, a aguerrida ação oposicionista de Lula e de seu partido na defesa intransigente dos mais elevados valores éticos na política”, como brilhantemente recordou o Estadão em editorial de 9 de setembro do ano passado. No saco de gatos governista o antes purista PT passou a conviver com o que há de pior na política brasileira, gente como José Sarney, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Paulo Maluf e Fernando Collor.
* Envergonhou os brasileiros de bem quando comparou com bandidos comuns trancafiados em prisões brasileiras os dissidentes da ditadura cubana, e confraternizou com o ditador Raúl Castro no exato momento em que um deles morria em consequência de uma greve de fome.
* Envergonhou os brasileiros de bem estreitando laços com regimes ditatoriais, como os de Cuba ou do tenebroso Irã, ou com caudilhos autoritários como o venezuelano Hugo Chávez, e concordando em que o governo se abstivesse sistematicamente na ONU de condenar as violações de direitos humanos nesses países e em outros como a China, o Sudão e a Síria, aliando-se, na organização internacional, ao que há de pior em matéria de regimes autoritários.
* Desmoralizou as agências reguladoras, que deveriam ser órgãos técnicos e apartidários, para normatizar e fiscalizar áreas fundamentais da economia e da vida do país como o petróleo, as telecomunicações, a saúde pública ou a aviação, loteando-as entre políticos, cortando sua autonomia e reduzindo seus recursos no Orçamento.
* Desmoralizou o Tribunal Superior Eleitoral, zombando em público das sucessivas multas e advertências que recebeu por violar a lei ao fazer campanha para sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff, em horário de trabalho e utilizando espaços e outros recursos públicos.
* Desmoralizou o Tribunal de Contas da União, ao apontá-lo seguidamente como entrave à execução de obras públicas nas quais a corte detectou problemas, e mandando seguir obras cuja paralisação havia sido determinada pelo TCU.
* Desmoralizou uma instituição que por décadas figurava entre as mais confiáveis entre os brasileiros, os Correios, aparelhando-0s politicamente e deixando que o que antes era um centro de excelência em ninho de corrupção.
* Desestimulou os brasileiros que se esforçam por estudar e avançar em seu progresso educacional, ao passar invariavelmente a impressão de orgulhar-se de não possuir um diploma universitário e de, mesmo podendo, não ter estudado além do ensino elementar.
* Desmoralizou com frequência a majestade do próprio cargo, transformando a figura do presidente em palanqueiro vulgar, encantado pela própria voz, proferindo uma catarata diária de discursos e frequentes e constrangedores disparates, que dividiu o país entre “eles” e “nós”, falou em “extirpar” um partido político legítimo, o DEM, e zombou do candidato da oposição à Presidência, José Serra (PSDB), quando este se viu envolvido em incidente provocado por baderneiros no Rio de Janeiro.
* Fez o possível para desmoralizar a História, ao martelar em seus discursos e, indireta e insidiosamente, na caríssima propaganda de seu governo, que o Brasil começou com sua chegada ao Planalto, há oito anos, quando “os brasileiros se reencontraram com o Brasil e consigo mesmos” — desconsiderando e desrespeitando o trabalho de antecessores, principalmente FHC, e agindo como se o que a propaganda oficial chama de “reencontros” não ocorresse em surtos desde, pelo menos, a Inconfidência Mineira (1789). E depois passando pela Independência (1822), a República (1889) e, mais recentemente, pelos anos JK (1955-1961), as esperanças suscitadas com a eleição de Jânio Quadros (1961), o “Brasil Grande” da ditadura militar, o extraordinário movimento das Diretas-Já (1983-1984), o surto de civismo que significou a vitória de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral, em janeiro de 1985, e a comoção gigantesca que acompanhou sua morte, em abril do mesmo ano, o delírio otimista do Plano Cruzado (1986), o apoio ao Plano Real (1994) e a eleição em primeiro turno de FHC (ainda em 1994).
Nesse sentido, não importam seus índices de popularidade: Lula deixa uma herança maldita.
E já vai tarde.

CELSO AMORIM, LULA E A DIPLOMACIA DA VERGONHA.


O Brasil sempre foi conhecido pela neutralidade e pela diplomacia de alto nível. Inúmeros expoentes da diplomacia mundial passaram pelas embaixadas brasileiras e alguns escreveram seu nome na história através da sua atuação em momentos marcantes e de extrema gravidade.
No entanto, a última administração do Itamaraty com Celso Amorim, faz a diplomacia brasileira entrar numa nova era: A Era da Vergonha.
Como uma nação, que se diz democrática e pautada pelo respeito aos direitos humanos e a integração entre credos e pessoas das mais diferentes origens, pode pactuar e se regozijar ao unir-se em defesa do que há de pior em matéria de intolerância, desrespeito ao ser humano e a todo tipo de políticos reconhecidamente comprometidos com a morte e com arbitrariedades ao redor do planeta?
Essa pergunta poderia ser respondida por Lula e por Celso Amorim como a chave para que o Brasil conquiste o tão sonhado assento no Conselho de Segurança da ONU. Em busca de quem o apóie nessa empreitada, Lula e o Itamaraty acham que não podem “bater de frente” com ninguém. Devem ceder aos avanços e propostas de todas as nações que digam, ou simplesmente cogitem, apoiar o pleito do Brasil.
E, nesse balaio, seguem os vergonhosos apoios a políticos condenados e procurados pelo Tribunal Internacional de Haia por genocídio (o presidente o Zimbábue). Apoio a um radical islâmico egípcio que assume queimar livros que contrariem a fé islâmica em praça pública para a chefia da UNESCO (em detrimento de um conterrâneo nosso que seria eleito facilmente). Bradar aos quatro ventos que o governo de Honduras é golpista e que não tolerará golpistas e, logo após; reunir-se, reconhecer e confraternizar com os mais perversos ditadores africanos – responsáveis por inúmeros massacres étnicos – além de apoiar diversos golpistas do continente (inclusive Kadafi). Reconhecer a China como economia de mercado (em troca do apoio para ampliação do Conselho de Segurança) para, logo em seguida, ser surpreendido pelo discurso do representante chinês solicitando a redução do número de países no conselho de Segurança. Reconhecer que o discurso de Ahmadinejad, em relação ao Holocausto e ao extermínio de judeus (um genocídio) é “uma questão de opinião” e ainda defender que o Irã continue com seu programa de enriquecimento de urânio (quando a comunidade internacional inteira está certa de que os objetivos são militares) deixa claras a falta de visão e a inconseqüência do discurso brasileiro, em face à realidade geopolítica internacional.

A esses absurdos somam-se os fracassos inexplicáveis em relação às negociações de Doha, a crise com a Bolívia, com o Paraguai, as constantes caneladas tarifárias que a Argentina nos dá impunemente e a fragorosa derrota na OMC. Coroando a administração de Celso Amorim e o governo Lula como os piores momentos de nossa diplomacia em toda a nossa história.


Isso sem contar que Celso Amorim é mais um que foi pego numa mentira ao dizer-se portador de qualificações profissionais que, verdadeiramente, não dispunha. A mais nova determinação do novo “líder” da diplomacia brasileira é o banimento do inglês como língua necessária para o cargo de embaixador e como eliminatório no exame de carreira. Afinal de contas, para que um embaixador precisa falar fluentemente a língua universal, na qual todas as autoridades e todos os grandes homens de negócio se expressam?
A própria atuação em Honduras mostra como são pífias as ações do Itamaraty e a administração de Celso Amorim à frente do organismo. Ao permitir que Zelaya atue em nossa embaixada como um político em campanha, o Itamaraty permite que a situação em Honduras, que se caminhava para a normalidade constitucional com a realização das eleições, degenere rapidamente para a violência e para a suspensão das garantias constitucionais provocando enormes constrangimentos e podendo acabar em derramamento de sangue. O que, certamente, levará a diplomacia brasileira para um novo nível em toda a sua história: o nível do descrédito.
Entender que essas demonstrações equivocadas de parcialidade e de apoio a países e políticos condenados pela comunidade internacional, em nome de uma ideologia estúpida e sepultada pelo tempo, acabará provocando um efeito totalmente contrário ao que o Brasil deseja, parece ser algo muito além do entendimento dos homens responsáveis pela nossa diplomacia.
Infelizmente; é o povo que acabará sofrendo as consequências de toda essa incompetência e de toda falta de ética que pautam atualmente as nossas relações diplomáticas.
E você leitor, o que pensa disso?

Vou Tirar Você Desse Lugar